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Blog do Desemprego Zero

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A hora e a vez do novo Estado

Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

*Por Marcio Pochman 

A crise mundial torna mais evidente o conjunto de equívocos que resulta da recente experiência neoliberal. Os países que mais longe avançaram o princípio da autorregulação das forças de mercado e da desregulamentação do Estado encontram-se entre os mais frágeis e vulneráveis no contexto atual de turbulências e incertezas globais. 

Fácil imaginar como a economia brasileira estaria débil e à deriva se a trajetória privatista e de inserção externa subordinada aos interesses dos países ricos dos anos 90 não tivesse sido interrompida. Sem bancos públicos (BB, CEF, BNB e BNDES) e empresas estatais, como Petrobras e Eletrobrás, por exemplo, o Brasil não teria a mínima condição de responder imediata e positivamente à crise do crédito e do investimento privado. Países que se desfizeram de bancos e empresas públicas, como o caso argentino, convivem hoje com maiores dificuldades para enfrentar afirmativamente a crise. No Brasil, a fase da privatização implicou reduzir a participação dos bancos públicos de mais de 50% para quase um terço da disponibilidade total do crédito doméstico, enquanto a transferência para o setor privado de empresas estatais respondeu por 15% do PIB e pela destruição de mais de 500 mil postos de trabalho. Em valor, o processo de privatização brasileiro somente conseguiu ser inferior à experiência soviética, com parte significativa do setor produtivo estatal sendo capturado pelo capital estrangeiro.  Leia o resto do artigo »

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Brasil e Índia querem triplicar balança comercial até 2010

Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: DCI

Por Karina Nappi

SÃO PAULO – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente da Índia Devisingh Patil, anunciaram, esta semana, a intenção de triplicar a relação comercial entre Brasil e Índia até 2010. De acordo com Lula, os dois países têm potencial para elevar o comércio bilateral de US$ 3 bilhões para US$ 10 bilhões nos próximos dois anos.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) as relações comerciais entre Brasil e Índia estão há dois anos com déficit. No ano passado, as transações comerciais entre os dois países foram deficitárias em US$ 2,461 bilhões para o Brasil, valor que superou o saldo negativo de 2007, que ficou em US$ 1,211 bilhão.

As exportações brasileiras para a Índia somaram US$ 1,102 bilhão, valor 15,1% acima do registrado em 2007. No entanto, as importações brasileiras de produtos indianos, apresentou um crescimento de 64,3%, na comparação entre os dois últimos anos, passando de US$ 2,169 bilhões para US$ 3,564 bilhões. Leia o resto do artigo »

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Delfim, os novos-keynesianos de segunda geração e os erros do BCB

Postado em 17 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por José Luis Oureiro

Excelente a coluna do prof. Delfim Netto hoje no Valor Econômico. O prof. Delfim chama atenção para uma questão de tem sido negligenciada pelos economistas: o papel desempenhado pelos modelos macroeconômicos da “moda” no agravamento da crise no Brasil.

O modelo macroeconômico padrão utilizado pelos formuladores de política monetária atualmente é o modelo DSGE (dynamic stochatic general equilibrium) com rigidez nominal, que é o “core analítico” do “novo-keynesianismo de segunda geração” (uma exposição completa desses modelos por ser obitda em Galí, J. (2008). Monetary policy, inflation and the business cycles: an introduction to the new keynesian framework. Princeton University Press).  Nesses modelos assume-se a existência de mercados contingentes completos (a la Arrow-Debreu) de maneira que, parafraseando Frank Hahn, um dos maiores teóricos de equilíbrio geral do sécuclo XX, existe “um preço cotado hoje para um guarda-chuva a ser entrege em Cambridge no Natal de 2150, se chover”. Esses modelos não tem espaço para “falhas de informação” como as enfatizadas pelos “novos-keynesianos” da primeira geração, como Stiglitz e Weiss. A informação é simétrica, os agentes tem expectativas racionais  e, por conseguinte, os mercados finaneiros são eficientes no sentido de Fama. A única ”falha de mercado” que esses modelos consideram é a que resulta da existência – um tanto arbitrária, para se dizer o mínimo - de rigidez nominal (resultado da existência de menu-costs) . Nesse arcabouço, o policy-maker fixa a taxa básica de juros com base em alguma regra que seja capaz de minimizar a função perda social, definida em termos de dois objetivos: o desvio da inflação com respeito a alguma meta de inflação de longo-prazo e o desvio do produto com respeito ao “produto potencial” ou de “pleno-emprego”. A depender dos pesos que o policy-maker atribua para esses dois objetivos, os quais refletem, em tese, a “aversão social a inflação”, a trajetória da taxa de juros básica e do nível de produto será mais ou menos volátil, face a choques de demanda e/ou de oferta.

