prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Econômica':

Sorry, centro

Postado em 13 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Com a crise do “subprime” (crise nos sistemas financeiros dos EUA e da Europa) os países em desenvolvimento puderam mostrar sua resistência e entre eles o Brasil. Após quase um ano a crise não se propagou do centro para a periferia, é claro que houve impactos negativos nos planos comercial e financeiro, considerando-se que antes qualquer crise nos EUA afetaria a economia como um todo, hoje apresentar apenas alguns efeitos negativos já é uma grande vitória para os países em desenvolvimento.

O Brasil continua com uma cotação muito boa enquanto que grandes instituições norte-americana amargam prejuízos e humilhações. Muitos pensaram que a crise subprime desequilibraria os países em desenvolvimento e que o FMI teria que desenvolver programas para os países de baixa renda.

O fortalecimento da política econômica e, em especial, do setor externo das economias periféricas é um elemento importante para explicar o fortalecimento das economias emergentes.

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: Paulo Nogueira Batista Jr

Estou em apuros, outra vez. Brasileiro faz tudo na última hora. Neste instante, são 17h45 da quarta-feira (ontem). Como a Folha é implacável nos horários, tenho pouquíssimo tempo para escrever. Não me sobra outra alternativa senão falar do quadro internacional e do FMI. Calma, leitor, não pare de ler. Vou tratar do Brasil também. Brasileiro, bem sei, só quer saber do Brasil -é a síndrome de país-continente.

Não sei se o leitor se dá conta da singularidade da situação que estamos vivendo desde que estourou a crise do “subprime”. Um aspecto que salta aos olhos é a extraordinária resistência dos países em desenvolvimento, entre eles o Brasil, à crise nos sistemas financeiros dos EUA e da Europa.

É claro que há impactos negativos, nos planos comercial e financeiro. Mas a novidade é que até agora, transcorrido quase um ano, a crise não se propagou do centro para a periferia da economia mundial. Repare, leitor, que estamos falando de uma crise financeira considerada por diversos analistas como a mais grave desde a Segunda Guerra. Antigamente, se dizia: quando os EUA espirram, a América Latina pega pneumonia. Agora, os EUA pegam pneumonia e a América Latina nem espirra?! Leia o resto do artigo »

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

“Expansão de 5% é modesta. Poderíamos estar crescendo 10%”

Postado em 13 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Entrevista de Luiz Carlos Bresser-Pereira

Luiz Carlos Bresser-Pereira, em entrevista ao Jornal O Estado de S. Paulo, afirmou que o País cresce a taxas bem modestas, e que poderia estar crescendo a taxas até duas vezes maiores se levado em consideração o potencial do País.

Para Bresser, os dados do PIB só vem a confirmar que o País pode sim crescer a taxas mais elevadas, uma vez que passou bem pela crise das hipotecas. Mostrando-se equivocadas as hipóteses de redução de crescimento no País. O maior desafio hoje para o Brasil é o câmbio que ainda não é sustentável.

Bresser sugere a mudança na estratégia macroeconômica, o aprofundamento do ajuste fiscal, a redução das taxas de juros ao invés de seu aumento, e criar um controle para a entrada de capitais, podendo assim atingir um crescimento superior ao programado.

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: O Estado de S. Paulo

Por: Leandro Modé

O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre não anima o ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser-Pereira. “O crescimento de 5% é modesto, se levarmos em conta o potencial do País, dadas nossas condições naturais.”

Os dados do PIB mostram que o País passou bem pela crise das hipotecas americanas (subprime). Quais os desafios daqui para frente?

A crise bancária americana não teve ainda efeitos econômicos no resto do mundo, mesmo nos Estados Unidos. Por ora, não se pode falar em recessão no país. As análises que afirmaram que o Brasil reduziria o crescimento por causa da crise americana mostraram-se, portanto, equivocadas. O desafio fundamental é o do câmbio. Esse crescimento de 5%, que espero para o ano inteiro, é modesto, se levarmos em conta o potencial do País, dadas as nossas condições naturais. Poderíamos estar crescendo a 10%. Mesmo essa expansão de 5% não é garantida porque esse câmbio não é sustentável. O déficit em conta corrente esperado para o ano que vem já está na casa de US$ 60 bilhões, o que é um escândalo. Isso significa que ainda não alcançamos o equilíbrio intertemporal de nossas contas, apesar da situação favorável da economia global. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

A SEMANA A LIMPO

Postado em 13 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O governo articula a criação da CSS (Contribuição Social para a Saúde). A medida serviria para cobrir o rombo deixado pela extinção da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). A contribuição seria totalmente destina a pasta da Saúde, teria uma alíquota menor (0,1%) e incidiria a partir de um piso determinado. A oposição já avisou que criará problemas ao Planalto, mas o governo aposta numa rápida aprovação no plenário do Senado Federal.

