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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

LANÇAMENTO

Postado em 31 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Novo livro de Pochmann

Em 2000, o Brasil ocupava o terceiro lugar no ranking do desemprego mundial, apesar de contar com a quinta maior população do globo. Na época, apenas 54% dos ocupados brasileiros recebiam salários. Em novo livro, Marcio Pochmann analisa políticas econômicas que alimentaram esse quadro e propõe alternativas.

Fonte: Agência Carta Maior

SÃO PAULO – Partindo de dados alarmantes sobre o aumento do desemprego no Brasil, em 2002, Marcio Pochmann – atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) – faz uma análise criteriosa da relação entre a falta de trabalho e a adoção de políticas econômicas desfavoráveis ao país, em seu novo livro, O emprego no desenvolvimento da nação, lançado pela Boitempo.

Em 2000, o Brasil ocupava o terceiro lugar no ranking do desemprego mundial, apesar de contar com a quinta maior população do globo. Na época, apenas 54% dos ocupados brasileiros recebiam salários. Em 1980, dois em cada três trabalhadores recebiam salários e, dentre eles, 70% tinham emprego formal.

Entender os fatores que possibilitaram tais transformações é o principal objetivo de Pochmann em seu novo livro. Além disso, ele reflete sobre a possibilidade de uma alternativa econômica que leve em conta as características e as necessidades do Brasil e, principalmente, apresente políticas de estímulo ao emprego e melhor divisão de renda.

O autor propõe o abandono do que chama de economia do bonsai, baseada na condenação do investimento público e na manutenção de um salário mínimo baixo, e a adoção da economia da jabuticaba, brasileira na essência, que combinaria democracia com crescimento econômico sustentado. Em O emprego no desenvolvimento da nação, Marcio Pochmann apresenta uma importante contribuição para a discussão de aspectos fundamentais relacionados à dinâmica do emprego no Brasil.

Sobre o autor

Marcio Pochmann é economista, doutor em Ciência Econômica pela Unicamp, universidade onde é professor livre-docente. Preside, desde 2007, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). É autor do livro O emprego na globalização, também publicado pela Boitempo.

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Quem faz as expectativas?

Postado em 31 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Delfim Netto

Fonte: CartaCapital

Um jovem e brilhante economista, William Poole, publicou em 1970 um artigo que hoje podemos classificar como seminal, pelas conseqüências acadêmicas e práticas que provocou. Poole viveu o “monetarismo” acadêmico. Terminou a carreira no mais alto posto de policy maker: a presidência do Federal Reserve Bank of St. Louis, da qual se despediu em março de 2008. Em termos muito simples, as conclusões de Poole mostraram que o uso da base monetária ou, alternativamente, da taxa de juro para manter a economia crescendo sem inflação em torno do PIB objetivado depende da natureza dos choques no mercado de bens e no mercado monetário, o que talvez explique as dúvidas que até hoje assaltam os bancos centrais.

Publicou, ao deixar o cargo, uma reflexão que vale a pena ler. Ela começa assim: “Muito do meu pensamento nos últimos dez anos como presidente do FRB of St. Louis destinou-se à política monetária. De um lado, à estratégia (os grandes objetivos: estabilidade dos preços e crescimento econômico real) e, de outro, à tática (as ações). Especificamente, concentrei-me em entender como as ações se ajustam à estratégia”.

Antes de prosseguir, é bom registrar que uma pesquisa (não “científica”), feita em fevereiro deste ano pelo St. Louis com 382 economistas, se concentrava em uma pergunta: “Qual deve ser o objetivo número 1 da política monetária?” A questão produziu as seguintes respostas: estabilidade dos preços (39%), máximo emprego (33%), taxa de juro real de longo prazo moderada (7%), estabilidade do sistema financeiro (15%) e taxa de câmbio valorizada (6%). Um terço dos economistas tem como objetivo número 1 ou a estabilidade dos preços ou o máximo emprego (isto é, o maior crescimento real). Leia o resto do artigo »

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“O fim do laissez-faire” – Keynes

Postado em 31 dEurope/London maio dEurope/London 2008

John Maynard Keynes apresentou na década de 1920 uma instigante reflexão em “The end of laissez-faire”. A Grande Guerra (1914-18) provocara mudanças profundas e algumas pessoas sentiam que o mundo entraria em uma nova fase. Keynes foi um expoente de seu tempo e sua obra ainda instiga profundas reflexões.

