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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

Júlio Gomes: inflação é séria e não se resolve com juros

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Entrevista com Júlio Gomes de Almeida, consultor do IEDI, concedida a Paulo Henrique Amorim.

Júlio Gomes fala nessa entrevista sobre o atual contexto inflacionário que tem acometido todo o mundo e não apenas algumas economias, como a brasileira. Segundo Júlio, essa conjuntura inflacionária é resultante de uma crise estrutural a nível mundial e que afeta o Brasil, pois atinge três importantes componentes da sua Balança Comercial: petróleo, alimentos e minérios.

O consultor do IEDI ainda afirma que esse tipo de inflação, fundamentalmente exógena, não se resolve com medidas de contenção de demanda, como elevação de juros. Ele acredita que apenas a desaceleração da economia mundial deve realmente aliviar essa pressão inflacionária…

Leia a seguir a íntegra dessa conversa, extraída do site de PHA…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Conversa Afiada, de PHA

Por Paulo Henrique Amorim

O consultor do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) Julio Gomes de Almeida disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta sexta-feira, dia 23, que a inflação do Brasil não se resolve com alta na taxa de juros.

“Estou preocupado porque eu acho que o aumento de juros não combate essa inflação. Então a preocupação é redobrada. Se eu achasse que essa inflação que está aí fosse uma questão de ajuste fino, ajuste de sintonia da nossa demanda, eu diria que aí você aumenta os juros, como qualquer situação desse tipo, e nós estaríamos controlando a inflação”, disse Almeida.

Segundo Julio Gomes de Almeida, há uma inflação estrutural a nível mundial e o Brasil tem três choques de custo: petróleo, alimentos e minérios.

“Então, você pega a inflação do mês de maio, está lá: aumento de alimentos, choque internacional, trigo, por exemplo, arroz. Choque de ferro, do preço do ferro. Aumentou 70%, o que beneficia a gente pelo lado da balança comercial, mas é também um insumo que está aumentando aqui para nós. E o custo de combustível, que a Petrobras acabou de aumentar o óleo combustível. E isso não se resolve com juros”, disse Almeida.

Julio Gomes de Almeida disse que o problema de inflação no mundo se resolve quando a economia mundial se desacelerar.

Leia o que Julio Gomes de Almeida disse sobre inflação durante a entrevista a Paulo Henrique Amorim:

Paulo Henrique Amorim – Agora, Julio, deixa eu lhe perguntar outra coisa. Eu li uma reportagem do jornal Valor que diz que está havendo um aumento de salário superior ao nível de produtividade da economia e isso pode gerar uma pressão inflacionária adicional. Você compartilha desse temor?

Julio Gomes de Almeida – Não, não. O dado eu não sei qual é. O nosso do Iedi é do ano passado, na média no ano passado. A gente tem que tomar cuidado para não comparar esses dados em períodos muito curtos. Nós comparamos no ano passado e foi o contrário: o salário aumentou bem, não vamos deixar de frisar isso, aumentou muito o salário médio na indústria, mas a produtividade cresceu mais ainda. A faixa de variação é na casa de 4,2% de crescimento da nossa produtividade industrial contra 3,5% do crescimento do rendimento médio na indústria.

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Para diretor da Finep, Brasil deve mudar “modelo mental”

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Eduardo Costa, diretor da Finep, em resposta a crítica ao novo edital de subvenção econômica da Finep para as micro e pequenas empresas, declara que é necessário ao Brasil mudar seu modelo mental, pois o novo cenário econômico é um momento “muito diferente” dos anos 1990, sendo hoje possível financiamento de um montante muito maior.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Jornal da Ciência

Por Tatiana Fiúza

Eduardo Costa ressalta que recursos hoje permitem operar programas com mais de R$ 100 milhões, ou projetos com mais de R$ 1 milhão

O diretor de Inovação da Finep, Eduardo Costa, convidou nesta segunda-feira (19) os participantes da 8ª Conferência Anpei para fazerem uma reflexão e mudar o “modelo mental” para entender o cenário de inovação que está sendo adotado no Brasil.

Costa lembrou o novo cenário econômico mundial, que registra o grande crescimento das empresas asiáticas. Segundo ele, a partir de uma avaliação minuciosa sobre esse cenário é possível se pensar em quais ações o Brasil deve desenvolver para ingressar no mercado mundial.

Ele salientou que a Finep opera hoje recursos na ordem de R$ 1,8 bilhão do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e com mais os créditos, os recursos operados pela financiadora podem chegar a R$ 3 bilhões. “Há dez anos, operávamos R$ 300 mil. Só que o pensamento de que temos hoje é o de dez anos atrás, em que temos que ter projetos pequenos para caber nos R$ 300 mil” enfatizou. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

A base governista planeja criar um novo tributo para a pasta da Saúde. Neste ínterim, integrantes da oposição já começam a esbravejar. A antiga CPMF tinha várias virtudes. O fato é que o governo perdeu, do dia para a noite, uma receita de quase R$ 40 bilhões. Mais uma vez transparece a luta entre os interesses da elite e da classe média, maiores beneficiárias da extinção do imposto, e o interesse dos menos favorecidos, beneficiados pelos recursos da contribuição.

