Postado em 24 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Folha de S. Paulo
A Abrace (Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais), organização que reúne 53 grupos industriais responsáveis por 20% da demanda de energia no país, concluiu estudo a partir do qual sustenta que as contas de todos os consumidores das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste serão oneradas em mais R$ 6,1 bilhões nos próximos cinco anos com as mudanças previstas na MP 466, assinada pelo presidente Lula e em tramitação na Câmara. O subsídio pago pelos consumidores para equalizar as contas de luz na região Norte subirá, segundo números da Abrace, de R$ 7,983 bilhões entre 2009 e 2013 para R$ 14,08 bilhões no mesmo período -alta de 76,4% na chamada CCC (Conta de Consumo de Combustível dos Sistemas Isolados), um entre nove encargos tarifários. Ainda não é possível saber qual o impacto que o rateio dessa conta trará para o consumidor. Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Adriano Benayon *
A enganação das bolsas
As bolsas de valores vivem nova euforia, coisa normal em seu usual comportamento ciclotímico. Para ter idéia dessa esquizofrenia vejam-se as ações de empresas.
Nos EUA, o índice Dow Jones, média das ações das 30 empresas mais importantes da indústria (blue chips), estava em 12.000 pontos, em meados de 2008, mesmo com o colapso financeiro já presente. Em abril de 2009, tinha caído para 6.500 pontos, perdendo 46% do valor em menos de um ano. Em agosto de 2009, o índice registra significativa recuperação, atingindo 9.300 pontos, tendo-se elevado em 43%. Reduziu, portanto, a perda, em relação a meados de 2008, para somente 22,5%.
As ações cotadas na bolsa brasileira, BOVESPA, desvalorizaram-se em 45,5% entre agosto e novembro de 2008, ou seja, percentual semelhante ao do Dow-Jones, mas com velocidade muito maior, já que o período da comparação é menor. A recuperação é ainda mais espetacular que a de Wall Street, porquanto, de novembro de 2008 para cá, a valorização foi de 87%, e o índice atual ultrapassa o de agosto do ano passado. Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Publicado no Jornal do Brasil de 21/08/09
Por Paulo Metri – conselheiro da FEBRAE
Lendo o artigo sobre o pré-sal do The New York Times de 17/08/09, constata-se a busca da manipulação da informação, através de análise incompleta e tendenciosa. Antes de qualquer outro comentário, os Estados Unidos são um dos países mais protecionistas do mundo. Por que o Brasil não consegue colocar álcool e outros produtos agrícolas no mercado americano? Por que os Estados Unidos só lutam pela queda das barreiras protecionistas dos produtos e serviços em que são competitivos? Por que o petróleo produzido nos EUA não pode ser exportado? Por que é proibido perfurar na plataforma da Costa Leste americana?
Os brasileiros devem exportar o petróleo do pré-sal, após o abastecimento interno, mas desde que seja produzido pela Petrobrás e deixe muitos tributos nos Tesouros federal, estaduais e municipais. A Petrobrás compra mais localmente, desenvolve tecnologia aqui, emprega mais brasileiros e investe mais no país. Ela conseguirá os financiamentos que precisa porque os bancos reconhecem bons negócios e empresas com capacidade de pagamento de dívidas. Portanto, o argumento da falta de recursos da Petrobrás não é verdadeiro. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
E sindicatos já falam em aumento
Por Marcelo Rehder
A recuperação do nível de atividade na construção civil acelerou a contratação de trabalhadores e trouxe de volta o problema da falta de profissionais qualificados, como pedreiro, carpinteiro. “Falta pessoal qualificado de todos os níveis, mas principalmente o chamado operário imediato, aquele que inicia o canteiro de obra, como pedreiro, carpinteiro e armador”, diz o vice-presidente de Relações Capital Trabalho do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Haruo Ishikawa. “A saída tem sido contratar profissionais não especializados para serem qualificados no próprio canteiro de obra.”
Sob o efeito da pressão de demanda, o trabalhador qualificado da construção civil passa por um momento de valorização que abre espaço para aumento de salários e melhoria das condições trabalhistas. Os sindicalistas estão atentos e não pretendem deixar passar em branco essa oportunidade. “Vamos pedir contrapartidas das construtoras, nada mais justo”, afirma o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), Antônio de Sousa Ramalho. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Valor
Por Marta Watanabe
De janeiro a julho de 2009, o Brasil importou da China um volume de vestuário e confecções 9,7% maior do que o total desembarcado no mesmo período de 2008. Esse aumento de volume em um contexto de retração de consumo no mercado mundial poderia ser explicado por um assédio maior dos fornecedores chineses, com preços mais baixos que os cobrados anteriormente. Não foi exatamente isso, porém, o que aconteceu. Nem no vestuário, nem no total das importações de bens de consumo.
Dados levantados pela Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) revelam elevação dos preços médios de bens de consumo duráveis e não duráveis importados da China no segundo trimestre de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado e até mesmo na comparação com o terceiro trimestre de 2008, quando os termos de troca atingiram o patamar mais elevado dos últimos anos. Os preços médios de importação de bens não duráveis da China ficaram 7,8% acima daqueles praticados no segundo trimestre de 2008 e 2% acima dos valores do terceiro trimestre. No total dos não duráveis importados pelo país (todas as origens), o preço andou na direção oposta e caiu 1,1% em relação ao segundo trimestre do ano passado. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Revista Custo Brasil
Por Maria Hetilene Gomes Tostes
A crise financeira global deflagrada nos Estados Unidos em setembro de 2008 e que se alastrou para o resto do mundo, causou uma queda expressiva no fluxo de investimentos estrangeiros no Brasil, e com isto o aumento de aversão ao risco e a natural retração no movimento dos investimentos. O arrefecimento do ímpeto dos investidores, num ambiente de forte concorrência pelos investimentos produtivos, impõe a necessidade de os países receptores adotarem uma política mais agressiva de atração de negócios. Estudos do Banco Mundial indicam que o nível e a duração da contração dos fluxos de capital privado para os países em desenvolvimento, bem como o seu impacto em geral, vão depender da rapidez com que a confiança dos investidores for restaurada, e do grau em que a cooperação internacional conseguir reduzir os estragos.
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Postado em 19 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Associação dos Engenheiros da Petrobras
A diretoria da AEPET vem a público apresentar a seguir suas análises a respeito do estágio atual das propostas do governo federal para a criação de um novo marco regulatório do setor petróleo, em decorrência da descoberta da região do Pré-Sal pela Petrobrás.
A AEPET levou em consideração as informações divulgadas pela imprensa sobre os trabalhos da comissão interministerial, que apresentou as propostas ao presidente Lula. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Folha de S. Paulo
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) deve encerrar o ano de 2009 com lucro de, pelo menos, R$ 3 bilhões. A estimativa foi feita ontem pelo diretor financeiro e de Operações Indiretas do banco, Maurício Borges. Leia o resto do artigo »
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