prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

O Brasil tem condições de sair mais forte no mundo pós-crise

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Abram Szajman

Fonte: Gazeta Mercantil

Comparar o que nos acontece hoje com o que ocorreu há 80 anos, em decorrência da crise que levou o mundo à Grande Depressão, pode ser útil para entender qual será nosso lugar no cenário internacional, quando a turbulência amainar.

Em 1929, a quebra do sistema financeiro mundial atingiu o Brasil fazendo desabar o preço do café, então responsável por 70% das nossas exportações. Foi uma tempestade de tal ordem que varreu da noite para o dia o modelo agrário exportador vigente desde a época da colônia, carregando consigo, por meio da Revolução de 1930, a República Velha comandada pelos estados cafeicultores.

Da noite para o dia, o País teve de acelerar sua industrialização, pela simples razão de que não dispunha mais de recursos para importar os produtos manufaturados de que necessitava como fizera até então. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

Brasil gasta com ‘spread’ 2,5 vezes o orçamento da Saúde

Postado em 6 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Folha de S. Paulo

Por DENYSE GODOY

Estudo calcula que pessoas físicas e jurídicas pagaram R$ 134,5 bi em 2008

O Brasil pagou R$ 134,5 bilhões em “spread” bancário em 2008. Esse valor corresponde a quase quatro vezes o orçamento do Ministério da Educação ou duas vezes e meia o do Ministério da Saúde no ano passado. Segundo um estudo realizado pela Fecomercio SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), as pessoas físicas contribuíram com R$ 85,4 bilhões desse total, e as empresas, com R$ 49,1 bilhões.
“Spread” é a diferença entre a taxa à qual os bancos captam recursos e aquela aplicada por eles nos empréstimos a consumidores e empresas. Inclui os impostos cobrados sobre operações de crédito, o risco de inadimplência, custos administrativos e os lucros das instituições financeiras.
Por exemplo, considerando um empréstimo pessoal de R$ 1.000 a ser quitado no período de um ano, dos R$ 604 que um cliente de banco em média pagava como juros em 2008, R$ 475 equivaliam ao “spread”.
A Fecomercio SP calcula que tal sobretaxa poderia ser cortada em um quarto sem muito esforço. Na situação descrita acima, isso significa que o consumidor economizaria R$ 119.
“Injetado na economia do país, o dinheiro geraria empregos em todos os setores”, afirma Abram Szajman, presidente da entidade. “O governo deveria parar de fazer de conta que não tem nada com isso e abrir mão de parte dos impostos. Para os bancos, seria conveniente mostrar que estão participando do novo desenvolvimento do Brasil que queremos.” Leia o resto do artigo »

Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

Brasil e China: negócios sem dólares

Postado em 5 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Lula propõe ao presidente chinês que o comércio entre os dois países seja feito em suas respectivas moedas

Por Lourival Sant’Anna

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs que o Brasil e a China utilizem as suas respectivas moedas no comércio entre si, em vez do dólar. Lula apresentou a ideia em reunião com o presidente Hu Jintao, na quinta-feira, em Londres, durante a cúpula do G-20. A proposta será agora estudada pelos chineses, segundo Lula, e voltará a ser discutida durante a visita do presidente brasileiro a Pequim, no dia 19 de maio.

A China e a Rússia propõem a criação de uma moeda internacional alternativa ao dólar. “Não sei se vai ser possível”, disse o presidente, reconhecendo que a iniciativa envolve dificuldades técnicas e até “convencer a sociedade”.

“Estamos tentando. Já fizemos com a Argentina. Queremos fazer com o Mercosul e com a América do Sul.” Segundo o presidente, a vantagem é que “um pequeno empresário não tem que ir atrás de dólar para comprar, ou seja, ele faz o negócio na moeda do seu país e nós fazemos na nossa”. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

G20: “acabou a era do sigilo bancário”

Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Paulo Henrique Amorim  

Dantas, Serra e FHC: cuidado!

O comunicado da reunião do G-20 tem uma frase capital: “The era of banking secrecy is over”.

. Chegou ao fim a era do sigilo bancário.

. Imediatamente, a OCDE divulgou a lista dos paraísos fiscais.

. Há uma lista de países que lavam dinheiro com intensidade “cinza”:

Áustria, Andorra, Anguila, Antígua e Barbuda, Aruba, Bahamas, Bahrein, Bélgica, Belize, Bermudas, Brinei, Ilhas Caimã, Chile, Ilhas Cook, República Dominicana, Gibraltar, Granada, Guatemala, Libéria, Lichtenstein, Ilhas Marshall, Luxemburgo, Mônaco, Montserrat, Nauru, Antilhas Holandesas, Niue, Panamá, São Cristóvão e Nevis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Samoa, Saint Martin, Cingapura, Suíça, Ilhas Turks e Caicos, Vanuatu e Ilhas Virgens.

. Há uma lista de países que lavam dinheiro com intensidade máxima, preta: Costa Rica, Malásia, Filipinas e Uruguai.

. O Brasil não consta de nenhuma lista.

. Os países do G20 se comprometeram, proximamente, a aprovar medidas para acabar com a lavagem de dinheiro e o sigilo bancário.

. Acabar, por exemplo, com o sigilo dos HDs e pen-drives encontrados na parede falsa do apartamento de Daniel Dantas, em Ipanema no Rio, depois da ação competente da equipe do ínclito delegado Protógenes Queiroz. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional, Política Brasileira | 4 Comentários »

Liturgia e estratégia: et pur se muove

Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por José Luis Fiori

Fonte: Valor, 18.3.2009.

