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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

Juro baixo reduz corte no orçamento

Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Correio Braziliense

Queda da taxa Selic, estimada para chegar a 9,75% no fim do ano, vai aliviar o arrocho nos gastos imposto pelo governo federal 

Por Vicente Nunes
 O arrocho que o governo foi obrigado a fazer no Orçamento da União de 2009, de R$ 21,6 bilhões, teria que ser muito maior se não fosse o forte processo de queda da taxa básica de juros (Selic). Estima-se que somente a redução de quatro pontos percentuais que está sendo projetada pela maioria do mercado, de 13,75% para 9,75% ao ano, diminuirá em pelo menos R$ 18,8 bilhões o gasto com a dívida pública neste ano. Na conta mais otimista dos analistas, com a Selic caindo até 8,25% ao ano, é possível que a despesa com juros encolha até R$ 22 bilhões ao longo de 2009. “Com a arrecadação em queda, o corte de gastos do governo se tornou inevitável. Mas, certamente, o efeito da tesoura seria muito maior se a Selic não estivesse caindo de forma tão rápida (2,5 pontos desde janeiro último)”, disse o economista Carlos Thadeu de Freitas Gomes, ex-diretor da Dívida Pública do Banco Central. Leia o resto do artigo »

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A dívida dos Estados

Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Editorial

Pelo menos 13 das 27 unidades da Federação já procuram formas de revisão das condições de pagamento da dívida renegociada com o governo federal em 1997. Trata-se de uma situação muito diferente daquela que, há mais de dez anos, forçou o governo federal a assumir a dívida de Estados e municípios à beira da paralisia – pois não conseguiam mais rolar suas dívidas -, impondo-lhes rigorosas condições de pagamento. Agora, a alegada necessidade de renegociação decorre da queda da taxa Selic, que provocou um desequilíbrio entre o custo da dívida da União e o da dívida dos governos estaduais e das prefeituras com o governo federal.

Com a redução da Selic, o custo da dívida federal diminuiu, mas o da dívida dos Estados e municípios com a União continua determinado pelas regras acertadas na década passada. A confirmarem-se as novas reduções da Selic previstas, a dívida federal ficará mais barata do que a dívida dos governos estaduais e das prefeituras com a União – ou seja, Estados e municípios estarão subsidiando a União, num momento de redução de suas receitas por causa da crise. Leia o resto do artigo »

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O Brasil com o juro de um dígito

Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Pela primeira vez na história, BC deve baixar taxa Selic para menos de 10%, o que tem várias implicações na economia

Por Leandro Modé e Paula Pacheco

O Brasil terá, talvez já no fim de abril, uma taxa básica de juros abaixo de 10% pela primeira vez na história – ao menos desde que o formato atual para medi-la foi criado, em março de 1999. Mais do que uma simples questão aritmética, esse novo cenário trará mudanças importantes para uma economia que se acostumou a ter um juro básico estruturalmente alto.

Os primeiros sinais de que o modelo anterior precisa ser alterado não demoraram a aparecer. O alerta soou inicialmente na caderneta de poupança. Analistas avisaram que a fórmula que prevê a correção pela taxa referencial (TR) mais 6% fixos ao ano é insustentável com a taxa básica de juros (Selic) abaixo de 10%.

Segundo eles, provocaria uma migração maciça de investidores de fundos, CDBs e outras modalidades de aplicações rumo à caderneta de poupança. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu que algo deverá ser feito, mas ressaltou que a solução ainda não foi encontrada.

Outra consequência imediata foi a queixa de governadores sobre o indexador que corrige as dívidas dos Estados com a União. Eles argumentam que, com um taxa básica abaixo desse nível, subsidiarão o governo federal se os contratos não forem alterados. Leia o resto do artigo »

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Governo está perdendo a capacidade de usar os instrumentos de política econômica para enfrentar a crise

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2009

Nota Técnica: Governo está perdendo a capacidade de usar os instrumentos de política econômica para enfrentar a crise*.

