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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

Fim de pesadelo

Postado em 26 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: O Globo

O Brasil continuará dependente de importações de gás natural nos próximos anos, mas em breve não somente da Bolívia. Embalado pelo sonho de atrelar o empobrecido país vizinho a uma nova onda de progresso da indústria brasileira, nossos governantes acabaram se envolvendo numa empreitada política de alto risco com a Bolívia. O Brasil se comprometeu a adquirir um volume considerável de gás boliviano antes mesmo que sua produção fosse efetivamente iniciada (e viabilizada em termos comerciais). E, para transportar o gás, bancou a maior parte do investimento num um gasoduto do lado boliviano, embora a Petrobras fosse minoritária no empreendimento.

No momento que mais precisou desse gás, os bolivianos resolveram mudar as regras do jogo, e quase deixaram o Brasil desabastecido. De todo esse episódio ficou a lição que o Brasil precisava redobrar esforços para aumentar sua produção doméstica de gás natural, além de diversificar suas fontes externas de suprimento. Leia o resto do artigo »

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O País das urgências e o aniversário de Darwin

Postado em 24 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fernando J. Cardim de Carvalho

Fonte: Carta Maior

O Brasil é um país de urgências. Reais, prementes. Era urgente controlar a alta inflação que corroeu a economia nacional por três décadas. Era urgente evitar a crise do sistema bancário resultante do controle da inflação. Foi sem dúvida urgente tomar medidas para evitar o contágio das crises mexicana (de 1994), asiática (de 1997), russa (de 1998), etc, ao qual nos expomos quando os liberais de FHC resolveram desmontar os controles que limitavam os movimentos de capitais de curto prazo para dentro e para fora do país. Era urgente, naturalmente, combater a fome. É urgente, agora, conter e reverter a crise que herdamos dos americanos, e assim por diante.

Nos movemos de urgência em urgência, e não é surpreendente que assim seja, já que continuamos a ser um país em desenvolvimento, com grandes demandas e enormes vulnerabilidades, mesmo que algumas destas últimas sejam auto-infligidas, parte daquilo que há poucos anos atrás se chamava de herança maldita, resultante da adesão, com o entusiasmo e ortodoxia dos recém convertidos, a um liberalismo que já dava sinais de exaustão no resto do mundo, mas que chegou aqui, pelas mãos de FHC, e continuou durante o palloccinato, em meados dos anos 1990.

É natural atacar primeiro os problemas urgentes, mas é também comum a tendência a considerar urgentes apenas os problemas cuja solução pode ser conseguida no curto prazo. Há uma certa inclinação a confundir problemas de longo prazo com aqueles cuja solução pode ser encaminhada “mais tarde”. Assim, é urgente, por exemplo, atacar o problema da fome. Como dizia o saudoso Betinho, quem tem fome tem pressa. Mas o problema da fome não é apenas o problema da provisão imediata de alimentos a famílias famintas, ele é também o problema do emprego, que dará solução durável e sustentável ao problema da fome. É preciso urgentemente combater a crise que nos ataca do exterior, mas o combate bem sucedido à crise não se esgota em medidas de criação de emprego emergencial, das famosas frentes de trabalho, ou assistenciais, ele exige a implementação de projetos que garantam que a economia será capaz de manter esses empregos mesmo quando o impulso inicial se esgotar, como fatalmente ocorrerá em algum momento. Leia o resto do artigo »

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Robinson, Chávez e Lula

Postado em 24 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por Mino Carta

Fonte: CartaCapital

Ocorre-me Robinson Crusoe, o herói de Daniel Defoe. Que se deu com ele quando, finalmente retirado da ilhota no meio do oceano, voltou para casa? O escritor baseava-se em uma história verdadeira, de um marinheiro de sobrenome Selkirk que vivera a mesma aventura. Não sei que aconteceu quando do retorno.

Brasil e Venezuela são mares de desigualdade e Lula e Chávez são Robinsons resgatados pelo povo em lugar de um barco de Sua Majestade. Robinson/ Selkirk, ouso imaginar, logo no regresso frequentou alguns lupanares e entornou copos e copos de rum. A olhos aristocráticos, caiu na gandaia, mesmo para aqueles senhores que não deixavam por menos.

