Postado em 3 dEurope/London março dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O líder da oposição no Senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM), declarou que o presidente Lula teria inveja de Chávez e Fidel (clique aqui para ler mais essa barbaridade). Para ele, Lula não aceitaria críticas da oposição. O motivo para o descontentamento foi a resposta de Lula à declaração do ministro (?) Marco Aurélio Mello, que afirmou a possibilidade de se questionar na justiça o programa Território da Cidadania, lançado pelo governo na semana passada.
Mais uma vez, o ministro (?) Mello incorreu numa declaração despropositada e infeliz. Como um magistrado pode declarar seu voto (ou parecer) sobre um caso antecipadamente, pela imprensa? Isto fere diretamente os princípios republicanos tão “bem” defendidos pelo tucanato e por Arthur Virgílio.
De fato, parece que a grande imprensa (udenista de carteirinha) repercute propositalmente as declarações desatinadas do ministro (?) Mello para tentar desestabilizar o governo (clique aqui para ler a cobertura do blog Conversa Afiada). Afinal, faz seis anos que a imprensa lacerdista procura a crise derradeira do governo Lula, a fim de enterrar qualquer possibilidade de consolidação de um governo que não seja ultra conservador, tal qual nossa elite branca.
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Postado em 2 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
A Coluna de Merval Pereira no jornal O Globo deste domingo (clique aqui para ler a matéria) informou que o deputado Fernando Gabeira prepara-se para lançar sua candidatura à prefeitura do Rio numa aliança da Frente Rio formada pelos partidos PSDB, PPS e PV. O boato sobre a candidatura de Gabeira já estava circulando nos bastidores algum tempo. O deputado parece que resistia à iniciativa, mas foi convencido a entrar no jogo eleitoral. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Será que a oposição continuará batendo na mesma tecla com o programa “Territórios da Cidadania” depois do relatório do TCU?
Relatório publicado (leia a íntega) pelo Tribunal de Contas da União enterra a tese oposicionista de uso eleitoreiro do Bolsa Família. Uma auditoria realizada nos anos de 2004, 2005 e 2006 (ano de reeleição) pelo TCU não encontrou indícios de irregularidade eleitoral. Segundo o relatório, o programa não discriminaria os prefeitos do PSDB e DEM.
A auditoria concentrou em buscar as causas da expansão do Programa Bolsa Família, que segundo PSDB e DEM, ao longo de toda a campanha de 2006, teria sido uma peça eleitoral a serviço da reeleição do presidente Lula. Uma acusação meramente política. Um resumo das conclusões do relatório do TCU refuta a tese: Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Fonte: yahoonoticias,dia 29/02
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu às declarações de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que classificaram de “eleitoreiros” novos projetos sociais do governo. Em discurso durante inauguração de um viaduto em Aracaju (SE), Lula disse que um Poder não pode dar palpite na vida do outro. “Seria tão bom se o Poder Judiciário metesse o nariz apenas nas coisas dele, o Legislativo apenas nas coisas dele, e o Executivo nas coisas dele”, afirmou, exaltado, a uma platéia que o ouvia sob chuva. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
J. Carlos de Assis*
Raphael de Almeida Magalhães**
Causa estupefação o resultado provisório de uma ação no Tribunal Superior Eleitoral, pelo qual o governador de Santa Catarina, Luís Henrique, perdia por três votos a zero, num escore de sete, o direito de exercer o seu mandato. Ele é um de vários governadores de Estado que enfrentam processo semelhante, e cujo resultado último, no caso dele dependendo apenas de um voto e apenas no último momento revertido, poderá ser a cassação, por autoridade judicial – e, portanto, pelo poder burocrático -, de mandato conferido pelo povo em processo eleitoral legítimo.
