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Blog do Desemprego Zero

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Estatização, a única saída para os bancos?

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Valor Econômico

Por: Célia de Gouvêa Franco

O que os governos dos países mais duramente afetados pela crise financeira devem fazer com os bancos? Nacionalizar todo o sistema? Estatizar imediatamente os bancos que estão às vias de quebrar? Ou deixar as instituições mal administradas irem à lona porque o custo de intervir seria muito alto para os contribuintes e tiraria dinheiro de prioridades como fazer as economias voltar a se expandir? Ou ainda optar por continuar a fazer o que estão fazendo: injetar dinheiro nos bancos e adicionalmente aumentar a regulamentação.

À parte a questão do emprego (ou, mais apropriadamente, do desemprego), dificilmente haverá tema econômico que atraia no momento mais atenção internacional do que o futuro do sistema bancário e como tirá-lo do emaranhado de problemas que travam a concessão de crédito, com graves implicações para o crescimento dos países. Está claro que a primeira rodada de ajuda governamental aos bancos, anunciada depois de setembro, não foi e não é suficiente para salvar os bancos e resgatar as empresas que dependem de empréstimos para o dia-a-dia dos seus negócios e para investir. Sem uma solução para os bancos, aumenta exponencialmente o risco de uma depressão.

Políticos, economistas, empresários, bancários e banqueiros querem dar sua opinião, defender e criticar o aumento da participação do Estado no setor financeiro, propor alternativas ao controle estatal ou apoiar sua ampliação. Neste ponto, gostaria de abrir um parênteses para uma observação pessoal – passados quatro meses desde a eclosão da fase mais aguda desta crise financeira brutal, continuo surpresa com a rapidez com que a discussão sobre o papel do governo na economia voltou ao centro dos fóruns e embates depois de décadas em que o assunto era considerada carta totalmente fora do baralho do debate econômico. Por ora, o foco é a estatização de bancos, mas há quem creia que existe espaço para uma ampliação do debate para outros segmentos. Leia o resto do artigo »

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Belluzzo defende a estatização do crédito

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Monitor Mercantil

PARA ECONOMISTA, USURA PODE LEVAR PAÍS À RECESSÃO – O ex-secretário de Política Econômica e professor da Unicamp, Luiz Gonzaga Belluzzo, defendeu a “temporária estatização da concessão de crédito” no país. Para ele, a decisão do governo de deixar disponível ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) R$ 100 bilhões, via Tesouro Nacional, para financiar investimentos de longo prazo é bastante correta e precisa ser amplificada.

“Os bancos no Brasil não estão realizando empréstimos às empresas e consumidores. Na crise, revela-se o caráter coletivista do sistema de crédito nacional”, comentou.

Para Belluzzo, o governo precisa adotar uma atitude mais positiva em relação ao crédito, ou seja, “emprestar diretamente às empresas”, pois as instituições financeiras comerciais ficaram conservadoras demais num período de retração econômica e o risco é levar o país à recessão.

Na sua avaliação, se os bancos não querem conceder financiamentos, o governo deveria fazê-lo diretamente às empresas com recursos do Tesouro Nacional. “Esse movimento está ocorrendo nos EUA e na Inglaterra, onde os respectivos governos estão injetando volumes expressivos de capitais para que o sistema financeiro e empresas voltem a trabalhar normalmente”, comentou.

“O Estado não pode deixar a economia parar se os bancos comerciais decidirem não conceder empréstimos”. Leia o resto do artigo »

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Ministérios da C&T e do Desenvolvimento definem prioridades da política industrial e tecnológica nacional

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Jornal da Ciência    

Entre elas, as ações sistêmicas, destaques estratégicos e programas estruturantes definidos na Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), lançada em maio de 2008

O Diário Oficial da União desta segunda-feira (19/1) publica portaria que estabelece as prioridades da política industrial e tecnológica nacional. O objetivo é promover e incentivar o desenvolvimento de produtos e processos inovadores em empresas nacionais e nas entidades nacionais de direito privado, sem fins lucrativos, voltadas para atividades de pesquisa, mediante a concessão de recursos financeiros, humanos, materiais ou de infra-estrutura destinados a apoiar atividades de pesquisa e desenvolvimento.

De acordo com a portaria, essas prioridades compreendem as ações sistêmicas, os destaques estratégicos e os programas estruturantes definidos na Política de Desenvolvimento Produtivo – PDP.

Lançada em maio do ano passado, a PDP tem como metas até 2010 a ampliação do investimento fixo em desenvolvimento, a elevação e a dinamização do gasto privado em pesquisa e desenvolvimento (P&D), e a ampliação da participação das exportações brasileiras.

Mais informações sobre a Política de Desenvolvimento Produtivo estão disponíveis no endereço: http://www.desenvolvimento.gov.br/pdp/index.php/sitio

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Na crise, classes D e E terão o maior ganho real na renda

Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Valor Econômico

Por: Cibelle Bouças

As classes D e E terão em 2009 ganho real mais expressivo na massa de rendimentos que as demais classes, aponta estudo realizado pela LCA Consultores. Pelo cálculo, baseado nos dados de renda média real individual relativos a outubro divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as classes D e E terão em 2009 incremento real de 7,8% – o maior entre as classes e superior em um ponto percentual ao ganho obtido no ano passado.