Por José Luis Oreiro**

Tal como previsto por vários analistas econômicos[i], a crise econômica internacional atingiu fortemente a economia brasileira no quarto trimestre de 2008. O produto interno bruto caiu 3,6% no quarto trimestre do ano passado, o que representa uma queda em bases anuais de mais de 13%. Trata-se de uma das maiores quedas de produto observadas no mundo no ultimo trimestre de 2008, superando até mesmo as retrações observadas nos Estados Unidos e na Europa, as regiões que são o epicentro da atual crise econômica.

A atitude do governo brasileiro frente à crise tem sido tíbia e meramente reativa. No que se refere a política monetária, existe hoje um certo consenso entre os economistas brasileiros de que a gestão da política monetária atuou no sentido de ampliar os efeitos da crise financeira mundial sobre o Brasil[ii]. Com efeito, o Banco Central do Brasil reiniciou o ciclo de queda da taxa de juros básica apenas na reunião de janeiro de 2009 do COPOM. Naquela ocasião foi decidida uma queda da taxa de juros de 100 pontos base relativamente ao patamar prevalecente em dezembro de 2008. Na reunião de março, após os anúncios dos dados alarmantes sobre queda da produção industrial nos primeiros meses de 2009 e de aumento do desemprego, o COPOM acelera o ritmo de queda da taxa de juros para 150 pontos base. Dessa forma, a taxa de juros básica da economia brasileira encontra-se atualmente em 11,25% a.a. De acordo com a nota divulgada em 19/03/2009 pelo Banco Central, as previsões de inflação para 2009 encontram-se abaixo do centro da meta inflacionária, de 4,5% a.a. para 2009. Sendo assim, o juro real ex-ante encontra-se atualmente no patamar de 6,75% ao ano. Trata-se de um número que, em condições de crescimento acelerado como a experimentada pela economia brasileira no primeiro semestre de 2008, poderia ser considerado alto, mas razoável. Entretanto, as condições atuais não são de crescimento acelerado, mas de recessão. Nesse contexto, um juro real de 6,75% a.a. não é motivo para comemoração. Pelo contrário, um juro real nesse patamar, nas condições que a economia brasileira enfrenta no momento, é altamente recessivo.

O quadro de queda do nível de atividade econômica justifica, portanto, uma intensificação do uso das políticas monetária e fiscal para minimizar os efeitos da crise sobre a economia brasileira. No entanto, nas condições atuais prevalecentes na economia brasileira corre-se o risco de se alcançar uma situação na qual os instrumentos de política anti-cíclica, principalmente a política monetária, atinjam o seu limite máximo de utilização. Leia o resto do artigo »

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O PIB e a Ilusão do PAC

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Paulo Passarinho

 No segundo turno das eleições presidenciais de 2006, a campanha de Lula e de seus aliados provocou a inclusão da polêmica com relação às privatizações, marca dos governos tucanos de FHC.

O objetivo era claro. Tratava-se, na ocasião, de se apresentar ao eleitorado uma clara diferenciação entre o candidato governista e o postulante do PSDB, Geraldo Alckmin.

O simbolismo em uma campanha eleitoral é muito importante, como todos nós sabemos. O PT, partido que na oposição à direita e ao neoliberalismo sempre sustentou uma posição de combate a essas posições e de defesa de uma nova maneira de se fazer política – destacando a honestidade e a ética como princípios fundamentais -, encontrava-se bastante desgastado, ao menos para repetir discursos que já não encontravam sustentação na sua própria prática de governo.

Estavam ainda muito recentes as denúncias relacionadas ao chamado mensalão, e as opções de política adotadas por Lula a partir de 2002, culminando com a entrega do Banco Central a um executivo do sistema financeiro internacional, desautorizavam qualquer arroubo verbal mais contundente contra os privilégios ao mundo do capital. Leia o resto do artigo »

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Crise Internacional:metamorfoses de empresas transnacionais e impactos nas regiões do Brasil

