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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

Alencar reforça críticas a taxa de juros no país.

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O vice-presidente José Alencar, um dia antes de o Copom iniciar reunião que decidirá se eleva novamente a Selic, critica os juros adotados no país. Segundo Alencar a política de juros para combater a inflação no Brasil é inócua, pois não se trata de uma inflação de demanda e sim de custo das commodities e do petróleo.

A alta dos juros inibe o investimento, é necessário estimular o investimento e o consumo, segundo Alencar.

Alencar também falou sobre a criação da Contribuição Social da Saúde (CSS), que tramita no Congresso Nacional. Para ele, a saúde já possui orçamento mesmo sem o novo tributo. Mas Alencar defendeu que a área tenha mais dinheiro.

*Por Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Portal VERMELHO

Um dia antes de o Comitê de Política Monetária (Copom) iniciar reunião em que decidirá se eleva novamente a taxa básica de juros (Selic), o presidente em exercício, José Alencar, voltou a criticar os juros adotados no país.

“A política de juros altos para combater a inflação no Brasil é inócua. Essa inflação não é de demanda, é de custo no campo das commodities e do petróleo. Não é com taxa de juros que vamos combatê-la”, disse.

Alencar destacou que a alta taxa de juros inibe o investimento. “O regime de juros no Brasil é um regime que não ajuda, não dá condições para o investimento. A taxa de juros alta é usada como instrumento de combate à inflação porque ela inibe o consumo e os investimentos. Precisamos estimular o investimento e o consumo porque o Brasil ainda é um país de subconsumo”, completou. Leia o resto do artigo »

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Unasul: a integração possível

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O processo de formação da Unasul apresenta duas novidades: a primeira é o nítido protagonismo do Brasil, que se transformou na locomotiva regional, que representa a metade do PIB e da população regional e que é, junto com Rússia, China e Índia, um dos principais emergentes do mundo. Mas, além disso, é o único em condições de liderar um processo que vai colocar a região como um dos cinco ou seis pólos de poder global.

A segunda é que a segurança regional substituiu a energia como mecanismo disparador da integração.

Para horror de Washington, e das direitas vernáculas, a região contará, de agora em diante, com quatro poderosas instâncias de integração: a UNASUL, o Conselho de Defesa e, segundo o anúncio de Lula, “um banco central e uma moeda única”.

*Por Luciana Sergeiro, Editora 

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Raúl Zibechi

O processo de formação da União de Nações Sul-Americanas tem duas novidades em relação aos anteriores. Uma delas é o nítido protagonismo do Brasil, que se transformou na locomotiva regional depois de estabelecer uma aliança estratégica com a Argentina. A outra é que a segurança regional substituiu a energia como mecanismo disparador da integração. A análise é do jornalista uruguaio Raúl Zibechi.

Não é a ALBA, nem o MERCOSUL ampliado, nem a integração energética que a Venezuela vinha trabalhando. A UNASUL, promovida pelo Brasil, tem vantagens e desvantagens: entre as primeiras, potencializa a autonomia regional com respeito aos Estados Unidos; mas é um tipo de integração feita sob medida para as grandes empresas brasileiras.

No dia 23 de maio, em Brasília, onze presidentes e um vice-presidente, representando os doze países da América do Sul, assinaram o Tratado Constitutivo da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL). O tempo dirá, mas tudo indica que se trata de um fato que fará história no longo e complexo processo de integração dos países da região e, muito especialmente, da afirmação de um projeto próprio que necessariamente toma distância de Washington.

O processo em curso apresenta duas novidades com respeito aos anteriores.

Uma delas é o nítido protagonismo do Brasil, que se transformou na locomotiva regional depois de estabelecer uma aliança estratégica com a Argentina. O resto dos países podem escolher seguir a corrente do país que representa a metade do PIB e da população regional e que é, junto com Rússia, China e Índia, um dos principais emergentes do mundo. Mas, além disso, é o único em condições de liderar um processo que vai colocar a região como um dos cinco ou seis pólos de poder global. Leia o resto do artigo »

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Hora de mudar a direção do Banco Central

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Indo totalmente na contramão da história desde abril subordinando-se ao mercado financeiro, o Copom do Banco Central vem elevando os juros, favorecendo a quem investe em títulos remunerados pela Taxa Selic e aumentando a dívida pública.

