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Blog do Desemprego Zero

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Bird decreta fim do Consenso de Washington

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Dois anos e US$ 4 milhões de dólares depois, um grupo de 21 economistas selecionados pelo Banco Mundial (Bird), incluindo alguns premiados com o Nobel, chegou a uma conclusão: o desenvolvimento econômico é resultado do Estado forte, da mão visível que desafia as supostas “leis do mercado”. O estudo foi financiado pelo próprio Bird e também pela Hewlett Foundation, além de ter recebido recursos de alguns países.

Marcos Coimbra, membro do Centro Brasileiros de Estudos Estratégicos (Cebres), comenta que, além do papel de regulador, cabem ao Estado as importantes funções de produtor de bens e serviços estratégicos, “como o beneficiamento de urânio”; administrador dos gastos com o bem-estar social (“as contribuições sociais foram criadas para isso”) e provedor de infra-estrutura logística, além das tradicionais funções de defesa, segurança, etc.

“Não conheço nenhum país do mundo que tenha se desenvolvido sem um papel ativo do Estado. Nos EUA, o exército toma conta do setor de energia”, frisou Coimbra.

A “Comissão sobre Crescimento e Desenvolvimento” do Bird foi integrada pelos economistas Robert Rubin, presidente do Citigroup, Robert Solow, professor do MIT e Prêmio Nobel, Michael Spence, também Nobel, de Stanford, Ernesto Zedillo, ex-presidente do México e Zhou Xiaochuan, presidente do Banco da China, entre outros.

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Nações latino-americanas redefinem papel de suas petroleiras

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

As estatais de petróleo do México (Pemex), da Venezuela (PDVSA) e do Equador (Petroecuador) estão sofrendo graves problemas de queda da produção, enquanto os governos desses países tentam achar uma saída trilhando caminhos diametralmente opostos. No México, o presidente Felipe Calderón está tentando aprovar a abertura do capital e a queda do monopólio da Pemex; no Equador e na Venezuela, os presidentes Rafael Correa e Hugo Chávez adotam medidas para aumentar o controle estatal sobre o setor.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal VERMELHO

A situação das empresas está se tornando cada vez mais difícil. A companhia Pemex informou na semana passada que em abril sua produção sofreu a maior queda em mais de 12 anos, devido ao declínio mais rápido que o previsto pela companhia na extração em seu maior campo.

A produção de petróleo caiu 13%, para 2,767 milhões de barris por dia em abril. A produção 12 meses atrás era de 3,182 milhões de barris/dia. A queda foi a maior desde outubro de 1995, quando a produção caiu 29%.

Em julho do ano passado, o executivo-chefe da Pemex, Jesus Reyes Heroles, definiu uma meta de produção de 3,1 milhões de barris de petróleo/dia. A companhia cumpriu essa meta apenas uma vez desde que foi estabelecida. A produção vem caindo desde quando atingiu um pico em dezembro de 2003. A partir de 1999, as reservas comprovadas diminuíram para menos da metade, chegando a 14,7 bilhões de barris equivalentes de petróleo. Leia o resto do artigo »

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Mantega diz que juros já afetam ritmo de atividade

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Guido Mantega, ministro da Fazenda, declarou que a expansão econômica passa no momento por um “ajuste sazonal de desaleração” e algumas razões para isso está o aumento dos juros de longo prazo negociados no mercado futuro, inflação mundial e a elevação da taxa Selic.

Mantega ressaltou também que apesar da preocupação com a inflação ela não sairá de controle.

*Por Katia Alves

Por Bianca Ribeiro

Publicado originalmente no Valor

Embora considere o ritmo de crescimento da economia brasileira neste ano “satisfatório”, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem a empresários, em São Paulo, que a expansão vista até agora está passando por um “ajuste sazonal de desaceleração”.

De acordo com ele, ainda assim o governo conta com um crescimento em torno de 5% para o Produto Interno Bruto (PIB) este ano. Mesmo com os dados mostrando um arrefecimento do ritmo da atividade nos primeiros meses do ano, Mantega acredita que haverá uma “reaceleração” a partir do meio do ano.

