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Blog do Desemprego Zero

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Dilemas da política econômica

Postado em 19 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Mesmo com um forte crescimento econômico, a economia brasileira está atravessando a conjuntura mais delicada desde 2002-2003. Dois problemas ameaçam a economia: a inflação e do déficit do balanço de pagamentos em conta corrente. A alta da inflação é fruto de choques externos.

O desequilíbrio crescente nas contas externas tem pouco a ver com esses choques. Uma vez que o Brasil é exportador de alimentos e matérias-primas e depende pouco de combustíveis importados. O desequilíbrio decorre da combinação do câmbio valorizado com a expansão da demanda interna.

A eficácia da taxa básica de juro como instrumento de controle da inflação parece hoje menor. A política monetária só deveria ser usada com moderação – e complementada com outros instrumentos de combate à inflação. Da mesma forma, como não se pode recorrer à depreciação cambial, o desequilíbrio externo deveria ser enfrentado com outros instrumentos.

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: Folha Online

Por: Paulo Nogueira Batista Jr.

Parece esgotado o caminho seguido nos últimos anos de deprimir a inflação via valorização cambial

A economia brasileira talvez esteja atravessando a conjuntura mais delicada desde 2002-2003. É verdade que o ritmo de crescimento continua forte, como há muito não se via. Infelizmente, dois problemas ameaçam estragar o quadro favorável: a inflação e o déficit do balanço de pagamentos em conta corrente.

Os indicadores ainda não são alarmantes. Mas a dificuldade é que, quando se tenta enfrentar um problema, corre-se o risco de agravar o outro e vice-versa. Além disso, certas maneiras de enfrentá-los podem sacrificar o crescimento da economia. A alta da inflação é fruto, em larga medida, de choques externos: os aumentos acentuados dos preços internacionais dos alimentos, do petróleo e de commodities metálicas.

O aquecimento da demanda interna também deu a sua contribuição, mas até agora o que mais pesou nos índices ao consumidor foram os aumentos dos preços dos alimentos. Já o desequilíbrio crescente nas contas externas tem pouco a ver com esses choques. O Brasil é basicamente exportador de alimentos e matérias-primas e depende pouco de combustíveis importados. Os nossos termos de troca ficaram estáveis tanto em 12 meses como no acumulado de 2008, segundo estimativas da Funcex. Leia o resto do artigo »

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AS FRAGILIDADES DO REGIME DE METAS DE INFLAÇÃO

Postado em 19 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – A escalada da inflação, associada principalmente ao aumento dos preços de energia e alimentos, tem suscitado questionamentos sobre a melhor forma de combater tal fenômeno. No Brasil, a autoridade monetária utiliza o regime de metas de inflação. Neste arranjo, a meta de inflação definida pelo governo é a âncora da economia. Já as outras variáveis, dentre elas a taxa de crescimento, são de ajuste. O principal instrumento utilizado para combater o aumento de preços é a taxa de juros.

 

Entretanto, o recente surto inflacionário não está associado a pressões de demanda. Pelo contrário, trata-se de inflação de custos. Mesmo assim, o Banco Central insiste em utilizar a taxa de juros para tentar colocar a inflação dentro da meta. A estratégia é simples: criar uma deflação nos preços domésticos a tal ponto que contrabalance o aumento dos preços de produtos negociados globalmente. Mas parece que o estratagema tem fracassado.

 

O prêmio Nobel de economia, Joseph Stigltiz, em artigo publicado no jornal O Globo, condenou a utilização das taxas de juros para conter uma inflação de custos. Segundo ele, não está demonstrado empiricamente que um aumento dos juros teria impacto significativo no nível de preços internos, a ponto de contrabalançar o aumento de preços de produtos negociados mundialmente. Portanto, só um aumento absurdo, e inaceitável, das taxas de juros teria tal efeito. A única economia capaz de conter a escalada de preços através do aumento das taxas de juros seria a norte-americana. Mas, como de costume, eles passam o preço do ajuste para o resto do mundo. Assim, no fim das contas, nem uma coisa nem outra: o país perde em crescimento e não resolve a questão da inflação.

