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Blog do Desemprego Zero

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Qual o futuro do “sonho americano”?

Postado em 18 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: The Nation

Por William Greider

O que você promete a um povo a quem foi dito que poderia fazer o que quisesse, que foi repetidas vezes congratulado por viver na melhor de todas as circunstâncias possíveis? Como dizer agora que “os bons tempos” não voltarão? Os estadunidenses precisam de uma nova visão que os ajude a lidar com a realidade, uma história promissora do futuro que os ajude a superar o passado. O que é preciso na vida do povo dos Estados Unidos é uma redefinição dos conceitos de “vida, liberdade e busca da felicidade”. A análise é do jornalista político William Greider.

Como entendeu Franklin Roosevelt, os estadunidenses adiarão benefícios imediatos e experimentarão sacrifícios pesados – se conseguirem – à medida que forem convencidos de que o futuro pode ser melhor que o passado. Nós estamos, porém, frente a um problema muitíssimo mais difícil em nosso momento na história. O que você promete a um povo a quem foi dito que poderia fazer o que quisesse, que foi repetidas vezes congratulado por viver na melhor de todas as circunstâncias possíveis? Como dizer agora que “os bons tempos”, assim como os conhecemos, não voltarão? Os estadunidenses precisam de uma nova visão que os ajude a lidar com a realidade, uma história promissora do futuro que os ajude a superar o passado.

Eis aqui uma grande visão que eu sugiro os americanos podem perseguir: o direito de todos os cidadãos a vidas engrandecidas. Não a ficar mais rico do que o próximo ou acumular necessariamente mais e mais porcarias, mas o direito a viver a vida plenamente e a se engajar expansivamente nas possibilidades elementares da existência humana. Essa é a essência do que muitos, agora, parecem almejar em suas vidas. As pessoas – mesmo as bem sucedidas e afluentes – estão frustradas por causa das dimensões intangíveis que a vida assumiu ou deslocou, em grande ou pequena escala, pressionada pelas exigências implacáveis do sistema econômico de maximizar a produção de lucros e de riqueza. Nossas verdades morais comuns têm sido destruídas em nome de grandes recompensas. Os aspectos mais leves da experiência mortal estão diminuídos porque a própria vida não está tabulada na contabilidade do sistema econômico.

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Por que o PSDB quer a CPI? É para privatizar o pré-sal

Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Paulo Henrique Amorim

Os tucanos quer em desmoralizar e desestabilizar a maior empresa brasileira para servir a seus patrões: os privatizadores. Fernando Henrique abriu a exploração aos grupos estrangeiros na esperança de destruir a Petrobrás e vendê-la.
Fernando Henrique era a favor da privatização da Petrobrás. Ele e aquele que ele chama de “brilhante”, Daniel Dantas.

Daniel Dantas recebeu de Antonio Carlos Magalhães a incumbência de estudar a privatização da Petrobrás como forma de o PFL contribuir com o governo que se iniciava, o de Fernando Henrique Cardoso.

Como primeiro passo do marketing de privatização da Petrobrás, os cérebros que cercavam Fernando Henrique iam mudar o nome da empresa para “Petrobrax”, marca evidentemente mais globalizada… O sufixo “brás” provocava comichão em Fernando Henrique, que, em entrevista à Revista Piauí, qualificou a solenidade do 7 de Setembro de “uma palhaçada” (ele deve comemorar o 4, o 9 ou o 14 de Julho, em silêncio). Leia o resto do artigo »

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Nova caderneta taxa classe média

Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Por Lu Aiko Otta

Pressionado pela oposição, que o acusava de querer promover uma mudança na caderneta da poupança à moda do ex-presidente Fernando Collor (1990-1992), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprovou ontem as novas regras para a aplicação. Elas preservam o ganho de 99% dos poupadores. 

