Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Fonte: Paulo Henrique Amorim
Os tucanos quer em desmoralizar e desestabilizar a maior empresa brasileira para servir a seus patrões: os privatizadores. Fernando Henrique abriu a exploração aos grupos estrangeiros na esperança de destruir a Petrobrás e vendê-la.
Fernando Henrique era a favor da privatização da Petrobrás. Ele e aquele que ele chama de “brilhante”, Daniel Dantas.
Daniel Dantas recebeu de Antonio Carlos Magalhães a incumbência de estudar a privatização da Petrobrás como forma de o PFL contribuir com o governo que se iniciava, o de Fernando Henrique Cardoso.
Como primeiro passo do marketing de privatização da Petrobrás, os cérebros que cercavam Fernando Henrique iam mudar o nome da empresa para “Petrobrax”, marca evidentemente mais globalizada… O sufixo “brás” provocava comichão em Fernando Henrique, que, em entrevista à Revista Piauí, qualificou a solenidade do 7 de Setembro de “uma palhaçada” (ele deve comemorar o 4, o 9 ou o 14 de Julho, em silêncio). Leia o resto do artigo »
Postado em A questão do Petróleo, Petróleo do Pré-Sal e o Futuro do Brasil, Política Brasileira, Política Econômica | 2 Comentários »
Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
Por Lu Aiko Otta
Pressionado pela oposição, que o acusava de querer promover uma mudança na caderneta da poupança à moda do ex-presidente Fernando Collor (1990-1992), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprovou ontem as novas regras para a aplicação. Elas preservam o ganho de 99% dos poupadores.
Para quem tem até R$ 50 mil, nada muda e o rendimento até pode melhorar. Mas, para o 1% restante, onde está a classe média – que representa 40% do volume dos depósitos -, as alterações são profundas. Rendimentos acima de R$ 50 mil, hoje isentos, passarão a pagar Imposto de Renda (IR) a partir de 2010. A tributação vai variar conforme os juros básicos (Selic) e a renda do poupador.
Ao taxar só os mais ricos, o governo ganhou um discurso político. “Esse ajuste é para impedir que os grandes investidores migrem para a poupança e distorçam esse instrumento tradicional”, disse ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Queremos garantir que a poupança continue sendo um instrumento importante para o grosso da população.” Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Por Paulo Passarinho
O governo acaba de anunciar mudanças nas regras de remuneração das cadernetas de poupança e dos fundos de renda fixa.
Com a projetada queda da taxa Selic, a explicação de autoridades e analistas – caso essas medidas não fossem tomadas – é que haveria o risco de uma migração de recursos, aplicados hoje em fundos de renda fixa, para as cadernetas. Essas passariam a ser mais atraentes, pois além de garantirem uma correção de 6% ao ano, mais uma variação vinculada à TR, gozam de isenção de tributos.
Os fundos de renda fixa, por sua vez, perderiam rentabilidade frente às cadernetas, pois além da incidência de imposto de renda e de taxas de administração variáveis, dependendo do banco gestor do fundo, a redução da taxa Selic faria com que essa modalidade de aplicação financeira deixasse de ser interessante.
O prejuízo para o governo seria que, com essa alegada possibilidade de perda de recursos líquidos dos fundos, os seus títulos públicos passariam a ter maiores dificuldades de serem negociados, na medida em que são justamente os recursos aplicados nesses fundos, que viabilizam a massa de recursos aplicada pelos bancos no financiamento da dívida pública do governo, através da aquisição de títulos governamentais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Guilherme Delgado
A dimensão econômica do conjunto da política social brasileira corresponde hoje a cerca de ¼ do Produto Interno Bruto, considerados dois dos seus principais indicadores, calculados pelas contas nacionais: “Benefícios Sociais” (monetários) pagos às famílias e “Benefícios em Espécie”, imputados na renda familiar (serviços de saúde e educação básica, principalmente). No último ano em que o IBGE publicou detalhadamente esta informação (2003), os Benefícios Monetários correspondiam a 15,6% do PIB e os “Benefícios em Espécie” a 8,34%. Mas antes que o leitor pergunte sobre o Programa “Bolsa Família” neste contexto, é preciso esclarecer que este era e continua a ser muito pequeno nesse conjunto – ao redor de 0,3% e 0,4% do PIB. E de fato não tem a dimensão econômica e social que se lhe atribui na política social, muito embora tenha significado político-eleitoral especial, a ponto de merecer um tratamento governamental e midiático muito superior à sua dimensão sócio-econômica.
