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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

País pode se tornar um dos líderes globais, diz Fiori

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Os Estados Unidos mesmo após a sua instabilidade econômica ainda tem condições de retomar a liderança, mas terão agora de concorrer com atores que ganham peso na economia global: China, Rússia e Brasil, que é o único país da América do Sul que tem potencial para entrar nessa briga.

O Brasil é o único da região com condições de desempenhar o papel de locomotiva da expansão sul-americana, segundo Fiori. O país possui o maior mercado interno, disponibilidade de alimentos, reservas de minérios, auto-suficiência energética e potencial para expandir a produção de petróleo.

Para tirar melhor proveito desse potencial, porém, o país deveria desenvolver a economia doméstica a ritmo mais acelerado, com crescimentos superiores à média de 5% dos últimos anos.

Por Luciana Sergeiro 

Publicado em: Valor Online

Por: Cibelle Bouças

A instabilidade econômica americana jogou luz sobre o novo cenário geopolítico que se desenha no mercado global desde o fim da Guerra Fria, em 1991. Nesse cenário, os Estados Unidos ainda têm condições de retomar a liderança, mas terão agora de concorrer com atores que ganham peso na economia global: China e Rússia. Na América do Sul, apenas um país tem potencial para entrar nessa briga: Brasil. Mas, para isso, terá de rever os acordos políticos que mantém, sobretudo com os vizinhos sul-americanos. A avaliação é de José Luís Fiori, professor de economia política na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“Falta ao Brasil coordenação para desenvolver uma estratégia expansiva que integre a América do Sul. Hoje o país é o único da região com condições de desempenhar esse papel de locomotiva da expansão sul-americana”, avalia Fiori. Ele observa que o país possui o maior mercado interno, disponibilidade de alimentos, reservas de minério, auto-suficiência energética e potencial para expandir a produção de petróleo, fatores que tornam os outros atores capazes de concorrer pela hegemonia geopolítica no século XXI.

Para tirar melhor proveito desse potencial, porém, o país deveria desenvolver a economia doméstica a ritmo mais acelerado, com crescimentos superiores à média de 5% dos últimos anos. E precisa desenvolver uma política econômica regional – Fiori sugere que os recursos do fundo soberano sejam utilizados, por exemplo, para financiar a expansão econômica dos países vizinhos. “Essa é uma hipótese, mas tenho consciência de que a cultura política de integração não existe na América do Sul”, afirma. Além disso, diz, assumir a posição de “locomotiva” significa colocar-se na posição de concorrente dos EUA. “Os governantes atuais não parecem estar dispostos a isso.” Leia o resto do artigo »

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Lula costura acordos estratégicos com líderes da América Central

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Lula desembarcou nessa quarta-feira em El Salvador, onde vai discutir com os países da América Central diversos temas como fome, pobreza, biocombustíveis e segurança. A Cúpula América Central-Brasil servirá para analisar o estado das relações políticas dos países envolvidos, o estímulo do comércio comum e o investimento e os programas de cooperação para o desenvolvimento de biocombustíveis.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente no Vermelho

O Brasil discutirá com os países da América Central possibilidades de acordo nas áreas de combate à fome, erradicação da pobreza, biocombustíveis e segurança. Os temas estarão em pauta na 3ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo das duas regiões, nesta quinta-feira (29), em El Salvador.

Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estarão mandatários de Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá – países que integram o Sistema para a Integração Centro-Americana (Sica) – e República Dominicana.

Lula chegou a El Salvador na noite de quarta-feira (28), acompanhado por seis ministros de Estado e por uma comitiva de empresários brasileiros.

A ministra de Assuntos Exteriores de El Salvador, Marisol Argueta, recebeu o presidente no aeroporto de Comalapa, 44 quilômetros ao sul de San Salvador.

A Cúpula América Central-Brasil servirá para analisar o estado das relações políticas dos países envolvidos, o estímulo do comércio comum e o investimento e os programas de cooperação para o desenvolvimento de biocombustíveis. Além disso, espera-se que os governantes discutam a possibilidade de negociar um acordo comercial entre o Sica e os países-membros do Mercosul. Leia o resto do artigo »

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Mantega deve ceder para proposta sair do papel

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Mantega recebe aval de Lula para levar adiante o Fundo Soberano. O ministro da Fazenda quer usar o excesso de arrecadação para formar, com o fundo, uma espécie de poupança anticíclica que serviria para compensar perdas de receitas em momentos de menor crescimento.

