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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

O BC e a bolsa mercado

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo a seguir, Luiz Nassif explica o mecanismo adotado pelo Banco Central, chamado de “swap reverso”, que consiste em uma operação em que o BC mistura operações de dólar e de DI. Explica todas as operações envolvidas com os contratos de Depósitos Interbancários (DI), como o BC ganha ou perde. A aposta, no fundo, é em relação ao resultado final, o valor do “cupom”, e haverá seis possibilidades possíveis: entre taxas DI e cambial estáveis, subindo ou descendo.

Por Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luiz Nassif

Vamos avançar um pouco mais nas explicações sobre o “swap reverso”, a operação de derivativos empregada pelo Banco Central, que apenas de 2007 para cá deu mais de R$ 10 bilhões de prejuízos ao Tesouro.

Operações de “swap cambial” existem, por exemplo, na Bolsa Mercantil e de Futuros (BM&F). Nela, um investidor que acredita que o dólar irá cair “vende” um contrato futuro de câmbio para outro, que acredita que o dólar irá subir. Suponhamos que venda o dólar futuro a R$ 1,80. Se, no dia seguinte, a taxa futura cair para, digamos, R$ 1,78, o comprador do contrato é obrigado a depositar a diferença na conta do vendedor. Se o dólar subir, o vendedor é obrigado a depositar a diferença na conta do comprador.

***

O mesmo ocorre com os contratos de DI (Depósitos Interbancários), que é a taxa pela qual os bancos trocam reservas entre si (aqueles que têm sobras de caixa “emprestam” para os que necessitam de liquidez). Leia o resto do artigo »

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Inflação, salários e lucros: Outra vez esta velha maldição argentina

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Fabián Amico

Fonte: Grupo Lujan de Teoria Econômica, Argentina

e Revista Circus

Tradução de Raphael Padula da Revista Oikos

Indicação de Franklin Serrano

Entre as explicações da inflação, existe um amplo cardápio de opções. Na direita ortodoxa, invariavelmente, a inflação é explicada por “excesso de gasto” (usualmente público) ou por “transbordo salarial”, o que configura um quadro de inflação por “excesso de demanda”: se pretenderia consumir mais do que se tem produzido. Por fim aumentam os preços. No fundo do argumento sempre há um governo irresponsável e “populista” que aumenta o gasto e “adoça” a economia com o único e diabólico fim de ganhar as eleições e se perpetuar no poder.

Daí as receitas de frear o crescimento da demanda ou esfriar a economia. O problema com esta tese é que tem existido períodos de baixo crescimento ou recessão com alta inflação, em general as etapas imediatas que sucedem às grandes desvalorizações. O outro problema é que hoje existe certa margem de capacidade ociosa (está utilizando-se cerca de 72% em média) fruto em boa medida de investimentos realizados entre 2005 e 2007. Não parece existir excesso algum de demanda. É notório que muitas análises supostamente críticas costumam ter “recaídas” neste tipo de diagnóstico ortodoxo, associando pressão inflacionária com suposto esgotamento da capacidade instalada.

Oligopólios e preços

Uma explicação mais heterodoxa, freqüente nas análises de esquerda, é que a inflação teria como causa a forte concentração e oligopolização dos mercados. Leia o resto do artigo »

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Ortodoxia de Roupa Nova

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Paulo Passarinho*

Em meu último artigo aqui publicado – Novo Sinal Vermelho nas Contas Externas -, chamei a atenção para a reversão nos resultados financeiros de nossas relações de comércio e serviços com o resto do mundo.

Esses resultados se expressam através dos números relativos às chamadas transações correntes do balanço de pagamentos. No período compreendido entre 1995 e 1998, acumulamos um déficit nessas transações de US$ 105,7 bilhões; entre 1999 e 2002, o rombo foi de US$ 80,3 bilhões; e apenas entre os anos de 2003 e 2007 é que conseguimos alterar esse quadro, obtendo um saldo de US$ 47,1 bilhões.

O fator principal que nos levou a obter esse resultado nesses últimos cinco anos foi o comportamento da balança comercial – extremamente superavitária -, mas que desde o ano passado começou a perder força.

Apesar do “boom” no preço das commodities agrícolas e minerais exportadas pelo Brasil, impulsionado pelo aumento da demanda provocada pela expansão das economias asiáticas, especialmente a China, a força do crescimento das importações feitas pelo país tem feito o saldo comercial do país diminuir, e o que se discute agora é o tamanho do déficit que voltaremos a ter nas transações correntes nesse ano de 2008, até porque a conta de serviços não para de crescer, puxada pelas despesas cada vez maiores com o pagamento de lucros e dividendos aos estrangeiros, royalties, custos de transportes e gastos com viagens, além dos juros relativos ao endividamento externo privado e público. Esses, ainda que tenham diminuído – enquanto a dívida interna continua a se elevar -, continuam relevantes.