Para quem tem até R$ 50 mil, nada muda e o rendimento até pode melhorar. Mas, para o 1% restante, onde está a classe média – que representa 40% do volume dos depósitos -, as alterações são profundas. Rendimentos acima de R$ 50 mil, hoje isentos, passarão a pagar Imposto de Renda (IR) a partir de 2010. A tributação vai variar conforme os juros básicos (Selic) e a renda do poupador. 

Ao taxar só os mais ricos, o governo ganhou um discurso político. “Esse ajuste é para impedir que os grandes investidores migrem para a poupança e distorçam esse instrumento tradicional”, disse ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Queremos garantir que a poupança continue sendo um instrumento importante para o grosso da população.”  Leia o resto do artigo »

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Falsa Questão

Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Paulo Passarinho 

O governo acaba de anunciar mudanças nas regras de remuneração das cadernetas de poupança e dos fundos de renda fixa.

Com a projetada queda da taxa Selic, a explicação de autoridades e analistas – caso essas medidas não fossem tomadas – é que haveria o risco de uma migração de recursos, aplicados hoje em fundos de renda fixa, para as cadernetas. Essas passariam a ser mais atraentes, pois além de garantirem uma correção de 6% ao ano, mais uma variação vinculada à TR, gozam de isenção de tributos.

Os fundos de renda fixa, por sua vez, perderiam rentabilidade frente às cadernetas, pois além da incidência de imposto de renda e de taxas de administração variáveis, dependendo do banco gestor do fundo, a redução da taxa Selic faria com que essa modalidade de aplicação financeira deixasse de ser interessante.

O prejuízo para o governo seria que, com essa alegada possibilidade de perda de recursos líquidos dos fundos, os seus títulos públicos passariam a ter maiores dificuldades de serem negociados, na medida em que são justamente os recursos aplicados nesses fundos, que viabilizam a massa de recursos aplicada pelos bancos no financiamento da dívida pública do governo, através da aquisição de títulos governamentais. Leia o resto do artigo »

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Brascan estima queda no lucro de três grandes distribuidoras do País

Postado em 14 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil  

Por Roberta Scrivano 

Com exceção da AES Tietê, a Brascan Corretora prevê queda no lucro líquido do primeiro trimestre de 2009 das principais distribuidoras de energia elétrica do País. A CPFL Energia, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a Companhia Paranaense de Energia (Copel), segundo previsões da corretora, devem registrar recuo de 19,1%, 6,5%, 0,7%, respectivamente, nos resultados apurados para o período, em relação ao mesmo intervalo do ano passado, enquanto a AES Tietê terá ganhos 8,3% superiores aos computados nos primeiros três meses de 2008.

Uma das razões que explicam os menores ganhos das três distribuidoras no primeiro trimestre, segundo estudo da Brascan, foi a desaceleração da economia brasileira, que reduziu o consumo de eletricidade no setor industrial.

O principal fator para o aumento do lucro da AES Tietê, afirma o estudo, foi o “reajuste tarifário de 13,4% aplicado em julho de 2008″. Segundo estima da corretora, a paulista AES Tietê terá ganhos de R$ 187,2 milhões de janeiro a março deste ano, ante R$ 172,8 milhões verificados no mesmo período do ano passado.

O Ebitda (resultados antes dos juros, impostos e amortizações) da distribuidora deve atingir R$ 315,5 milhões, incremento de 0,5% sobre os R$ 313,9 milhões registrados no primeiro trimestre de 2008. A alta no Ebitda, segundo a Brascan, é “em função de menores despesas com a aquisição de energia elétrica” no período verificado. Leia o resto do artigo »

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Reforma tributária, para ser legítima, precisa viabilizar distribuição de renda

Postado em 14 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Guilherme Delgado

