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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

Argentina está melhor que o Brasil na crise

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

No primeiro trimestre de 2009, a balança comercial foi positiva, mostrando um superavit de 3.900 milhões de dólares. Por outro lado, a conta capital e financeira continuou a sua tendência descendente e fechou com um déficit de 1.831 mil

No primeiro trimestre de 2009, a balança comercial foi positiva, mostrando um superavit de 3.900 milhões de dólares. Por outro lado, a conta capital e financeira continuou a sua tendência descendente e fechou com um déficit de 1.831 mil dólares.

Embora o balanço de conta corrente foi positivo, é importante esclarecer que não foi devido ao aumento das exportações, mas uma forte queda das importações.

E.U. Exportação de serviços e para o primeiro trimestre de 2009, enquanto as importações diminuíram 26% o fizeram a uma taxa de 35%. Este diferencial é a razão para a queda excedente comercial. Algo comum em épocas de recessão, quando a demanda por produtos importados é reduzida, não só de bens de consumo, mas principalmente na capital e insumos.

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POR QUE 80% DOS EMPREGOS GERADOS NO BRASIL SÃO DE APENAS E TÃO SOMENTE DE ATÉ 2 SALARIOS MÍNIMOS?

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

 Por Geraldo Serathiuk*

              Ao ler informações do movimento sindical sobre a situação dos salários no Brasil, proponho uma reflexão. A elite brasileira impôs historicamente um projeto de desenvolvimento para o Brasil baseado na exportação de matéria-prima (açúcar, farelo, madeira, minério, carne in natura etc.), sem transformação e agregação de valor aos nossos produtos, o que nos colocou muito mal na divisão internacional do trabalho e ainda nos trouxe degradação ambiental, concentração da terra, migração para as grandes cidades e criminalidade.

          Por isso para o povo brasileiro: “80% dos empregos gerados no Brasil são de no máximo 2 salários mínimos ou para os que não conseguem um emprego, o Estado como caixa de compensação e de estabilização do setor produtivo, que usa da mais alta rotatividade de mão de obra do mundo para pagar baixos salários, oferece uma bolsa compensatória ou assistencial,  para manter este modelo de exclusão e concentração da riqueza, e caso não se aceite, polícia e presídios, para os que seguem outro caminho”.  Leia o resto do artigo »

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Lula, modernidade e atraso

Postado em 25 dEurope/London junho dEurope/London 2009

A política tradicional e Lula, o pragmático

Por Maria Inês Nassif

Fonte: Valor Econômico

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem grande senso prático, como registrou essa semana o presidente americano, Barack Obama. O excesso de pragmatismo, no entanto, incorporou como normalidade ceder (e muito) em negociações – públicas, legislativas – que incluem claros e notórios interesses privados e expor-se constante e publicamente para manter o status quo de setores e personagens ligadas à política tradicional. O senso prático do governo petista acabou resultando numa soma de movimentos contraditórios que em algum momento forçarão Lula a escolhas que tenta evitar.

O resultado dos programas de distribuição de renda foi a surpresa do primeiro mandato. A injeção de recursos em comunidades muito pobres, que tradicionalmente mantiveram as oligarquias regionais com seus votos, provocou uma mudança estrutural. Os ganhos de cidadania nessas regiões, em especial nas de fraca urbanização, minaram o poder da política tradicional. Está se formando uma geração de políticos apartada das lideranças locais e com forte apoio comunitário, ligada a partidos com maior preocupação social. Essa mudança começa a se delinear e se firma numa relação político-eleitoral da qual foi eliminada a mediação dos chefes políticos locais.

O movimento é outro na política institucional. O pragmatismo de Lula evita o confronto direto com os políticos de sua base de apoio. Assim, o mesmo presidente que viabiliza uma revitalização política nas regiões antes dominadas pela política tradicional, retirando o poder de intermediação do seus chefes, reinventa esses políticos quando eles são parceiros na política nacional. Uma vez acomodados na base de apoio parlamentar do governo, os políticos em declínio nas suas bases voltam a elas pelas mãos do presidente. Leia o resto do artigo »

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Emir Sader: crise não marcará fim do capitalismo

Postado em 25 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Carta Maior

Para Emir, é preciso analisar a crise atual “sem analogia mecânica” com, por exemplo, a crise capitalista de 1929. “Já chegaram a dizer até que agora vem guerra. Guerra entre quem?”. A seu ver, a crise deve ser entendida nos marcos da trajetória do capitalismo no século 20. Como contrapartida, a crise trouxe novos parâmetros para o debate: “A História voltou a ficar aberta – se é que já chegou a fechar. As alternativas para a esquerda estão mais abertas que antes”, defendeu durante seminário promovido por PT, PC do B, Fundação Maurício Grabois, Fundação Perseu Abramo e Corint.

André Cintra – Vermelho

“É verdade que a hegemonia americana se enfraquece. Mas não aparece no horizonte nenhum país candidato a potência que possa substituir os Estados Unidos”, disse Sader às cerca de 250 pessoas presentes no Hotel Braston, em São Paulo, no seminário promovido por PT, PCdoB, Fundação Maurício Grabois, Fundação Perseu Abramo e Corint.

