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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

Por um modelo que esqueça o bonsai e adote a jabuticaba

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Em entrevista ao Valor, Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa em Economia Aplicada, comenta que é mister sair da economia do “bonsai” com superávits primários e adotar uma economia “da jabuticaba”, mais brasileira e que realmente se adeque com a realidade do País.

Pochmann afirma que tem que haver uma reforma do estado, mas não com redução de gastos, demissão, privatização. Mas tem que ser uma reforma com Estado em novas bases, não esse que temos, organizado nos parâmetros da visão de intervenção do século passado, um estado de especializações. A área da saúde tem uma caixinha, a educação, a habitação tem as suas. É fundamental um Estado que atue de forma matricial no plano territorial.

*Por Katia Melissa Bonilla Alves, editora

Por Cyro Andrade

Publicado originalmente no Valor

“O Emprego no Desenvolvimento da Nação” – Marcio Pochmann.

Marcio Pochmann: “Precisamos de um choque de capitalismo, que deverá ser feito pelas forças de mercado”

É hora de o Brasil sair da economia “do bonsai”, essa que se define por um design minimalista para o crescimento, superávits primários que tolhem os proventos de funcionários e aposentados, que é inimiga do emprego formal e favorece a exclusão social. Melhor será uma economia “da jabuticaba”, mais brasileira, tropical, de frutificação generosa, muito mais de acordo, na metáfora e na realidade, com as necessidades de desenvolvimento do país. É a opinião de Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), exposta com fartura de dados e ambições propositivas em seu novo livro, “O Emprego no Desenvolvimento da Nação”. Fica como contraponto a brincadeira que costumava fazer o ex-ministro Pedro Malan, a partir do pressuposto de que jabuticaba só existe no Brasil. Então, dizia ele, quando uma coisa só existe no Brasil e não é jabuticaba, é bem provável que seja bobagem.

Pochman baseia-se em outros pressupostos para imaginar o design inspirado na frutinha. Por exemplo, o Brasil, e a América Latina, não têm especificidade alguma em matéria de capitalismo. “Temos o mesmo capitalismo com uma visão a-histórica. Portanto, nosso problema é falta de capitalismo.” Dizendo de outro modo: “Precisamos de um choque de capitalismo, de competitividade, que deverá ser feito pelas forças de mercado.”

Mas será preciso haver uma maioria política “para sustentar um conjunto de políticas que estejam compromissadas com o crescimento econômico e com a expansão do nível de emprego” – inclusive, no setor público, tanto para absorção de força de trabalho, como, mediante simultânea qualificação dos funcionários, para se oferecerem melhores serviços à população. Leia o resto do artigo »

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O crédito-desmatamento

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Em Mato Grosso o desmatamento é crescente desde 2000, e a curva de crédito rural é muito semelhante também, o mesmo acontece em Rondônia, para sair dessa situação constrangedora o governo deverá estabelecer condições mínimas para reduzir o risco e a pressão de novos desmatamentos financiados com crédito público.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: CartaCapital

Por: Maurício Dias

O governo tem sido um dos grandes cúmplices dos vilões do desmatamento na Amazônia. Uma Nota Técnica, assinada por André Lima e Sergio Travassos, respectivamente, diretor e gerente do Departamento de Políticas para o Combate ao Desmatamento, do Ministério do Meio Ambiente, pode ser uma bússola para as ações do ministro Carlos Minc.

Está comprovada a correlação entre crédito rural e desmatamento.

A nota mostra a situação de Mato Grosso, Pará e Rondônia, responsáveis por 85% dos desmatamentos entre 2005 e 2007. Esses três estados também absorveram 81% do crédito rural oficial dirigido ao Bioma Amazônico em 2006.

Nesses três estados, a curva de crédito rural parece um espelho da curva do desmatamento.

Em Mato Grosso, governado pelo impetuoso Blairo Maggi, o desmatamento é crescente desde 2000 e chega ao pico em 2004. A curva passa a ser descendente nos três anos seguintes. O volume de crédito rural é contínua e vertiginosamente crescente a partir de 1999, atingindo o pico em 2004 (aumento de mais de 400% em cinco anos). Decresce nos anos de 2005 e 2006. Leia o resto do artigo »

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O nascimento da Unasul e seus desafios

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O acordo constitutivo da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) prevê diálogo político, integração física e energética, defesa do meio ambiente, adoção de mecanismos financeiros sul-americanos, superação das assimetrias regionais e criação de uma aliança militar sem os EUA.”

Por Luciana Sergeiro 

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Roberto Romero

No longo caminho da América Latina em defesa da soberania e às vésperas dos 200 anos do grito de independência em toda a região, uma nova cúpula de presidentes quer assentar as bases da integração sem os Estados Unidos.