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2009

 Fonte: Ipea

O 18º Comunicado da Presidência é o terceiro da série que discute a crise internacional e seus desdobramentos no Brasil. No documento o Ipea busca manter o padrão anterior de análise conjuntural da crise e avançar na perspectiva de explicitar os aspectos mais estruturais que contribuíram para a crise e que podem continuar ou não a alimentar a atual crise. Compõe também este documento uma seção de análise sobre os desdobramentos internacionais da crise, especialmente no que refere ao movimento de fusões e aquisições de empresas. Finalmente, o documento traz uma seção sobre os impactos inter-regionais da crise no país; nesta seção apresenta-se o comportamento da queda da produção industrial e do emprego nas distintas regiões brasileiras. Comenta-se também os impactos da crise sobre a federação brasileira, os orçamentos dos estados e as tendências previstas para o comportamento do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Na seção final, observa-se que é importante transpor a ação de combate à crise no curto prazo, pois é necessário estabelecer-se uma ação de longo prazo, especialmente no que se refere aos caminhos produtivos e tecnológicos que o país poderá adotar. Os impactos da crise sobre o meio ambiente sugerem que esse talvez seja o momento adequado para uma ação dos Estados Nacionais, em caráter de longo prazo, redefinindo um padrão produtivo mais compromissado com o meio ambiente e a sustentabilidade ambiental.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

1 Contribuíram para a elaboração deste comunicado: Bruno de Oliveira Cruz, Carlos Wagner Albuquerque de Oliveira, José Aroudo Mota, José Hamilton Bizarria, Hugo Roth; Iury dos Santos, Liana Maria da Frota Carleial, Luana Goveia; Lucas Linhares; Luciana Accioly, Marcelo Piancastelli, Maria Piñon, Michele Sassaki; Milko Matijascic , Paulo Roberto Furtado, Rodrigo Leão; Rodrigo Pereira Mendes, e Rogério Boueri.

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A Crise Econômica Externa e seus Reflexos Políticos no Brasil

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania 

Por Guilherme C. Delgado*   

A “Revista de Conjuntura” do Conselho Regional de Economia do DF acaba de publicar uma edição especial sobre um tema muito próximo ao título deste artigo, com análises fundamentadas de vários economistas, de diferentes concepções e filiações acadêmicas (Dércio Munhoz, Reinaldo Gonçalves, Carlos Eduardo de Freitas, dentre outros). Essas análises vêm a público no mesmo momento em que o IBGE publica os dados do Produto Interno Bruto do 4º trimestre de 2008, constatando forte queda (-3,6%) nestes últimos três meses de 2008.  

O caráter político do ano pré-eleitoral de 2009, e de forte incerteza no plano da economia, confere à abordagem da crise pelo governo, pelos partidos de oposição e também pelas mídias engajadas verdadeiro clima de guerra de informação. Por tudo isso é imprescindível identificar, contextualizar e interpretar os fatos econômicos no meio político em que estes se inserem.  

A reversão do estado de confiança no mundo dos negócios impôs a partir de setembro/outubro de 2008 os resultados econômicos que agora o IBGE revela. Estes resultados (queda do PIB) já eram percebidos no movimento do comércio, na desaceleração do emprego, na contração do crédito, na queda de arrecadação de tributos e no declínio das exportações.   Leia o resto do artigo »

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Crise global abre uma nova porta para desenvolvimento

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2009

 

Fonte: Monitor Mercantil

João Paulo de Almeida Magalhães/Presidente do CED

De acordo com o economista João Paulo de Almeida Magalhães, presidente do Centro de Estudos para o Desenvolvimento (CED), a crise mundial criou uma oportunidade para definição de bases científicas para um novo paradigma de desenvolvimento nos países retardatários, sobretudo para os latino-americanos, que, como o Brasil, há décadas abraçaram o neoliberalismo e o chamado Consenso de Washington.

“A fórmula criada por Keynes resulta em políticas específicas, de curto prazo, para enfrentar uma grande crise, enquanto o desenvolvimento é de longo prazo. Precisamos gerar um novo paradigma científico, que contemple, não só o enfrentamento da crise, mas a questão do longo prazo”, enfatiza Magalhães, que está lançando, pela Editora Contexto, o livro O que fazer depois da crise – a contribuição do desenvolvimentismo keynesiano. Leia o resto do artigo »

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