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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

HOUVE MUITO DINHEIRO DA CIA PARA FHC !

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Fonte: SEBASTIÃO NERY da Tribuna da Imprensa

“Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap”.

Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro “Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível”, da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O “inverno do ano de 1969″ era fevereiro de 69. Leia o resto do artigo »

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A “CENSURA-PRÉVIA” DO CARRO ALEGÓRICO SOBRE O HOLOCAUSTO FOI UM DESRESPEITO E UMA OFENSA

Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Coloco abaixo um post de Lígia Frias do blog A Lanterna de Psique. E comento abaixo.

É DE ARREPIAR! – COMENTÁRIOS AO TEXTO ” O LADO NEGRO DA FORÇA – SARAVÁ E MAZEL TOV ” DE SÉRGIO BESSERMAN

Caro Sérgio, concordo com você: não foi censura. Estamos em uma democracia e o que ocorreu foi o acolhimento, pela justiça, de um pedido em que se alegou “vilipêndio ao sentimento religioso”. Respeito. Ação é realmente um direito abstrato e incondicionado.
O que entristece é constatar que a democracia no Brasil é da minoria, não da maioria. Serve aos que tem força política e $. Neste contexto, a discussão sobre a proteção ao direito das minorias fica comprometida.
No Brasil, são os milhares de descendentes de negros caçados por portugueses na África, separados de suas famílias e trazidos para as senzalas do Brasil (tão bárbaras qto os campos de concentração) os excluídos. Talvez, até, eles tenham passe-livre em alegorias e alas carnavalescas por encontrar no evento a sua maior possibilidade de expressão – é onde podem protestar pelo tratamento indigo e por sua exploração. A minoria dominadora, no entanto – com embasamento histórico, claro – associa o evento à balbúrdia e o protesto perde a força. Conveniente… Leia o resto do artigo »

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Jornalismo partidário na batalha dos cartões corporativos

Postado em 9 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Foi o grande cientista político italiano Antônio Gramsci que classificou a imprensa livre como o grande partido de direita do Ocidente. Pode-se dizer que a classificação é simplista. O que não pode ser dito da grande imprensa brasileira é que ela seja apartidária e neutra. É complicada a tarefa de exigir imparcialidade e equilíbrio da mídia. Quem sabe seja seu direito fazer suas opções, inclusive políticas. Ou será que a sociedade é que tem direito de exigir jornalismo de qualidade e apartidário. A resposta não é simples. O problema é que a mídia brasileira se declara imparcial e apartidária, mas ao mesmo tempo faz suas opções políticas (sem contar para o seu público). Assim, sua cobertura só pode resultar em mau jornalismo. É o que se viu na cobertura sobre os cartões corporativos.

 

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 8 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – São Paulo

Brasil

O assunto da semana foi a divulgação dos gastos do governo federal através de seus cartões corporativos. Dado que os dados, que não poderiam ser divulgados, o foram, resta uma investigação ampla, que inclua também a averiguação de gastos de governos anteriores. Além disso, deve-se discutir com muita cautela a necessidade (ou não) de divulgação destes dados, pois os mesmos podem ser o estopim para a utilização de discursos demagógicos. Em tempo: divulgação dos dados é totalmente diferente de auditoria.

Economia

Na economia mundial, o fato mais significativo foi a divulgação de um relatório, pela S&P, que mostra perdas das Bolsas mundiais da ordem de US$ 5 trilhões em janeiro. Em termos percentuais, as Bolsas caíram em média 7,83% no mesmo período.

Internacional

No plano internacional, destacamos a decisão do ex-governador de Massachusetts Mitt Roney de abandonar a disputa pela candidatura pelo Partido Republicano. Do lado Democrata, a disputa continua acirrada entre Clinton e Obama.

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A TAPIOCA DO SERRA LAVA MAIS BRANCO: falta transparência nos gastos com cartão tucano

Postado em 8 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

O caso da tapioca colocou sob suspeita os gastos de um ministro de Estado. Já a tapioca do governador Serra revela a cada dia mais excentricidades nas despesas do governo paulista. Sou da opinião de que esse assunto deve ser trata sob a ótica da melhoria dos controles sobre os gastos e da transparência. O que se sabe até agora é que precisa melhorar não só controle dos gastos como a distribuição dos cartões.