THE END OF LAISSEZ-FAIRE (1926)

John Maynard Keynes

Note

This essay, which was published as a pamphlet by the Hogarth Press in July 1926, was based on the Sidney Ball Lecture given by Keynes at Oxford in November 1924 and a lecture given by him at the University of Berlin in June 1926.

 

I

The disposition towards public affairs, which we conveniently sum up as individualism and laissez-faire, drew its sustenance from many different rivulets of thought and springs of feeling. For more than a hundred years our philosophers ruled us because, by a miracle, they nearly all agreed or seem to agree on this one thing. We do not dance even yet to a new tune. But a change is in the air. We hear but indistinctly what were once the clearest and most distinguishable voices which have ever instructed political mankind. The orchestra of diverse instruments, the chorus of articulate sound, is receding at last into the distance. Leia o resto do artigo »

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Resistir às pressões inflacionárias

Postado em 30 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Segundo Delfim Netto, o Banco Central precisa ter uma noção muito clara se estamos diante de um processo de inflação ou se estamos diante apenas de uma alteração de preços relativos. A inflação exige uma causa permanente, um crescimento de demanda continuado, o que não é o caso.

*Katia Alves, editora

Publicado originalmente no DCI

Por Antônio Delfim Netto

O Brasil, como qualquer outra economia, recebe pressões inflacionárias. Nesse momento, se quisermos comparar com outros parceiros de porte parecido como a Rússia, a Índia e a China, estamos numa situação um pouco melhor, pois temos uma política fiscal razoável e uma política monetária que acompanha rigorosamente a meta de inflação. A pressão existe no mundo inteiro e se acentuou nos últimos meses, mas ninguém, até agora, que eu saiba, abandonou o sistema de metas de inflação.

No nosso caso, a meta de 4,5% tem margens de 2% acima e 2% abaixo, de forma que ela pode flutuar entre 2,5% e 6,5%. O objetivo do Banco Central deve ser fazer convergir a meta para os 4,5% num prazo de 18 ou 24 meses. O importante é que a meta não escape do intervalo previsto.

O que está ameaçando esse objetivo é a espécie de cabo-de-guerra que se estabeleceu entre Fazenda e Banco Central, cada um querendo mostrar que tem mais poder que o outro – e essa excitação favorece as expectativas de inflação e ajuda a criar o clima favorável à elevação dos juros.

Por conta disso, o ambiente de negócios começa a ficar intranqüilo, investimentos são postergados, há uma redução de demanda de alguns produtos e sente-se que algumas empresas passam a usar os seus estoques e deixam de aumentar a produção. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 30 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

Coisas da política tupiniquim: o PT de Minas Gerais ainda insiste numa aliança com o PSDB do mesmo estado para as eleições municipais deste ano. O atual prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, pressiona a Executiva Nacional do PT para viabilizar a parceria com o partido do governador Aécio Neves. Como na maior parte das vezes, os interesses imediatos da política se sobrepõem a qualquer divergência programática. Se é que elas existem, na substância, entre PT e PSDB.

 

Economia

 

O governo comemora a concessão de “grau de investimento” feita pela agência de classificação Fitch. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que tal fato reforça a necessidade de criação de um fundo soberano. Entretanto, vale lembrar que o país tem uma quantidade razoável de reservas internacionais, mas cada vez mais associada à conta financeira, dado que a conta corrente já registra déficit. O capital vinculado à conta financeira pode desaparecer com muito mais facilidade num contexto de crise internacional. Portanto, é preciso ter cuidado.

 

Internacional

 

A senadora Hillary Clinton ainda não jogou a toalha na corrida pela Casa Branca. Nesta semana, ela enviou uma carta aos 797 superdelegados do Partido Democrata, solicitando o voto dos mesmos. Apesar de estar atrás na disputa das primárias, Hillary acredita ser a candidata mais bem preparada para enfrentar o senador republicano John MacCain. Já o senador Barack Obama dá a fatura por liquidada. Seu comitê já articula a campanha para as eleições de novembro.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

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A construção política das instituições de mercado

Postado em 30 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O mecanismo de preços do mercado já não exerce mais de maneira exclusivista o papel de delinear a alocação de recursos na sociedade. Esse papel começa a ser partilhado com outros mecanismos que atentam para algo mais que apenas os aspectos econômicos dos recursos, mas que observam, na verdade, os efeitos da transformação e do emprego desses recursos na vida social e no meio ambiente. Tais mecanismos prestam-se a evidenciar ao ambiente social a própria necessidade e importância de um determinado mercado.  Esses mecanismos tratam-se dos processos de certificação socioambiental das atividades produtivas privada e pública, que têm ganhado vulto nos últimos anos, principalmente no cenário internacional.

