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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

Entrevista João Paulo de Almeida Magalhães

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2009

A crise atual criou excelente oportunidade e condições favoráveis à proposta de nova estratégia econômica para a América Latina” (13/4/2009)

Doutor em Ciências Econômicas pela Universidade de Paris I (doutorado de Estado) e professor titular da UFRJ e da UERJ, João Paulo de Almeida Magalhães foi coordenador de política econômica do Cofecon (2002-2005) e presidiu o Corecon-RJ (2006-2008). Recentemente publicou o livro “O que fazer depois da crise: a contribuição do desenvolvimentismo keynesiano”, obra que analisa nesta entrevista.

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Aneel quer fundo para reduzir diferença nas tarifas de energia entre os Estados

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Daniel Rittner, de Brasília 
 
O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, sugeriu ontem a criação de um fundo de equalização tarifária para reduzir as distorções no preço da eletricidade paga pelos consumidores residenciais de cada Estado.

De forma geral, a tarifa praticada pelas distribuidoras é inversamente proporcional ao nível de riqueza da região em que elas atuam. Vários fatores, como densidade populacional – quanto maior a concentração urbana, menor o custo de novas ligações à rede elétrica – e inadimplência explicam as distorções.


 Um morador de Brasília, a cidade brasileira com maior renda per capita, paga a segunda menor tarifa entre as 64 distribuidoras do país: R$ 0,24 por kilowatt-hora (kWh) de consumo. Leia o resto do artigo »

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The failure of neoclassical economics

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2009

By Anatole Kaletsky

The economics profession must bear a lot of the blame for the current crisis. If it is to become useful again it must undergo an intellectual revolution-becoming both broader and more modest.

Was Adam Smith an economist? Was Keynes, Ricardo or Schumpeter? By the standards of today’s academic economists, the answer is no. Smith, Ricardo and Keynes produced no mathematical models. Their work lacked the “analytical rigour” and precise deductive logic demanded by modern economics. And none of them ever produced an econometric forecast (although Keynes and Schumpeter were able mathematicians). If any of these giants of economics applied for a university job today, they would be rejected. As for their written work, it would not have a chance of acceptance in the Economic Journal or American Economic Review. The editors, if they felt charitable, might advise Smith and Keynes to try a journal of history or sociology.

If you think I exaggerate, ask yourself what role academic economists have played in the present crisis. Granted, a few mainstream economists with practical backgrounds-like Paul Krugman and Larry Summers in the US-have been helpful explaining the crisis to the public and shaping some of the response. But in general how many academic economists have had something useful to say about the greatest upheaval in 70 years? The truth is even worse than this rhetorical question suggests: not only have economists, as a profession, failed to guide the world out of the crisis, they were also primarily responsible for leading us into it.

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A era do modelo hegemônico de capitalismo pertence ao passado

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Martin Wolf

Será a crise atual um divisor de águas, com a globalização liderada pelo mercado, o capitalismo financeiro e o predomínio ocidental de um lado e o protecionismo, regulamentação e predomínio asiático do outro? Ou será que os historiadores preferirão julgá-lo como um evento causado por tolos, significando pouco? Meu palpite pessoal é que ele ficará no meio termo. Nem é a Grande Depressão, uma vez que a resposta política tem sido tão determinada, nem é o capitalismo de 1989.

Examinemos o que sabemos e o que não sabemos a respeito do seu impacto sobre a economia, finanças, capitalismo, Estado, globalização e geopolítica.

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Para tucanos, Petrobrás comete “crime” por OFENSA ao Programa de DESESTATIZAÇÃO

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Um flagrante atualíssimo do projeto do tucanato de José Serra para privatizar a Petrobras e o pré-sal do Brasil, entregando a PetrobraX do capital internacional.
Passo a passo:

2007 – Tucano “denuncia” que Petrobrás OFENDE a lei de “desestatização”

Lula reeleito, a Petrobras, muito bem administrada, se expande. Adquire o controle da Suzano Petroquímica S.A.

O atual secretário de educação de José Serra, Paulo Renato de Souza, entra com denúncia contra a Petrobrás no MPF (Ministério Público Federal) e no TCU (Tribunal de Contas da União), contrária à essa aquisição.

O motivo?

O tucano denuncia ao TCU e MPF que a Petrobras cometeu o seguinte “crime”:

“ILEGALIDADE DA AQUISIÇÃO POR OFENSA AO PROGRAMA NACIONAL DE DESESTATIZAÇÃO.” Leia o resto do artigo »

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Cheney x Obama: a ofensiva do medo

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Carta Maior

Os republicanos parecem temer que só um ataque terrorista devastador nos EUA (ou instalações americanas de outro país) será capaz de reabilitar seu partido, quase reduzido à condição de zumbi – comparável aos bancos-zumbis, outra herança das políticas desastrosas de Bush. Na ausência do ex-presidente Bush, recolhido ao silêncio, o ex-vice Cheney assumiu a ofensiva contra o governo Obama. A análise é de Argemiro Ferreira.

Por Argemiro Ferreira

Discursos no mesmo dia do presidente Obama e do ex-vice Dick Cheney deixaram bem claro, de novo, que o Partido Republicano, despedaçado pela vitória democrata de 2008, aposta agora despudoradamente no medo. Os republicanos parecem temer que só um ataque terrorista devastador nos EUA (ou instalações americanas de outro país) será capaz de reabilitar seu partido, quase reduzido à condição de zumbi – comparável aos bancos-zumbis, outra herança das políticas desastrosas de Bush.