 

Economia

 

Mais um balde de água fria no setor produtivo. A ata do Comitê de Política Monetária indicou um possível aumento da taxa Selic na sua próxima reunião. Segundo analistas do mercado, a taxa básica de juros da economia brasileira deve fechar o ano em 14%. A autoridade monetária insiste em tratar choque de preços internacionais com o amargo remédio das taxas de juros. Tal solução é inócua, como ressaltou o prêmio Nobel Joseph Stgiltz, em artigo ao jornal o Globo (clique aqui para ler mais).

 

Internacional

 

A Irlanda deve dizer “Não” ao Tratado de Lisboa, que referendaria a participação da Irlanda na União Européia. Caso este resultado se confirme, ficarão claras as fragilidades e mesmo as condições anti-populares nas quais a União Européia está se firmando.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Postado em A Semana a Limpo, Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »

Novo pacote do governo mantém intacta ortodoxia estagnacionista e dependente

Postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Guilherme Delgado – economista do IPEA e membro da Comissão Brasileira de Justiça e Paz – em entrevista ao Correio da Cidadania analisa a nova política Industrial, Fundo Soberano e ‘Investment Grade’ para o Brasil.

 Guilherme comenta que as novas medidas de Política Industrial do governo são medidas positivas, mas que o quadro conjuntural não é um dos favoráveis. Em relação ao Fundo Soberano diz que poderá haver uma troca de prioridades, pois o Fundo pode ser apoiado pelo aumento do superávit primário retirando recursos fiscais que de alguma forma alimentam a demanda efetiva interna – investimentos, infra-estrutura, gastos na política social e outros – e injetar diretamente no setor externo da economia.   

E o Investment Grade’ é uma tábua de salvação que aumenta o tamanho da corda no pescoço. Ele chegou num momento em que o país reverteu, e de forma explosiva, o superávit para déficit na conta corrente.                                                                                         

Por  Katia Alves

Por Valéria Nader

Publicado originalmente no Correio da Cidadania

Correio da Cidadania: Como você enxerga as mais novas medidas de Política Industrial do governo, lançadas nessa segunda-feira, 12 de maio, com a desoneração fiscal de várias atividades até 2011- totalizando cerca de 21 bilhões de reais – e incentivos de cerca de 210 bilhões de reais do BNDES até 2010 para financiar os setores industrial e de serviços?

Guilherme Delgado: Do ponto de vista teórico, de se promover uma política de desenvolvimento e de incentivar o progresso técnico e as mudanças de competitividade do setor industrial, em princípio, são medidas positivas.

No entanto, o quadro conjuntural no qual nos inserimos e o formato dessas medidas que estão sendo alinhavadas, muito preocupadas em responder à pressão do déficit em conta corrente do balanço de pagamento e à conseqüente valorização cambial do real – o que, na realidade, tira o foco de competitividade do setor industrial -, me deixam bastante reticente com relação à sua eficácia. Isso porque, na realidade, não estão tocando no fenômeno cambial e monetário, que é o fenômeno bastante preocupante no que se refere à competitividade industrial Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica, política industrial | Sem Comentários »

A Nairu no Brasil

Postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo abaixo, Delfim Netto afirma que o produto potencial pressupõe uma função de produção macroeconômica cuja existência não pode ser provada, a sua aparente “revelação” empírica é resultado da manipulação de uma identidade. As estimativas da Nairu (a taxa de desemprego que mantém estável a taxa de inflação), são acompanhadas de imensa variância e, portanto, também inservíveis para a orientação da política monetária.