Entretanto é necessário garantir e ampliar o crescimento até agora conseguido, principalmente pela elevação dos investimentos públicos e privados, buscando viabilizar a geração de empregos e uma melhor distribuição da renda no país. E isso não se faz com o chamado capital volátil.

O aumento da Selic é uma ducha de água fria neste processo, pois desestimula os investimentos produtivos privados e eleva a dívida pública, reduzindo ainda mais a possibilidade dos investimentos públicos.

Assim, uma política econômica voltada para o crescimento com distribuição de renda e valorização do trabalho, exigiria, para ser conseqüente, uma nova e mais ousada atitude do governo Lula, visando superar a lógica hegemônica do mercado financeiro.

*Por Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Portal VERMELHO

Por Luis Carlos Paes de Castro

A compreensão do momento que o país vive exige a demolição de alguns mitos relativos à sua política macroeconômica. Devemos entender o papel e a serventia da elevação da taxa básica de juros (Selic) e como o aumento da carga tributária corresponde perfeitamente às necessidades do Estado para arcar com o custo financeiro da dívida pública. Devemos, ainda, trocar a diretoria e a missão do Banco Central.

A posição da diretoria do BC (Banco Central do Brasil), a exemplo do que ocorre na grande maioria dos seus congêneres no mundo, não é uma posição neutra, pura e estritamente científica que paira, de forma olímpica e divina, sobre o conjunto dos pecadores e mortais da sociedade humana. Na realidade, ela corresponde às posições, opiniões e interesses econômicos, políticos e ideológicos, dos que detêm o poder de fato na sociedade. E, nos dias atuais é inegável que o chamado “mercado financeiro” (grandes bancos e grandes investidores/especuladores, incluindo-se aqui os fundos de pensão) exerce claramente este poder.

Este poder de fato (o “mercado financeiro”) encontrou até uma fórmula de qualificar e manter o sua força real, mesmo diante de eventuais governos adversos, eleitos democraticamente, mediante a blindagem dos bancos centrais. É a chamada “independência” ou, numa forma mais palatável, menos agressiva e mais conveniente, a “autonomia” do Banco Central. Leia o resto do artigo »

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O pré-sal e o fundo soberano

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O artigo publicado no O Globo por José Pio Borges destaca três questões que vem sendo levantada pela crítica à criação do fundo Soberano: de onde virão os recursos; para que o fundo se o Banco Central já vem adquirindo dólares e como será a gestão desse fundo.

Mas segundo a visão do autor, existe outro motivo para a criação do fundo, que no caso tem haver com o anúncio da descoberta de Tupi, megacampo da camada de pré-sal e do megacampo Carioca, pode ter uma capacidade de seis vezes a de Tupi, havendo necessidade de ter um novo plano de desenvolvimento de grandes dimensões.

A proposta do fundo soberano no Brasil prevê todo um arcabouço institucional com características novas. Em primeiro lugar, a sua criação por projeto de lei descarta a intenção de urgência e de que o objetivo seria a intervenção no câmbio a curto prazo. Assim, o autor finaliza que o fundo soberano, criado através de lei e com normas adequadas, poderá ser de grande importância no futuro não muito distante.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente no O Globo

Por José Pio Borges

As críticas à criação de um fundo soberano podem ser resumidas a três questões. De onde virão os recursos? Apesar de a receita fiscal vir surpreendendo favoravelmente a cada mês, o aumento dos gastos em geral, e de pessoal em particular, vem preocupando mesmo membros da equipe de governo.

Para que um fundo soberano se o Banco Central já vem adquirindo dólares há muitos anos? Não será uma forma de intervir mais ativamente no câmbio em face das críticas à sobrevalorização do real?

E, finalmente, como será a gestão desse fundo? Será que o fundo soberano é necessário à expansão de empresas brasileiras no exterior? É óbvio que empresas que já se internacionalizaram, como Vale, Gerdau e AmBev, entre outras, não dependem dessa fonte de financiamento. É possível que haja uma demanda de criar uma fonte de financiamento no exterior por empresas de porte médio, de crescimento mais recente, baseado fortemente em financiamentos de longo prazo do BNDES, ainda a principal fonte desse tipo no Brasil. Essa insegurança se deve a, até poucos anos atrás, o mercado de capitais não oferecer alternativas àqueles recursos. Não me parece, no entanto, que esse possa ser o objetivo principal do fundo.