Segundo o ministro, entre as razões para a perda de fôlego da atividade está o aumento dos juros de longo prazo negociados no mercado futuro, que estão acima de 14% ao ano, gerado pela crise global de crédito. Citou ainda a inflação mundial e a elevação da taxa Selic. “Mas o crescimento econômico é qualificado e vem sendo impulsionado pelo mercado interno.” Leia o resto do artigo »

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Redução da jornada trará 2 milhões de vagas, estima Dieese

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Geração de 2.252.600 postos de trabalho no país. Para o Dieese [Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos], esse é o saldo positivo que a diminuição da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas traria para a economia brasileira.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal VERMELHO

O centro de pesquisas chegou a esse número com a seguinte conta. O Brasil tinha 22.526.000 pessoas com contrato de 44 horas de trabalho, em 2005, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Se cada um desses trabalhadores deixar de trabalhar quatro horas semanais, serão necessários mais dois milhões de funcionários para manter a produção.

A pesquisa também mostra o impacto no bolso do empregador com a diminuição. “O custo da força de trabalho no Brasil é baixa se comparado a outros países. Se reduzirmos a jornada, mantendo os salários, o custo aumenta apenas 1,99%, incluindo as despesas trabalhistas. Um percentual muito pequeno”, diz Suzanna Sochaczewski, membro da equipe de educação e coordenadora de projeto do Dieese. Esse valor baixo, para ela, derruba o argumento dos empregadores de que a redução diminuiria a competitividade da economia brasileira no cenário internacional.

A pesquisadora afirma ainda que os empresários também terão vantagens: os trabalhadores terão mais tempo para se qualificar, estarão mais descansados e trabalharão com mais prazer. Essa combinação, segundo ela, trará mais produtividade e redução dos acidentes de trabalho. Leia o resto do artigo »

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“Os Movimentos Sociais na América Latina. Passado, presente e perspectivas”

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Nos dias 25, 26 e 27 de setembro de 2008 acontecerá um Simpósio sobre Movimentos Sociais, partidos políticos e sindicatos na Facultad de Humanidades, Universidad Nacional de Mar del Plata, Argentina.

Pretende-se com esse encontro debater, melhorar e atualizar as interpretações sobre a dinâmica das ações coletivas dos setores subalternos na história da América Latina, por isso o objetivo principal desse Simpósio será encontrar respostas sobre os encontros e desencontros entre os movimentos sociais populares, os partidos políticos e as organizações sindicais.

*Por Katia Alves

Facultad de Humanidades, Universidad Nacional de Mar del Plata, Argentina

25, 26 y 27 Septiembre de 2008

Simposio 14. Movimientos sociales, partidos políticos y sindicatos.

La primera circular de estas jornadas finalizaba afirmando que la intención principal de éstas es debatir, mejorar y actualizar las interpretaciones acerca la dinámica de las acciones colectivas de los sectores subalternos en la historia de América Latina; interpelados por este objetivo proponemos un Simposio en el cual nos interroguemos acerca de los encuentros y desencuentros entre los movimientos sociales populares, los partidos políticos y las organizaciones sindicales.

Sabemos que éste es uno de los nudos interpretativos que ha generado y genera múltiples intersecciones por un lado, pero también fuertes brechas. Es claro el peso de estas tres instancias en la dinámica social latinoamericana, aunque las relaciones entre ellas han sufrido transformaciones en distintos momentos históricos. Leia o resto do artigo »

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A concentração na economia

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A estrutura de pequenas e medias empresas é essencial não apenas para garantir emprego e distribuição da renda, fortalecimento do mercado de consumo como agentes de inovação – desde que o segmento receba o apoio de políticas públicas adequadas. E a grande empresa tem importância como agente de inovação e de modernização da cadeia produtiva.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

O modelo econômico que sempre esteve na cabeça de Fernando Henrique Cardoso era de uma economia aberta, sendo conduzida por grandes corporações associadas ao capital externo. Clique aqui.

