Postado em 9 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Roberto Mangabeira Unger
A tarefa do Brasil agora é começar a construir modelo de desenvolvimento baseado em ampliação de oportunidades para aprender, para trabalhar e para produzir. Modelo que faça da ampliação de oportunidades econômicas e educativas o motor do crescimento e que afirme a primazia do interesses do trabalho e da produção.
A construção deste modelo é a maneira — a única maneira eficaz — de superar a contradição que continua a acorrentar o Brasil. Num país que exibe vitalidade criativa e empreendedora desmesurada, a maior parte dos brasileiros continua sem ter os instrumentos para criar ou empreender. Por consequinte, desperdiça-se muito desta energia humana. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Indicadores de corrupção utilizados pelos principais institutos internacionais mostram que, nos últimos dez anos, o Brasil não conseguiu melhorar seu desempenho nesse quesito. Em algumas pesquisas, inclusive, a realidade brasileira piorou no período. Clique aqui para ler mais na BBC Brasil.
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Postado em 8 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Depois de uma queda significativa no início do ano, a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não para de subir e já encosta no recorde da série histórica da pesquisa CNI-Ibope. Leia mais na BBC Brasil.
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Postado em 7 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Fonte: Carta Maior
Durante entrevista coletiva conjunta com a chanceler alemã Ângela Merkel, o presidente brasileiro disse que se os Estados Unidos e a Rússia quiserem de fato pressionar um país já de “forte presença internacional” como o Irã, eles devem começar por diminuir de modo significativo os próprios arsenais nucleares. Já o Brasil, continuou o presidente, pode falar de cátedra, por ter na sua Carta Magna artigo que proíbe a construção de armas nucleares. O artigo é de Flávio Aguiar.
Por Flávio Aguiar – Cobertura compartilhada: Rede Brasil Atual/Revista do Brasil – Carta Maior
“Quem tem moral para falar com o Irã é o Brasil”: essa declaração do presidente Lula, em sua visita oficial a Berlim, contem algumas das palavras-chave de sua presença na capital alemã. Ela surgiu durante a entrevista coletiva que ele e a chanceler (equivalente ao cargo de primeiro-ministro) Ângela Merkel deram no prédio da chancelaria alemã, perante quase uma centena de jornalistas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Atual secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa deverá ter papel importante na campanha de Dilma Rousseff, caso se viabilize sua candidatura à Presidência
O formulador
Nelson Barbosa, antiliberal pragmático, é o preferido de Dilma para coordenar o programa econômico, caso ela dispute a presidência
Fonte: Correio Braziliense
Por Ricardo Allan
Caso sua candidatura à Presidência da República se viabilize, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, não vai abrir mão de ter no núcleo de sua campanha o atual secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa. Para alguns colegas de governo, ela já deixou claro que o quer como coordenador do programa econômico. Por enquanto, Barbosa tem repetido que prefere continuar à frente da secretaria até o fim do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas interlocutores próximos asseguram que, apesar do cansaço, o titular da SPE aceitará o desafio caso enxergue nele uma possibilidade de garantir avanços nos resultados obtidos nos últimos sete anos.
“Nelson Barbosa gosta de encarar algo que o estimule intelectualmente. Os desafios na consolidação e aperfeiçoamento deste bom momento brasileiro no cenário pós-crise são suficientes para animá-lo a topar a parada. Com certeza, ele quer continuar influindo nos destinos do país”, diz um expoente do governo. Desde que coordenou o programa econômico na campanha de Lula pela reeleição, em 2006, Barbosa vem ganhando espaço como uma das maiores referências na área dentro do PT. Não porque o partido tenha quadros muito fracos em economia, o que de fato ocorre. Mas sim porque o secretário se destacou na posição de principal formulador da política econômica. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
Pesquisa feita no Brasil mostra que 80% sentiram efeitos no clima; e 89% disseram que eles são ruins
Por Herton Escobar
O Brasil deve fazer sua parte no combate ao aquecimento global, mesmo que outros países – inclusive aqueles com muito mais responsabilidade sobre o problema – não façam nada a respeito. Essa é uma das conclusões de pesquisa realizada pelo Instituto Análise, a pedido do Estado, a respeito da percepção dos brasileiros sobre as mudanças climáticas.
Sete em cada 10 entrevistados (68%) disseram que o Brasil deve agir independentemente da postura de outras nações, enquanto que 29% afirmaram que o País só deve se movimentar à medida que outros países, como Estados Unidos e Inglaterra, também fizerem sua parte.
A pesquisa ouviu mil pessoas de todas as regiões e níveis de escolaridade. Nove em cada dez entrevistados (88%) já ouviram falar do aquecimento global. E 80% disseram ter notado alguma mudança climática nos últimos anos. Desses, 89% classificaram a mudança como ruim para a região onde mora. Quanto maior o nível de escolaridade, maior a percepção do problema. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Luiz Gonzaga Belluzzo
O artigo de Cesar Benjamim sobre o filme Lula, o Filho do Brasil, publicado na Folha de S. Paulo em 27 de novembro, caiu na armadilha de transformar a crítica política em character assassination.
O leitor há de concordar que a prática não escasseia nas mídias contemporâneas. Seja como for, o artigo de Benjamim suscitou uma controvérsia que envolveu o “grande jornalismo” e seus “inimigos” abrigados nos blogs da internet. Com exceções honrosas, graças aos céus não tão raras, o debate foi dominado por argumentos ad hominem, num jogo de espelhos em que os defensores do bom jornalismo começam por violar as regras recomendadas ao adversário ou “inimigo”. Em alguns cantos e tantos recantos, Benjamim foi massacrado impiedosamente, numa retorsão que só abastarda o padrão já miserável em que se desenvolveu a contenda.
Talvez Paul Virilio, importante pensador francês da atualidade, tenha exagerado ao observar que, na moderna sociedade capitalista de massas, a mídia é o único poder que tem a prerrogativa de editar suas próprias leis, ao mesmo tempo que sustenta a pretensão de não se submeter a nenhuma outra. Digo talvez, porque essa convicção tornou-se ainda mais agressiva e generalizada com o desenvolvimento das novas mídias, espaço em que o anonimato e a inexistência de regras criaram uma “sociedade” hobbesiana. Nela, a loucura do sonho iluminista da liberdade guiada pela razão é superada pela realidade do pesadelo da liberdade da loucura, uma aventura da desrazão. Clique aqui para ler o artigo na CartaCapital.
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Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Empresários, acadêmicos, governo e dirigentes da indústria discutem maneiras de ampliar investimento em novos produtos e processos
Fonte: Jornal da Ciência
Cientistas, empresários e governos tentam chegar a um consenso em torno de metas mais realistas para o progresso da inovação na indústria brasileira. Todos reconhecem ter havido, desde 2004, com a edição de novas leis federais de incentivo, importantes avanços no fomento da pesquisa e do desenvolvimento de produtos e processos inovadores. Apesar disso, ainda consideram insuficiente o volume de investimentos diante da crescente competição pós-crise mundial.
Segundo especialistas ouvidos pelo Brasil Econômico, a melhora desse indicador requer maior sintonia entre projetos privados e contrapartidas fiscais do setor público. Leia o resto do artigo »
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