Todas essas questões têm fundamento. Mas me parece que a criação do fundo soberano tem outra intenção que não foi ou não pode ser transmitida claramente pelo governo.

O anúncio da descoberta de Tupi, primeiro megacampo da camada de pré-sal, pela ministra Dilma foi objeto de críticas e até mesmo de ironia quando foi mencionado que o Brasil passaria a pertencer ao restrito clube dos exportadores de petróleo, comparando-se aos países do Oriente Médio. Ora, mesmo com o campo de Tupi, as reservas brasileiras atingiriam cerca de 13 bilhões de barris, um salto importante que nos elevaria a um patamar próximo ao México, com 15 bilhões de barris, mas ainda distante dos 80 a 130 bilhões de barris de países como Venezuela, Kuwait e Iraque.

Desde então tem havido várias declarações e desmentidos, oficiais ou não, mas já não há dúvidas de que o potencial é gigantesco. O megacampo Carioca, ao sul, pode ter uma capacidade de seis vezes a de Tupi. Bancos como o Credit Suisse e UBS já trabalham com estimativas de investimento no setor com base numa reserva brasileira de 50 bilhões de barris. Já há relatórios que indicam que as reservas podem atingir mais de cem bilhões de barris, e alguns especialistas são ainda mais otimistas: acreditam que as reservas brasileiras de petróleo e gás estarão entre as cinco maiores do mundo! Leia o resto do artigo »

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Melhora na balança comercial

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A balança comercial registrou em maio um superávit comercial de 4,077 bilhões de dólares, o maior valor mensal do ano. Esse foi o primeiro mês, em 2008, em que o saldo comercial mensal superou o do mesmo período do ano passado –em maio de 2007. No ano, o país acumula agora um superávit comercial de 8,655 bilhões de dólares, frente a um saldo de 16,758 bilhões de dólares em 2007.

Por: Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Blog Luis Nassif
Por: Luis Nassif

Balança mostra força em maio e tem maior saldo do ano

A balança comercial registrou em maio um superávit comercial de 4,077 bilhões de dólares, o maior valor mensal do ano, mostraram números do Minstério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior nesta segunda-feira.

Esse foi o primeiro mês, em 2008, em que o saldo comercial mensal superou o do mesmo período do ano passado –em maio de 2007, o superávit comercial foi de 3,853 bilhões de dólares.

De janeiro a abril, a balança comercial mostrou forte deterioração com as importações crescendo bem acima das exportações na comparação com 2007.

O governo argumentava que os números vinham sendo distorcidos por uma greve dos auditores fiscais que afetou os processos de exportação e de importação durante cerca de dois meses. O movimento foi suspenso em 12 de maio. Leia o resto do artigo »

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Na Europa, Lula eleva o tom em defesa dos biocombustíveis

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elevou o tom neste domingo às vésperas do encontro sobre segurança alimentar no mundo, no que se torna um debate entre alimentos e biocombustíveis. O encontro reunirá dezenas de chefes de Estado na Agência das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma, de terça até quinta-feira.

Por: Luciana Sergeiro, Editora 

Publicado: Portal VERMELHO

Para Lula, o vilão não é o etanol, e sim o preço do petróleo, pela alta de preços dos alimentos e pelo retorno da inflação ao centro das preocupações globais. Disse que nenhum país tem autoridade moral ou política para criticar o etanol brasileiro e culpou a especulação com o preço do petróleo nos mercados futuros.

Em entrevista de uma hora concedida sob os afrescos da Galeria Cortona, no palácio da embaixada brasileira na Piazza Navona, o presidente chegou a suar ao desmontar os argumentos que vinculam a alta de preços dos alimentos à crescente produção de biocombustíveis.

“Não vamos nos curvar diante das criticas que nos fazem, quando por trás há interesses eminentemente econômicos e comerciais”, afirmou Lula, sem citar expressamente os produtores de petróleo. “O Brasil hoje não é coadjuvante. Fica mais visado e as pessoas começam a bater. Nessa guerra comercial não temos de ficar nervosos, temos de entrar nela preparados. O Brasil faz esse debate inclusive quando tem auto-suficiência em petróleo.” Leia o resto do artigo »

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BC IGNORA SUPERÁVIT NOMINAL DAS CONTAS PÚBLICAS

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – Segundo o editorial de hoje do jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes), União Estados e Municípios tiveram uma arrecadação superior a soma dos seus respectivos gastos. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o superávit atingiu a marca de 0,76% do PIB (o Produto Interno Bruto), ou R$ 61,6 bilhões.