 

Economia

 

O presidente Lula adiou a decisão de criar um fundo soberano. Os recursos seriam oriundos do superávit primário e serviriam para dar rentabilidade aos recursos e para financiar empresas brasileiras no exterior. De fato, não parece ser a melhor idéia utilizar dinheiro de impostos para este fundo. O ideal seria a utilização de parte das reservas internacionais. Entretanto, o Rei Meirelles não quer e parece que o governo não tem apitado muito nas decisões do Banco Central.

 

Internacional

 

A revista Times publicou uma reportagem afirmando que uma chapa Obama/Clinton pode estar próxima de ser concretizada. Segundo a publicação, o comando da campanha do senador por Illinois já dá como certa sua vitória. Já os partidários de Hillary Clinton querem o segundo posto da chapa, para que ela possa voltar em 2016.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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PT explica por que quer nova contribuição para a saúde

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O deputado Maurício Rands, defende contribuição para garantir recursos adicionais para a saúde, esses recursos viriam de duas fontes, do aumento do IPI que incide sobre cigarros e bebidas e da criação de uma contribuição sobre as movimentações financeiras.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Conversa Afiada

Por: Paulo Henrique Amorim

A Emenda 29, aprovada pelo Senado, prevê o aumento dos recursos para a saúde, mas não identifica a fonte desses recursos.

Por isso, o líder do PT na Câmara, deputado Maurício Rands (PT-PE), em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta quarta-feira, dia 21, defendeu contribuição para garantir recursos adicionais para a saúde.

Segundo Rands, os recursos viriam de duas fontes. Do aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que incide sobre cigarros e bebidas e da criação de uma contribuição de 0,08% ou de 0,1% sobre as movimentações financeiras, nos moldes da antiga CPMF. Leia o resto do artigo »

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Semelhanças e diferenças entre os governos Lula e FHC

Postado em 22 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Para Márcio Pochmann, há similitudes nas políticas sociais e econômicas adotadas pelos dois governos, mas diferenças de ênfase e objetivos. “Os programas de transferência de renda ganharam uma dimensão que não estava estabelecida pelo governo Fernando Henrique Cardoso”, exemplifica. “

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Antonio Biondi

Na terceira e última parte de sua entrevista à Carta Maior, o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, analisa algumas políticas econômicas e sociais do governo Lula em comparação às de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso. Pochmann vê “similitudes” entre as duas gestões, mas rebate com facilidade as críticas que classificam o atual governo como “mais do mesmo” em termos de objetivos e ênfase nas transformações buscadas para o Brasil.

Pochmann fecha a entrevista com uma análise sobre a situação dos EUA, que, no seu entender, viveria hoje um ponto de inflexão em sua hegemonia mundial.

Carta Maior – Muitas, vezes, há críticos que dizem que as tendências da diminuição da pobreza e da desigualdade verificadas no governo Lula já vinham se estabelecendo desde o governo Fernando Henrique e que, portanto, o governo Lula seria somente mais do mesmo. Você concorda com essas avaliações, ou há diferenças marcantes entre as duas adminsitrações nestes pontos?

Pochmann – Nós tivemos experimentos diferenciados, como por exemplo a aposta no crédito, que tem sido um elemento importante na ampliação do consumo dos segmentos de menor renda, dos assalariados, dos aposentados. Isso certamente foi uma novidade. Como também foi a unificação dos programas de transferência de renda. O governo anterior, embora não tivesse o Bolsa Família, possuía um conjunto mais fragmentado de políticas, de forma que, sob o governo Lula, houve a unificação – e não apenas uma unificação que deu racionalidade e maior foco neste tipo de política, como também houve a ampliação do número de beneficiados e elevação da remuneração, de elevação do valor pago. Leia o resto do artigo »

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Emergentes fortes

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Em entrevista a Carta capital, Pascoal Lamy, Diretor Geral da Organização Mundial do Comércio, comenta que os países emergentes hoje têm a mesma igualdade dos países ricos quando se sentam à mesa para discutir seus interesses. Quanto aos países pobres, em sua opinião, deve haver  negociações na OIT para defender seus interesses. O atual governo americano quer que a Rodada do Doha termine antes de seu mandato e as eleições americanas influenciam bastante a rodada.  

Por Katia Alves

Por Márcia Pinheiro                                        

Publicado originalmente na Carta Capital

Pascoal Lamy é um dos homens mais importantes do mundo globalizado. Diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), comanda as negociações da Rodada de Doha, que pretende renovar os marcos regulatórios das transações internacionais. Ele recebeu, em Genebra, um pequeno grupo de jornalistas latino-americanos e caribenhos. Em uma conversa franca, criticou os subsídios dos países ricos aos agricultores, que provocam distorções de preços e escassez de comida, admitiu que as eleições nos Estados Unidos afetam as negociações e deixou claro que, hoje, os países em desenvolvimento sentam-se à mesa da plenária da OMC em condições de igualdade com os ricos. Insistiu, ainda, que a negociação é a única saída para resolver os conflitos comerciais que a globalização gerou. Disse que a instituição não dá conselhos, mas tenta ser um árbitro dos conflitos. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Pergunta: Quais são as perspectivas reais, do ponto de vista político, de que a Rodada de Doha se encerre nos próximos meses?

