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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

A maldição do Banco Central

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Com a economia começando a se estabilizar, voltará a lógica absurda do Banco Central: acenar com inflação futura novamente, manter juros elevados, atrair capitais externos de novo, devido à queda acentuada dos juros internacionais e à perspectiva do duplo ganho no Brasil: com juros elevados e com apreciação cambial.

Voltará o mesmo jogo de sempre e provavelmente Lula nada fará para não prejudicar as eleições de 2010. É a maldição brasileira, que poderia ser rompida agora, com a ajuda da crise internacional, mas que voltará a se repetir.

E, repetindo-se, comprovará a máxima: partidos e governos não tem projeto de país, mas apenas projeto de poder.

Na Folha, Yoshiaki Nakano mostra o erro grosseiro do BC, gerando liquidez no overnight e no mercado aberto, e escassez de crédito para o setor produtivo.

A crise foi fruto exclusivo da escasse de crédito, lembra ele. “Não foi uma crise típica iniciada pela queda no consumo, aumento nos estoques e consequente ajuste da produção à demanda. As vendas do comércio sofreram ligeira queda no último trimestre do ano nos setores afetados pela contração no crédito, mas em fevereiro já superam o nível de setembro último em 1,5%. A queda nas vendas do comércio está circunscrita a setores dependentes de crédito. Enquanto isso, a produção industrial teve queda de 13,5% no mesmo período. Esses dados são fundamentais para avaliar a estratégia de enfrentamento da crise adotada pelo governo. Leia o resto do artigo »

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Petrobras vai usar o pré-sal para fazer política industrial

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Infraestrutura: Conteúdo nacional do setor, hoje de 65%, aumentará, diz Guilherme Estrella, diretor da estatal

Por Cláudia Schüffner

A Petrobras vai incentivar a participação de empresas nacionais no negócio de petróleo no Brasil. Com o volume enorme de produção garantido nos campos da área de Tupi, na bacia de Santos, as encomendas vão ganhar escala. E o conteúdo nacional, hoje de 65%, também terá de aumentar, diz o geólogo Guilherme Estrella, diretor de Exploração e Produção da Petrobras. Ele comanda o maior orçamento – a área que “fura poço e acha petróleo”, nas palavras do ex-presidente da Câmara, Severino Cavalcanti – da estatal, com US$ 92 bilhões previstos até 2013. “O pré-sal veio dar escala para substituirmos importações”, disse Estrella ao Valor.

Ele cita como exemplo hipotético (e frisa que não é uma previsão) a construção de 50 plataformas para o pré-sal, cada uma com necessidade de consumo de 100 MW e que precisam, portanto, ter capacidade de gerar essa oferta e o fariam a partir de quatro turbinas. Nesse caso, seriam necessárias 200 turbinas para essas unidades funcionarem em alto mar, todas importadas. “Não vai ser possível recebermos, fabricada no exterior, a duocentésima turbina. É preciso fazer parcerias estratégicas com fornecedores estrangeiros para que assumam a construção no Brasil”, explica. Leia o resto do artigo »

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‘Banqueiros, usineiros e empreiteiros’ permanecem como prioridades na agenda para 2010

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Guilherme C. Delgado*    

Há forte evidência na agenda de Medidas Provisórias e outras iniciativas do Executivo no Congresso, ou ainda na ação autônoma do governo federal, de que o desenho estratégico que continua a orientar o governo Lula em 2009, preparando a sucessão de 2010, pauta-se pela mesma aliança de economia política do início do governo. “Banqueiros, usineiros e empreiteiros”, nesta ordem, como protagonistas invisíveis dos poderes da República, na feliz expressão do amigo há pouco falecido Tamás Szmrecsanyi.  

Essa aliança perseguiu, ainda que com defasagens e retardos, a inserção da economia brasileira no “boom” do crescimento da economia mundial, pela via do setor primário exportador.  