E Lula e Chávez? Exageraram? Exorbitaram? Este, na visão da elite venezuelana, certamente. Aquele, esforçou-se para aparar arestas e agradar aos senhores, sem resultados notáveis, de inúmeros pontos de vista. Neste nosso país de democracia oligárquica, como diz Fábio Konder Comparato, o ódio de classe é sentimento insopitável.

Robinson/Chávez espraiou-se de um lado. Com o apoio popular, vai lançar ao mar uma ditadura de fato. Cuidado com os ditadores, mesmo que simpatizemos com eles, porque, de alguma forma, atormentam o império americano. Muitos, de resto, ascenderam ao poder em meio à euforia das massas.

Lula/Robinson navegou na rota oposta, embora conte com aprovação popular bem mais consistente do que a do colega venezuelano. Não se esperem dele atentados à democracia. Favores, porém, à oligarquia.

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Bancos chineses voltam a emprestar. Viva o capitalismo 3.0

Postado em 23 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Paulo Henrique AmorimPor Paulo Henrique Amorim

Saiu no Economist:

“O sinal mais animador é a recuperação do empréstimo bancário. Os controles de credito foram suspensos em outubro e os bancos rapidamente voltaram a emprestar. Empréstimos novos em janeiro foram duas vezes maiores do que um ano atrás…”

Saiu na coluna de Dani Rodrik, um dos melhores economistas americanos:

“A lição não é que o capitalismo esteja morto. Mas, que é preciso reinventá-lo para um novo século em que as forças da globalização econômica são muito mais poderosas do que antes. Assim como o mínimo capitalismo de Adam Smith se transformou na economia mista de Keynes, agora precisamos conceber uma transição da versão nacional de economia mista para sua contra partida global.”

Um dos escombros do sistema neoliberal, encontrados no buraco em que se afundou o Muro de Berlim é a “independência” do Banco Central.

O Banco Central “independente” de Alan Greenspan jogou do lado do governo conservador de George Bush e: 1) contestou a redução de impostos em tempo de guerra, e quebrou as contas públicas americanas: e 2) ficou sentado em cima das mãos e  deixou o mercado financeiro correr solto, até quebrar pra valer.

O Banco Central “independente” do Brasil é totalmente dependente dos bancos – de seus interesses comerciais e de sua ideologia.

Na China, os bancos são estatais.

Como em breve serão o Citi e o Bank of America, os maiores bancos (privados …) americanos.

E o governo chinês mandou os bancos emprestarem.

Aqui, o Banco Central, presidido pelo presidente do BankBoston, não mandou os bancos emprestarem.

Deu dinheiro a rodo aos bancos e se escondeu atrás de sua pétrea mediocridade para não fazer nada.

Um dia, o Brasil dará um chute definitivo nos neoliberais e vai aderir ao capitalismo 3.0.

A primeira vitima será, se tudo correr bem, a “independência” do Banco Central.

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Milionários brasileiros não dormem hoje. Banco suíço vai identificar quem lava dinheiro

Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: PH Amorim

Deu no Huffington Post:

. O maior banco da Suíça, o UBS, concordou em identificar os americanos milionários suspeitos de lavar dinheiro em contas secretas.

. O UBS confessou participar de conspiração para fraudar a Receita Federal americana.

. Acredita-se que 19 mil contas venham a ser identificadas.

. Elas teriam sido instrumento de uma fraude de US$ 20 bilhões.

. Será esse o fim das contas secretas na Suíça?, pergunta-se o Huffington Post. (*)

Aqui no Brasil, o corajoso Juiz Dr Fausto De Sanctis mandou para a cadeia um funcionário de um banco suíço, porque ele ajudava brasileiros a lavar dinheiro.

É aquele suíço que disse: não vou ficar muito tempo na cadeia, porque no Brasil rico não fica na cadeia.

De fato, ele não ficou.

Um outro juiz soltou o suíço.

Mas, com a condição de ele voltar para prestar depoimento.

Um dia, o advogado dele chegou para o Juiz De Sanctis e falou:

O meu cliente não pode vir depor, porque ele está com síndrome de pânico.

Pânico de quê?

Pânico do Brasil.