 

Como ressalta o próprio editorial do diário, “Ao produzir um superávit nominal, o Estado brasileiro não pode ser acusado de ter uma política fiscal expansionista e, assim, de contribuir para o aquecimento da demanda agregada e, por conseqüência, para o aumento da inflação. Mesmo críticos da política fiscal do governo federal reconhecem isso.”.

 

A partir da declaração do Valor, que certamente não é um jornal de esquerda, inferimos o desatino da política monetária do Banco Central. Se o Executivo não é responsável por uma possível “pressão de demanda”, por que mantel tal política de juros?

 

O aumento do preço do petróleo e dos alimentos tem pressionado a inflação. Entretanto, o remédio amargo da taxa de juros não é o melhor antídoto para curar pressões inflacionárias oriundas de choques de preços.

 

Talvez o mais inteligente seria desenvolver políticas direcionadas – por exemplo, subsídios e investimentos em áreas específicas – para os setores envolvidos na alta dos preços. Todavia, é sabido que a taxa de juros neste patamar serve para o duplo propósito de conter a inflação e encher os cofres das grandes instituições financeiras.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Conceição Tavares critica fundo soberano

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Ao término de sua palestra que encerrou o Ciclo de Conferências sobre o pensamento de Celso Furtado, na última terça-feira, dia 27, no auditório do IPEA no Rio, a economista e professora emérita da UFRJ, Maria da Conceição Tavares, falou sobre uma questão ainda bastante controversa no país que é a criação do Fundo Soberano do Brasil (FSB).

Segundo Conceição Tavares, a criação de tal fundo no país deve ser um projeto para o futuro, uma medida para o longo prazo. Isso porque a economista acredita que apenas com superávits em transações correntes, o que não é a realidade atual dessa conta do Balanço de Pagamentos nacional, haveria condições para se criar tal Fundo.

Tavares se disse partidária à criação do FSB, mas apenas em um contexto no qual exista acúmulo de reservas cambiais e “fiscais”, para que o país não corra o risco de perder dólares em uma crise cambial.

A economista ainda se mostrou preocupada com os efeitos nocivos da valorização do câmbio sobre as exportações do país e criticou uma especialização do Brasil, defendida por alguns, como exportador de insumos.

Alguns pontos defendidos por Tavares são polêmicos, principalmente os que dizem respeito à questão do FSB. Tal Fundo poderia servir para gerar saldos positivos em transações correntes, uma vez que contribuísse para elevar o dólar, e faria as vezes de um instrumento de ação da Fazenda sobre o câmbio, reduzindo o poder do Banco Central nessa instância. Mas, por outro lado, precisa contar com diretrizes claras para a aplicação dos recursos gerados, para minorar as possibilidades de mau uso político ou fiscal…

* Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente na Folha de São Paulo

Por Pedro Soares

Fundo é uma medida para o longo prazo, não para agora, quando há déficit em transações correntes, afirma economista

Brasil precisa ter reservas cambiais e fiscais para adotar proposta, diz a professora emérita da UFRJ; ela também defende controle de capitais

Filiada ao PT e professora emérita da UFRJ, a economista Maria da Conceição Tavares, 78, diz que a criação de um fundo soberano é algo para o “longo prazo” e incompatível com um cenário de déficit em transações correntes – o que o país já registra neste ano.

“Isso é para o longo prazo. Para ter um fundo soberano, o país tem de ter reservas cambiais e fiscais. Do contrário, não tem fundo soberano. E quem é que diz que vamos continuar [a ter reservas]? Sou a favor, como todos os países que têm reservas em dólares estão fazendo, porque ficar com reservas aplicadas em dólar é prejuízo. Sendo um mau negócio, é bom fazer um fundo soberano. Mas só vai funcionar se [o país] continuar acumulando reservas.”

Lançada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, a idéia do fundo já encontra resistência em setores do próprio governo. Para Conceição Tavares, o problema é que o país vive agora uma deterioração de suas contas externas – de janeiro a abril, o saldo em transações correntes ficou negativo em US$ 14 bilhões, mais do que o déficit previsto para todo o ano (US$ 12 bilhões).

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