 

Haveria, em princípio, duas alternativas possíveis. A primeira delas seria intervir diretamente na Petrobras, obrigando-a a praticar preços diferentes daqueles vigentes no mercado internacional. De fato, esta medida teria um custo político alto, pois enfrentaria o interesse dos acionistas, ao fazer com que a estatal pague a fatura do ajuste. A segunda medida seria a proibição de exportação de produtos com alta de preços no mercado internacional, o que aumentaria a oferta interna dos mesmos, segurando a escalada dos preços. Neste caso, o setor em questão seria o prejudicado.

 

Caso não haja capital político para medidas contundentes como estas, caberia ao Banco Central ao menos a tarefa de não utilizar um instrumento que não possui comprovação empírica para resolver este problema. Como diz o dito popular, já que não quer ajudar, que pelo menos não atrapalhe.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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Desenvolvimento ganha espaço no Lula II, mas modelo não muda

Postado em 19 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Em entrevista ao Monitor mercantil, Leda Pauline, presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política (SBEP), critica a transformação do país em uma plataforma de valorização financeira internacional e o abandono das perspectivas de desenvolvimento e soberania.

Afirma que o modelo econômico é esquizofrênico, pois é uma contradição o governo destinar recursos para a infra-estrutura e do outro lado a política cambial sendo um grande obstáculo para o desenvolvimento.

Em relação ao grau de investimento, leda declara que caso haja um aumento da entrada de recursos via balança de capitais e se o país nada fizer para controlar o câmbio, o Brasil corre sério risco de estar se afastando do mundo desenvolvido no médio prazo.

Por Katia Alves

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Mercado perdoa ‘duplo erro’ do BC

Postado em 18 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo a seguir, o autor do texto afirma que o banco central errou duas vezes, a primeira vez foi quando subestimou o retorno da inflação, reajustou 0,50 ponto da taxa Selic e o segundo erro foi por não confessar que errou.

Mas assumir o engano significaria a confissão de uma falibilidade imprópria a um BC mundialmente enaltecido por seu inflexível conservadorismo de resultados.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Valor

Por Luiz Sérgio Guimarães

O mercado monetário não está muito preocupado em checar a veracidade das acusações de que o Copom teria errado duplamente. O primeiro erro teria sido o de subestimar o retorno da inflação ao, na reunião de abril, aplicar um ajuste de 0,50 ponto à taxa Selic e considerá-lo – como a pedir desculpa pelo excesso de ortodoxia – “parte relevante” do movimento total de alta. Traduzidas coloquialmente, a decisão e a ata de abril diziam o seguinte ao mercado: “Olha gente, eu sei que a inflação não merece esse aumento todo, mas eu preciso mostrar que continuo conservador. Por isso, o primeiro golpe será fundo, mas os posteriores, superficiais”.

Os índices sobre a inflação corrente divulgados depois mostraram que, na verdade, o Copom não estava de modo algum agindo “preventivamente”. Os indicadores deixaram patente que a alta de 0,50 ponto era, isto sim, muito condescendente. Este foi o primeiro erro. O segundo foi o de não confessar que errou. No Copom seguinte, o Banco Central sustentou o ritmo de 0,50 ponto e garantiu que o repique inflacionário tinha sido previsto. O mercado sabe que esta serenidade é forjada e falsa. Leia o resto do artigo »

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Preços altos e inflação

Postado em 18 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Com uma baixa taxa de inflação que possua pequena volatilidade, o mercado terá um funcionamento eficiente. Quando se tem um sistema de metas inflacionários manobrados com inteligência torna-se um mecanismo razoável, segundo Delfim Neto. A Política Monetária é um instrumento muito importante para a economia, ela age sobre o consumo diretamente, sobre as expectativas de investimento, sobre o preço dos ativos entre outros canais, ela é fundamental para a determinação da taxa de câmbio. Porém o controle da inflação através da Política Monetária é oneroso para a economia, devido as elevações das taxas de juros, é devido a isso que se exige o máximo de cuidado do Banco Central.

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: Valor Online

Por: Delfim Neto

A inflação não é uma coisa (preços altos). Ela é um processo (preços crescendo). O nível absoluto dos preços é irrelevante. Para que haja um processo inflacionário é preciso que exista uma causa permanente que estimule o crescimento dos preços. Ela não pode ser apenas uma simples correção de preços que iguale a demanda global à oferta global. É preciso que a demanda cresça permanentemente acima do crescimento da oferta e o equilíbrio entre elas se faça por contínuos ajustes de preços. É a comparação entre esses níveis de preço que determina a taxa de inflação.