Pascal Lamy: É preciso entender uma coisa. Todos os negociadores na OMC têm um mandato e orgulho profissional, ao voltar para seus países, de ter feito o melhor possível. Existem dois aspectos: o político e o técnico. Do ponto de vista político, converso com presidentes e ministros duas a três vezes por dia. Todos de maior peso querem concluir a rodada até o fim deste ano. Há um consenso sobre isso. Claro que nem sempre Bush, Lula ou Singh (da Índia) têm a mesma visão do que seria uma rodada justa. Mas eles têm uma determinação coletiva para chegar a um acordo. Leia o resto do artigo »

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Juros e superávit altos

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O educador Dermeval Saviani, afirma que há necessidade de priorizar a qualidade do ensino, dar apoio financeiro às cidades com piores índices na educação. E também diz que o serviço da dívida aumentaria com os juros altos e se acrescentar a isso a elevação do superávit, não haverá aumento de arrecadação que resolva o problema da falta de recursos na saúde.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Zé Dirceu

Por José Dirceu

O educador Dermeval Saviani, professor da Faculdade de Educação da Universidade de Campinas (Unicamp) e especialista em políticas públicas da área, concedeu entrevista publicada ao Estadão onde analisa o primeiro ano do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).

Entre os acertos, Saviani aponta a priorização da qualidade do ensino, do magistério e o apoio técnico, com incentivo financeiro, às cidades com piores índices na educação. Mas, ele observa que faltam plano de carreira para manter o educador e outras ações que, em resumo, necessitam de um investimento maior – e a longo prazo – na educação nacional.

A questão é como garantir recursos para as demandas da Educação, Saúde e Meio Ambiente – só para citar três áreas na ordem do dia – com a intenção de elevar o superávit para 5% e a boataria que emana do Banco Central (BC) de aumentar os juros em mais 2,5% até o final do ano, para levar em conta os “desejos e expectativas” do mercado.   Leia o resto do artigo »

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Juros, Câmbio e Inflação: dilemas para a retomada do desenvolvimento, por Franklin Serrano

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Franklin Serrano – professor titular do Instituto de Economia da UFRJ e um dos melhores macroeconomistas da nossa história – fez um artigo esclarecedor que foi apresentado na Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap). Nesse artigo ele faz uma discussão da retomada do desenvolvimento a partir da política macroeconômica e concentra sua análise no sistema de metas de inflação. E expõe segundo sua visão, como funciona o sistema de metas e as dificuldades que a política econômica vai enfrentar para retomar uma trajetória de desenvolvimento sustentado. Quem se interessa por macroeconomia e política econõmica não deve deixar de visitar o site em que o professor coloca seus programas de cursos e textos (clique aqui). O site mostra apenas o programas dos cursos, mas como está disponível na rede, é uma grande oportunidade para ler bons artigos teóricos e conhecer a visão extremamente clara de alguém que será em breve uma das principais referências em política econômica no Brasil.

Por Katia Alves

Escrito por Franklin Serrano

VERSÃO PARA IMPRESSÃO

Pode parecer estranho começar uma discussão sobre a retomada do desenvolvimento a partir da discussão do regime de política macroeconômica. Para muitos, o regime de política macroeconômica importa apenas para a discussão da estabilidade (ou instabilidade) de curto prazo, o que só afeta de forma muito indireta e mediada o desenvolvimento da economia longo prazo. Não concordo com esta visão em geral e no caso do Brasil, em particular, não é difícil entender como o regime de política macroeconômica tem sido fator crucial, pelo menos para impedir o desenvolvimento nas últimas décadas.

No caso do Brasil, no período mais recente, especialmente a partir de 1999, o entendimento da relação entre regime de políticas macroeconômicas e desenvolvimento tem sido fortemente prejudicado pelo fato de que, tanto os defensores quanto a grande maioria dos críticos do regime de política macroeconômica adotado no país, compartilham de uma mesma visão idealizada de seu funcionamento. Por limitações de espaço, vamos nos concentrar apenas em um dos pilares do regime de política macroeconômica atual, qual seja, o sistema de metas de inflação, e deixar o outro pilar fundamental do regime a política fiscal de grandes superávits primários para outra ocasião.

A imensa maioria tanto dos defensores quanto dos críticos do sistema de metas de inflação brasileiro acredita que ele é operado da forma descrita pelo modelo do “novo consenso” ou “nova síntese neoclássica” de autores como J. Taylor, Blinder e P. Romer.

Neste artigo, eu gostaria de expor minha visão sobre como funciona de fato o sistema de metas de inflação e os difíceis dilemas de política econômica que surgirão caso haja interesse em que a economia brasileira retome uma trajetória de desenvolvimento sustentado, com taxas de crescimento elevadas, maior inclusão social e redução das desigualdades. Leia o resto do artigo »

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