Postado em 8 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: O Globo
Por Cristovam Buarque
Diversos recursos econômicos do Brasil foram apresentados, cada um à sua época, como o caminho para o progresso nacional e a emancipação pessoal dos brasileiros: o açúcar, o ouro, o café, a borracha, a indústria. Em todos esses momentos, o futuro do país foi prometido como o resultado de uma atividade econômica central. Agora surgiu o pré-sal.
O açúcar gerou riqueza, mas não emancipou o povo do Nordeste, nem deixou o país mais civilizado. O ouro serviu mais para embelezar Portugal e enriquecer a Inglaterra do que para desenvolver o Brasil. A industrialização fez do Brasil uma potência econômica, mas ao custo de uma sociedade campeã em violência e desigualdade.
Com o pré-sal não será diferente. Depois de gastar centenas de bilhões, aproveitando toda a reserva a um preço satisfatório do petróleo, o resultado final será igual ao dos anteriores. Terá apenas duas diferenças: o custo financeiro será muito maior, sacrificando o presente; e os impactos ecológicos muito maiores, sacrificando o futuro. Como o ouro acabou, o petróleo do pré-sal acabará. Ou será substituído, como foi a borracha.
Outra vez, prisioneiro da economia baseada em recursos naturais, o Brasil não percebe que a saída está em se transformar em produtor de conhecimento: ciência, tecnologia, cultura. O único recurso capaz de superar dificuldades, substituir obsolescências e dinamizar a economia é o conhecimento: capaz de explorar o pré-sal, e mais – de inventar substitutos para o petróleo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Investigação sobre empresa no Senado e definição das regras de exploração do petróleo na Câmara mobilizam grupos de pressão
Para se defender na CPI, Petrobras terá empresa de comunicação para avaliar as notícias e escritório de lobby que acompanhe a comissão
Fonte: Folha de S. Paulo
Por VALDO CRUZ e ANDRÉA MICHAEL
Antes mesmo de começar, a CPI da Petrobras já agita a comunidade de lobistas da capital. Entre eles, a avaliação é que a comissão, se de fato funcionar, pode se transformar na maior guerra de lobby vivida pelo governo Lula dentro do Congresso Nacional.
A atenção dos lobistas não estará focada só no Senado, onde a estatal estará sob investigação. Eles atuarão também na Câmara, na guerra pela definição de regras de exploração das reservas de petróleo do pré-sal.
Na semana passada, esse cenário começou a se desenhar. Enquanto governo e oposição disputavam o comando da CPI, a Comissão de Minas e Energia da Câmara reunia empresários e especialistas para debater o novo modelo do setor.
Um lobista definiu a situação da seguinte forma: no Senado, a ordem será proteger a Petrobras e seus fornecedores. Na Câmara, aprovar um texto que atenda ao interesse dos principais atores -Petrobras e petroleiras internacionais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London junho dEurope/London 2009
O Brasil e o petróleo do pré-sal
A Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP) acaba de realizar em Brasília (27/5), no Congresso Nacional, um seminário sobre a importância para o Brasil das megajazidas de petróleo recém-descobertas na camada de pré-sal da plataforma continental. Discutiu também a urgente necessidade de mudar a lei de petróleo em vigor para que essa riqueza – que pela Constituição pertence aos brasileiros – seja usufruída pelo povo brasileiro e usada no desenvolvimento sustentável do Brasil.
O motivo deste email é a necessidade de multiplicarmos por todo o país essa discussão que não interessa as petrolíferas internacionais. Elas vieram para cá no final da década de 90 depois que Fernando Henrique Cardoso sancionou a lei 9.748/97, que quebrou o monopólio instituído em 1953 por Getúlio Vargas, vulnerabilizando a Petrobrás; criou a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e autorizou a mesma ANP a promover, como ela vem fazendo, leilões entreguistas de “blocos exploratórios”.
Hoje a Shell já produz e exporta – pagando tributo vil – o petróleo de Campos.
Os nacionalistas precisam se mobilizar como aconteceu na campanha “O Petróleo é Nosso” que criou a Petrobrás, porque os interesses envolvidos são imensos e mais do que nunca é necessário que os cidadãos de bem sejam esclarecidos sobre os reais interesses do Brasil na questão – papel que a grande mídia não faz.
Daí a idéia de multiplicarmos por estados e municípios o debate sobre esses assuntos promovendo seminários voltados para a questão do petróleo e do marco regulatório. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Aqui na França, pegou mal as autoridades brasileiras apresentarem pedaços de madeira como peças possíveis do Airbus. Trata-se de um avião e, não, de uma jangada!
Leia mais: Conversa Afiada
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Postado em 7 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Monitor Mercantil
Em palestra na UFRJ, o delegado da Política Federal Protógenes Queiroz, acusou o então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, e o então presidente do Banco Central (BC), Armínio Fraga, de fraudarem a dívida pública:
“Como policial federal, tive acesso a investigações sobre a dívida externa. Houve muita fraude, ninguém foi punido. Houve até quem virasse presidente do BC”, disse, referindo-se a Fraga.