Entidades sociais diversas, como ONGs e movimentos sociais, têm uma forte participação na instituição desses processos, impulsionados muitas vezes pela pressão que essas entidades exerceram e exercem em prol da transparência da atividade produtiva e dos efeitos socioambientais que ela pode gerar. A sociedade não admite mais a ignorância quanto aos processos que a atinge.

Os processos de certificação têm submetido empresas e mesmo setores inteiros da economia a uma avaliação socioambiental cada vez mais austera. Mais do que uma mera preocupação com a imagem de empresas ou setores, a certificação pretende apontar ao conjunto da sociedade os objetivos, compromissos, custos e também os benefícios de um determinado mercado, evidenciando a importância de sua existência ou mesmo sua irrelevância. Objetiva-se nesses processos a exposição pública e clara de indicadores capazes de mostrar as conseqüências da produção e do uso dos produtos no ambiente social e natural.

A sociedade passa a dar maior atenção à forma como a atividade produtiva pode atingi-la e apenas os argumentos econômicos não bastam mais para que determinada atividade seja aceita socialmente.

Isto é o que vem acontecendo com os biocombustíveis. Apesar de todo o argumento econômico a favor desses produtos, eles ainda carecem de um processo adequado de rastreamento das atividades que envolvem a sua produção. As críticas a esses produtos têm resistido a diversos argumentos em seu favor e para superá-las é preciso mais do que o apelo econômico…

* Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Valor Online (restrito a assinantes)

Por Ricardo Abramovay*

Como explicar a tão forte oposição internacional ao etanol brasileiro? Dizer que é uma conspiração dos interesses petrolíferos, não parece consistente, uma vez que as próprias empresas deste setor investem, de forma crescente, em inúmeras modalidades de energias alternativas, inclusive em biocombustíveis. Colocar sob suspeita os países ricos, que não se conformariam com a emergência do gigante adormecido, não bate com o fato de que 15% da produção brasileira de etanol já se encontram sob domínio de grupos estrangeiros. Fundos de investimento e grandes empresas que dominam a industrialização e a comercialização de cereais no Meio-Oeste dos EUA – e, portanto, a produção de etanol daquele país – respondem por aportes de recursos que, nos últimos dois anos, superam os US$ 17 bilhões. O esforço do governo e do setor empresarial para demonstrar o balanço energético positivo do etanol brasileiro, o argumento de que ele não ameaça a floresta amazônica e as informações mostrando seus impactos relativamente reduzidos sobre o abastecimento alimentar, nada disso parece suficiente para calar os críticos.

Esta dificuldade não é específica ao etanol, nem ao Brasil, mas exprime um dos traços mais interessantes e promissores da formação dos mercados no mundo contemporâneo: o mecanismo dos preços vai perdendo seu tradicional monopólio como dispositivo informacional a respeito da alocação dos recursos sociais. Aos preços juntam-se outras formas de organização dos processos concorrenciais que passam pela capacidade de expor de maneira pública e sintética indicadores sobre os efeitos da produção e do uso dos produtos na vida social e no patrimônio natural em que ela se assenta. Não se trata apenas de reconhecer as “externalidades” da economia e enfrentá-las por meio de leis e da intervenção do Estado. Muito mais que isso, trata-se de localizar e medir como cada empresa e cada setor econômico usam recursos cujo caráter privado submete-se a uma avaliação socioambiental cada vez mais exigente.

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A turma da bufunfa e o déficit externo

Postado em 30 dEurope/London maio dEurope/London 2008

PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.

Fonte: Folha de S. Paulo (29/05/2008) 

POSSO ME repetir um pouco, leitor? Não há quem consiga manter uma coluna semanal sem insistir obsessivamente em certos temas. Além disso, como dizia Nelson Rodrigues, tudo o que é dito uma vez, uma única e solitária vez, permanece rigorosamente inédito. 

Gostaria de fazer duas coisas hoje: desancar um pouco mais os bufunfeiros e reclamar do crescente desequilíbrio externo. Os dois temas se ligam de alguma maneira. Não é surpresa: como dizia Anaxágoras, um dos pré-socráticos, “tudo está em tudo”, tudo se relaciona, tudo se comunica. 

