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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

Para o Banco Mundial, crise nos EUA pode beneficiar América Latina

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Os problemas da desaceleração da economia norte-americana podem trazer novas oportunidades para a América Latina e o Caribe. O artigo a seguir explica melhor essas oportunidades.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal Vermelho

O Banco Mundial prevê que a desaceleração da economia norte-americana afetará a América Latina e o Caribe. Os problemas, porém, podem representar novas oportunidades para a região.

Segundo Augusto de la Torre, diretor do Banco Mundial para a América Latina, os maiores prejudicados serão o México e os países da América Central e Caribe, mais vulneráveis que os países da América do Sul, os quais mantêm maior intercâmbio comercial com Ásia e Europa.

De la Torre destacou que as nações sul-americanas, principalmente Brasil, Argentina e Peru, estão se beneficiando com a alta do preço de grãos em todo o mundo, enquanto na região caribenha, que importa tais produtos, acontece o inverso. Leia o resto do artigo »

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Desemprego cai e renda cresce em abril, segundo o IBGE

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O número de trabalhadores com carteira assinada, em abril, cresceu 9,9% em relação ao mesmo mês de 2007 e 1,5% na comparação com março deste ano, somando atualmente 9,5 milhões de pessoas. Desde 2002, o menor índice da taxa de desemprego registrado foi em abril de 2008, 8,5%da população economicamente ativa encontra-se desempregada.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Vermelho Online

A taxa de desemprego em abril foi de 8,5% da população economicamente ativa, menor percentual já registrado para o quarto mês do ano desde o início da série de cálculos, em 2002. O número é praticamente o mesmo de março último (8,6%), mas ficou abaixo dos 10,1% de abril do ano passado.

A menor taxa de todas foi de 7,4%, em dezembro de 2007. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (21) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O número de trabalhadores com carteira assinada, em abril, cresceu 9,9% em relação ao mesmo mês de 2007 e 1,5% na comparação com março deste ano, somando atualmente 9,5 milhões de pessoas.

A pesquisa abrange seis regiões metropolitanas do país. Na comparação entre abril de 2008 e igual mês do ano passado, o IBGE registrou queda do desemprego em cinco localidades: Recife (redução de 2,8 pontos percentuais), São Paulo (de 2,2 pontos), Salvador (2,3 pontos) Porto Alegre (1,2 ponto) e Belo Horizonte (1,2 ponto). Em comparação com março, todas as regiões estudadas mantiveram praticamente estáveis os índices de desocupação. Leia o resto do artigo »

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SWAP CAMBIAL REVERSO: mais um sofisticado instrumento derivativo criado pelo bacen para encher o bolso das instituições financeiras, por Léo Nunes

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris - Os chamados instrumentos derivativos têm sido cada vez mais utilizados como armas de política cambial e também como formas não-convencionais de transferência de renda para as instituições financeiras. Os derivativos são conhecidos pela sua obliqüidade e, por tal razão, são inacessíveis à maior parte das pessoas comuns. Neste texto, explicaremos sucintamente o funcionamento do swap cambial reverso, que é o principal instrumento derivativo utilizado pela autoridade monetária para intervenção no mercado de câmbio. Em seguida, mostraremos como este mecanismo tornou-se um importante instrumento para encher os cofres das instituições financeiras.

O swap nada mais é do que uma operação de troca. No mercado de derivativos, por exemplo, dois agentes, que possuem ativos diferentes, podem trocar o rendimento dos mesmos numa data futura previamente acordada. No caso do swap cambial reverso (1), o governo paga, numa data futura, uma taxa de juros (o certificado de depósito interbancário – CDI) e recebe em troca a variação do câmbio, no caso de uma desvalorização do Real. Caso haja valorização, o Banco Central paga o CDI e a apreciação da taxa de câmbio.

Mas por que a autoridade monetária faria tal sandice? A resposta é razoavelmente simples. Ao vender swap cambial reverso, o governo aumenta o preço do dólar futuro, pois é como se “apostasse” na desvalorização do Real. Por arbitragem, o preço do dólar spot seria pressionado para cima e a apreciação da taxa de câmbio seria evitada. Entretanto, a autoridade monetária não tem conseguido sucesso com tal instrumento.

Como é sabido, uma operação de derivativos só ocorre quando há divergência de opiniões, ou seja, um agente só troca seu rendimento por outro ativo se achar o segundo mais atraente. No caso do swap cambial reverso, a operação só ocorre porque alguém, a despeito de toda a expectativa do mercado no sentido da apreciação da taxa de câmbio, devido à absurda política de juros, aposta na depreciação do Real. E este alguém é exatamente o Banco Central. Portanto, enquanto a enorme maioria dos agentes aposta na apreciação da moeda doméstica, apenas a autoridade monetária segue no sentido contrário, sancionando as operações.

Desta forma, as instituições financeiras ganham a taxa de juros, que já é alta, adicionada da apreciação cambial no período. O Banco Central, por sua vez, transfere renda a estes agentes, sem sequer atingir o objetivo de evitar a apreciação do câmbio. Segundo o competente jornalista Rogério Lessa (clique aqui para ler reportagem), o Bacen desembolsou R$ 47 bilhões relativos apenas à apreciação do câmbio em 2007.