É dentro desse contexto que muito chamou a atenção o anúncio da criação pelo governo brasileiro de um Fundo Soberano. Este é um instrumento que vem sendo utilizado por países que acumulam reservas internacionais em um volume significativo, por força de suas receitas de exportações e saldos nas suas transações correntes.

Não é o caso do nosso país. Além de não termos consolidado uma posição que nos permita afirmar – os números insistem em nos mostrar o contrário – que somos superavitários em nossas relações econômicas com o resto do mundo, temos um gravíssimo problema de déficit orçamentário e que se expressa na evolução de nossa monumental e crescente dívida interna, hoje superior a R$ 1,3 trilhão.

Qual o sentido, portanto, de um anúncio desse tipo?

Mera propaganda enganosa, no estilo de outras lorotas recentes, do tipo “rompemos com o FMI” ou “acabamos com a dívida externa”. Inverdades que apenas procuram se respaldar na situação da economia doméstica, com indicadores positivos em comparação com o governo de FHC, mas inteiramente vinculado e dependente desse quadro das contas externas, que agora começa a apresentar sinais de mudança.

A verdade é que o Brasil, sob o comando dos neoliberais – sejam eles da direita ou da ex-esquerda – é um país que acumula perigoso endividamento e crescente dependência aos capitais estrangeiros.

O anúncio de criação desse Fundo Soberano – muito além das propaladas ilusões de dotar o país de um fundo capaz de financiar aplicações do Brasil pelo mundo afora – obedeceu, a rigor, a um outro objetivo.

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Inflação da baixa renda tem nova alta em maio por alimentos

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A alta dos preços dos alimentos tem impactado o poder de compras das famílias de baixa renda, a inflação aumenta a distância entre as classes sociais.

No ano, a inflação dos mais pobres soma 4,62 por cento e em 12 meses, 8,24 por cento. O IPC-Brasil acumula 3,05 por cento e 5,59 por cento, respectivamentede. Os alimentos pesam no orçamento dos mais pobres 40 por cento enquanto que no IPC-Brasil 28 por cento.

O Brasil tem vivido os custos da inflação mundial de alimentos, mas o câmbio é um atenuante. O preocupante é que dificilmente a taxa de câmbio vai cair mais a ponto de continuar ajudando.

Por Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: O Estadão

Por: Rodrigo Viga Gaier

A inflação dos mais pobres se manteve am maio acima da variação de preços das demais classes de renda e a distância entre as camadas se ampliou nos últimos meses, segundo pesquisa da FGV.

A Fundação Getúlio Vargas afirmou que essa tendência deve continuar no curto prazo em razão da pressão dos alimentos impactando o poder de compra das famílias de baixa renda.

O Índice de Preços ao Consumidor da baixa renda (IPC-C1) subiu 1,38 por cento em maio, ante alta de 0,97 por cento em abril, enquanto que o IPC-Brasil variou, respectivamente, 0,87 por cento e 0,72 por cento.

No ano, a inflação dos mais pobres soma 4,62 por cento e em 12 meses, 8,24 por cento. O IPC-Brasil acumula 3,05 por cento e 5,59 por cento, respectivamentede. Leia o resto do artigo »

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Porque o BC do Brasil é tão diferente dos outros BCs ortodoxos do mundo?

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Bruno Galvão dos Santos*

É gritante a diferença de reação do BC do Brasil e dos outros em relação a crise mundial dos preços dos alimentos e combustíveis. Agora o presidente da Colômbia, o inegavelmente conservador Alvaro Uribe, discute a redução da taxa de juros.

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No Brasil, se o Ministro da Fazenda resolve dar opinião (que todos em um regime democrático tem como direito garantido pela constituição), o BC alega que tem que aumentar os juros para mostrar ao “mercado” que não sofre pressões políticas. Sai muito cara essa demonstração de “independência”, cada aumento de 0,25% na Selic custa ao Brasil R$ 3 bilhões/ano.

Contudo, a situação da Colômbia é muito distinta da do Brasil. A inflação (6,4%) lá está bem maior do que o intervalo superior da meta (4,5%). No Brasil, a inflação (5,1%), embora um pouco maior do que o centro da meta (4,5%), está bem menor do que o intervalo superior das metas (6,5%). O mesmo ocorre no Peru. É interessante notar que na primeira página dos BCs eles procuram mostrar em gráficos bem destacados que a ultrapassagem da meta deve-se a inflação de alimentos. No Brasil, ao contrário, o presidente do BC sai por aí gritando “Fogo, fogo, a hiperinflação está prestes a voltar”. Deve-se notar que, mesmo com o desconto do preço dos alimentos a inflação na Colômbia está maior do que o intervalo superior da meta. No Brasil, a inflação descontado os alimentos está em apenas 3,03%, quase no limite mínimo da meta. 