Segundo Queiroz – afastado de seus funções após investigar o Banco Opportunity – o esquema contou com articulações internacionais, em paraísos fiscais e até na França.
“Quando esteve exilado na França, FH se envolveu na falsificação de títulos da dívida externa”, acusou.
O delegado, no entanto, se recusou a entrar em maiores detalhes naquele momento. “Isso daria uma outra palestra específica”, argumentou.
Queiroz creditou ao atual ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, a coordenação da Operação Guarda-chuva, de 1992, que, segundo ele, teria resultado nos programas de privatizações da década de 90: “A Operação Satiagraha descobriu esse acordo. Daniel Dantas foi irrigado por dinheiro de fundos de pensão. Chegou a administrar US$ 1 trilhão no governo FH. Participam também grupos internacionais, como o Citygroup.”
O delegado acusou Daniel Dantas de ter 1.400 concessões do subsolo brasileiro, que estaria revendendo a estrangeiros e parte da imprensa de estar “a mercê de uma justiça elitista”.
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Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Agência FAPESP
Por Jussara Mangini
O abacateiro pode ser uma nova alternativa para a produção de biodiesel, de acordo com estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Segundo eles, o abacate apresenta vantagem em relação a outras oleaginosas estudadas ou usadas para a produção de biocombustível, como a soja. O motivo é que do mesmo fruto é possível extrair as duas principais matérias-primas do biodiesel: óleo (da polpa) e álcool etílico (do caroço).
“O objetivo principal da pesquisa era a extração do óleo para produção de biodiesel. Mas, ao tratarmos o resíduo, que é o caroço, conseguimos obter álcool etílico. Isso, por si só, é uma grande vantagem, já que da soja é extraído somente o óleo e a ele é adicionado o álcool anidro”, explicou Manoel Lima de Menezes, professor do Departamento de Química da Faculdade de Ciências da Unesp, em Bauru, e coordenador da pesquisa que teve apoio da FAPESP na modalidade Auxílio a Pesquisa – Regular.
O Brasil é o terceiro produtor mundial de abacate, com cerca de 500 milhões de unidades produzidas por ano. Cultivado em quase todos os estados, mesmo em terrenos acidentados, a produção se dá o ano todo, com 24 espécies que frutificam a cada três meses. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2009
O Desemprego Zero agradece a opinião e concorda que a atividade agrícola, especialmente de pequenos produtores precisa de subsídios em todos os países, por motivos sociais e até ambientais, pois com o subsídio o governo pode induzir o melhor zoneamento econômico ecológico, como faz a União Européia. Gustavo Antônio Galvão dos Santos
Por ROBERTO IVAN ROVAGNELLI*
MAIS RESPEITO AO PRODUTOR RURAL Previsões, Estimativas, Perspectivas, etc…., a agricultura sempre responsável pelo equilíbrio da balança comercial, porém a renda e a qualidade de vida do produtor rural vem caindo vertiginosamente a cada ano que passa, o que para muitos é uma MAROLINHA, para nós produtores rurais, principalmente os que produzem alimentos, enfrentamos TORNADOS, FURACÕES, TSUNAMES, TERREMOTOS etc…., dificilmente conseguimos uma aposentadoria, muitos aposentam com apenas um salário mínimo ou até mesmo através do LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social). Será que existe hoje no país uma classe mais desprezada que esta, o gerente do banco evita atender, o comercio não o vê com bons olhos, o atravessador fica com o lucro e o governo explora e ainda o faz de idiota. O produtor brasileiro necessita urgente de respeito em primeiro lugar e uma política agrícola séria, assim como é feita nos paises desenvolvidos, se quisermos exportar muito e termos ainda alimento barato dentro do País é preciso de SUBSIDIOS JÁ! Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: O Globo
Por Eduardo Rodrigues e Martha Beck
Resultado foi o maior em 13 meses e foi influenciado por investimentos
A entrada líquida de dólares no país em maio foi a maior registrada nos últimos 13 meses e responde pela forte desvalorização da moeda americana frente ao real no período. Segundo dados divulgados ontem pelo Banco Central (BC), o superávit cambial no mês alcançou US$ 3,134 bilhões, o melhor desempenho desde os US$ 6,723 bilhões de abril do ano passado. Além do saldo comercial de US$ 1,551 bilhão no mês, o resultado foi inflado pela entrada em massa de investimentos de portfólio, que levaram a conta financeira a ficar positiva em US$ 1,583 bilhão, após 13 rombos consecutivos.
O presidente do BC, Henrique Meirelles, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afinaram o discurso e disseram que a enxurrada de moeda estrangeira é positiva, pois está voltada a investimentos em ações e no setor produtivo. Apesar de o real forte prejudicar as exportações, eles garantiram que o governo não deve voltar a cobrar Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre capital externo. Leia o resto do artigo »
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