Só para se ter uma idéia, apenas esta rubrica representa quase metade dos gastos do governo com Previdência, mais do que três vezes o valor utilizado para programas assistenciais e do valor utilizado nas obras do PAC. Por conseguinte, a luta contra o rentismo atingiu um estágio inimaginável, na medida em que o sistema financeiro tem utilizado sofisticados instrumentos de derivativos, obtusos para a maioria dos cidadãos e sob justificativa “científica”, para criar mais um canal de transferência de renda para a elite rentista.

(1) O nome advém do swap cambial, que era um instrumento utilizado quando havia tendência à desvalorização do Real. Esta operação era o oposto do swap cambial reverso.

Os inocentes do Leblon

TUDO SOBRE SWAP CAMBIAL REVERSO

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Alimentos padecerão com reforço da exportação de commodities para cobrir rombo externo

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Nos anos de 2003 a 2007 o Brasil apresentou superávit em transações correntes que foi beneficiado por um incentivo na super-exportação de produtos primários, mas atualmente há uma forte reversão do saldo da conta corrente que vem em ritmo preocupante, segundo Guilherme Delgado.

Por Katia Alves

Por Guilherme C. Delgado

Publicado originalmente no Correio da Cidadania  

O homem comum sente nesta conjuntura dos últimos doze meses uma forte pressão dos preços dos alimentos (cereais, grãos, carnes e proteínas animais em geral) no orçamento familiar, em geral congelado. Aumentos de 30, 50 e de até 100% de preços no varejo de produtos alimentícios básicos – arroz, trigo, carnes etc. – são um fato preocupante numa economia que havia estabilizado sua taxa de inflação no entorno de 3,5% ao ano.

Diante do fato, pululam as explicações oficialistas para o caráter externo e conjuntural do choque dos preços – impelido pelo choque do petróleo e pela exacerbação da demanda asiática (China e Índia) por “commodities”. Na explicação dos economistas de plantão da mídia, também se corrobora a dupla versão: choque externo e conjuntural.

Essa explicação é meio verdadeira – de fato há um choque mundial de “commodities” e para o resto do mundo a situação poderia ser caracterizada como conjuntural, ou seja, seria revertida nas próximas safras agrícolas mediante movimentos do próprio sistema de preços de mercado. Mas para o Brasil a situação é diferente. O ponto crucial da diferença específica é o formato que vem se estruturando, há vários anos, da inserção do setor agrícola brasileiro no chamado setor externo da economia. Vejamos qual é esta situação. Leia o resto do artigo »

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BC gera prejuízo em dose dupla. ESTÍMULO À ESPECULAÇÃO SIMULTÂNEA COM DÓLAR E JURO INFLOU PERDAS DE R$ 42 BI, ANO PASSADO

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Para o professor José Luís Oureiro, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a valorização cambial e dos juros tem sido utilizada para gerar grandes lucros nos mercados de derivativos, principalmente nos chamados swaps reversos. Essas perdas ficaram camufladas no grande prejuízo de R$ 48 bilhões do Banco Central (BC), em 2007, atribuído apenas à valorização cambial.

“Armínio Fraga, quando presidiu o BC introduziu essa operação. A idéia era ajudar a reduzir a especulação com o dólar, que naquele momento estava se apreciando em relação ao real. A idéia era conter a queima de reservas. Essa mecanismo acabou tornando-se perverso agora. O investidor ganha com juros e na desvalorização do real. E aumentam ganhos de arbitragem”, disse o economista, para quem o BC já deveria ter desmontado essas operações e instituído o controle de capitais.

Quanto ao fundo soberano, ele não crê que poderá dar à Fazenda um pouco do controle que o BC exerce sobre o câmbio: “Como política cambial não é uma boa idéia. Pode ajudar a captar recursos para que o BNDES atue no exterior ou à política industrial, mas para impactar o câmbio é necessário algum controle”, disse, reiterando sua posição favorável ao desmonte das operações de swap reverso e ao fim da isenção de Imposto de Renda para estrangeiros investidores em renda fixa.

“Não faz sentido manter os mecanismos que estimulam entrada de capitais no momento em que o BC está aumentando a taxa de juros. A balança comercial já demonstra o rápido processo de deterioração das contas externas”, alertou o especialista.

TUDO SOBRE SWAP CAMBIAL REVERSO

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Crescimento da Índia desmente o dogma neoliberal

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Nenhuma nação perde por investir na geração de emprego e na ampliação da capacidade produtiva. A conclusão é do Simpósio Cidade Cidadã, que reuniu, no BNDES, especialistas de diversos países em programas de emprego garantido (PEG).

“A Índia tem déficit nominal de 6,5% do PIB, mas só perde para a China em ritmo de crescimento. O país jamais abandonou o planejamento estratégico e sua taxa histórica de poupança saltou de 24% para 35% do PIB nos últimos anos”, afirmou Santosh Mehrotra, da Comissão de Planejamento para o Desenvolvimento Rural da Índia

Mehrotra acrescentou que o investimento foi elevado de 32% do PIB para 36%. Segundo ele, atualmente, o Estado indiano gasta 0,6% do PIB com seu programa de emprego garantido na área rural – transformado em dispositivo constitucional.