Ao final do texto, Delfim observa que o Banco Central calcula que a Nairu no Brasil estaria entre 7,4% e 8,8%, através de um método que considera as estimativas pontuais de diferentes modelos, selecionando a menor e a maior estimativa e chamando isso de intervalo o que é incoerente com os métodos estatísticos corretos.                                     

Por  Katia Alves

Publicado originalmente na Folha online 

Por Antônio Delfim Netto

POUCOS ECONOMISTAS podem ser considerados realmente “grandes”. Um deles foi Alfred Marshall (1842-1924), cujo livro “Principles of Economics” (1890) dominou o pensamento econômico durante quase meio século. A fecundidade da contribuição marshalliana pode ser melhor apreciada quando lembramos que suas observações sobre a estrutura das indústrias estão na base da revolucionária geografia econômica moderna.

É de Marshall a afirmação “que em assuntos econômicos qualquer explicação curta ou é equivocada, ou falaciosa ou um truísmo”. Ela se aplica como uma luva a muitas criações econômicas de aparência simples que, à custa de serem repetidas sem uma crítica mais cuidadosa, acabaram sendo incorporadas no corpo da economia. Em alguns casos, apesar da absoluta imprecisão e fluidez conceitual, são submetidas à continuada tortura econométrica na esperança que algum dia confessarão a sua existência. Dois desses conceitos dominam a imaginação “científica” de uma certa classe de economistas.

De um lado, o famoso “produto potencial”, que por hipótese pode ser empiricamente estimado com segurança e que limitaria o crescimento não inflacionário. De outro, a renascida Nairu, uma suposta taxa de desemprego abaixo da qual acendem-se as pressões inflacionárias e que, também, poderia ser empiricamente determinada com segurança. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, O que deu na Imprensa, Política Econômica | 2 Comentários »

A inflação é maior para os pobres

Postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Diferentes indicadores da inflação brasileira registraram fortes elevações em maio. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) fechou o mês com alta de 1,61, contra 0,69% em abril, acumulando 4,74% no ano e 11,53% nos últimos 12 meses. Já o ICV-Dieese ficou em 0,87%, mais que dobrando em relação ao mês anterior, quando o custo de vida subiu em média 0,42%. Os índices gerais, todavia, fornecem um retrato apenas parcial da realidade.

Quando se analisa mais detidamente o comportamento dos preços, verifica-se que existem na realidade não uma única, mas várias inflações, sendo que os índices se diferenciam de acordo com as faixas de renda das famílias. O pior é que a inflação atual, impulsionada pelos preços dos alimentos, é significativamente maior para os pobres e mantém uma proporção inversa à renda. Há muito os economistas já descobriram que a inflação funciona como um mecanismo sutil de redistribuição da renda disponível. Neste caso, ela é particularmente perversa para as famílias de menor renda.

A classe trabalhadora e o movimento sindical terão de redobrar a mobilização e intensificar as lutas para evitar um retrocesso e preservar os modestos ganhos obtidos ao longo dos últimos anos. Além disto, a inflação fortaleceu o setor conservador do governo Lula, estimulando o recrudescimento da política macroeconômica de viés neoliberal, o que demanda novas batalhas por mudanças na orientação vigente em relação aos juros, gastos públicos, câmbio, remessas de lucros para o exterior e tratamento em relação ao capital estrangeiro, sobretudo os investimentos especulativos de curto prazo. 

Por: Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: Portal Vermelho

Por Umberto Martins*

Quando se analisa mais detidamente o comportamento dos preços, verifica-se que existem na realidade não uma única, mas várias inflações, sendo que os índices se diferenciam de acordo com as faixas de renda das famílias. Se, por exemplo, o cidadão não tem renda para comprar um automóvel, no seu ponto de vista um eventual aumento dos preços praticados pelo oligopólio da indústria automobilística não significará “inflação”.

Alimentos em alta

O pior é que a inflação atual, impulsionada pelos preços dos alimentos, é significativamente maior para os pobres e mantém uma proporção inversa à renda, ou seja, quanto mais pobre o cidadão maior o estrago provocado pela inflação. É o que nos mostra a “nota à imprensa” sobre a inflação dos alimentos divulgada recentemente pelo Dieese.