A evidência da distinção entre a gestão Meirelles com a atuação de qualquer outro BC que adota metas de inflação e com a gestão Armínio é gritante demais. Com uma atuação tão distintas entre os BCs que adotam metas de inflação, eu só posso concluir que ou os outros BCs prevaricam com a inflação para crescer mais do que podem ou o BC do Brasil impede o Brasil de crescer como a média dos emergentes a um custo fiscal altíssimo. Leia o resto do artigo »

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Ipea: fim da Confins tiraria 6,4 milhões de cidadãos da miséria

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) apresenta nesta quinta-feira (5) ao Senado, durante audiência que discute tributação, um levantamento que aponta que a eliminação da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) resultaria em um ganho de renda para as camadas mais pobres da população.

Segundo o economista Márcio Pochmann.”O combate a desigualdade passa pela Justiça tributária.O fim da Cofins, que está embutida principalmente em bens de consumo, iria representar uma queda de 32,5% dos brasileiros que se encontram abaixo da linha da pobreza para  29%, o que resultaria em 6,4 milhões de brasileiros.

A diferença entre o peso dos impostos está na forma de cobrança. A base da arrecadação no Brasil é mais forte na chamada tributação indireta, ou seja, embutida em alimentos ou bens de consumo. Como o brasileiro mais pobre gasta a maior parte de sua renda nesses itens, paga mais impostos proporcionalmente. Portanto, a extinção da Cofins tornaria o consumo mais barato e retiraria uma boa parcela dessa população abaixo da linha da pobreza.

Por Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: Portal Vermelho

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) apresenta nesta quinta-feira (5) ao Senado, durante audiência que discute tributação, um levantamento que aponta que a eliminação da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) resultaria em um ganho de renda para as camadas mais pobres da população. Com isso, ao menos 6,4 milhões de brasileiros deixariam a linha de pobreza.

O levantamento mostra que uma transferência dos tributos chamados indiretos – embutidos nos bens de consumo, como o ICMS – para a cobrança direta -como o Imposto de Renda – reduziria a pobreza.

“O combate a desigualdade passa pela Justiça tributária. É uma experiência internacional. Todos os países que reduziram a pobreza ajustaram sua tributação”, afirma o economista Márcio Pochmann, presidente do Ipea.

De acordo com o estudo, 32,5% dos brasileiros estão abaixo da linha da pobreza e têm renda de até meio salário mínimo per capita por mês – R$ 207,50. Leia o resto do artigo »

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Banco Central dá tiro de R$ 14 bi no próprio pé

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Rogério Lessa Benemond*

O Banco Central (BC) perdeu, nos dois últimos anos, R$ 14,2 bilhões no mercado de derivativos denominado swap reverso, um jogo no qual investidores apostam nas variações do câmbio e dos juros. Detentor do poder de determinar os juros e, indiretamente, o câmbio, o BC acabou arbitrando seu próprio prejuízo, e favorecendo o mercado financeiro.

Carlos Thadeu de Freitas, ex-diretor do BC e consultor econômico da Confederação Nacional do Comércio (CNC), lembra que as perdas do BC significam prejuízo para a sociedade: “No fundo é um prejuízo fiscal, pois os bancos centrais transferem seus lucros ou prejuízos para o Tesouro. Nos EUA, existe hoje uma preocupação muito grande com isso. O fundamental é saber até que ponto esse prejuízo fiscal que está sendo gerado pelo swap reverso está sendo compensado. O BC está conseguindo deter a queda do dólar? A que custo?”, questionou Freitas.

Para ele, “esse jogo não compensa”, porque “quando a trajetória de juros é para cima o BC perde e, quando estava em queda, também teve prejuízo, porque juros caíram menos que o dólar”.

O ex-diretor do BC acrescentou que os BCs, geralmente, não operam com apostas: “Não conheço nenhum. Fizemos isso em 1999, quando o BC entrava no mercado futuro de câmbio. Quando houve desvalorização, houve perda grande, mas swap é pior, porque não é contrato, mas mercado de derivativos.”

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BC pagou caro pela alta e baixa do dólar

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Rogério Lessa*

Aposta com “swap” começou com Fraga para “puxar” cotação na onda antiLula

A permissão para que investidores apostassem, via mercado de derivativos, no desempenho futuro da taxa (diária) de juros do CDI e na taxa de câmbio, denominadas operações de swap, partiu de Armínio Fraga, quando presidiu o Banco Central (BC).

Em 2002, o BC usou essas operações sob a alegação de evitar a alta do dólar: “Na época, o BC poderia subir juros ou vender swap cambial. O mercado queria comprar dólares e o BC fez uma opção técnica pela venda de swaps”, recorda o consultor econômico da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, ex-diretor do BC.

Em 2002, houve forte especulação aproveitando as eleições presidenciais, que levaram à vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.

“O BC poderia ter optado pela alta dos juros, em 2002, mas optou por vender swaps, que foi opção não-conservadora. Mas todos os BCs são conservadores. Creio que devam usar instrumentos tradicionais. E swaps não são tradicionais”, observa Freitas. Leia o resto do artigo »

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