A classe C terá crescimento menor, de 4,7%, que também é inferior aos 5,5% de aumento real obtidos em 2008. As classes A e B terão o incremento mais baixo, de 3,4%, também abaixo do ganho real obtido no ano passado (4,9%). Na média, a massa real de rendimentos no país terá crescimento de 4,5% em 2009, ante 5,4% em 2008.

A massa real de rendimentos é calculada a partir do número de trabalhadores empregados e do seu ganho mensal. A LCA considerou como parte das classes D e E o trabalhador com ganho mensal médio de R$ 430; para a classe C, renda mensal per capita média de R$ 725 e, para as classes A e B, renda individual de R$ 2.113 ao mês. “As classes D e E têm uma renda muito próxima à do salário mínimo, por isso ela terá crescimento superior ao das demais classes”, afirma o economista responsável pelo estudo, Fábio Romão. Leia o resto do artigo »

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Queda do consumo pode tirar R$ 200 bi da economia este ano

Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Valor Econômico                                                                                

Por: Sergio Lamucci

A perda de fôlego do consumo e do investimento em 2009 deve provocar uma queda abrupta na contribuição da demanda doméstica para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Se no ano passado a combinação do consumo das famílias, consumo do governo, investimento e variação de estoques colaborou com quase 8 pontos percentuais para a expansão de cerca de 5,5% da economia, neste ano o número pode cair para o intervalo de 1 a 2 pontos, segundo os analistas mais pessimistas. As previsões para o PIB variam bastante, de um crescimento zero a um avanço próximo a 3%. O governo tem 4% como meta.

Como contrapartida da forte desaceleração da demanda interna, as importações de bens e serviços deverão sofrer um forte abalo, passando de uma alta na casa de 20% no ano passado para o terreno negativo em 2009. Nesse cenário, o setor externo poderá ter contribuição neutra ou levemente positiva para o PIB, o que não ocorre desde 2005 – no ano passado, ele “tirou” de 2,2 a 2,5 pontos do crescimento, de acordo com as estimativas. Isso vai ocorrer não por causa de um cenário favorável para as vendas externas, mas devido à expectativa de um recuo das importações.

Com a contração do crédito, a queda da confiança de empresários e trabalhadores e a perspectiva de piora do mercado de trabalho, uma forte desaceleração da demanda interna neste ano é inevitável, segundo o economista Júlio Callegari, do JP Morgan. Ele estima que a contribuição da demanda doméstica para o PIB ficará em 1,1 ponto percentual em 2009, muito abaixo dos 7,7 pontos esperados para 2008. A projeção de 1,1 ponto significa que uma riqueza de cerca de R$ 200 bilhões deixará de ser gerada em 2009, quando se compara à que seria criada se houvesse uma repetição da colaboração de 7,7 pontos do ano passado, calcula Callegari. “Essa forte desaceleração da demanda interna deverá refletir melhor a ‘sensação térmica’ da atividade econômica do que os próprios números do PIB”, afirma ele, que projeta crescimento do PIB de 5,5% em 2008, e 1,5% em 2009.

Para Callegari, o consumo das famílias deve desacelerar de 6,2% em 2008 para 2% neste ano. Um dos grandes problemas é que o impacto da crise global sobre o emprego foi muito abrupto. As demissões já começaram e tendem a aumentar nos próximos meses, diz ele. Condições ruins do mercado de trabalho, somadas à cautela dos bancos na hora de conceder crédito, prenunciam um quadro pouco animador para o consumo das famílias, como lembra o economista Juan Jensen, da Tendências Consultoria Integrada. Ele projeta um crescimento para o consumo das famílias de 2,1% neste ano. A estimativa para o PIB é de uma alta de 2,6%, número em revisão, provavelmente para a casa de 2%. Leia o resto do artigo »

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TENTATIVA DE ASSASSINATO DE PROTÓGENES É FRUSTADA! ATENTADO FOI QUINTA, DIA 15 DE JANEIRO

Postado em 17 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Saiu no blog do Nassif

Do Blog do Protógenes

ATENTADO AO PROTÓGENES

janeiro 17th 2009 Posted to Sem categoria

Comunico ao povo brasileiro e aos internautas que no dia 15 de janeiro de 2009, por volta das 15:00hs. sofri o primeiro atentado quando dirigia um automóvel deslocando do Jardim Botânico com destino a Niterói, ato contínuo ainda no JB o radiador de água quente explodiu causando uma nuvem de fumaça muito grande e explosão do painel do veículo. Resultado sofri queimaduras de primeiro grau nos pés e lesões pelo corpo. Sai imediatamente do Rio de Janeiro com destino a São Paulo onde fui imediatamente socorrido, por medida de segurança. No momento estou em casa me recuperando do trauma. Tenho como testemunha do ocorrido a fraterna amiga Silvia Calmon ( pisicanalista) , os populares que me socorreram e meus padrinhos Jose Zelman e Nelia Maria Zelman.