A reunião dos presidentes Obama e Lula, na hora da sesta de um sábado de inverno, na avenida Pensilvânia, 1600, em Washington, foi uma cerimônia litúrgica, com temas aleatórios, propostas inócuas e encenações simbólicas. Como no caso das duas reuniões anteriores, com os primeiros-ministros Taro Aso, do Japão, e Gordon Brown, da Grã-Bretanha, ocasião em que foram confirmadas as velhas alianças preferenciais ou imperiais dos Estados Unidos, na Ásia, Europa e América Latina.

Não há nenhuma surpresa ou novidade neste assunto: o Brasil, por exemplo, depois da reunião, manteve a mesma posição que já tinha desde a administração Truman, até os governos de Clinton e Bush. As próximas reuniões ficarão mais difíceis, devido à radicalização fundamentalista do Estado de Israel, o esfriamento das relações com a Arábia Saudita e o esfacelamento do poder no Paquistão. Seja como for, a escolha dos convidados e a ordem das reuniões, será sempre um gesto simbólico e uma decisão exclusiva do governo americano. Mas isto não condena os convidados ao imobilismo, porque fora da Casa Branca, o mundo segue girando e mudando de forma cada vez mais surpreendente. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

O enfraquecimento tecnológico do Estado

Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Álvaro Rodrigues dos Santos 

Fonte: Jornal da Ciência    

A privatização de estatais trouxe a dissolução de equipes técnicas de altíssima capacitação e experiência

A retomada do crescimento nacional que vem sendo verificada nestes últimos anos (agora enfrentando as incertezas advindas da crise internacional) encontra o poder público planejador e contratante e a engenharia nacional fornecedora abalados por fenômenos estruturais recentes que os fragilizaram tecnologicamente e gerencialmente.

É preciso que governo e empresas tenham esses fatos em conta para que essas perigosíssimas deficiências sejam devidamente entendidas, equacionadas e superadas.

O processo de privatização de empresas nacionais nas áreas de energia, telecomunicações, transportes e infraestrutura em geral, ocorrido especialmente nos anos 90, trouxe a dissolução de equipes técnicas de altíssima capacitação e experiência constituídas nessas empresas ao longo de décadas, assim como uma temerária fragilização tecnológica de toda uma cadeia empresarial privada mobilizada por contratação das estatais e implicada na produção de estudos e projetos, na implantação dos empreendimentos e no fornecimento de insumos gerais, equipamentos e componentes. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Política Brasileira | 1 Comentário »

Gilmar e os avanços inexoráveis

Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Há uma guerra declarada do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes contra Ministério Público, Polícia Federal e juízes de primeira. Não se tente personalizar o conflito. Ele tem implicações muito mais profundas, é reflexo de um dos fenômenos mais importantes dos últimos tempos: a mudança total de paradigmas no sistema de informações do país, obrigando a uma mudança completa em hábitos políticos e empresariais consolidados.

É esse processo de transformações que está trazendo de volta o fenômeno do tenentismo. Não mais oficiais do Exército tentando derrubar o poder, mas policiais, procuradores, juízes, jornalistas independentes tentando impor o primado da lei, enquanto tribunais superiores – e o presidente do Supremo – tentam conter a onda moralizante.

Não tem volta. Apesar das invectivas de Gilmar Mendes, não tem como tapar a peneira. É o mesmo que pretender parar o tempo e o avanço da civilização.

No meu livro “Os Cabeças de Planilha”, procuro traçar paralelo entre as primeiras décadas do século e as últimas. Primeiro, a República, coincidindo com um período de esbórnia financeira global. Os chamados financistas controlam a política econômica, garantem a política de governadores – com práticas cada vez mais corruptas – ao mesmo tempo em que emerge uma nova sociedade urbana e eclodem revoltas a partir das bases do Exército – os tenentes. Essas mudanças são aceleradas pelas novas mídias – na época, o rádio, que permite a explosão da informação e da cultura urbana brasileira.

Agora se tem a volta do pêndulo repetindo o ciclo. Primeiro a esbórnia dos primeiros anos de redemocratização. Depois, a financeirização absurda, que permitiu que sistemas de crime organizado participassem dos esquemas de poder.

Postado em Conjuntura, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

Marcelo Lunus Itagiba está com medo de Protógenes

Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Paulo Henrique Amorim

O Presidente da CPI dos grampos, também conhecida como CPI dos Amigos de Dantas, adiou o depoimento do ínclito delegado Protógenes Queiroz.

O objetivo explícito é empurrar o depoimento para perto da Semana Santa e esvazia-lo. O outro objetivo é proteger Dantas, atividade superior de Marcelo Lunus e Raul Jungmann cujas campanhas foram financiadas pela Famiglia Dantas.

Há um outro objetivo não explícito. Marcelo Lunus está com medo do ínclito delegado Protógenes Queiroz. Uma das respostas que Protógenes deveria dar é sobre como o patrão de Marcelo Lunus aparece na Operação Satiagraha.

O patrão de Marcelo Lunus, Zé Pedágio, aparece ao pedir que Naji Nahas e Daniel Dantas vendam a CESP.

O Conversa Afiada pediu ao membros da CPI de Dantas que formulassem essa pergunta a Protógenes. Marcelo Lunus fará tudo o que for possível para proteger o patrão.

Mas, a informação inevitavelmente fará parte deste histórico depoimento. Como se sabe, as ligações entre Zé Pedágio e a Famiglia Dantas são do tipo genético. A irmã de Daniel Dantas financiou uma empresa da filha de Zé Pedágio em Miami.

A CPI de Marcelo Lunus transformou-se num espetáculo circense, que faz da CPI do Fim do Mundo um conclave na Capela Sistina.

Postado em Conjuntura, Política Brasileira | 1 Comentário »