Abordo isto no meu livro “Os Cabeças de Planilha”, falo da importância da grande empresa como agente de inovação e de modernização da cadeia produtiva. Mas mostro, também, o lado reverso do processo: a concentração se deu em cima do esmagamento de pequenas, micro e medias empresas, através da segregação do mercado de crédito. Enquanto as grandes tinham acesso a dólares baratos, as pequenas e médias tinham acesso ao crédito em reais ou do BNDES – em um período em que as taxas do banco explodiram

O resultado está em um bom material de Cristiane Barbieri, na “Folha”, mostrando que as dez maiores companhias brasileiras aumentaram de 6,3% para 20% sua participação no PIB de 1998 para cá. Leia o resto do artigo »

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Os custos da “independência” do Banco Central

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Rodrigo L. Medeiros *

 

Entre as máximas da finança ortodoxa, seguramente nenhuma é mais anti-social que o fetiche da liquidez, a doutrina que diz ser uma das virtudes positivas das instituições investidoras concentrar seus recursos na posse de valores ‘líquidos’. A finalidade social do investimento bem orientado deveria ser o domínio das forças obscuras do tempo e da ignorância que rodeiam o nosso futuro. Não há evidência clara que a política de investimento socialmente mais vantajosa coincida com a mais lucrativa (KEYNES, 1982, Capítulo 12, V) [I].

 

O Banco Central do Brasil, em seu relatório de mercado, o Boletim Focus, de 23 de maio de 2008, aponta no sentido de déficits nas transações correntes para 2008 e 2009. Além disso, ele aponta também no sentido do viés de alta para a taxa básica de juros, a Selic: 13,50% a.a. para o final de 2008.

Não é preciso muito esforço para se perceber quais os efeitos negativos reais na economia brasileira. Câmbio valorizado acima do diferencial de produtividade do Brasil em relação aos seus principais parceiros comerciais só pode mesmo gerar perda de competitividade e desinvestimento [II]. A elevação dos juros impacta na formação bruta de capital (investimento produtivo), que tem girado abaixo dos 18% do PIB brasileiro. Abaixo, portanto, dos 25% necessários para que se ingresse em um ciclo virtuoso de crescimento sustentado.

Investimentos produtivos são contidos pelo viés de alta dos juros e, conseqüentemente, a precarização das relações de trabalho (desemprego mais subemprego), hoje realidade para 49% da população economicamente ativa brasileira, não é combatida de forma eficaz [III]. O governo do presidente Lula, por sua vez, aposta na nova política industrial para compensar o pesadelo que é a administração da política monetária vigente. Seria melhor se o bom senso prevalecesse. Leia o resto do artigo »

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Brasil tem o terceiro melhor cenário econômico entre os países latinos

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Estudo trimestral realizado pelo Instituto INFO conjuntamente com a Fundação Getúlio Vargas aponta uma melhora da posição do Brasil, em relação ao início do ano quando da pesquisa anterior, no contexto econômico da América Latina.

O Brasil ascendeu uma posição no “ranking” de melhor cenário econômico da América Latina e ocupa agora a 3ª posição, atrás de Uruguai e Peru, que apresentaram as melhores conjunturas econômicas no último trimestre.

A inflação surge como grande vilã, pois, é apontada pelos especialistas, que foram consultados para a elaboração da pesquisa, como o fator que mais afetou negativamente o desempenho das economias latinas no trimestre.

O problema da fraca competitividade internacional do continente, o despreparado funcional da mão-de-obra, as elevadas taxas de desemprego e o descrédito dos governos também foram apontados como graves problemas que afetam os países latinos e que precisam ser enfrentados…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Diário do Comércio, Indústria e Serviços

Por Robson Gisoldi

O Brasil tem o terceiro melhor cenário econômico da América Latina. O resultado faz parte do estudo “Sondagem Econômica da América Latina”, realizado no mês de abril pelo Institute for Economic Research at the University of Munich, ou Instituto IFO, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Os dados apresentam uma melhora na situação do País se comparado ao resultado da última pesquisa, realizada em janeiro, que colocava o Brasil na 4ª posição.

Em abril, o cenário só está mais favorável no Uruguai, que atingiu 7,6 pontos e no Peru com 7,4 pontos na escala que vai até 10. Ambos ficaram em primeiro e segundo lugar, respectivamente. Já o Brasil, ficou com 6,6 na média dos índices que medem a situação econômica atual e as expectativas para os próximos seis meses.

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