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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

Banqueiro que “adora crise” compra o Dresdner no Brasil

Postado em 27 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por TONI SCIARRETTA

 Fonte: Folha de S. Paulo

Avaliado em US$ 100 mi, negócio marca saída de banco alemão após 50 anos no país

Fernandes, ex-Pactual, diz que, com a crise, “tem um monte de serviço a fazer, e ninguém com criatividade ou liberdade para executar” 

Afastado há dez anos do mercado financeiro, Luiz Cezar Fernandes, fundador dos bancos Pactual e Garantia, volta agora com a compra das operações brasileiras do alemão Dresdner, que deixa o Brasil após 50 anos. Com prejuízo de R$ 14,8 milhões em 2008, o banco que já liderou a área de investimentos foi reduzido à metade no ano passado -o total de ativos caiu de R$ 2,349 bilhões para R$ 1,88 bilhão.
Fernandes pretende cuidar da recuperação de empresas em dificuldades -como fez com Mesbla e Lacta- e lançar produtos novos para captar recursos. “Adoro crise”, disse. Até então, cuidava de ovelhas em sua fazenda em Petrópolis (região serrana do Rio). “Pastoreando ovelha, você enxerga melhor.” Fernandes volta associado a Eugenio Holanda, dono da empresa Tetto, que faz gestão de um fundo de R$ 5 bilhões de títulos imobiliários. O banqueiro não divulgou o valor do negócio, mas o mercado estima em torno de US$ 100 milhões. 


FOLHA – Qual a sua motivação para voltar num momento desses? Leia o resto do artigo »

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Os economistas e a crise

Postado em 27 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: Carta Capital

Ortodoxos e keynesianos compartilham a mesma posição e a mesma dificuldade liberal de compreender e incluir nos seus modelos e recomendações as contradições e as lutas políticas próprias do mundo econômico.

*Por José Luís Fiori

Finalmente, no dia 17 de fevereiro de 2009, o presidente Barack Obama sancionou seu pacote de estímulo à economia americana, no valor de US$ 787 bilhões. Uma semana antes, seu secretário do Tesouro, Timothy Geithner, anunciara um outro pacote de medidas que podem chegar aos US$ 2 trilhões, para reativar o crédito e salvar o sistema financeiro americano. Mas, apesar do volume de recursos envolvidos, não se sabe exatamente quando, onde e como serão gastos, nem tampouco se sabe se a sua utilização produzirá os efeitos desejados.

No meio desta confusão, só existem duas coisas que podem ser ditas com toda certeza: a primeira, é que faça o que faça o governo americano, será absolutamente decisivo para a evolução da crise no resto do mundo; e a segunda, que apesar das incertezas, todos os governos envolvidos estão fazendo a mesma aposta e adotando as mesmas políticas de redução das taxas de juros e adoção de sucessivos pacotes fiscais de ajuda ao sistema financeiro e estímulo à produção e ao emprego, além de defender a re-regulação dos mercados. Leia o resto do artigo »

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Crise legitima comando permanente do Estado sobre sistema financeiro

Postado em 27 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Refundar a governança econômica para além da ruína financeira global – é disso que se trata hoje – requer marcos históricos distintos dos cercamentos ideológico que até agora delimitavam as tímidas diferenças entre projetos de desenvolvimento. O elo comum entre eles, assim como entre 1929 e 2009, segundo o economista Fernando Ferrari, presidente da Associação Keynesiana Brasileira, era a subordinação política à agenda da auto-regulação dos mercados. Seu fracasso coloca na ordem do dia o comando permanente do Estado sobre o sistema financeiro.

“Quando foi que imaginamos que estaríamos um dia discutindo a estatização de bancos – americanos?” A pontuação perplexa ilustrou o estado de espírito da presidente da Câmara dos EUA, a democrata Nancy Pelosi, em recente entrevista à TV de seu país. A mesma perplexidade explica por que Obama pedala eufemismos no ar, enquanto a insolvência bancária clama por um plano de estatização amplo e reordenador de toda a economia. O capital próprio de grandes instituições que o Tesouro ainda tenta preservar é inferior ao prejuízo que carregam com ativos podres. Um contador rude diria que elas valem menos do que devem; para ser mais exato: não valem nada. Os símbolos, porém, em muitos casos valem tanto quanto a força que representam na sociedade. A estatização de alguns money center banks consagraria a maior derrota ideológica do capitalismo no pós-guerra. É disso que Obama foge, como o diabo da cruz.