Após forte crítica dos próprios membros do governo, o ministro esclarece que os recursos orçamentários não são essenciais, é possível ter o fundo mesmo que a opção final seja simplesmente elevar o superávit primário para reduzir o endividamento público.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente na Folha on line

Por Sheila D’amorim Valdo Cruz

Depois de uma longa conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na noite de anteontem, o ministro Guido Mantega (Fazenda) obteve aval para levar adiante o projeto de criação do fundo soberano. Mas a definição sobre as fontes de recursos do novo instrumento não foi tomada. Mantega está disposto até a abrir mão de usar recursos do superávit primário (economia feita para pagar juros da dívida pública).

A palavra final será do próprio Lula após uma exposição do ministro da Fazenda para congressistas da base aliada, prevista para a semana que vem. Até lá, Mantega está em campo tentando conseguir aliados para evitar que o fundo seja engavetado. A apresentação ocorreria ontem, mas foi atropelada pelo debate da emenda 29, que destina mais verbas para a saúde, na Câmara.

Ainda assim, o ministro se reuniu com o senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que não via com bons olhos o fundo, e o deputado Antonio Palocci (PT-SP).  Após o encontro, Mercadante disse estar convencido de que o caráter fiscal do fundo soberano está garantido e que isso é essencial. Mantega mantém a idéia de usar o excesso de arrecadação para formar, com o fundo, uma espécie de poupança anticíclica que serviria para compensar perdas de receitas em momentos de menor crescimento. O impacto dessa operação na contabilidade pública, porém, envolve uma engenharia financeira que é difícil de ser absorvida pelo resto do governo. Leia o resto do artigo »

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Como fabricar uma crise global

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A queda de preços, resultado da liberalização comercial, e a perda do controle sobre as sementes, agora em mãos das empresas de biotecnologia, fazem parte de um problema integral. Na globalização, o camponês ou camponesa perde sua identidade social, cultural e econômica de produtor. Agora, um camponês é ‘consumidor’ das sementes e químicos caros vendidos pelas poderosas corporações transnacionais através de poderosos latifundiários e agiotas locais.

Por: Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Walden Bello

Como foi que os mexicanos, que vivem na terra onde o milho foi domesticado, chegaram a depender do grão produzido nos EUA? Como foi que as Filipinas, que exportavam arroz, passaram a ser o maior importador mundial deste produto? Como no México, os agricultores filipinos perderam o apoio do Estado e descobriram os “encantos” da liberalização comercial.

Quando centenas de milhares de pessoas se manifestaram no México, no ano passado, contra o aumento no preço da tortilla, muitos analistas culparam os biocombustíveis. Devido aos subsídios do governo norte-americano, os agricultores desse país estavam destinando mais hectares ao milho para etanol do que para alimentos, fazendo com que os preços disparassem. Esse desvio do uso do milho foi, sem dúvida, uma das causas do aumento dos preços, embora provavelmente a especulação dos atravessadores, com a demanda por biocombustíveis, teve uma influência maior. Contudo, muitos deixaram passar uma pergunta interessante: como foi que os mexicanos, que vivem na terra onde o milho foi domesticado, chegaram a depender do grão norte-americano?

A erosão da agricultura mexicana

Não é possível entender a crise alimentar mexicana sem considerar que nos anos anteriores à “crise da tortilla” a pátria do milho foi transformada em uma economia importadora desse grão pelas políticas de “livre mercado” promovidas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), pelo Banco Mundial (BM) e por Washington. O processo começou com a crise da dívida, no início da década de 1980. O México, um dos maiores devedores do mundo em vias de desenvolvimento, foi obrigado a implorar dinheiro do BM e do FMI para pagar o serviço de sua dívida com bancos comerciais internacionais. O preço do resgate foi aquilo que um membro do conselho executivo do BM descreveu como um “intervencionismo sem precedentes”, projetado para eliminar tarifas, regulamentações estatais e instituições governamentais de apoio, que a doutrina neoliberal identificava como barreiras para a eficiência econômica. Leia o resto do artigo »

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Mercadante quer rever royalties

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Mercadante afirmou que a repartição dos royaties é muito concentradora, pois a maior parte fica para o Estado do Rio de Janeiro, sendo assim, defende mudanças na repartição dos royalties do petróleo entre União, Estados e municípios. E também quer modificação na metodologia usada para identificar os beneficiários dos recursos.

*Por Katia Alves

Por Ana Paula Grabois

Publicado originalmente no Valor on line

O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) defendeu ontem mudanças na repartição dos royalties do petróleo entre União, Estados e municípios e sugeriu que os recursos possam ser utilizados como fonte de receita fiscal do governo, incluindo o uso do recurso para abater do déficit da Previdência. “Parte desse problema fiscal, previdenciário, por exemplo, pode ser resolvido com a renda do petróleo. Quem sabe o financiamento da Previdência Social?”, afirmou.

Segundo o senador, que também defendeu a modificação na metodologia usada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para identificar os beneficiários dos recursos, as descobertas da Petrobras na área do pré-sal serão “uma fonte de receita fundamental para o país” caso as estimativas sejam confirmadas.