Do primeiro para o segundo mandato do presidente a tônica de prioridades vai se deslocando do sistema financeiro, para também arranjar espaços ao agronegócio e aos investimentos em infraestrutura de energia (prioridade do PAC). Mas esse movimento sempre se fez preservando uma máxima “renda mínima” aos credores da dívida pública brasileira – prioridade que restringiu o crescimento econômico a níveis bastante aquém do seu potencial de expansão.   Leia o resto do artigo »

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Mantega: o Brasil e a crise mundial

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Agravamento da Crise Mundial:

  • Crise Financeira externa continua sem solução;
  • Economia Mundial sofre forte deterioração;
  • Brasil reúne condições mais favoráveis para enfrentar crise;
  • Medidas do governo atenuam os impactos e permitirão uma saída mais favorável para o Brasil;
  • Brasil foi um dos últimos a entrar na crise e pode ser um dos primeiros a sair dela.
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Pacto de anormais

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Léo Lince*     

Antigamente, muito antigamente, a palavra “pacto” era usada para designar acontecimentos políticos de larga densidade e elevada envergadura. Era a busca, por parte de forças vivas da sociedade, em momentos de crise profunda ou de ruptura radical na ordem política, de novos caminhos para o convívio social. Coisa séria, resultante de expectativas tensas e demandas debatidas com transparência e sob o olhar vigilante da cidadania.  

Nada parecido com a estranhíssima reunião que os jornais da semana noticiaram sob a designação solene e inadequada de “Pacto Republicano”. Na semana anterior, ninguém sabia de tal evento. Tampouco ninguém sabe o que será dele amanhã. Até porque, a julgar pela versão desencontrada dos jornais, ninguém sabe ao certo do que tratou e o que foi resolvido na referida reunião.

Um jornal, a Folha de S. Paulo, abre manchete que fala em pacto contra o abuso de autoridade, na linha das exigências veiculadas pela direita togada. Outro, o Globo, fala em pacto para possibilitar o arresto de bens sem autorização judicial, que seria do interesse do Executivo. Factóide? Espetáculo que se esgota em si mesmo? Mero acerto entre autoridades que se precatam para as turbulências da crise? Acontecimento opaco, como sempre, aguça desconfianças e estimula as mais variadas especulações. 

Sobre o motivo gerador da iniciativa, ao contrário, há convergência no noticiário. Segundo está nos jornais, integrantes da cúpula do Judiciário, do Executivo e do Congresso estão insatisfeitos com a atuação de delegados, procuradores e juízes em investigações. A idéia do mal chamado “pacto republicano” teria surgido em julho do ano passado, em razão das investigações da Polícia Federal, na Operação Satiagraha. A prisão do banqueiro Daniel Dantas, tudo indica, foi o divisor de águas e o sinal de alerta que acordou as autoridades.   Leia o resto do artigo »

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Depoimento do delegado Protógenes na CPI

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Trecho da fala do delegado Protógenes na CPI:

“..E, naquele momento, recebi uma notícia que muito me orgulha, do meu Departamento de Polícia Federal, o qual, salvo engano, está executando, nesta data, neste momento, uma diligência importante nas dependências do Grupo Opportunity, realizando busca e apreensão, coleta de dados, que vão aprofundar e detalhar o esquema criminoso patrocinado por esse banqueiro já condenado, Daniel Dantas. Então, seria mais um motivo pelo qual eu não poderia atender, aí, porventura, sequer os desejos de alguns Parlamentares, mas não vou me furtar, na medida do possível, de indicar o caminho…”

Clique aqui para ler: Transcrição, na íntegra, do depoimento de Protógenes na CPI

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A reunião (do Copom) terá que ser televisionada!

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Quando será que esta maravilhosa tecnologia que é a televisão terá o uso didático e educativo para – televisionando a Reunião do Copom – revelar quais são os que defendem os juros altos, com o seu linguajar enrolado, sua insensibilidade de grande organizador das derrotas do mundo do trabalho, levando a pequena produção à falência, as cooperativas à paralisia, os assentamentos da reforma agrária ao desesperante beco sem saída e toda uma geração sem rumo para o crime? O artigo é de Beto Almeida.

