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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

“My Man”

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Paulo Passarinho

Obama, o presidente dos Estados Unidos, ao chamar Lula de “meu chapa”, em meio a outras referências pessoalmente simpáticas ao nosso presidente, talvez tenha revelado, em termos políticos, um significado do que representa, hoje, o ex-operário e ex-sindicalista, no mundo da política hegemonizada pelas grandes potências.

São notórias as dificuldades em que se encontram os países líderes da Europa, o Japão e a superpotência norte-americana. A crise econômica que assola o mundo capitalista superdesenvolvido já apresenta desdobramentos inevitáveis, em termos sociais e políticos. Esforços têm sido feitos por esses países, em ações coordenadas pelos seus respectivos bancos centrais, desde o segundo semestre de 2007, para estancar uma crise que está muito longe de ser meramente uma deformação da conduta de bancos e financeiras, ou de executivos acostumados a orientar a maquiagem dos balanços das instituições que dirigem.

As populações desses ditos países do primeiro mundo possuem uma consciência de seus direitos como cidadãos, que obriga a própria direita desses países a respostas que não podem e não devem implicar retrocessos que ameacem conquistas que se consolidaram nas últimas décadas, mesmo levando-se em conta as experiências de natureza neoliberal. Leia o resto do artigo »

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Agora que saiu no “The Economist”, eu acredito!

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2009

“The Economist” reconhece equívoco das privatizações da era FHC:

Matéria da revista inglesa The Economist publicada na semana passada reconhece o equívoco de um dos principais pilares do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB): a venda indiscriminada de empresas e bancos estatais. No texto, a publicação afirma que até há pouco tempo no Brasil, acreditava-se que um fatores prejudiciais à economia brasileira seria a influência estatal no setor financeiro. Segundo a revista, entretanto, esse controle estatal é o que dá hoje ao País uma situação favorável perante os demais países e, diante da crise mundial, confere uma “situação favorável incomum ao Brasil”.

A matéria se refere à manutenção da gestão estatal, por parte do governo Luiz Inácio Lula da Silva, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), instituições financeiras líderes de empréstimos para empresas e que FHC tentou, sem sucesso, privatizar. Leia o resto do artigo »

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Lambanças Policiais

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Óleo do Diabo 

Por João Villaverde

O corregedor Amaro Vieira Ferreira, da Polícia Federal, foi indicado tempos atrás como relator do inquérito interno da PF para averiguar a conduta do delegado Protógenes Queiroz durante a Operação Satiagraha. O inquérito de Amaro vem gerando uma farra desnecessária: ele ainda não terminou suas investigações, mas trechos mil já foram vazados. Detalhe: o inquérito nasceu para investigar o vazamento e suposto favorecimento da Satiagraha à TV Globo, que foi a única empresa de comunicação a conseguir imagens dos presos pela Satiagraha, no dia 08 de julho do ano passado.

Quer dizer, uma situação ridícula se desenhou: o inquérito do vazamento foi vazado.

Mais que isso, o corregedor Amaro pratica uma série de ilações em seu relatório (que, de tão vazado, pode ser lido clicando aqui). Ao invés de investigar e apurar o suposto vazamento de Protógenes – que nada influi no resultado da Satiagraha, bom lembrar – o corregedor Amaro prefere atacar e desqualificar Protógenes – aí sim, numa tentativa de anular os efeitos da Satiagraha. Leia o resto do artigo »

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PF afasta Protógenes

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Dantas, Gilmar e Lula venceram

Paulo Henrique AmorimPor PH Amorim

O ínclito delegado Protógenes Queiroz acaba de tomar conhecimento de que foi afastado “preventivamente” da Polícia Federal, até decisão do processo administrativo disciplinar.

A pena é de suspensão ou demissão. Portaria número 247-2006 – DG-DPF, de 9 de abril de 2009.

Na prática, isso significa que ele fica em casa, recebe salário, mas não tem função.

Quem mandou prender branco de olhos azuis ?

O ato de “afastamento” foi assinado no dia em que Protógenes deu aquela surra no deputado serrista Marcelo Lunus Itagiba, na CPI.

Foi mais um acorde da orquestração para enforcar os agentes da Lei. Ainda este mês assistiremos ao “afastamento”, com suspensão e demissão, do corajoso Juiz Fausto de Sanctis.

Gilmar Dantas, segundo Ricardo Noblat, não perde uma.

Viva o Brasil!

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O cooperativismo de crédito

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Luís Nassif

Uma das consequências da atual crise mundial será uma mudança radical no sistema monetário mundial e nos sistemas bancário e financeiro. Dia desses, o economista Paul Krugman previu que a nova etapa dos bancos será marcada pela monotonia e conservadorismo – assim como ocorreu após o crack de 1929. Pouca ousadia e dinheiro barato.

O sistema financeiro brasileiro não passou pelo terremoto global. Mas as queixas quanto ao custo do dinheiro, das tarifas e às exigências de garantias excessivas – especialmente para pequenas e médias empresas – criam um impasse. Caberia ao Banco Central não apenas garantir um sistema bancário saudável mas, principalmente, que fornecesse dinheiro barato. Mas o BC foi uma das autarquias capturadas pelo setor a quem caberia a ele fiscalizar.