Como contrapartida, ele afirmou que a crise trouxe novos parâmetros para o debate: “A História voltou a ficar aberta – se é que já chegou a fechar. As alternativas para a esquerda estão mais abertas que antes.” Leia o resto do artigo »

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Antonio Candido: USP trouxe revolução cultural e social

Postado em 25 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania 

FonteFoNa exposição feita no Ato de Protesto contra a invasão policial no campus da USP, o crítico literário e professor emérito da USP Antonio Candido fez várias referências aos primeiros tempos da universidade.

A imprensa noticiou com grande destaque a presença de Antonio Candido no Ato, até mesmo os órgãos que se posicionaram favoravelmente à presença da polícia no campus. Este mesmo noticiário não deu, no entanto, a essa parte da sua fala o destaque que ela merece.

Considerando a relevância das referências desse grande intelectual aos primeiros tempos da USP para a retomada do sentido maior de uma universidade pública, o Correio da Cidadania obteve de Antonio Candido um depoimento exclusivo, que os leitores podem acompanhar a seguir. Leia o resto do artigo »

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O BC, câmbio e juros

Postado em 24 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Dois preços fundamentais da economia são os juros e o câmbio. Ambos interferem em quase toda a atividade produtiva. Um aumento nos juros, por exemplo, pode inviabilizar totalmente planos de investimento. Ou inviabilizar negócios, depois de iniciados. Alterações bruscas no câmbio mudam completamente o cenário de uma empresa. Da noite para o dia pode tornar seu produto mais caro que o importado ou mais barato. Se mais barato, a empresa não avançará em projetos de investimento e ampliação se não tiver a garantia de que a relação de preços se manterá inalterada.

Por isso mesmo, é papel de qualquer Banco Central competente não apenas manter juros e câmbio em um nível que estimule a produção e o emprego (sem descuidar da inflação) mas, principalmente, impedir a volatilidade – isto é, a variação excessiva desses preços.

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Emprego formal reage, mas saldo na crise ainda é negativo

Postado em 24 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Folha de S. Paulo 

TODOS OS SETORES VOLTARAM A CONTRATAR NO MÊS PASSADO; INDÚSTRIA TEM A REAÇÃO MAIS LENTA, COM SALDO POSITIVO DE APENAS 700 EMPREGOS 

Apesar do crescimento na criação de vagas pelo 4º mês consecutivo, total de postos de trabalho fechados desde novembro supera 500 mil 

Por Juliana Rocha 

A geração de empregos de maio foi a maior desde o agravamento da crise financeira, em setembro de 2008. No mês passado, foram gerados 131,6 mil postos de trabalho com carteira assinada, no saldo de contratações e demissões. Apesar de a criação de novos empregos ter crescido pelo quarto mês consecutivo, ainda não foi suficiente para compensar as demissões feitas nos três meses em que a crise afetou o mercado de trabalho no Brasil. De novembro do ano passado a janeiro deste ano, foram fechados 797,5 mil empregos formais. De fevereiro a maio, foram criados 281,8 mil postos. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho. O economista Fábio Romão, especializado em mercado de trabalho, afirma que as demissões feitas no auge da crise só serão zeradas em setembro, ou seja, a geração de empregos será igual aos postos de trabalho fechados. Os cálculos levam em consideração as variações sazonais, como a alta do desemprego em dezembro. O ministro Carlos Lupi (Trabalho) disse que em junho a criação de vagas será ainda maior que a de maio e deverá ficar próxima de 200 mil postos. Ele acredita que a indústria de transformação e a construção civil puxarão as contratações com carteira assinada. Lupi cobrou dos colegas de governo medidas que continuem incentivando a economia e, consequentemente, o aumento do emprego. “Precisamos continuar com a redução de juros, as medidas de estímulo ao crédito, as ações anticíclicas para estimular o consumo.” Leia o resto do artigo »

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Brasil trata agora de acertar agenda com os EUA

Postado em 24 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Valor

Por Sergio Leo

Menos de duas semanas após a reunião presidencial dos Bric, Brasil, Índia, China e Rússia, apontados como as futuras potências mundiais, o governo brasileiro começa a acertar sua agenda com o país de maior poder do planeta, os Estados Unidos. Na próxima semana, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, viaja a Washington, para reunir-se com o secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner. Além de ouvir de Geithner a avaliação do governo Barack Obama sobre a crise financeira, Mantega quer acertar com ele uma agenda conjunta, para as Américas e para as instituições multilaterais.

Mantega mantém reserva, ainda, das propostas que pretende discutir com Geithner. Se provocado, certamente dirá que a equipe econômica do governo Lula não trabalha com alterações tão cedo na arquitetura monetária mundial, que mantém o dólar como principal moeda de reserva e referência nas transações do planeta. Leia o resto do artigo »

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