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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

Dantas abasteceu caixa do mensalão, diz Procuradoria

Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fui alvo dos dois ataques de Diogo Mainardi pela Veja – edição que saiu com 12 páginas de publicidade de empresas de Dantas – quando comecei a apontar as ligações dele com o valerioduto.

Respondi ao ataque, recebi 50 e-mails de apoio, nenhum publicado no Painel do Leitor, nenhuma manifestação de solidariedade. E a recomendação de Otávio Frias Filho para que não prosseguisse mais com a polêmica.

O tema desapareceu do jornal nos meses seguintes. Só havia espaço para os factóides criados pelo Opportunity. Leia mais no blog do Luís Nassif…

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Hidrelétricas brasileiras na Amazônia peruana

Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania  

Por Marc Dourojeanni    

No rápido processo de ocupação da Amazônia peruana, caracterizado durante as últimas décadas por infra-estrutura viária, exploração petrolífera e aurífera, ademais da rápida expansão das atividades agropecuárias e florestais, tem surgido outro elemento determinante.?Trata-se da exploração de seu potencial hidrelétrico. Os presidentes Alan García, do Peru, e Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, lançaram formalmente, em 28 de abril de 2009, a proposta que deve culminar com a operação de um número indeterminado de grandes represas nos rios da Amazônia alta peruana que, segundo informado, deve principalmente abastecer a demanda energética do Brasil.  

O memorando de intenções assinado pelos presidentes permite que o Brasil estude, financie, construa e opere até seis grandes hidrelétricas em território peruano para abastecer suas necessidades de energia, comprando do Peru grande parte da energia produzida.?As hidrelétricas escolhidas pelo Brasil são Inambari (2.000 MW), Sumabeni (1.074 MW), Paquitzapango (2.000 MW), Uru-bamba (940 MW), Vizcatan (750 MW) e Chuquipampa (800 MW), incluindo ainda as linhas de transmissão correspondentes que seriam integradas ao sistema brasileiro.   Leia o resto do artigo »

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Fora do governo Lula, Mangabeira avalia até concorrer com Dilma

Postado em 6 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Ex-ministro de Assuntos Estratégicos nega ter abdicado de suas ambições políticas para 2010 ao voltar para Harvard

Filiado ao PRB, Mangabeira diz que saída de secretaria lhe dá “mais liberdade” para viajar pelo país, sem as amarras do cargo ministerial

Fonte: Folha de S.Paulo

Por ELIANE CANTANHÊDE
 

O professor e ex-ministro Roberto Mangabeira Unger saiu da Secretaria de Assuntos Estratégicos para voltar a lecionar em Harvard, mas não abdicou de suas ambições políticas. Ontem anunciou que está disposto a retomar suas viagens pelo Brasil ainda neste semestre e avalia todas as possibilidades, inclusive a de se candidatar à Presidência da República no ano que vem.
Falando à Folha por telefone, dos Estados Unidos, Mangabeira disse que sente “muito afeto” pela ministra Dilma Rousseff, candidata da preferência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sua sucessão, mas que não descarta ser adversário dela. Leia o resto do artigo »

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Uma ameaça ao emprego

Postado em 6 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Numa sessão marcada por discursos emocionais e pelas manifestações de 700 sindicalistas, uma comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de redução da semana de trabalho de 44 para 40 horas normais. Pelo mesmo projeto, uma proposta de emenda à Constituição (PEC), a hora extra passará a custar 75% a mais que a hora normal de trabalho. Atualmente o adicional é de 50%. Segundo defensores da proposta, em tramitação desde 1995, a redução do tempo de trabalho deverá elevar a qualidade de vida dos assalariados e propiciar a criação de empregos. De acordo com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro Neto (PTB-PE), as duas medidas causarão aumento de 10% a 15% nas empresas com grande uso de mão de obra e tornarão mais difícil criar empregos. Leia o resto do artigo »

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Plano Real, 15 anos

Postado em 4 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Luiz Gonzaga Belluzzo

Fonte: CartaCapital

Em sua concepção essencial, o Plano Real seguiu o método básico utilizado para dar fim à maioria das “grandes inflações” do século XX: recuperação da confiança na moeda nacional pela garantia de seu valor externo. A “âncora” foi, como é amplamente reconhecido, a estabilização da taxa de câmbio nominal, garantida por financiamento em moeda estrangeira e/ou por um montante de reservas capaz de desestimular a especulação contra a paridade escolhida. Isso foi possível graças à deflação da riqueza mobiliária e imobiliária observada já no fim de 1989 nos mercados globalizados. A recessão americana, que se prolongou até meados de 1992, e o “estouro” da bolha especulativa japonesa foram fatores que exigiram grande lassidão das políticas monetárias. O propósito era tornar possível a digestão dos desequilíbrios correntes e do balanço patrimonial de empresas, bancos e famílias, atingidos pelo colapso do exuberante surto de valorização de ativos que se seguiu à intervenção salvadora de 1987.