Um movimento que começa a crescer é o das cooperativas de crédito. Ainda representam pouco – 2% da movimentação do sistema financeiro. Na memória do sistema ainda estão presentes as lambanças de décadas atrás. E existem muitas delas criadas por grandes grupos exclusivamente para se beneficiar de isenção fiscal. Leia o resto do artigo »

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O modelo Collor-FHC

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Wladimir Pomar*

Desde que o Brasil ingressou fortemente na industrialização, na Era Vargas, houve um pacto entre os capitais estatais e os capitais privados, tanto nacionais quanto estrangeiros. Ao longo do tempo, o grau de participação do capital estrangeiro variou, seja em decorrência de problemas internacionais, seja devido a movimentos sociais pela estatização de setores econômicos, seja ainda por disputas internas entre os próprios segmentos capitalistas.

O período JK, como vimos, foi marcado por um ingresso intenso de capitais estrangeiros, embora acompanhado pelo fortalecimento relativo dos capitais estatais e privados nacionais. O regime militar, nascido com um forte discurso anti-estatal, paradoxalmente ficou marcado por uma abertura ainda maior à entrada de capitais externos (em 1985, a participação estrangeira na produção industrial havia se elevado a 31%), mas também por um intenso processo de criação de novas estatais. Leia o resto do artigo »

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Abril é mês chave para a revisão do Tratado de Itaipu

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Carta Maior 

Há mais de cinco anos o Tratado de Itaipu é contestado pelo Paraguai, o que se intensificou com a eleição de Fernando Lugo em abril do ano passado. As contas públicas do país vizinho mantêm elevada dependência da venda de sua cota de energia para o Brasil. No governo Lugo, essa demanda assumiu força de promessa de campanha. O país vizinho passou a exigir do Brasil a flexibilização da regra que obriga o Paraguai a vender seu excedente de energia ao sistema brasileiro.

Por Clarissa Pont

Abril é o mês crucial para o desenrolar do impasse entre Brasil e Paraguai sobre a energia gerada pela hidrelétrica de Itaipu. Há três meses, o Brasil ofereceu um pacote ao país vizinho, como forma de compensar sua terceira resposta negativa ao pedido de alteração no Tratado de Itaipu. A resposta deve ser entregue pessoalmente pelo presidente do Paraguai, Fernando Lugo, a seu colega Luiz Inácio Lula da Silva, durante uma visita oficial ao Brasil agendada para 29 e 30 de abril. Mesmo assim, evidências mostram que possivelmente o embróglio siga por todo este ano, prazo máximo dado pelo Paraguai para que a questão se resolva em âmbito bilateral. Depois, disso, o país já afirmou que pretende entrar em cortes internacionais para a revisão do contrato.

Clique aqui para ler na íntegra

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Sistema bancário do Brasil contribui para a exclusão social

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Estudo do Ipea mostra que a redução do papel do Estado concentrou renda de crédito

O Brasil tem um sistema bancário incompleto, que contribui para a concentração de riqueza e aumento da exclusão social. É o que mostra o estudo do Ipea divulgado por meio do Comunicado número 20 da presidência do instituto apresentado pelo presidente Marcio Pochmann em coletiva à imprensa realizada no dia 7 de abril, na sede do Ipea em Brasília.

Denominado “Transformações na indústria bancária brasileira e o cenário de crise” o estudo mostra que o esvaziamento do Estado no mercado financeiro brasileiro em nada beneficiou a inclusão social e a popularização bancária. A redução da quantidade de bancos em operação nos últimos onze anos contribuiu ainda para promover mais desigualdade regional. “Nos últimos dez anos houve uma transferência  de recursos que serviam de crédito para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil para uma maior concentração na região Sudeste”, apontou Pochmann.

Segundo o estudo, “ao contrário dos Estados Unidos, que combinou a redução na quantidade de bancos com ampliação do número de agências bancárias, o Brasil apresentou diminuição na quantidade tanto de bancos como no número de agências.”

Em 2007, por exemplo, o país possuía somente 156 instituições bancárias, enquanto a Alemanha registrou 2.130 bancos e os Estados Unidos 7.282 bancos. A principal fase de redução da presença dos bancos públicos no Brasil ocorreu entre 1995 e 2001, com uma breve interrupção entre 2001 e 2003, quando voltou novamente a perder importância relativa no total de ativos bancários. Em 2007, o Brasil tinha menos agência por brasileiro do que na década de 80, quando havia, para cada agência, cerca de 8 mil brasileiros.

A diferença regional indicada no estudo é alarmante quando se pensa em desenvolvimento de médio e longo prazo no país. “Nas regiões Norte e Nordeste, por exemplo, a relação da população por agência chega a ser quase três vezes maior do que nas regiões Sul e Sudeste”. Entre 1996 e 2006 as três regiões acumulam uma perda de 41,4% na participação relativa no total de crédito.

O custo de crédito para a população e para as atividades econômicas é alto no Brasil. Leia o documento…

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