Trata-se de um acontecimento histórico. Neste 23 de maio, os chefes de Estado de 12 nações assinaram, em Brasília, o Acordo Constitutivo da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), cujas bases estão sendo estabelecidas desde 2004 em instâncias da Venezuela, Uruguai, Argentina, Brasil, Bolívia e Equador, e que deixa para trás a inoperante Comunidade Sul-Americana de Nações.

Suas áreas de atuação, definidas na Cúpula de Brasília de 30 de setembro de 2005, são o diálogo político, a integração física, o meio ambiente, a integração energética, os mecanismos financeiros sul-americanos, as assimetrias, a promoção da coesão social, a inclusão social, a justiça social e as telecomunicações. E uma aliança militar sem os EUA. Leia o resto do artigo »

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Déficit em conta corrente já supera projeção do BC para 2008

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O déficit em transações correntes brasileiro somou US$ 14,068 bilhões no ano até abril, o maior da série histórica, o saldo negativo já superou a projeção do Banco Central para 2008 todo.

*Por katia Melissa Bonilla Alves, editora                           

Por Agência Estado e Reuters

Publicado originalmente no Estadão

Em quatro meses até abril, saldo negativo nas contas externas soma US$ 14 bi; meta do BC é de US$ 12 bi no ano

O déficit em transações correntes brasileiro somou US$ 14,068 bilhões no ano até abril, o maior da série histórica, iniciada em 1947. Com isso, o saldo negativo já superou a projeção do Banco Central para 2008 todo, mostraram dados divulgados nesta segunda-feira, 26. A projeção para o déficit no ano é de US$ 12 bilhões.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, o déficit acumulado acabou sendo elevado por causa do resultado de abril, de US$ 3,310 bilhões, quando o saldo da balança comercial foi prejudicado pela redução dos embarques, por problemas nas alfândegas e no transporte dos produtos aos portos. No mesmo período de 2007, as contas externas tiveram superávit de US$ 1,806 bilhão. Leia o resto do artigo »

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Brasil pode se transformar em potência do petróleo

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Segundo The Wall Street Journal, o anuncio feito pela Petrobras de ter encontrado indícios de petróleo na área do pré-sal, aqueceu a especulação de que o Brasil pode ter petróleo suficiente para participar das grandes alianças de exportadores mundiais do produto, e causar alívio na pressão sobre os preços em alta, que já registrou uma queda na cotação do petróleo na Bolsa Mercantil de Nova York. Parece quase certo afirmar que o Brasil que era importador líquido de petróleo, irá se juntar a Venezuela e México no grupo dos principais produtores da América Latina.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal Vermelho

Por: Hélio Barboza

Reportagem publicada na edição desta sexta-feira (23) do The Wall Street Journal (WSJ) diz que “uma agitação da atividade da Petrobras” está aquecendo a especulação de que o Brasil pode ter petróleo suficiente para participar das “grandes alianças de exportadores mundiais” do produto e “aliviar a pressão sobre os preços em alta”.

O jornal menciona o anúncio feito na última quarta-feira pela estatal, de ter encontrado indícios de petróleo na área do pré-sal no bloco BM-S-8. A área está localizada a cerca de 250 quilômetros da costa do Estado de São Paulo, próximo ao campo Tupi, “a maior descoberta mundial desde 2000 e a maior do Ocidente desde 1976″, lembra o jornal.

“Com os preços do petróleo atingindo novas máximas, grandes descobertas no Brasil podem aumentar o otimismo do setor de energia de que pode entregar petróleo suficiente para acompanhar a aceleração da demanda”, diz o The Wall Street Journal. Segundo a publicação, a queda de 1,8% registrada ontem na cotação do petróleo na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), para US$ 130,81 o barril, pode ser atribuída “parcialmente à perspectiva de mais oferta por parte do Brasil”. Leia o resto do artigo »

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Projeto de lei do fundo soberano está pronto, diz Mantega

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O projeto de lei que cria o Fundo Soberano do Brasil (FSB) já está pronto e já deve ser encaminhado à Casa Civil nesta semana, foi o que afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Matega também afirmou que o Fundo é um instrumento importante para o País e que haverá uma ação em sintonia com o Banco Central (BC) na formação do Fundo Soberano e o Fundo será composto pelo excesso do superávit primário (em relação à meta de 3,8% do PIB), cuja reserva será usada em momentos anticíclicos.