Na ausência do ex-presidente Bush, recolhido ao silêncio, o ex-vice Cheney assumiu a ofensiva com sucessivos pronunciamentos e num esforço para socorrer tanto o mais destemperado dos que se julgam “cabeça titular” informal do partido à deriva – caso de Rush Limbaugh, rei dos talk shows de rádio – como os que têm responsabilidade institucional, como Michael Steele, presidente do Comitê Nacional Republicano (RNC) e os líderes do partido na Câmara e no Senado. Leia o resto do artigo »

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A SENHORA THATCHER E O LORD KEYNES: FATOS E MITOS

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por JOSÉ LUÍS FIORI

A história da segunda metade do século XX transformou a eleição da senhora Margareth Thatcher, como primeira-ministra britânica, no dia 4 de maio de 1979, numa fronteira simbólica entre dois grandes períodos do mundo contemporâneo: a “era keynesiana” e a “era neolibral”. Apesar disto, não é fácil explicar como foi que esta senhora virou emblema da reação conservadora frente à crise dos anos 70, vitoriosa na Inglaterra e em todo mundo. O epicentro da crise foi nos EUA, e as principais decisões que mudaram o rumo da história da segunda metade do século passado, também foram tomadas nos EUA. Algumas delas, muito antes da eleição de Margareth Thatcher. No campo acadêmico e político, a inflexão neoliberal começou nos anos 60, durante o primeiro governo Nixon, e o mesmo aconteceu no campo diplomático e militar. Os principais responsáveis pela política econômica internacional do governo Nixon – como George Shultz, William Simon e Paul Volcker – já defendiam, naquela época, o abandono americano da paridade cambial do Sistema de Bretton Woods, a abertura dos mercados e a livre circulação dos capitais. E todos tinham como objetivo estratégico o restabelecimento do poder mundial das finanças e da moeda norte-americana, ameaçados pelos déficits comerciais, e pela pressão sobre as reservas em ouro dos EUA, que aumentaram na segunda metade da década de 60. Mais tarde, depois do fim do “padrão-dolar”, em 1973, e dos primeiros passos da desregulação do mercado financeiro americano, em 1974, ainda no governo democrata de Jimmy Carter, foi Paul Volcker e sua estratégia de estabilização do dólar, de 1979, que foi o verdadeiro turning point monetarista da política econômica norte-americana. Antes da vitória republicana de 1980, e da transformação de Ronald Ragan, em ícone da reação conservadora nos Estados Unidos. Na própria Inglaterra, a “virada neoclássica” da política econômica começou antes da eleição da senhora Thatcher, durante o governo do primeiro ministro James Callaghan, depois da crise cambial de 1976. Naquele momento, o governo trabalhista se dividiu entre os que defendiam uma “estratégia alternativa” de radicalização das políticas de controle, de viés keynesiano, liderados por Tony Benn, e a ala vitoriosa, dos que defenderam a ida da Grã Bretanha ao FMI, e a aceitação das políticas ortodoxas e monetaristas exigidas pelo Fundo, como contraparte dos seus empréstimos, aceitas pelo governo Callaghan, em sintonia com o governo social-democrata alemão, de Helmut Schmidt, que já havia “aderido” à mesma ortodoxia, antes do primeiro-ministro conservador, Helmut Koll. Apesar de tudo isto, não há dúvida que foi a senhora Thatcher que passou para a história como porta-estandarte do neoliberalismo das últimas décadas do século XX. Uma troca ou fusão de cabeças e de papéis permanente, mesmo depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Foi Keynes e não a Harry White, a figura forte na criação do Sistema de Breton Woods; foi Churchill e não Truman , o verdadeiro pai da Guerra Fria; foram os ingleses e não os norte-americanos, que criaram o “euromercado” de dólares – no início da década de 60 – que está na origem da globalização financeira; foi Tony Blair, mais do que Bill Clinton, quem anunciou numa entrevista coletiva, em fevereiro de 1998, a criação da “terceira via” ao mesmo tempo em que defendiam a necessidade de uma Segunda Guerra do Iraque; e o mesmo aconteceu com o anuncio conjunto – em 2000- da solução anglo-saxônica do enigma do genoma humano; e agora de novo – de volta ao campo econômico – foram os ingleses e não os americanos que lideraram a resposta das grandes potencias frente à crise financeira, em outubro de 2008. E foi o primeiro ministro britânico, Gordon Brown, e não o presidente Barack Obama, quem anunciou na cidade de Londres, em abril de 2009, o fim do “Consenso de Washington”, apelido que foi dado pelos norte-americanos às políticas da “era Thatcher”. E depois de tudo, o que a imprensa internacional está anunciando é o retorno em todo mundo das idéias do Lord Keynes, e não de Ben Bernank ou Laurence Summers. Leia o resto do artigo »

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Dica de Leitura: Crise global vai continuar mesmo depois da recessão

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por DENYSE GODOY

Fonte: Folha de S. Paulo 

ENTREVISTA – NOURIEL ROUBINI

Para economista, movimento atual de recuperação das Bolsas não é sustentável

A maior crise econômica desde os anos 1930 transformou Nouriel Roubini, 50, professor da Universidade de Nova York, em uma espécie de oráculo. Antes esnobado no meio acadêmico por suas previsões pessimistas , ganhou o status de celebridade quando estas se confirmaram. Em poucos meses, o mundo passou de um inédito período de bonança para uma dura recessão. Novamente no Brasil – ele já perdeu a conta de quantas vezes esteve no país para aconselhar os clientes de sua consultoria, a RGE Monitor-, o economista volta a dizer o que ninguém quer ouvir: a retração global está perto do fim, mas os anos seguintes ainda serão muito difíceis, com desaquecimento e desemprego.  

Leia a seguir os principais trechos da entrevista de Nouriel Roubini à Folha ontem, após participar de seminário promovido pela Serasa Experian em São Paulo.   Leia o resto do artigo »

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