E nunca mais pisou os pés aqui …

(*) Os que investiram com o bandido condenado – como diz o ínclito delegado Protógenes Queiroz – os clientes de Daniel Dantas não precisam se preocupar. Dantas opera em Cayman…

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Brasil e Índia querem triplicar balança comercial até 2010

Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: DCI

Por Karina Nappi

SÃO PAULO – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente da Índia Devisingh Patil, anunciaram, esta semana, a intenção de triplicar a relação comercial entre Brasil e Índia até 2010. De acordo com Lula, os dois países têm potencial para elevar o comércio bilateral de US$ 3 bilhões para US$ 10 bilhões nos próximos dois anos.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) as relações comerciais entre Brasil e Índia estão há dois anos com déficit. No ano passado, as transações comerciais entre os dois países foram deficitárias em US$ 2,461 bilhões para o Brasil, valor que superou o saldo negativo de 2007, que ficou em US$ 1,211 bilhão.

As exportações brasileiras para a Índia somaram US$ 1,102 bilhão, valor 15,1% acima do registrado em 2007. No entanto, as importações brasileiras de produtos indianos, apresentou um crescimento de 64,3%, na comparação entre os dois últimos anos, passando de US$ 2,169 bilhões para US$ 3,564 bilhões. Leia o resto do artigo »

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Lula e as demissões

Postado em 17 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Para Lula, empresas têm caixa cheio e não precisam demitir

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira que os empresários exageraram nas demissões após o início da crise financeira. Ele argumentou que as empresas estão capitalizadas e por isso poderiam evitar o corte de pessoal. “Eu acho que exageraram nas demissões e disse isso na reunião com os empresários. Disse para  a indústria automobilística. Quase todas as empresas brasileiras estão muito capitalizadas”, disse Lula a jornalistas, em visita a um projeto de cultivo de peixes em Recife. 

Indústria paulista fecha 32,5 mil empregos em janeiro Para Mantega, pior dos efeitos da crise para o País já passou Pacote habitacional será anunciado após o carnaval, diz Lula. Leia o resto do artigo »

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O Duplo movimento: Onde começa o caminho da invenção política e intelectual de um novo projeto para o Brasil?

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

 Fonte: Agência Carta Maior

*José Luís Fiori

“Durante um século a dinâmica da sociedade moderna foi governada por um duplo movimento: o mercado se expandia continuamente, mas esse movimento era enfrentado por um contra-movimento que cerceava essa expansão.”

“Se a economia de mercado foi uma ameaça para os componentes humano e natural do tecido social, o que mais se poderia esperar senão que uma ampla gama de pessoas exercesse a maior pressão no sentido de obter alguma espécie de proteção?”

Karl Polanyi, A Grande Transformação, 1944

Alguém já disse, com razão, que o governo Lula terá que ser inventado. Quando Salvador Allende governou o Chile, no início da década de 70, intelectuais de vários cantos do mundo discutiam, em Santiago, sobre o que o seu governo deveria ser e fazer, a partir das experiências conhecidas de “transição ao socialismo”, ou dos governos de Frente Popular, da década de 30. Alguns também olhavam para os governos social-democratas da Europa, ainda que fossem poucos os que quisessem imitar, naquele momento, a experiência dos países nórdicos. Tudo isto são águas passadas, não apenas por conta do Muro de Berlim, mas porque o novo governo brasileiro não se propõe construir o socialismo, e ninguém sabe exatamente como se desmonta a bomba de tempo deixada pelos governos neoliberais, sem cair no imobilismo inicial nem na tragédia final do governo De La Rua. Não existem ainda modelos de “transição” que tenham sido experimentados com sucesso, e por isto haverá que navegar por águas desconhecidas, o que deve colocar o Brasil no campo da experimentação e da inovação internacional. Os objetivos do Governo Lula, entretanto, não são novos nem originais e apontam para uma agenda conhecida da maioria dos países europeus: a ampliação e consolidação dos direitos civis e políticos, e a construção de uma democracia e de um estado social capaz de reorientar estrategicamente uma parte do desenvolvimento capitalista brasileiro para o atendimento sustentado das grandes necessidades e direitos básicos da população. Leia o resto do artigo »

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