Esse conjunto de ações e serviços públicos, que denominamos de política social, é até certo ponto um corpo estranho para efeito das agendas de decisão política do governo federal. Também o é às análises da imprensa, que por razões compreensíveis trata apenas das ações singulares em cada domínio da política social, mas nunca do seu sentido geral. Mesmo à reflexão acadêmica, o tema política social em geral escapa à curiosidade dos Encontros Nacionais de Pós-Graduação das várias ciências sociais afins, a menos das exceções que explicam a regra. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Fonte: Valor
Por Samantha Maia
Depois de crescer de forma sustentada acima de 4% até setembro do ano passado, a produtividade da indústria brasileira começou a recuar em outubro e encerrou o período de 12 meses até março com queda de 1,8%. O resultado foi puxado pelo recuo de 1,9% na produção, pois na mesma comparação o total de horas pagas na indústria diminuiu 0,1%, segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A forte contração na produtividade poderia indicar que as indústrias, para recuperar parte da eficiência perdida, planejam, para os próximos meses, um forte corte de pessoal. A produção, contudo, responde mais rápido às mudanças econômicas que o mercado de trabalho e uma parcela expressiva da queda no volume produzido decorreu da necessidade de ajustar estoques, explicam economistas ouvidos pelo Valor. Por isso eles não esperam que as demissões sigam o ajuste expressivo observado na produção. Dessa forma, o sinal de retomada na atividade industrial dado a partir de março – quando houve manutenção da atividade, com alta de 0,7% sobre fevereiro – pode indicar que o ciclo de demissões deve chegar ao fim ainda neste semestre.
“A produção tem caído de maneira mais forte, porque as empresas estavam muito estocadas no início da crise e se empenharam para se livrar do excesso de mercadorias”, diz Fábio Romão, economista da LCA Consultores. Isso explica, segundo ele, o fato de as horas pagas não terem caído com a mesma intensidade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Por Pierre Salama
A crise financeira não deveria chegar à América Latina, segundo a maioria dos economistas e governantes: o conjunto de indicadores de vulnerabilidade melhorou na maior parte dessas economias. No entanto, ela chegou e, à medida que os dias passam, anuncia-se cada vez mais severa. Os indicadores de vulnerabilidade, portanto, não são suficientes para estabelecer prognósticos confiáveis. É necessário combiná-los com indicadores de fragilidade mais confiáveis como a apreciação da taxa cambial, as desigualdades mais elevadas. Quanto piores forem esses indicadores, mais difícil será resistir à crise, e vice-versa. Como a crise nos países desenvolvidos adquiriu um caráter sistêmico e os indicadores de fragilidade não são muito bons, suas repercussões serão consideráveis nessas economias emergentes, apesar de indicadores de vulnerabilidade terem apresentado melhoras.
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Postado em 13 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Por Roberto Pereira d’ Araujo
As idéias do francês Henri Poincaré, matemático do século 19, anos depois, resultaram na teoria do caos, com grandes implicações filosóficas. A indagação que ela tenta responder é: Afinal, o que seria o acaso?
Nas palavras do próprio Poincaré, “uma causa muito diminuta, que nos escapa, determina um efeito tão significativo que não podemos deixar de ver. Então, dizemos que esse efeito é devido ao acaso. Mas, se pudéssemos conhecer totalmente as leis da natureza e as condições iniciais, seríamos capazes de prever a situação do universo no instante subseqüente.”……
….”Porque os meteorologistas têm tanta dificuldade em prever o tempo? Por que as chuvas, as tempestades, nos parecem ocorrer por acaso, a ponto de muita gente achar perfeitamente natural rezar pedindo chuva ou sol, enquanto consideraria ridículo rezar pedindo um eclipse?
Estamos num país tropical, que, apesar de “abençoado por Deus”, tem uma meteorologia bastante incerta. Apesar dessa obviedade, freqüentemente presencia-se debates onde parece que tudo isso foi esquecido. Quem lê certas declarações pode pensar que estamos na Inglaterra, onde a única decisão para fazer uma usina gerar é alimentá-la de combustível. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Fonte: Valor
Por Sergio Leo
O Brasil sofrerá menos com a crise mundial, em parte por ter diversificado seus mercados de exportação, procurando clientes em todos os recantos do mundo. Em resposta à crise, e em consequência de um poderoso movimento internacional de deslocamento do eixo econômico do globo, o comércio do Brasil volta, porém, a concentrar-se rapidamente. Desta vez, em torno de mercados povoados por consumidores inteligentes de tez amarela e olhos puxados. A rápida ascensão da China como o principal destino das vendas brasileiras ao exterior é só um aspecto da emergência da Ásia como polo dinâmico do comércio mundial.
Nesta semana, quando chegar em Pequim, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será pressionado por integrantes do próprio governo a falar de comércio. É a Embraer, que teme perder encomendas de sua filial na China para empresas aeronáuticas, concorrentes chineses puro-sangue. São os exportadores de carne suína e frango, que consideram o empurrão presidencial fundamental para mover as forças do mercado chinês. Lula deve atender às demandas dos empresários, mas quer, também, falar de política. Leia o resto do artigo »
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