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Blog do Desemprego Zero

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O descompasso da política econômica

Postado em 10 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Não vai dar certo. Lembra a história dos dois burricos na estrada, cada qual querendo comer tufos de grama de cada lado da pista.

O Banco Central prossegue intrépido em sua política de manter juros acima das taxas internacionais, não atuar contra a apreciação do real, permitindo a ampliação do déficit externo.

Para contrabalançar, a Fazenda toma medidas de desoneração de investimentos, amplia o capital do BNDES, acelerando o crescimento econômico – que já tem uma previsão robusta para 2010.

O resultado é óbvio. Mais crescimento implica mais mais importações. Mesmo com o câmbio no lugar certo, implicaria menos exportações – sempre que a economia cresce, parte das exportações é direcionada para o mercado externo. Com o câmbio no lugar errado, ampliará o rombo nas contas externas. Leia o resto do artigo »

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Governador defende aprofundamento do debate sobre política do Banco Central

Postado em 9 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

O governador Roberto Requião defendeu nesta terça-feira o aprofundamento do debate sobre a política econômica brasileira em 2010. “Ou bem somos uma nação, ou um mercado à disposição do mundo. Atualmente, o Banco Central tem muita gente competente para cuidar da moeda, mas nenhuma sensibilidade social”, afirmou, na abertura da reunião semanal da Escola de Governo, no auditório do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba.

Requião elogiou a participação de prefeitos paranaenses num debate sobre a política econômica brasileira promovido pela Paraná Educativa, que reuniu os economistas Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES, Nildo Ouriques e César Rissete, do Sebrae. “Fiquei vivamente impressionado com as perguntas inteligentes, pertinentes e bem estruturadas dos nossos prefeitos, com quem faço questão de me congratular”, falou. Leia o resto do artigo »

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OITO OPÇÕES QUE DEFINIRÃO O RUMO DO BRASIL

Postado em 9 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Roberto Mangabeira Unger

          A tarefa do Brasil agora é começar a construir modelo de desenvolvimento baseado em ampliação de oportunidades para aprender, para trabalhar e para produzir. Modelo que faça da ampliação de oportunidades econômicas e educativas o motor do crescimento e que afirme a primazia do interesses do trabalho e da produção.

              A construção deste modelo é a maneira — a única maneira eficaz — de superar a contradição que continua a acorrentar o Brasil. Num país que exibe vitalidade criativa e empreendedora desmesurada, a maior parte dos brasileiros continua sem ter os instrumentos para criar ou empreender. Por consequinte, desperdiça-se muito desta energia humana. Leia o resto do artigo »

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CPI da Dívida II

Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Paulo Passarinho 

Encerrei o meu último artigo nesse espaço – onde me reportei à sessão da CPI da Dívida Pública em que estive presente na Câmara Federal – manifestando o meu espanto com a demonstração de fragilidade dada por Armínio Fraga. O ex-presidente do Banco Central, na ocasião, explicou aos parlamentares que, frente ao jogo duro do mercado, para aceitar rolar a dívida da União, em 2001 e 2002, não restou alternativa que não fosse atender o apetite e voracidade dos agentes financeiros por mais juros, cláusulas cambiais e prazos mais curtos de vencimento para os títulos do governo.

Rigorosamente, não se trata de debilidade da autoridade monetária de então, conforme ironicamente insinuei. Uma das principais características observada no comando da política econômica do país, já há muitos anos, e independentemente do presidente de plantão, é o absoluto controle exercido pelo sistema financeiro sobre os cargos de direção do Banco Central, o verdadeiro lócus decisório dos rumos do país em termos econômicos. Neste artigo já mencionado, lembrei, por exemplo, que desde 1988 iniciou-se um processo de desmontagem de todas as restrições à livre movimentação de capitais no Brasil, aparentemente de forma absolutamente ilegal. Leia o resto do artigo »

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Votação da jornada de 40 horas fica para 2010, ano de eleições

Postado em 2 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Fonte: Brasil Econômico

A polêmica em torno da redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais, que coloca empresários e sindicalistas em lados opostos, promete novos contornos a partir do dia 10 dezembro, quando os dois setores vão se reunir para discutir a questão. De concreto até o momento, apenas o consenso de que não há mais tempo para votar a proposta neste ano, já que o Congresso Nacional entra em recesso no dia 23 de dezembro e está com a agenda carregada com a votação dos projetos que tratam do marco regulatório do pré-sal.
Os representantes do setor empresarial e das centrais sindicais, contudo, manifestaram a disposição de buscar um acordo em torno de alguns pontos. Defensor da proposta, o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, admite a possibilidade de negociar a desoneração da folha de pagamento e o valor pago para as horas extras em troca da aprovação da matéria. Além disso, estuda-se a hipótese de implantar a medida de forma gradual. Paulinho acredita que a redução da jornada de trabalho tem grandes chances de ser aprovada em2010. Leia o resto do artigo »