Neste quadro de generalidade não existe divergência entre as várias tribos que constituem a nação dos economistas. Quando se desce à discriminação do que são, como se formam e evoluem dinamicamente a oferta e a procura globais há uma clara distinção: umas consideram-nas independentes (que é condição importante para determinar o preço de equilíbrio); outras crêem que há um co-movimento entre elas. É essa inter-relação entre oferta e procura globais que torna o conceito de “produto potencial” altamente questionável. Trata-se de um cálculo puramente mecânico. Ele combina uma misteriosa produtividade total dos fatores (PTF – um buraco negro dentro do qual desaparecem todos os resquícios de vida inteligente na estrutura produtiva) com uma média ponderada dos níveis de utilização dos fatores de produção: trabalho e capital medidos com maior ou menor sofisticação. Leia o resto do artigo »

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Expectativas racionais?

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Rodrigo L. Medeiros*

Alan Greenspan conta em ‘A era da turbulência’ (Elsevier, 2008) que Ronald Reagan chamou o então presidente do FED Paul Volcker, na época defensor de taxas de juros de dois dígitos, para uma conversa no Departamento do Tesouro. Reagan foi curto e grosso: “As pessoas estão se perguntando se realmente precisamos de um FED”. Segundo Greenspan, “ele fez exatamente o que precisava para lembrar a Volcker quem era de fato o chefe” (p.89). Lula tem sido muito paciente com a independência de Henrique Meirelles.

O relatório de mercado do BACEN vem apontando no sentido do viés de alta da Selic. Segundo consta no Boletim Focus, que escuta constantemente a “expectativa racional do mercado”, a taxa básica de juros deve atingir a casa dos 14,25% a.a. no final deste ano. Há também a “expectativa racional” de déficit em transações correntes de US$23 bi para 2008. Certamente fica difícil negar que tais expectativas alimentam profecias auto-realizáveis nas contas nacionais. Os falaciosos argumentos da pressão de demanda não se sustentam perante o quadro de especulação em torno dos preços de alimentos e petróleo nas bolsas de mercadorias e futuros. O poder de paridade de aquisição dos países mais desenvolvidos, por sua vez, agrava o quadro econômico para as sociedades menos desenvolvidas. Para essas, a elevação da taxa básica de juros é improdutiva e ineficaz.

Em seu clássico ‘A teoria geral do emprego, do juro e da moeda’ (Altas, 1982), Keynes descreveu como a preferência pela liquidez é uma armadilha para as sociedades. O mercado se equilibraria abaixo do pleno emprego dos fatores de produção disponíveis e isso provocaria muito provavelmente instabilidade sociopolítica. Afinal de contas, quem alimenta as expectativas racionais da oferta monetária e do custo de capital em uma sociedade? Mercado ou Estado?

Alguns teóricos se propuseram a enfrentar esse debate. A polarização se encontra na seguinte questão: Trata-se a moeda de um bem privado ou público? Os defensores das “expectativas racionais” defendem que se trata em um bem privado e, portanto, cabe ao mercado arbitrar o preço do dinheiro. Já os keynesianos defendem a posição de que a moeda é um bem público por ser cunhada por um Estado nacional e aceita pelo mesmo para o pagamento de tributos. Keynes percebeu que a preferência pela liquidez de uma minoria endinheirada poderia tiranizar uma sociedade. Em sociedades muito desiguais como é o caso do Brasil essa preferência revela-se uma perversa armadilha para o desenvolvimento econômico equitativo.

 

*D.Sc. em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ, membro da Cátedra e Rede UNESCO-UNU de Economia Global e Desenvolvimento Sustentável e da rede Economists for Full Employment do Levy Economics Institute of Bard College (NY).

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A DIFERENÇA ENTRE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: DE VOLTA AO DEBATE CEPALINO

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris - O segundo mandato de Lula trouxe novamente as questões do crescimento e do desenvolvimento econômico para o centro do debate. Muitos economistas e órgãos de imprensam tratam os dois conceitos, crescimento e desenvolvimento, como sinônimos. Desta forma, o desenvolvimento seria um acúmulo quantitativo de crescimento. Entretanto, os fenômenos em questão podem não estar relacionados e, no limite, podem até mesmo ser opostos.