No momento da reforma monetária, as reservas brasileiras eram superiores a 40 bilhões de dólares, correspondente a dezoito meses de importação, mais do que suficiente para amparar a fixação do câmbio como instrumento da política de estabilização. A partir daí, até a crise de 1998/1999, as reservas chegariam a quase o dobro do último valor, sustentando e renovando a aposta na ancoragem cambial. No momento do Plano, o superávit comercial era de 13,3 bilhões de dólares e o déficit em transações correntes, de apenas 592 milhões de dólares.

Na partida do Real, a situação financeira do setor público brasileiro era invejável, uma vantagem com que nenhum dos planos anteriores pôde contar. Portanto, o ajuste fiscal e de endividamento público foi feito antes. Em 1993, os resultados primário e operacional eram superavitários e a dívida líquida total e mobiliária, modesta em proporção ao PIB. Leia o resto do artigo »

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Produção industrial em maio de 2009: recuperação gradual

Postado em 4 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Na avaliação do IEDI, o comportamento da produção em maio confirma que a indústria reage positivamente de forma firme e mais generalizada, apoiada na demanda interna. Há sinais mais consistentes de que a indústria se ajustou, o que deve abrir caminho para uma recuperação em ritmo que poderá ser mais forte no segundo semestre deste ano se as condições da economia internacional permitirem. As medidas anticíclicas recém-anunciadas pelo governo – prorrogação da desoneração de impostos para automóveis, motos, linha branca, material de construção e caminhões, farinha de trigo e pão e a redução de imposto para bens de capital, e, sobretudo, a redução do custo dos financiamentos do BNDES para a compra de máquinas e equipamentos – devem favorecer essa reação da indústria. Leia mais…

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Inovação e desenvolvimento em tempos de crise

Postado em 4 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo L. Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil (04/07/09)

A preocupação de parcelas expressivas do empresariado brasileiro com a temática da inovação merece destaque positivo. Os debates iniciaram-se há algum tempo, porém a crise econômica presente reforça a necessidade de se passar rapidamente do discurso à prática.

Chama a atenção o fato de apenas 28% do empresariado conhecer as linhas específicas de crédito do BNDES. A pesquisa foi realizada pela Fiesp para sondar como anda o conhecimento dos empresários sobre a Lei de Inovação, de dezembro de 2004. Esta, por sua vez, ainda é muito pouco conhecida pelo empresariado.

Um arcabouço institucional capaz de estreitar a colaboração entre academia e empresariado chegou a entusiasmar no primeiro momento. No entanto, mudanças de mentalidades demandam tempo e esforços coletivos. Esse parece ser um momento oportuno para tanto, pois a crise econômica presente demanda políticas públicas mais ousadas no campo dos estímulos à inovação e ao desenvolvimento. Leia o resto do artigo »

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Crise do Senado reflete profunda ‘coronelização’ dos partidos políticos

Postado em 3 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por  Valéria Nader e Gabriel Brito   

Afundando num mar de lama e barbaridades republicanas, os brasileiros se perguntam, sem conseguir respostas, o que mais será necessário acontecer para que um dia tenhamos instituições minimamente respeitáveis. Em entrevista ao Correio da Cidadania, o filósofo Roberto Romano procura destrinchar aspectos que moldaram o perfil e os costumes do que se chama democracia no país.  

Romano lembra que um fator preponderante para a decadência dos parâmetros éticos é a peculiar confluência brasileira entre burocracia e relações de favor, em tese campos opostos da vida cotidiana. O professor da Unicamp ressalta que, após o engessamento causado por nossas ditaduras do século 20, o público ainda vive um lento processo de tomada de consciência, que ao menos vem servindo para elevar o nível de indignação das pessoas. Ademais, coloca na berlinda o atual papel do Senado, que num regime bicameral poderia se tornar menos representativo, com apenas um eleito por estado.  

Para ele, proceder a uma autêntica reforma política, cuja condição principal seria democratizar os processos decisórios internos de cada partido, é questão de ‘salvação nacional’, único modo de acabar com a onda de despolitização e descaracterização da própria prática política A única maneira de não vermos, como nas palavras do próprio, obscenidades como a imagem de Lula, Collor, Sarney e Calheiros em risos de bons confrades.   Leia o resto do artigo »

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