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Carro elétrico, a revolução geopolítica e econômica do século XXI e o desenvolvimento do Brasil

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Fonte: Revista Oikos 

Por GUSTAVO ANTÔNIO GALVÃO DOS SANTOS

BRUNO GALVÃO DOS SANTOS

RODRIGO LOUREIRO MEDEIROS

ROBERTO PEREIRA D’ARAÚJO  

Este trabalho analisa as grandes transformações mundiais possivelmente decorrentes da difusão do carro elétrico, que é a principal tecnologia para o novo mundo de baixo carbono. O automóvel revolucionou o século XX. A rede urbana, a estrutura econômica, a produtividade agrícola, a economia dos serviços, as grandes corporações se organizaram e cresceram por causa dele. A indústria automobilística foi sinônimo de desenvolvimento. Isso decorre também da sua importância dentro da metal-mecânica nas Indústrias Centrais, da qual faz parte também a química e a eletrônica. Essas indústrias correspondem a aproximadamente 70% das inovações e das exportações brasileiras feitas nos últimos 3 anos: pré-sal, etanol, metal-mecânica do diesel e carros populares e carnes. Para estar preparado para a tendência de motorização elétrica, o Brasil precisa também investir em carros elétricos e híbridos. A melhor forma de fazê-lo é através de campeões nacionais. A tecnologia mais promissora para o Brasil para abastecimento da motorização elétrica é provavelmente a célula combustível a etanol e só um campeão nacional pode garantir espaço de mercado para o país impor essa solução que lhe favorece.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

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Previsão para aumento do PIB em 2009 é reduzida, diz BC

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Fonte: Brasil Econômico

Por Vivian Pereira (vpereira@brasileconomico.com.br)

As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) para o Boletim Focus, divulgado hoje (30), reduziram as projeções para o crescimento da economia brasileira até o final deste ano.

O mercado reduziu a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) a 0,20%, ante 0,21% na semana passada e 0,18% há um mês. Para o ano que vem, a previsão seguiu em 5%.

As projeções para o crescimento da produção industrial no país também foram reduzidas este ano, passando de -7,64% para -7,72%. Há um mês, a estimativa era de -7,57%. Já para 2010, a previsão aumentou de 6,85%, na última semana, para 6,88%.

As instituições financeiras consultadas reduziram ainda as estimativas para a balança comercial que, ao final de 2009, deve ficar em US$ 25 bilhões. Na semana passada, a previsão era de US$ 25,20 bilhões e, há um mês, de US$ 26 bilhões.

Em 2010, o mercado diminuiu a previsão para a balança comercial para US$ 13 bilhões, ante leitura de US$ 13,40 bilhões há uma semana e de US$ 16,25 bilhões há quatro semanas. Leia o resto do artigo »

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Pressão mundial encarece o álcool

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Redução da oferta de açúcar por causa de perdas na safra da Índia e mais carros flex elevam o valor do combustível 

Fonte: Correio Braziliense

Por LIANA VERDINI 
Uma boa e uma má notícia para quem usa o álcool combustível. A boa é que o preço do etanol – um dos mais caros da história (leia quadro ao lado) – tende a parar de subir a partir de dezembro. A má é que deve se estabilizar nesse patamar. Desde junho, o valor do produto só sobe – passou de R$ 1,17 o litro em São Paulo (usado como base porque é o maior produtor e consumidor do país) para R$ 1,559 na segunda semana de novembro, com alta de 33%. Para a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única), o pior momento já passou. Segundo Sérgio Prado, representante da Única em Ribeirão Preto, há duas semanas o preço no fabricante chegou a subir mais de 2% em apenas sete dias. “O preço é volátil e ainda está buscando o ponto de equilíbrio depois de sofrer bastante com a crise econômica iniciada nos últimos meses do ano passado”, explicou. 

Ele lembrou que, há dois anos, episódios externos afetam os preços do produto no Brasil. “No fim de 2007, as exportações de álcool caíram e houve uma oferta maior, fazendo os preços caírem. No ano passado, foi a crise que diminuiu a demanda e reduziu os preços. Agora, aparentemente, entramos em um período de normalidade.”  Leia o resto do artigo »

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