Enquanto o Índice do Custo de Vida (ICV) marcou 0,87%, ponderando todas as despesas que compõem o orçamento familiar (vestuário, transporte, educação, saúde e outros), o preço dos alimentos, em especial, saltou 2,4% em maio. Nos últimos 12 meses o índice geral chegou a 4,95%, porém os alimentos subiram 14,17%. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

MST divulga panorama a respeito da crise alimentar mundial

Postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra do Brasil, por meio de sua Secretaria Nacional, divulgou um estudo na semana passada no qual reúne informações que ajudam a compreender o que está por trás do aumento mundial dos preços dos produtos agrícolas. Ao tratar do panorama brasileiro, o MST sustenta que a crise se dá pela especulação das grandes empresas que controlam a produção no país, pois não existe nenhuma mudança tão radical na relação entre oferta e demanda.

Os estoques mundiais de grãos não se alteraram nos últimos vinte anos. Seguem basicamente a mesmo volume. A produção agrícola mundial cresceu em 4% na safra de 2006/07. Desde 1960 a produção de grãos no mundo aumentou em 3 vezes, ou seja, aumentou mais de 300% em 40 anos. A disponibilidade de alimentos por pessoa aumentou em 24%, ou seja, a oferta de calorias dia para cada habitante aumentou de 2.360 para 2.803.

Não há uma crise de produção de alimentos. Há uma situação de aumento especulativo dos preços, que não estão relacionados com oferta e demanda. O mercado agrícola mundial é controlado pelo oligopólio de menos de 40 empresas que controlam toda produção,
desde os insumos até a agroindústria. Os governos e o estado não têm mais nenhum controle dos estoques de alimentos. Tudo foi privatizado pela onda neoliberal. Os governos controlam no máximo as estatísticas do volume de produtos agrícolas estocados, mas o seu controle é feito pelo capital privado es não podem exercer nenhum controle sobre eles.

Por: Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: Portal Vermelho

Situação e dados sócio-econômicos

1. A produção agrícola mundial cresceu em 4% na safra de 2006/07. Foram colhidos 2.300 milhões de toneladas de grãos em 2007. E a produção de milho, em especial cresceu 24% em todo mundo.

2. O destino da produção agrícola de grãos em 2007 foi de 1.009 milhão de toneladas para consumo humano, 756 milhões de toneladas para consumo animal, e 364 milhões de toneladas para outros fins. Entre eles, 90 milhões de toneladas foram para agrocombustíveis.

3. Os estoques mundiais de grãos não se alteraram nos últimos vinte anos. Seguem basicamente a mesmo volume. Em 1985 eram de 471 milhões de toneladas e agora (em 2006) estavam em 428 milhões de toneladas.

4. Desde 1960 a produção de grãos no mundo aumentou em 3 vezes, ou seja, aumentou mais de 300% em 40 anos. A disponibilidade de alimentos por pessoa aumentou em 24%, ou seja, a oferta de calorias dia para cada habitante aumentou de 2.360 para 2.803. E a produtividade média da agricultura nesse período aumentou em 150%. A população mundial cresceu 100%, de 3 para 6,2 bilhões. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »

FIDEL CASTRO ELOGIA BARACK OBAMA

Postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - O ex-presidente cubano, Fidel Castro, elogiou o candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, em artigo publicado recentemente no diário cubano Granma. Castro fez ressalvas a Obama, salientando o caráter criminoso do embargo norte-americano ao país.

 

Entretanto, o líder cubano elogiou a disposição de dialogar com os líderes cubanos sem pré-condições definidas. Obama, em discurso realizado na Fundação Nacional Cubano-Americana, principal organização de oposição ao regime cubano, garantiu que reverá a política de visitas de cubanos a ilha e a proibição de envio de remessas para famílias cubanas.

 

De fato, o candidato democrata tem demonstrado posturas mais progressistas do que a companheira de partido Hillary Clinton e do que as do candidato republicano John McCain. Obama aposta num discurso inovador à luz da política externa norte-americana dos últimos anos.

 

Resta saber se ele terá o apoio dos eleitores norte-americanos do sul e dos partidários da senadora Hillary Clinton. Além disso, apenas o tempo dirá em que medida ele enfrentará os grandes lobbies internos ligados à belicosa “diplomacia” ianque. Mesmo com todos estes poréns, Fidel tem razão: Obama é a melhor opção para os norte-americanos e para o mundo.

 

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica, Política Social, Rive Gauche | Sem Comentários »