Para ler na íntegra clique aqui

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Argentina, Brasil, México, face à crise internacional

Postado em 17 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por Pierre Salama[1]

Desde que a crise dos créditos hipotecários explodiu e que a recessão começou a se precisar com maior clareza nas economias desenvolvidas, muitos economistas consideraram que as economias emergentes não seriam ou seriam pouco afetadas. A melhora da maior parte dos indicadores de vulnerabilidade, bem como o bom nível dos fundamentos (excedentes da balança comercial, retomada do crescimento e manutenção de uma taxa de inflação em nível pouco elevado, diminuição mais ou menos pronunciada da pobreza) deveria preservar as economias latino-americanas dos efeitos nocivos de um possível contágio. Alguns economistas consideraram que as economias emergentes de uma maneira geral, a China e a Índia mais particularmente, poderiam constituir uma “oportunidade” para as economias desenvolvidas e as ajudar a sair de suas respectivas crises. Tal era, por exemplo, a posição defendida pelos economistas da Goldman Sachs: a China, a Índia, “motores” do crescimento mundial, ofereciam mercados suficientes para compensar os efeitos negativos da crise financeira sobre a rentabilidade das empresas dos países desenvolvidos.

Para ler o artigo na íntegra clique aqui 


[1] Professor universitário, CNRS UMR 7115. Agradeço aos comentários de: Fabio Erber, Sonia Rocha, Carlos Nelson dos Reis, Fernando Francis, Emilio Taddéi, Marcelo Antinori, Jaime Marques Pereira e Thierry Deffarges. Versão revisada no final de dezembro de 2008.

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Lula e as demissões

Postado em 17 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Para Lula, empresas têm caixa cheio e não precisam demitir

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira que os empresários exageraram nas demissões após o início da crise financeira. Ele argumentou que as empresas estão capitalizadas e por isso poderiam evitar o corte de pessoal. “Eu acho que exageraram nas demissões e disse isso na reunião com os empresários. Disse para  a indústria automobilística. Quase todas as empresas brasileiras estão muito capitalizadas”, disse Lula a jornalistas, em visita a um projeto de cultivo de peixes em Recife. 

Indústria paulista fecha 32,5 mil empregos em janeiro Para Mantega, pior dos efeitos da crise para o País já passou Pacote habitacional será anunciado após o carnaval, diz Lula. Leia o resto do artigo »

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Chefe da delegação brasileira na OMC denuncia protecionismo sofisticado: “O nacionalismo está a um passo da xenofobia. Isso só aprofunda a crise”

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: O Globo
Por Eliane Oliveira

BRASÍLIA. Com um histórico de vitórias na Organização Mundial do Comércio (OMC), casos do algodão (Estados Unidos) e do açúcar (União Europeia), o chefe da delegação brasileira junto ao organismo, embaixador Roberto Azevêdo, faz um alerta: o protecionismo está a um passo da xenofobia. Em sua visão, há um toque de “nacionalismo exacerbado” nos gigantescos pacotes de apoio e de proteção que vêm sendo anunciados pelos países desenvolvidos. O protecionismo, diz, está diferente e mais sofisticado. “A experiência mostra que passamos facilmente da defesa do produto nacional para o ataque a tudo que é estrangeiro: o que vem de fora é ruim, prejudica, rouba empregos”, diz.

O mundo assiste a uma nova onda de protecionismo?