É nesse horizonte que a Associação Keynesiana Brasileira, presidida por Ferrari, adquire a relevância de um contraponto teórico e político ao crepúsculo de um arcabouço que trincou irremediavelmente. Keynes, é bom que se diga, não era um bolchevique. Tampouco o keynesianismo deve ser confundido com um socialismo acanhado. Mas o ecumênico professor de Cambridge, que fez fortuna no mercado e formava com a bailarina russa Lydia Lopokova um casal improvável, exceto para os que compartilhavam com eles a convivência no iconoclasta grupo de Bloomsbury, da Inglaterra dos anos 20 e 30, também não personificava o servidor obsequioso do capital.

Do ponto de vista filosófico, Keynes figurava como uma personalidade híbrida permeável às ambigüidades de seu tempo. Dois mundos cruzaram o mesmo espaço histórico no momento em que ele construía seu arcabouço de referências intelectuais: a velha ordem colonial em derretimento e o capitalismo monopolista em ascensão, com seu corolário financeiro hegemônico. Sem nunca ter sido um marxista, adepto dos valores liberais clássicos, Keynes identificou na fricção descontrolada entre essas massas de forças econômicas algo que mais uma vez se escancara nos dias de hoje: a impossível convivência entre valores compartilhados da civilização e a lei da selva do capitalismo ‘auto-regulável’, especialmente na sua esfera financeira.

É nesse sentido que a obra de Keynes ainda tem algo a dizer ao medo e aos impasses atuais. O autor de Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda prescrevia para o capital financeiro um regime duro de repressão estatal. Um requisito, no seu entender, para proteger os cidadãos, entre outros riscos, daquele associado ao que denominava como “obsessão mórbida pela liquidez”.

Leia mais em: Carta Maior

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Obama começa a mostrar a que veio…

Postado em 27 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Em seu último discurso definiu um conjunto de medidas que simbolizam um reencontro do governo norte-americano com a responsabilidade social e global.

O período de financerização, que ora se encerra, era fundado na defesa intransigente do corte de benefícios sociais, na redução de impostos para os mais ricos, na suposição de que esses recursos ajudariam a aumentar investimentos, empregos resultando em benefícios para todos.

Essa utopia terminou em uma crise que, provavelmente, será mais aguda que a de 1929. Repete-se o mesmo ciclo do período rooseveltiano, em que a política retomar o poder das mãos das finanças e promove um reencontro com as aspirações do cidadão comum.

Leia mais em Luís Nassif

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Fim de pesadelo

Postado em 26 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: O Globo

O Brasil continuará dependente de importações de gás natural nos próximos anos, mas em breve não somente da Bolívia. Embalado pelo sonho de atrelar o empobrecido país vizinho a uma nova onda de progresso da indústria brasileira, nossos governantes acabaram se envolvendo numa empreitada política de alto risco com a Bolívia. O Brasil se comprometeu a adquirir um volume considerável de gás boliviano antes mesmo que sua produção fosse efetivamente iniciada (e viabilizada em termos comerciais). E, para transportar o gás, bancou a maior parte do investimento num um gasoduto do lado boliviano, embora a Petrobras fosse minoritária no empreendimento.

No momento que mais precisou desse gás, os bolivianos resolveram mudar as regras do jogo, e quase deixaram o Brasil desabastecido. De todo esse episódio ficou a lição que o Brasil precisava redobrar esforços para aumentar sua produção doméstica de gás natural, além de diversificar suas fontes externas de suprimento. Leia o resto do artigo »

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O País das urgências e o aniversário de Darwin

Postado em 24 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fernando J. Cardim de Carvalho

Fonte: Carta Maior

O Brasil é um país de urgências. Reais, prementes. Era urgente controlar a alta inflação que corroeu a economia nacional por três décadas. Era urgente evitar a crise do sistema bancário resultante do controle da inflação. Foi sem dúvida urgente tomar medidas para evitar o contágio das crises mexicana (de 1994), asiática (de 1997), russa (de 1998), etc, ao qual nos expomos quando os liberais de FHC resolveram desmontar os controles que limitavam os movimentos de capitais de curto prazo para dentro e para fora do país. Era urgente, naturalmente, combater a fome. É urgente, agora, conter e reverter a crise que herdamos dos americanos, e assim por diante.