Mercadante diz que a repartição dos royalties é injusta pois cerca de 96% da arrecadação se concentra no Estado do Rio de Janeiro, particularmente em seis municípios. “Temos que repartir esses recursos com mais justiça”, afirmou.

 

 

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Municípios aumentam gastos em ano eleitoral e afetam superávit

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Em ano eleitoral é comum os governantes fazerem uma política mais expansionista e isso parece que estar se confirmando, porque os Estados e municípios fizeram um superávit R$ 2,5 bilhões, enquanto o governo central fez R$ 16,9 bilhões. A meta do superávit para 2008 é de 3,8%. O resultado vem sendo garantido, principalmente, pelo aumento da arrecadação de impostos. No entanto, é preciso destacar que essa meta é um obstáculo para aumentar o crescimento do nosso país e uns dos fatores que torna a política fiscal passiva.

*Por Katia Alves

Eduardo Cucolo

Publicado originalmente na Folha on line  

Os municípios aumentaram seus gastos neste ano e reduziram sua contribuição para o superávit primário do setor público (economia para pagar juros e reduzir a dívida). O aumento de gastos das empresas estatais, em especial das federais, também afetou o resultado do superávit primário em abril.

Em abril, o setor público fez uma economia para pagar juros de R$ 18,7 bilhões, abaixo do resultado de R$ 23,46 bilhões no mesmo mês do ano passado. O governo central (Tesouro, Previdência e BC) fez um superávit de R$ 16,9 bilhões, e Estados e municípios, de R$ 2,5 bilhões.

Já as estatais apresentaram déficit de R$ 608 milhões, o pior resultado para meses de abril desde 2003. As federais foram as únicas deficitárias. Em 12 meses, as empresas federais fizeram um superávit de R$ 9,5 bilhões, o pior resultado desde dezembro de 2004. Leia o resto do artigo »

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“Petrobras financeira”

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente na Folha

Por Toni Sciarreta

Defensores da presença do Estado no setor financeiro falam em competição e política pública, mas analista questiona eficácia

Para carlos lessa, ex-presidente do bndes, o estado não pode abrir mão de pensar a estratégia de longo prazo no crédito

Visto pelos bancos privados como uma tentativa do governo federal de criar uma “Petrobras do sistema financeiro”, na definição de um diretor de um grande privado brasileiro, o avanço do Banco do Brasil com a compra da Nossa Caixa reabre a discussão sobre a necessidade de um banco público forte para competir no mercado de crédito brasileiro.

No caso, a comparação com a Petrobras se deve pela exclusividade dos bancos estatais de explorarem os depósitos judiciais -um dinheiro de custo baixo- e o avanço nas contas dos servidores públicos. A Petrobras teve monopólio no setor até 1997 e, segundo os críticos, continuaria até hoje sozinha ou em parceria com empresas privadas na exploração de petróleo. Entre os argumentos para o Estado manter um banco forte no país, estão desde a necessidade de levar agências às localidades mais distantes e economicamente inviáveis -o que não interessaria aos bancos privados- até a crença de que banco do governo não quebra, como disse em 1861 o então imperador, dom Pedro 2º, ao fundar a Caixa Econômica Federal. Leia o resto do artigo »

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LIÇÕES DAS DUAS DÉCADAS DE UNIÃO EUROPÉIA

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – Martin Wolf publica hoje artigo no jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes) em que exalta as conquistas da União Européia, especialmente a adoção do euro. O texto ressalta três conquistas do euro: (i) a diminuição do déficit fiscal em relação ao PIB, (ii) a diminuição das taxas de juros reais e (iii) o aumento de sua importância como reserva de valor.

 

Entretanto, o próprio autor reconhece o pífio crescimento econômico da zona do euro, menor do que em outros tempos e menor do que a dos congêneres europeus que não aderiram à moeda única, e a dificuldade em superar as assimetrias entre os diferentes países.

 

Como é sabido, a adoção de uma moeda única retira dos países a autonomia no que concerne à política monetária. Num ambiente de liberalização das finanças e supremacia do ideário liberal, pouco espaço resta para utilização da política fiscal, o que obstaculiza ainda mais as ações de política econômica.

 

Além disso, diferentes custos unitários relativos de mão-de-obra, diferentes níveis de produtividade e de fontes de dinamismo criam sérios empecilhos para o bom funcionamento do euro.

 

Portanto, o sucesso da moeda européia é relativo. Sua estabilidade e valorização foram benéficas principalmente aos mercados financeiros na medida em que estabilizaram e valorizaram os preços dos ativos. Resta saber quando virão os benefícios em termos de crescimento econômico e geração de emprego.

 

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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