 ”…a dor da gente não sai no jornal”

Luiz Reis e Haroldo Barbosa

Apesar do presidente Lula pregar a redução dos juros praticamente todos os dias, apesar do vice-presidente José Alencar reclamar diuturnamente que “o nosso discurso de campanha de 2002 ainda não chegou ao poder”, forças aparentemente misteriosas e supostamente sobrenaturais fazem com que o Brasil ainda tenha a mais elevada taxa de juros do mundo. O que acontece de fato? Inspirado no título do excelente documentário “A revolução não será televisionada”, reivindicamos aqui que o palco onde estão sendo tomadas todas as decisões para manter os juros nas alturas – a Reunião do Comitê de Política Monetária – precisa ser iluminado, precisa ser escancarado à opinião pública, precisa ser didaticamente televisionado.

É passada a hora de revelar com clareza e sem subterfúgios de um economês propositalmente indecifrável quais são estas forças que estão sabotando o presidente e o vice-presidente. É preciso um novo jornalismo capaz de revelar que forças são estas que estão sabotando os que trabalham, sabotando o pequeno empresário, sabotando o agricultor familiar, sabotando a aplicação criativa e produtiva de recursos empoçados, estagnados e esterilizados em títulos da dívida pública. É preciso que a televisão cumpra o seu papel social de esclarecer o papel anti-social e anti-nacional dos que sabotam e impedem a aplicação deste crédito empoçado na geração de empregos, seja construindo casas, estradas, hospitais, ferrovias, ou fabricando roupas sapatos, móveis e utensílios domésticos que as enxurradas levam a cada nova chuvarada. Enfim, quando será que esta maravilhosa tecnologia que é a televisão terá o uso didático e educativo para – televisionando a Reunião do Copom – revelar quais são os que defendem os juros altos, com o seu linguajar enrolado, sua insenbilidade de grande organizador das derrotas do mundo do trabalho, levando a pequena produção à falência, as cooperativas à paralisia, os assentamentos da reforma agrária ao desesperante beco sem saída e toda uma geração sem rumo para o crime? Quem é o maior criminoso? Uma juventude proibida de trabalhar e tangida para a prisão ou os que produzem as políticas que levam toda uma geração para o crime e a prisão?

Que estupendo efeito político teria sobre a sociedade brasileira a simples colocação na tela, e com explicações didáticas e compreensíveis sobre economia, de todos os que impedem que este país saia da crise pela via da produção de bens do consumo necessário, ao invés de criminosamente fazer rodar apenas a especulação estéril que tão somente cria uma república dos rentistas – a dos que enriquecem sem trabalhar – e a outra, a dos que trabalham e produzem escravizados pelos rentistas, ou gostariam de trabalhar e de produzir, se esta oportunidade não estivesse sendo criminosamente sabotada na cara de todos nós! Afinal, para que serve tanta televisão??? Afinal, para que serve uma tv pública?

Leia mais em Carta Maior

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Coisas da Política – Pedro Simon: com Dilma e contra Lula

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: JORNAL DO BRASIL

Por Tales Faria

“Em 1989, votei no Ulysses Guimarães para presidente da República, no primeiro turno, mesmo sabendo que ele viria a perder, e que no segundo turno eu votarianoLula contra o Fernando Collor de Mello. Desta vez, defendo a candidatura própria do PMDB e, se o partido aderir formalmente ao nome do governo Lula, estarei contra por princípio. Votarei até na Heloísa Helena (PSOL). Mas, no segundo turno, estarei com a Dilma Rousseff (PT) contra o José Serra (PSDB)”.
A declaração de voto acima é do senador Pedro Simon (PMDB-RS), principal cacique do partido num estado onde os peemedebistas são completamente apartados do PT e até mais próximos dos tucanos.
- Era de se imaginar que o senhor votasse no José Serra. Afinal, vocês são até amigos, não é verdade?
- Muito amigos. Tenho o maior respeito pelo Serra. Mas ele é governador de São Paulo, e não dá para aceitar mais um paulista no comando do país. Imagina: se o Serra vencer as eleições, terá direito a reeleição. Já temos 16 anos de dois paulistas: Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Com o Serra, eles podem completar 24 anos no poder. É uma loucura! Por muito menos tivemos a revolução de 30. Leia o resto do artigo »

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