Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
VALOR – 30/01/2008
José Luís Fiori é professor titular do Instituto de Economia da UFRJ e autor do livro “O Poder Global e a Nova Geopolítica das Nações” (Editora Boitempo, 2007). Escreve mensalmente às quartas-feiras.Em agosto de 1823, o ministro de relações exteriores da Inglaterra, George Canning, propôs ao embaixador americano em Londres, Richard Rush, uma declaração conjunta contra qualquer “intervenção externa” na América Latina. O presidente James Monroe, apoiado no seu secretário de Estado John Quincy Adams, declinou o convite inglês. Leia o resto do artigo »
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Postado em 31 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
As denúncias de despesas irregulares com cartões corporativos fizeram o governo editar novas medidas para sua utilização. Os ministros Paulo Bernardo (Planejamento) e Jorge Hage (Controladoria Geral da União) anunciaram nesta quinta-feira restrições ao uso de cartões. Entre as medidas anunciadas estão:
(i) a vedação de saques em dinheiro para pagamentos de despesas cobertas pelo cartão, exceção as despesas dos órgãos que têm peculiaridades (órgãos essenciais da Presidência, Vice-Presidência, Saúde, Fazenda, Polícia Federal e repartições do Ministério das Relações Exteriores no exterior) e as despesas de caráter sigiloso;
(ii) a permissão que os Ministros de Estados, mediante circunstanciada justificativa, autorizem a execução de até 30% do total de suprimentos de fundos mediante saque em espécie; e,
(iii) a exclusão da possibilidade de uso do cartão para o pagamento para emissão de bilhetes de passagens e diárias de servidores. Leia o resto do artigo »
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Postado em 31 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Bruno Galvão
Mais vale um artigo do Arnaldo Jabour do que mil palavras. Por isso, escrevi poucas palavras antes de colocar três artigos dele, para que ele fale por si próprio. Analisando os textos do Arnaldo Jabour, percebemos que a única coerência dele é a defesa de FHC e o ataque a seus adversários.
Fiz alguns comentários e depois coloquei 3 artigos do Jabour com mostram sua estranha “coerência”. Seguem abaixo:
A FARRA DA TAPIOCA
Ontem no Jornal das 10 vi o FHC, quer dizer o Arnaldo Jabour, in-dig-na-do, como só ele é capaz, com o escândalo da Tapioca. O Ministro dos Esportes usou o deplorável cartão corporativo para gastar R$ 8,30 em uma tapioca. “Com o dinheiro seu, meu, nosso dinheiro e não tivemos direito a nenhum pedacinho da tapioca que na verdade é nossa.” Como diz Arnaldo Jabour, “com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos.” Imaginem os milhões de tapiocas que esses ladrões caipiras comeram! Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho
do Blog do Jeferson
Alguns assuntos espinhosos entram na pauta política. Um exemplo é o caso do uso indevido de cartões corporativos pela ministra Matilde Ribeiro. Não gosto de entrar na seara da ética, pois entendo que é uma canoa furada. Sempre haverá algum grupo descontente porque não está no poder que se envereda pela ética, na expectativa de enfraquecer o governo ditando boas maneiras para a sociedade. O problema é que são grupos que não resistem a uma investigação sobre seu comportamento na gestão dos bens públicos. Mas isso é outra história, o assunto aqui é outro. Trata-se de avaliar os cartões corporativos, a transparência e a ética pública inserido no contexto de desvio de finalidade por ministros de Estado.
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Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Reproduzindo post publicado no blog Nas Retinas em 30 de janeiro de 2008
“O jornalista Luis Nassif começou hoje no seu blog uma série de matérias que escancaram o funcionamento da maior máquina de calúnias do jornalismo brasileiro: a revista Veja, ou, o verdadeiro Almanaque Abril.
Nassif conclama a todos os ativistas da internet a usarem em rede seu poder de informação para ajudar a dar visibilidade aos fatos por ele narrados.
A série de matérias que pode ser vista aqui (clique aqui) tira o pesado véu das relações econômicas da revista, entre seus editores e empresas privadas, e explica em um texto direto como o jornalismo da maior revista do país se deteriorou desde a década de 90.