Comentário

Assim como nesse caso do pen-drive (vazado pelo corregedor da PF para o Estadão), é melhor aguardar mais informações sobre o episódio.

Blog do Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada está fora do ar!

Será mais uma do Daniel Dantas ? ?

Por C. Brayton

Foi a minha conclusão tambem: aguardemos mais informações de fontes confiáveis.

Esse episódio do suposto relatório aparentemente vazado primeiro ao ConJur e depois ao Estadão, como o senor disse: “se baseou em uma informação vazada de um relatório sigiloso, de um inquérito em andamento, obtida graças à quebra do sigilo funcional.”

Houve uma curiosa falta de repercussão além desses dois vehículos, até agora. E a suposta convocação de cinegrafistas da Globo para produzir a prova central no caso da propina? A rede de Ali Kamel não comenta. Na Folha de hoje:

“O advogado do banqueiro Daniel Dantas, Nélio Machado, decidiu pedir para que a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) requisite acesso ao inquérito que investiga o vazamento de informações na Operação Satiagraha.

“Machado já havia feito três pedidos semelhantes à Justiça, todos negados. Ele tomou a decisão de pedir a interferência da OAB por se considerar vítima de investigação ilegal que teria sido comandada pelo delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, responsável pela Satiagraha até 14 de julho, quando foi afastado.”

Veja tambem:

http://www.conjur.com.br/2009-jan-16/oab_inaceitavel_espionagem_advogado_daniel_dantas

Este Toron do OAB, citado no ConJur como dirigente da Commissão de Prerrogativas, foi aquele que inocentou Machado num processo sobre suposto mal-conduto, apesar de manter laços pessoais e profissionais com Machado, lembre-se.

Segundo reportagem da Carta Capital, Toron é “também defensor de um dos acusados na Satiagraha (e) atua como advogado de defesa de Nélio Machado, a pedido da OAB.” Quer dizer, advogou para quem julgou.

Que história, hein?<–>

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Bye, bye, Meirelles

Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: CartaCapital

Henrique Meirelles já comunicou ao presidente Lula que deixará o comando do Banco Central em breve, depois de seis anos no cargo. O goiano de Anápolis, de 62 anos, passará um curto período de quarentena e muito provavelmente disputará o governo de seu estado nas eleições de 2010. Seu sonho é um dia subir a rampa do Planalto e tornar-se presidente da República.

A conferir. Um fato é inegável: a capacidade de sobrevivência de Meirelles no governo. É o único integrante da equipe econômica intocado desde o início da gestão de Lula, em 2003. Uma espécie de estranho no ninho, uma vez que o aliado Antonio Palocci foi forçado a deixar o Ministério da Fazenda, em março de 2006, chamuscado por denúncias.

Quem aspira sentar-se na cadeira de Meirelles? O que seria melhor para o País? Talvez o presidente finalmente crave um nome mais afinado com a ala desenvolvimentista do governo, hoje majoritária. Os amantes do crescimento têm esperança de que o futuro titular se alinhe a um projeto nacional e não sistematicamente sabote a economia brasileira a qualquer sinal de sopro de vida.

Para a sucessão, o mercado discute uma “solução interna”. Trata-se mais de um wishful thinking. Os candidatos naturais ao cargo seriam o diretor de Normas do BC, Alexandre Tombini, e o diretor de Política Econômica do banco, Mário Mesquita. Não representariam ruptura alguma. Os economistas críticos da atuação do BC preferem colocar as fichas em Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para o qual os executivos financeiros torcem o nariz. Seria um sinal de que os tempos de ultraortodoxia viraram passado.

Meirelles foi alçado ao BC por falta de alternativa do presidente. Os nomes cogitados no fim de 2002 não aceitaram a empreitada. O presidente teria preferido Fabio Barbosa, então executivo máximo do Banco Real e eleitor do PT. Mas ele declinou do convite. Em um ato de desespero, Lula chegou a sondar o então titular da pasta, Arminio Fraga, para permanecer alguns meses no cargo e realizar uma transição suave. O ex-operador de George Soros optou por voo próprio, ao fundar a Gávea Investimentos e partir para aquisições de empresas. Leia o resto do artigo »

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Crise de confiança mina investimentos

Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Monitor Mercantil

A crise internacional está derrubando os investimentos industriais no país e provocará uma brusca reversão nos resultados da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) no produto interno bruto (PIB) já a partir do quarto trimestre de 2008, cujos dados serão apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em março.

Segundo economistas, a falta de confiança dos empresários é a principal explicação para que as turbulências tenham chegado tão rápido aos investimentos. A restrição de crédito também é citada como justificativa importante para a mudança.

Para Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, o desempenho da FBCF no quarto trimestre vai mostrar a maior queda, ante o trimestre imediatamente anterior, já apurada pelo IBGE. Ele projeta um recuo de 10,9% nos investimentos ante o terceiro trimestre de 2008 e um aumento de apenas 1,6% ante igual trimestre de 2007. Leia o resto do artigo »

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