A dimensão econômica do conjunto da política social brasileira corresponde hoje a cerca de ¼ do Produto Interno Bruto, considerados dois dos seus principais indicadores, calculados pelas contas nacionais: “Benefícios Sociais” (monetários) pagos às famílias e “Benefícios em Espécie”, imputados na renda familiar (serviços de saúde e educação básica, principalmente). No último ano em que o IBGE publicou detalhadamente esta informação (2003), os Benefícios Monetários correspondiam a 15,6% do PIB e os “Benefícios em Espécie” a 8,34%. Mas antes que o leitor pergunte sobre o Programa “Bolsa Família” neste contexto, é preciso esclarecer que este era e continua a ser muito pequeno nesse conjunto – ao redor de 0,3% e 0,4% do PIB. E de fato não tem a dimensão econômica e social que se lhe atribui na política social, muito embora tenha significado político-eleitoral especial, a ponto de merecer um tratamento governamental e midiático muito superior à sua dimensão sócio-econômica. 

Esse conjunto de ações e serviços públicos, que denominamos de política social, é até certo ponto um corpo estranho para efeito das agendas de decisão política do governo federal. Também o é às análises da imprensa, que por razões compreensíveis trata apenas das ações singulares em cada domínio da política social, mas nunca do seu sentido geral. Mesmo à reflexão acadêmica, o tema política social em geral escapa à curiosidade dos Encontros Nacionais de Pós-Graduação das várias ciências sociais afins, a menos das exceções que explicam a regra.  Leia o resto do artigo »

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Produção Industrial em Março de 2009: Colapso do Investimento

Postado em 14 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Carta IEDI n.362 

A produção física industrial brasileira registrou, descontados os efeitos sazonais, crescimento de 0,7% na passagem de fevereiro a março. Com esse terceiro resultado positivo consecutivo, a indústria acumula crescimento de 4,8% nessa base de comparação. Essa alta reflete aumento de produção em onze dos vinte e sete ramos pesquisados, com destaque para veículos automotores (7,0%).

Nas demais bases de comparação, a indústria registrou taxas negativas. Frente a março de 2008, a produção fabril brasileira encolheu 10,0%, registrando a quinta queda consecutiva nesse indicador. No acumulado de janeiro a março, a indústria registrou retração de 14,7% frente a igual período do ano passado. Em doze meses, a indústria permaneceu em trajetória declinante, acumulando variação de -1,9% (contra -1,0% em fevereiro). Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, descontadas as influências sazonais, a produção industrial recuou (7,9%) pelo segundo trimestre consecutivo, acumulando uma perda de 16,7% no período.

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Produtividade industrial cai 1,8% em 12 meses

Postado em 13 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Valor

Por Samantha Maia

Depois de crescer de forma sustentada acima de 4% até setembro do ano passado, a produtividade da indústria brasileira começou a recuar em outubro e encerrou o período de 12 meses até março com queda de 1,8%. O resultado foi puxado pelo recuo de 1,9% na produção, pois na mesma comparação o total de horas pagas na indústria diminuiu 0,1%, segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A forte contração na produtividade poderia indicar que as indústrias, para recuperar parte da eficiência perdida, planejam, para os próximos meses, um forte corte de pessoal. A produção, contudo, responde mais rápido às mudanças econômicas que o mercado de trabalho e uma parcela expressiva da queda no volume produzido decorreu da necessidade de ajustar estoques, explicam economistas ouvidos pelo Valor. Por isso eles não esperam que as demissões sigam o ajuste expressivo observado na produção. Dessa forma, o sinal de retomada na atividade industrial dado a partir de março – quando houve manutenção da atividade, com alta de 0,7% sobre fevereiro – pode indicar que o ciclo de demissões deve chegar ao fim ainda neste semestre.

“A produção tem caído de maneira mais forte, porque as empresas estavam muito estocadas no início da crise e se empenharam para se livrar do excesso de mercadorias”, diz Fábio Romão, economista da LCA Consultores. Isso explica, segundo ele, o fato de as horas pagas não terem caído com a mesma intensidade. Leia o resto do artigo »

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