O texto de Nassif é um verdadeiro documento, talvez como nunca tenha sido escrito para escancarar as relações que todos os veículos tem com o mercado privado. É a primeira vez que um jornalista enfrenta de frente, sem medo, um veículo de comunicação poderoso desta forma, usando os novos meios existentes.
Passem adiante, para suas listas de mails e blogs.”
Veja no próprio blog do Nassif (clique aqui)
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Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Coluna Econômica BLOG DO NASSIF – 23/01/2008
O depoimento abaixo foi-me dado por um dos principais envolvidos na compra da Brasil Telecom pela Oi-Telemar. É a primeira vez que ele fala com imprensa, com a condição de “off”. Obviamente, o que diz expressa sua visão.
O presente não é mais a telefonia fixa, mas o celular, que se tornará cada vez mais o laptop ultra portátil, diz ele.
A Brasil Telecom era inviável a médio prazo porque as brigas societárias (com Daniel Dantas) fizeram com que ela entrasse muito tardiamente no mercado de celular e deixasse de fazer investimentos fundamentais. Tem um falso caixa, dinheiro líquido, mas porque não investiu na época em que deveria. A Oi-Telemar investiu US$ 4 bilhões em celular; a Brasil Telecom apenas US$ 500 milhões. Com esse atraso, ela acabará sendo comprado por um competidor mais forte.
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A Telemar tem 16 milhões de celulares e US$ 7 bilhões em caixa. Sua dívida corresponde a apenas 0,3% do EBITDA. Seu problema maior eram os conflitos de prioridades dos sócios: alguns queriam sair, outros queriam ficar. Tentou-se uma saída via mercado, mas foram impedidos por injunções de fundos externos, acionistas em preferenciais.
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A operação de compra da Brasil Telecom foi acelerada em função de dois fatos. O primeiro, o acirramento da disputa entre a Telefonia e a America Móvil. No ano passado, em sociedade com a Verizon Communications, Slim chegou a adquirir a parte da Pirelli na Telecom Italia. Uma rápida manobra do governo italiano frustrou a tomada de controle. Bancos italianos financiaram seguradoras italianas, que assumiram o controle com participação minoritária da Telefonia da Espanha. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
24/01/2008 10:43
Por Zé Dirceu
Blog do Zé Dirceu
O Conselho de Política Monetária (COPOM) do Banco Central (BC) manteve inalterada a taxa básica de juros do país. É a terceira reunião consecutiva em que continuam com esta mesma posição conservadora. Aliás, além de manterem esta ortodoxia, por tudo o que acompanhamos, temos que rezar para que os juros não sejam aumentados ainda mais para garantir os ganhos rentistas.
Com a manutenção desta política, desviamos um precioso capital que poderia financiar nossas empresas e investimentos. A prova disso é uma informação perdida no Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – São Paulo
Brasil
O principal fato da semana foi a nomeação do Senador Edson Lobão (PMDB-MA) para a pasta das Minas e Energia. Sua vaga no Senado deve ser assumida pelo suplente Edson Lobão Filho, filho do senador. Lobão Filho já chega ao Congresso sob as acusações de ter utilizado laranjas em suas empresas para fugir de dívidas. O DEM e o PSol ameaçam entrar com representação contra o suplente. O filho do senador deixou o DEM e pode integrar o PMDB. Certamente será mais uma dor de cabeça para o Palácio do Planalto
Economia
No Brasil, a nossa autoridade monetária, que sofre de surtos obsessivos de inflação (clique aqui para ler), manteve a Selic em 11,25%. As justificativas seriam uma pressão de demanda (?) e a possibilidade de recessão nos EUA. A lição da semana foi: quem dera termos um Banco Central como o Fed (clique aqui para ler a entrevista da Professora Maria da Conceição Tavares).
Internacional
No plano internacional, a boa nova ficou por conta do Fed, que na hora do aperto joga no lixo a ortodoxia econômica. O Banco Central norte-americano reduziu para 3,5% a taxa básica de juros daquela economia. Mais um alento ao mercado financeiro e uma mostra de que a autoridade monetária, por lá, se preocupa com a macroeconomia da renda e do emprego.
Nós do Desemprego Zero defendemos que o Banco Central brasileiro deve ter o emprego como meta também . Não apenas a inflação. Clique aqui para ler nosso manifesto.
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