* Por Kátia Melissa Bonilla Alves, editora

Publicado originalmente no Estadão

Por Renata Veríssimo

Ministro diz que Lula ordenou a criação do fundo e que projeto seguirá para a Casa Civil na próxima semana

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou nesta sexta-feira, 23, que o projeto de lei que cria do Fundo Soberano do Brasil (FSB) já está pronto e passa neste momento pela análise jurídica da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. De acordo com ele, o projeto de lei deve ser encaminhado à Casa Civil na próxima semana, para que possa ser assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e encaminhado ao Congresso Nacional.

Mantega afirmou que foi o presidente quem determinou a criação do fundo. “A concepção econômica está pronta e definida. O fundo é um instrumento importante para o País”, afirmou o ministro, em breve entrevista coletiva à imprensa, no Ministério da Fazenda, para rebater reportagens veiculadas na imprensa de que a criação do FSB seria adiada. Segundo Mantega, as reportagens são “improcedentes”.

O ministro destacou ainda que haverá uma ação em sintonia com o Banco Central (BC) na formação do Fundo Soberano. “O Fundo vai permitir uma ação mais forte na área cambial, em sintonia com o BC. É como se fizéssemos reservas acima do nível atual”, disse ele. O ministro voltou a garantir que as atuais reservas continuarão sendo administradas pelo BC. Também destacou que a criação do Fundo tem a aprovação do BC. Leia o resto do artigo »

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Repasse de recursos do Bolsa Família tem regras mais rígidas

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai tornar mais rigorosas as regras para repasse de recursos destinados à gestão municipal do Bolsa Família. A mudança está prevista na Portaria nº 66, de 3 de março de 2008.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal Vermelho

A partir do mês de agosto, receberão parte dos R$ 21 milhões destinados mensalmente às Prefeituras somente as cidades que executarem 50% das ações do programa – combinado a um mínimo de 20% em cada um dos quatro indicadores que compõem o Índice de Gestão Descentralizada (IGD).

Pelo critério atual de repasse, recebem recursos os municípios que alcançam IGD mínimo de 0,4 numa escala que varia de zero a um. É exigido, também, que as Prefeituras tenham assinado o Termo de Adesão ao Bolsa Família e estejam habilitadas ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Com as novas regras, as gestões municipais precisam chegar a um IGD de 0,5 e também a 0,2 em cada um dos quatro indicadores. A mudança não tem relação com o benefício destinado às famílias. De acordo com um levantamento feito pela Secretaria Nacional de Renda de Cidadania do MDS, 1.080 Prefeituras correm risco de não receber os recursos. Leia o resto do artigo »

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O DESATINO DA MOEDA ÚNICA NA AMÉRICA DO SUL

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - O presidente Lula mencionou, no programa semanal “Café com o Presidente”, a possibilidade da criação de uma moeda única na América do Sul. Segundo Lula, a criação de uma moeda para estes países e a constituição de um Banco Central único seria o passo final para a integração do continente. Entretanto, devemos entender as reais dificuldades de tal empreendimento e os limites de suas possibilidades.

 

Em primeiro lugar, a instabilidade monetária dos países periféricos é um dado estrutural de sua condição. Esta instabilidade provém principalmente das restrições associadas ao balanço de pagamentos, vinculados, sobretudo, à composição da pauta de exportação vis-à-vis à pauta de importação. No caso destes países, a predominância de produtos primários nas exportações faz com que os termos de troca se deteriorem, ou pelo menos tenham uma maior volatilidade. Em momentos de auge do ciclo, como os que vivemos nos últimos anos, as commodities normalmente presenciam um aumento significativo dos preços. O problema é quando o ciclo reverte.

 

Além disso, o problema da pauta de exportações é exacerbado num ambiente de liberalização da conta financeira, fazendo com que a taxa de câmbio se torne ainda mais volátil. A volatilidade das principais variáveis monetárias, quais sejam a taxa de câmbio e a taxa de juros, torna hercúlea a tarefa de fazer convergir as principais variáveis macroeconômicas destes países, o que é condição sine qua non para a criação de tal moeda.

 

Portanto, a criação de uma moeda única apenas se colocaria como possibilidade concreta a partir da superação da condição periférica, no sentido furtadiano do termo, ou seja, através do rompimento com a atual divisão internacional do trabalho. Tal alternativa demandaria um nível de esforço coordenado, que incluíra capacidade de planejamento e vontade política das elites, que dificilmente poderia ser colocado em prática diante das atuais condições objetivas. Por fim, uma discussão de tal envergadura não pode ser tomada em conta isoladamente, mas, ao contrário, deveria levar em conta a questão do Desenvolvimento, sendo este visceralmente ligado à supressão da relação centro-periferia.

 

 

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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