Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2010
O crescimento nas pesquisas eleitorais da pré-candidata do PT à Presidência, ministra Dilma Rousseff, ante a estagnação de seu provável adversário, o governador de São Paulo José Serra (PSDB) tem impressionado os diretores dos quatro principais institutos de pesquisa do País. Márcia Cavallari, do Ibope, João Francisco Meira, do Vox Populi, Mauro Paulino, do Datafolha e Ricardo Guedes, do Sensus, estiveram reunidos em São Paulo na tarde desta segunda-feira, 22, para debater o cenário eleitoral, em evento da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas. O professor Marcus Figueiredo, do Iuperj também esteve no debate, mediado mediado pela jornalista Cristiana Lôbo. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2010
Vale a pena confrir os dados. Não é que o governo Lula desenvolveu todo o potencial de mudança que o pais tem. Ele continuou limitado por muitos acordos políticos, econômicos e sociais. Mas a verdade é que foi muito mais positivo que o governo FHC, sem falar na sua política externa que abriu um campo de avanço político na região extremamente positivo. Clique aqui para conferir os dados do Economist.
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Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2010
Estudo sobre a recente evolução do sistema bancário mostra que instituições nacionais tiveram maior eficiência. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por Maria Inês Nassif
A popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está longe de ser o único dos problemas do quase candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra. Paulista e governador do Estado mais rico da Federação, Serra carregará o carimbo de origem para os palanques nas outras unidades federativas no momento em que a aversão à política paulista se generaliza. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2010
Recomendação da Unesco é que o país aplique 8% do produto interno bruto
Em 2008, o investimento público em educação foi de 4,7% em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), um crescimento de 0,2% em comparação com o ano anterior. Em valores, foi algo em torno de R$ 140 bilhões. É o que aponta estudo divulgado nesta terça-feira (16) pelo Ministério da Educação. A série histórica indica que entre 2000 e 2008 o percentual passou de 3,9% para 4,7%, com alguns períodos de estabilidade e até de queda. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2010
As deficiências existentes no ensino médio brasileiro foram apontadas pelo diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp), Carlos Henrique de Brito Cruz, como causa principal da escassez de mão-de-obra especializada nas áreas de engenharia no país. Ele foi um dos participantes da audiência pública sobre os desafios, necessidades e perspectivas da formação e capacitação de profissionais da área de engenharia no Brasil, promovida pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), nesta segunda-feira (15). Clique aqui para ler mais.
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Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por José Paulo Kupfer
Começa, nesta terça-feira, a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que decidirá amanhã a taxa básica de juros a vigorar até o fim de abril. Entre as pitonisas do mercado financeiro, há uma divergência em relação ao momento em que o Copom decidirá dar início a um novo ciclo de elevações nos juros. Entre os analistas, a tendência dominante, mas não esmagadora, é a de que a retomada das altas não se dará agora em março, mas na próxima reunião, prevista para 27 e 28 de abril. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2010
Ante a deterioração do mercado de trabalho nos anos 90, os ideólogos do PSDB culpavam os trabalhadores
Esqueçam o que eu fiz. Poderia ser essa a resposta de Fernando Henrique Cardoso sobre o tema geração de empregos. A vantagem de Lula nesse quesito é abissal.
Enquanto a economia no período de FHC criou 797 mil postos de trabalho com carteira assinada, sobretudo após a recuperação entre 2000 e 2002, quando a desvalorização do real impulsionou as exportações, na era Lula foram quase 9 milhões de empregos formais. A taxa de formalização pela primeira vez ultrapassou a marca de 50% da força de trabalho. O fenômeno recente derruba mais um dogma dos anos 90 alimentado pelos neoliberais: o de que a economia globalizada havia decretado a morte dos empregos com carteira assinada. Foi o tempo em que o ministro do Trabalho de FHC, Edward Amadeo, lançou o neologismo “inempregável”, como se a culpa da falta de vagas fosse de quem buscava uma colocação e não dos problemas da economia. Outro herói do período foi o economista José Pastore, da USP, sempre pronto a defender uma maior flexibilidade das leis trabalhistas ante a nova realidade. Clique aqui para ler mais.
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