ROBERTO AZEVÊDO: Sim, não há dúvida de que a atual crise deu início a uma onda de protecionismo de proporção global, um protecionismo diferente e mais sofisticado. Nos anos 30 e em ocasiões posteriores, uma reação natural era a elevação das tarifas de importação. Apesar de as medidas de proteção seguirem a mesma lógica, hoje a OMC impõe disciplinas sobre os vários aspectos do comércio internacional. Os países desenvolvidos não têm espaço para elevar legalmente suas tarifas e são obrigados a apelar para métodos mais sofisticados para ajudar suas empresas. Os subsídios tendem a ser a alternativa preferida, com pagamentos diretos, empréstimos generosos, injeções de capital e outros estímulos. Também há espaço para outras barreiras não tarifárias, como medidas de antidumping, restrições sanitárias, barreiras técnicas.

O senhor mencionou que a onda de protecionismo vem com um “nacionalismo exacerbado”. Está se referindo aos pacotes de ajuda ao setor produtivo?

AZEVÊDO: O arsenal protecionista se tornou mais sofisticado, em grande medida para se adaptar às novas disciplinas impostas pela OMC. O protecionismo não se resume a aumento de tarifas ou controle de importações. Ele inclui qualquer tipo de intervenção governamental que afete artificialmente o mercado em favor de empresas domésticas. Os pacotes de estímulo e os vultosos empréstimos governamentais são também medidas de proteção. Eles melhoram condições de competição das empresas beneficiadas, tanto no mercado doméstico quanto em terceiros mercados. Quanto mais forte o Tesouro, maior será o impacto comercial.

Esse nacionalismo exacerbado pode se expandir para outras áreas? Leia o resto do artigo »

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Vítimas da recessão

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Colapso econômico mundial atinge em cheio a vida dos brasileiros. Trabalhadores perdem empregos, ficam inadimplentes e têm que arrochar gastos. Empresários demitem e restringem os investimentos

Fonte: Correio Braziliense 

Por Vicente Nunes

Aos 31 anos, o agente financeiro Adaílson Gomes de Oliveira já passou por nove recessões no país. Apesar de o termo – com o qual os especialistas definem pelo menos dois trimestres consecutivos em que a economia anda para trás – lhe parecer estranho, ele está sentindo na pele todo o seu peso. No último dia de 2008, a loja da financeira em que trabalhava fechou as portas. “Simplesmente, da noite para o dia fiquei sem meu ganha-pão”, conta. Oliveira foi vitimado pela crise mundial, que fez o crédito secar, a produção desabar e o consumo minguar. Ainda desempregado e sem perspectiva, está assistindo, atônito, ao Brasil ser tragado pela décima recessão em três décadas – é como se, a cada três anos, o país botasse o pé no freio.

Nem mesmo o otimista ministro da Fazenda, Guido Mantega, descarta mais que o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu nos últimos três meses de 2008 e vai cair nos três primeiros deste ano, o que, tecnicamente, coloca o Brasil na mesma situação vivida pelos países mais ricos do mundo – a de recessão. Mantega não se arrisca a fazer projeções. Mas, nas contas do mercado, a economia registrou retração de até 4% no quatro trimestre de 2008 e deve recuar até 1% entre janeiro e março. “Os números são cruéis. Basta ver o que ocorreu no fim do ano passado”, diz o economista-chefe da Sul América Investimentos, Newton Rosa. A produção industrial caiu quase 20% entre outubro e dezembro, voltando aos níveis de 2004, e as demissões não param de crescer. “O pior é que a recuperação será lenta e com muito sofrimento. O desemprego deixará muitas famílias à margem do mercado”, avisa. Leia o resto do artigo »

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Comitê do Porto de Santos discute sucateamento de caminhões

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por José Augusto Valente

A criação de um projeto, com linha de crédito, para incentivar a troca de caminhões e consequentemente evitar o sucateamento destes veículos que circulam pelo Porto de Santos.

Este foi um dos principais assuntos discutidos ontem na reunião do Comitê de Infra-estrutura e Logística do Porto de Santos, que acontece todas terças-feiras na sede da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista (Sindissan), Marcelo Marques da Rocha, o Governo precisa incentivar a troca de caminhões sucateados. “Estão incentivando até mesmo a troca de geladeiras”, argumentou.

Para o superintendente de Fiscalização de Operações da Codesp, Osvaldo Freitas Vale Barbosa, o Governo precisa criar uma linha de crédito por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Vai beneficiar os caminhoneiros e também as indústrias”, disse Barbosa. Leia o resto do artigo »

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