Apesar do investimento público, o banco central indiano projeta uma inflação de apenas 5,5% no ano fiscal que se encerra em março de 2009.

Mehrotra participou do Simpósio Cidade Cidadã, coordenado pelo economista José Carlos de Assis. O indiano acrescentou que seu país jamais abandonou o planejamento estratégico e que a taxa histórica de poupança saltou de 24% para 35% do PIB, nos últimos anos.

Garantia constitucional

Mehrotra revelou que, em seu país, o emprego garantido na área rural é lei: “Ao criar riqueza, China e Índia (respectivamente os países de crescimento mais acelerado no mundo atualmente) não abandonaram o planejamento estratégico. Na Índia, a taxa histórica de poupança saltou de 24% para 35% do PIB nos últimos anos. No investimento, a elevação foi de 32% do PIB para 36%. Falta, no entanto, que esse crescimento seja inclusivo socialmente e a lei do emprego garantido está no centro da estratégia do governo.”

Na Índia, há 300 milhões de pobres analfabetos, 70% deles vivendo no campo. Apesar de a garantia no emprego através de recursos públicos já existir há 40 anos, havia burocracia, corrupção e pouca participação da comunidade. Mais de 50% dos benefícios atingiam a quem não precisava. O novo governo, porém, assumiu com voto de desenvolvimento rural.

Na Índia, cerca de 60% da produção agrícola não são irrigadas e o programa prioriza o aumento da produtividade nesse segmento:

“Os salários estavam estagnados e os agricultores suicidavam-se. Então, iniciou-se esse novo programa, que custará 0,6% do PIB em 2008. O objetivo é gerar empregos permanentes, elevar, não apenas a produtividade agrícola, mas também a renda per capta.” Leia o resto do artigo »

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Política industrial e câmbio

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2008

No artigo a seguir, Bresser-Pereira comenta sobre a nova política industrial e comenta que a política é desenvolvimentista, mas destaca que alguns pontos poderão limitar a Política de Desenvolvimento Produtivo, um deles é a taxa de câmbio não-competitiva…

Por Katia Alves

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira

Publicado originalmente na Folha

A política industrial anunciada merece apoio, mas não substitui uma taxa de câmbio não-competitiva

A política industrial que o governo anunciou na última semana merece apoio porque envolve um conjunto de medidas que estimularão o desenvolvimento tecnológico e a competitividade da indústria nacional. É uma política desenvolvimentista da melhor estirpe, semelhante às políticas que outros países adotam para promover sua indústria. Nenhum país rico deixa de apoiar suas empresas, não há razão para que não o façamos também. Entretanto, conforme observou o jornal “Valor” (13/5), “a segunda versão da política industrial do governo Lula é uma continuação ampliada da primeira, cujos resultados foram escassos”. E o jornal prevê que o mesmo destino está reservado a essa segunda versão.

Por que a Política de Desenvolvimento Produtivo deverá trazer poucos resultados? A limitação da nova política não está no fato de limitar os recursos que o governo investirá na infra-estrutura, como sugere o editorial, mas no valor limitado dos estímulos que são oferecidos. Leia o resto do artigo »

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Novo pacote do governo mantém intacta ortodoxia estagnacionista e dependente

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Correio da Cidadania entrevistou Guilherme Delgado, economista do IPEA e membro da Comissão Brasileira de Justiça e Paz, e conversou com ele sobre os principais assuntos econômicos que estão circulando no momento.

‘Investment Grade’ na visão de Delgado, os capitais que entram no país têm uma tradição de ir e vir na hora que quiserem, levando bons rendimentos. Em relação ao Fundo Soberano, diz que é parte de uma briga interna do Ministério da Fazenda com o Banco Central e a Política de Desenvolvimento Produtivo em sua opinião apresenta medidas positivas.     

Por Katia Alves

Escrito por Valéria Nader   

Publicado originalmente no Correio da Cidadania

Primeiro foi o ‘Investment Grade’, gloriosamente anunciado pelos noticiários econômicos, em meio ainda às incertezas que cercam a economia internacional desde a explosão do mercado de hipotecas nos EUA. Uma pessoa qualquer que tivesse nesse dia chegado ao país e assistido aos jornais das grandes redes, muito provavelmente imaginaria ter desembarcado direto no paraíso.  

Mal passados alguns dias, lança-se em grande estilo a Política de Desenvolvimento Produtivo, a partir da desoneração fiscal de vários setores e suporte financeiro do BNDES. Anuncia-se ainda a criação de um Fundo Soberano, para investimentos e apoio a empresas brasileiras no exterior, a ser financiado com o aumento do superávit primário (receitas menos despesas, exceto juros).  

Recauchutagem de programas anteriores que rastejam ou ficaram esquecidos, ausência de especificações de critérios concretos de desempenho de setores que irão receber subsídios fiscais, todas essas são questões que, por óbvias, vêm sendo marteladas pelos colunistas da grande mídia. Leia o resto do artigo »

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