Nos movemos de urgência em urgência, e não é surpreendente que assim seja, já que continuamos a ser um país em desenvolvimento, com grandes demandas e enormes vulnerabilidades, mesmo que algumas destas últimas sejam auto-infligidas, parte daquilo que há poucos anos atrás se chamava de herança maldita, resultante da adesão, com o entusiasmo e ortodoxia dos recém convertidos, a um liberalismo que já dava sinais de exaustão no resto do mundo, mas que chegou aqui, pelas mãos de FHC, e continuou durante o palloccinato, em meados dos anos 1990.

É natural atacar primeiro os problemas urgentes, mas é também comum a tendência a considerar urgentes apenas os problemas cuja solução pode ser conseguida no curto prazo. Há uma certa inclinação a confundir problemas de longo prazo com aqueles cuja solução pode ser encaminhada “mais tarde”. Assim, é urgente, por exemplo, atacar o problema da fome. Como dizia o saudoso Betinho, quem tem fome tem pressa. Mas o problema da fome não é apenas o problema da provisão imediata de alimentos a famílias famintas, ele é também o problema do emprego, que dará solução durável e sustentável ao problema da fome. É preciso urgentemente combater a crise que nos ataca do exterior, mas o combate bem sucedido à crise não se esgota em medidas de criação de emprego emergencial, das famosas frentes de trabalho, ou assistenciais, ele exige a implementação de projetos que garantam que a economia será capaz de manter esses empregos mesmo quando o impulso inicial se esgotar, como fatalmente ocorrerá em algum momento. Leia o resto do artigo »

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Palavra de Prêmio Nobel…

Postado em 24 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

“Por que simplesmente não ir adiante e estatizar? Quanto mais convivermos com bancos zumbis, mais difícil será a recuperação econômica” (Paul Krugman, New York Times, 24/02/09).

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Bancos chineses voltam a emprestar. Viva o capitalismo 3.0

Postado em 23 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Paulo Henrique AmorimPor Paulo Henrique Amorim

Saiu no Economist:

“O sinal mais animador é a recuperação do empréstimo bancário. Os controles de credito foram suspensos em outubro e os bancos rapidamente voltaram a emprestar. Empréstimos novos em janeiro foram duas vezes maiores do que um ano atrás…”

Saiu na coluna de Dani Rodrik, um dos melhores economistas americanos:

“A lição não é que o capitalismo esteja morto. Mas, que é preciso reinventá-lo para um novo século em que as forças da globalização econômica são muito mais poderosas do que antes. Assim como o mínimo capitalismo de Adam Smith se transformou na economia mista de Keynes, agora precisamos conceber uma transição da versão nacional de economia mista para sua contra partida global.”

Um dos escombros do sistema neoliberal, encontrados no buraco em que se afundou o Muro de Berlim é a “independência” do Banco Central.

O Banco Central “independente” de Alan Greenspan jogou do lado do governo conservador de George Bush e: 1) contestou a redução de impostos em tempo de guerra, e quebrou as contas públicas americanas: e 2) ficou sentado em cima das mãos e  deixou o mercado financeiro correr solto, até quebrar pra valer.

O Banco Central “independente” do Brasil é totalmente dependente dos bancos – de seus interesses comerciais e de sua ideologia.

Na China, os bancos são estatais.

Como em breve serão o Citi e o Bank of America, os maiores bancos (privados …) americanos.

E o governo chinês mandou os bancos emprestarem.

Aqui, o Banco Central, presidido pelo presidente do BankBoston, não mandou os bancos emprestarem.

Deu dinheiro a rodo aos bancos e se escondeu atrás de sua pétrea mediocridade para não fazer nada.

Um dia, o Brasil dará um chute definitivo nos neoliberais e vai aderir ao capitalismo 3.0.

A primeira vitima será, se tudo correr bem, a “independência” do Banco Central.

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