No governo federal, fala-se em 11 mil cartões, e já se achava absurdo. Não sei dizer se o número é realmente absurdo, tendo em vista a dimensão do serviço público federal. Certamente, falta alguma forma de definição melhor na distribuição do cartão: ordenador de despesas, por exemplo, não deveria ter acesso a cartões. Quem controla uma despesa no setor público não pode beneficiar-se dela. É só uma questão de controle eficaz, nos moldes das melhores práticas de gestão de risco. Agora, vem o Josias de Souza e diz que no governo Serra existem mais de 42 mil cartões. Se há suspeita de descontrole na distribuição de cartões do governo federal, imagine no governo Serra. Esse descontrole parece ainda mais latente. Leia o resto do artigo »

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Gestão Serra gastou R$ 108 milhões com ‘cartões’, do Blog do Josias

Postado em 8 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson 

Do Blog do Josias de Souza

Aos pouquinhos, a farra dos cartões governamentais vai se transformando numa encrenca suprapartidária. Iluminando-se os subterrâneos financeiros da gestão de José Serra no governo de São Paulo, descobre-se que o tucanato comparece à encrenca dos cartões em posição nada confortável.

Notícia veiculada pela Folha nesta sexta-feira (8) informa que, em 2007, o governo paulista torrou notáveis R$ 108.384.269,26 em dinheiro de plástico, chamado em São Paulo de “cartão de débito”. É uma quantia bem mais vistosa do que os R$ 78 milhões que os cartões corporativos federais despejaram no mercado durante o ano passado. Leia o resto do artigo »

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Cartões corporativos do governo: uma vitória da TRANSPARÊNCIA

Postado em 8 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Há sem dúvida uma celeuma em torno dos cartões corporativos. Evidentemente que deve servir para alguma coisa, como melhorar o controle das despesas realizadas nessa modalidade. Transformar o tema em bandeira ética, como querem alguns, é um verdadeiro despropósito, que não ajuda em nada a melhora nos gastos públicos. Como disse em outra ocasião, não gosto muito de aventurar na seara ética, pois entendo ser canoa furada. Leia o resto do artigo »

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SECRETÁRIO DE SERRA: “Aqui a TAPIOCA É BEM FEITA!”

Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

  Do Conversa-Afiada

O Secretário da Casa Civil do Governo de São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira, participou nesta quinta-feira, dia 07, da abertura do ano legislativo da Assembléia de SP. O repórter do Conversa Afiada Karam Valdo perguntou a Ferreira (aguarde o vídeo):

“O que o Governo vai fazer para conter os saques diretos com o cartão corporativo que são 44,5% do total gasto no cartão ?”

Aloysio Nunes Ferreira respondeu:

“Os gastos são gastos bem feitos. Não há nenhum tipo de irregularidade. Você vai comprar vale transporte e usa esse dinheiro para comprar vale transporte. Isso é perfeitamente comprovado. A diária foi para ‘fulano de tal’, ‘fulano de tal’ paga e apresenta nota.”

Karam Valdo:

“Mas não fica mais difícil identificar os gastos quando o dinheiro é sacado diretamente no caixa ?”

Aloysio Nunes Ferreira:

“Pelo contrário, o cartão é muito mais fácil de identificar do que o cheque, por exemplo. Pelo cartão você sabe exatamente quando foi feita a despesa, onde foi feita a despesa. Não dificulta porque a utilização do dinheiro sacado é comprovada basicamente mediante a nota fiscal. Houve saques de coisa de R$ 40 milhões. A grande maioria, mais de 90%, foi vale transporte, despesa com pagamento de diárias e conserto de viaturas e operações policiais.”

Veja o que o Conversa Afiada já publicou sobre o assunto:

A TAPIOCA DO SERRA: VEJA OS GASTOS NO CARTÃO

Paulo Henrique Amorim Leia o resto do artigo »

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