Por alguma razão, os bufunfeiros têm uma forte tendência a subestimar os riscos associados ao desequilíbrio externo. Há exceções, algumas notáveis, mas essa é a regra. O déficit público e a inflação são suas “bêtes noires”, mas o déficit do balanço de pagamentos costuma ser visto com certa tolerância. 

Toda vez que a economia acusa uma tendência ao desequilíbrio no balanço de pagamentos em conta corrente, logo aparecem numerosos economistas ligados à bufunfa com argumentos e teorias falsamente tranqüilizadoras. A mais “clássica”, muito usada na primeira fase do Plano Real, é a de que déficits em conta corrente são naturais para um país em desenvolvimento como o Brasil, pois são a contrapartida da “absorção de poupança externa”. 

Essa teoria teve certo apelo, mas está bastante desmoralizada pela aplicação abusiva. Tautologicamente, um déficit em conta corrente corresponde ao aporte de poupança externa. Daí não se infere, contudo, que o aumento do déficit em conta corrente necessariamente amplie a taxa de poupança total e eleve a taxa de investimento. O aumento da poupança externa pode ser acompanhado de diminuição da poupança interna. E poupança não cria investimento. O que prevalece, no curto e no médio prazos, é a relação de causalidade inversa do investimento para a poupança. 

O maior problema associado a déficits elevados em conta corrente é a vulnerabilidade externa. Esse foi o nosso grande pesadelo na década de 90 e no início da década atual. Ainda não recriamos o problema, mas talvez estejamos a caminho de fazê-lo. 

A cada mês que passa, os dados parecem vir piores. No acumulado do ano, a taxa de crescimento do valor das exportações de bens (20%) não chega nem à metade da taxa de crescimento das importações (49%). 

Como resultado, o superávit comercial sofreu um colapso. Outros componentes da conta corrente também registram deterioração acentuada. O déficit com serviços (transporte, viagens, seguros, entre outros) aumentou 47% em janeiro-abril contra o mesmo período do ano passado. O déficit com rendas cresceu 71% na mesma base de comparação, principalmente por causa do aumento explosivo das remessas de lucros e dividendos. 

Não há crise à vista. O déficit em conta corrente vem sendo financiado com grande folga por investimentos estrangeiros diretos. As nossas reservas internacionais nunca foram tão altas. 

Mas o resultado em conta corrente vem piorando com uma rapidez impressionante. Em 2006, tínhamos superávit de US$ 13,6 bilhões. Em 2007, o superávit caiu para US$ 1,5 bilhão. Nos 12 meses encerrados em abril, o déficit alcançou US$ 14,7 bilhões. Portanto, uma virada de nada menos que US$ 16,2 bilhões em apenas quatro meses.

Não vamos nos deixar levar, de novo, pelo canto de sereia da turma da bufunfa!

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Lula defende mais investimentos do Brasil na África

Postado em 30 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta terça-feira (27) uma ação mais intensa das empresas brasileiras na busca de oportunidades de negócios no continente africano. “Pouca gente presta atenção, mas países como Angola estão crescendo a 19% ao ano e se o Brasil não tomar cuidado de fazer as parcerias que precisa fazer na África, pode ficar certo que tem gente fazendo”, disse o presidente, em solenidade realizada nas instalações da GE Transportation South America (Gevisa), em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Vermelho Online

Segundo ele, no vácuo da tímida aproximação dos empresários brasileiros com a África, outros países vêm tomando a dianteira e estreitando as relações com os governos locais, entre os quais os grupos estatais da China. “Os chineses estão lá, investindo em ferrovia, em hidrovia e, sobretudo, na busca de minérios, de tudo que possa ter embaixo da terra”, afirmou o presidente, que insistiu na necessidade de uma incursão mais agressiva das empresas nacionais no mercado africano. “O Brasil não pode ficar parado esperando as coisas acontecerem no continente africano, sem a nossa participação.”

Acompanhado dos ministros Miguel Jorge (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Alfredo Nascimento (Transportes), Lula participou da entrega da primeira locomotiva de grande porte produzida no país. O equipamento, apropriado para transportar, principalmente, minério de ferro, passou a ser fabricado pela Gevisa, fazendo com que o Brasil deixe de ser importador.

Lula aproveitou o evento para defender mais investimentos no setor ferroviário e enfatizar as realizações que vêm sendo feitas na área de transporte durante o seu governo. “O Brasil vai se tornar um grande exportador nos próximos anos e vai precisar melhorar a sua infra-estrutura (de logística), que é o que estamos buscando, ao fazer as ferrovias chegarem aos portos”, disse. Leia o resto do artigo »

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