O crescimento econômico é comumente medido pela variação do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas por um país num determinado período de tempo. Já o desenvolvimento, no sentido furtadiano do termo, está relacionado à superação da relação centro-perifeira, à diversificação do sistema industrial e a homogeneização dos padrões de consumo. O subdesenvolvimento, portanto, é caracterizado pela subordinação do país na divisão internacional do trabalho, pela falta de soberania e de capacidade de formação de centros internos de decisão e pela heterogeneidade dos padrões de consumo.

As economias subdesenvolvidas são marcadas, por um lado, pela presença de elites que reproduzem o padrão de consumo das elites de primeiro mundo, via apropriação de excedente e, por outro lado, pela existência de uma grande margem de marginalizados. A questão levantada desde a literatura da Cepal, com destaque, no Brasil, para Celso Furtado, é a de que o crescimento econômico per se não garante necessariamente o desenvolvimento, isto é, a homogeneização dos padrões de consumo, a diversificação da estrutura produtiva e o rompimento com a relação centro-periferia.

No Brasil, prevaleceu o inverso. As robustas taxas de crescimento vigentes entre 1930 e 1970 não só não foram suficientes, como tiveram efeito inverso, ou seja, a desigualdade entre ricos e pobres apenas aumentou. Desta maneira, uma política de desenvolvimento não deve apenas responder a pergunta “como crescer”, mas deve, sobretudo, enfrentar a questão “qual crescimento desejamos”, tendo em vista, por exemplo, uma política industrial voltada para a inovação, utilizando tecnologias mais intensivas em trabalho, a questão da reforma agrária, dentre outras medidas.

Para tanto, seria necessário um monumental esforço coordenado entre burguesia nacional, classe trabalhadora organizada e Estado, que parece difícil de ser alcançado em tempos de neoliberalismo. Se esta for uma conclusão correta, continuaremos em compasso de espera.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

São Bartolomeu

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Não temos um problema de inflação

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo abaixo, José Carlos de Assis faz uma ótima observação: não há no Brasil um problema de inflação. E a idéia de combatê-la com o aumento da taxa de juros não passa de um belo pretexto.

O autor declara que a ligeira pressão inflacionária é decorrente dos preços de alimentos e das matérias-primas minerais, puxados pelo aumento da demanda mundial, é uma inflação importada. O aumento dos juros em nada vai resolver esse problema.

José Carlos de Assis cita Delfim Neto em seu texto, pois Delfim já afirmou que é impossível controlar uma inflação de custos com os métodos do modelo de metas usados pelo Banco Central. Não é diferente da opinião de outro grande economista, Joseph Stigliz, Prêmio Nobel, que em outro recente artigo desqualifica esse modelo.

No final do artigo, Assis afirma que a inflação dos alimentos, 8%, está bem acima da média, mas o país sendo grande produtor de alimentos pode controlar por algum tempo preços-chave.      

Por Katia Alves

José Carlos de Assis

Publicado originalmente no Jornal do Brasil

Não temos um problema de inflação no Brasil. Nosso problema são os que tomam uma passageira flutuação nos preços de alimentos e matérias-primas como pretexto para justificar a continuidade na elevação da taxa básica de juros. É um embate de interesses, não de diagnósticos técnicos, ou de idéias. Ganha-se muito dinheiro no mercado financeiro, bilhões de reais, com a sustentação das taxas de juros em níveis estratosféricos. Para isso continuar indefinidamente, é preciso manter um clima de terrorismo inflacionário a fim de manter a opinião pública dopada.

Fazem isso em nome do interesse público ou, mais sutilmente, em nome da proteção das classes mais favorecidas, supostamente as grandes vítimas da inflação. Não discordo que os pobres sofrem mais com a inflação. Mas eles sofrem mais com as deficiências dos sistemas de saúde e de habitação, com os engarrafamentos de trânsito, com a violência na periferia. Para isso, os charlatões do mercado financeiro não têm remédio. Sequer tocam no assunto. Seu remédio é para combater a inflação, e é único: elevar cada vez mais a taxa básica de juros.

A ligeira pressão inflacionária que temos tido provém dos preços dos alimentos e de matérias primas minerais, puxados pelo aumento da demanda mundial, em especial da China e da Índia – os dois gigantes do crescimento entre os emergentes. Leia o resto do artigo »

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