Estamos diante de um caso paradigmático de inversão dos fundamentos da democracia. Nesta, o poder político é decidido, inequivocamente, pelo voto do eleitorado. Nisso não pode haver sombra de dúvida, pois se apóia na fonte de poder fundamental, que é a Constituição Federal. Quem elege é o povo, e quem cassa mandato é o povo – neste caso, em circunstâncias excepcionais, através de outros representantes legítimos do povo, reunidos no Congresso Nacional, nas Assembléias Legislativas e nas Câmaras de Vereadores.
O Judiciário não tem legitimidade fundamental para cassar mandatos em vigor Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – São Paulo
Brasil
Em Brasília, os holofotes da semana giraram em torno das definições dos dois principais cargos da CPI dos cartões corporativos. A bancada do PT no Congresso rachou ao tomar posição em relação ao acordo entre PMDB e PSDB, que prevê a entrega da presidência da comissão à senadora Marisa Serrano (PSDB-MS). O deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) foi indicado para a relatoria, mas setores do PT defendem que o partido reivindique a presidência da CPI. O presidente, além de comandar os trabalhos, tem acesso privilegiado aos dados sigilosos da investigação.
Economia
Na esfera econômica, dois fatos merecem menção. Nesta semana, o dólar ultrapassou a barreira de R$ 1,70, alcançando R$ 1,67. Outra vez, constata-se a obsessão da autoridade monetária em utilizar a taxa de câmbio para manter a inflação dentro da meta. Objetivos como competitividade externa e estabilidade financeira não são prioridades. Vale lembrar que a taxa de câmbio apreciada é resultado, dentre outros motivos, da absurda taxa de juros praticada pelo Banco Central, que estimulam operações de arbitragem e especulação no mercado de derivativos de câmbio (clique aqui para ler mais sobre o assunto).
Além disso, o ministro Mantega entregou hoje ao Congresso Nacional a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da reforma tributária. O projeto prevê a unificação de tributos, a simplificação da arrecadação e a desoneração da folha de pagamentos das empresas. Entretanto, a proposta não atinge o ponto crítico do sistema tributário brasileiro, que é a excessiva tributação do consumo em detrimento da propriedade e da riqueza (clique aqui para ler mais).
Internacional
No plano internacional, dois fatos têm que se destacados. O primeiro foi a libertação de mais quatro reféns pelas FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Os louros do sucesso da operação devem mais uma vez ser creditados ao presidente venezuelano Hugo Chávez, que comandou as negociações. Segundo a organização guerrilheira, esta é a última leva de libertação unilateral. Eles reivindicam a desmilitarização de dois municípios e a libertação de centenas de guerrilheiros presos.
Em Cuba, Raúl Castro foi eleito presidente do país. Nas suas mãos, o futuro da ilha no período pós-Fidel. Os desafios não são simples. Dentre eles, formular uma nova estratégia de inserção internacional, lutar contar o embargo imposto pelos EUA e manter as conquistas sociais do regime socialista (clique aqui para ler mais).
Clique aqui para ler nosso manifesto.
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Postado em 29 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Blog do Nassif
Dentre todos os episódios do “mensalão”, nenhum foi tão grave quanto o caso do [ Doutor queridinho da Imprensa e da Grande Banca Ministro da Fazenda Antonio Palocci contra o ] caseiro Francenildo. Nesse episódio, foram utilizados os poderes de Estado contra ele: quebra de sigilo, valendo-se de uma organização incumbida de rastrear dinheiro criminoso, a COAF. Depois, o vazamento de informações para a imprensa.
Mais do que outros, esse episódio não pode ficar impune. (Clique aqui).
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Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Bruno Galvão *
Por causa da irresponsável política cambial e monetária, o banco central teve um prejuízo de R$ 47 bilhões em 2007. Isso equivale a 6 anos de Bolsa Família ou a mais de 4 vezes o que será gasto com os no novo programa social Territórios Cidadania (constestado pelo PSDB e o DEM, CLIQUE), que prevê beneficiar 24 milhões de pessoas.
Mas, o impressionante é que, ao contrário da brutal oposição ao Bolsa-Família e outros programas sociais, a oposição (qual?) e a imprensa não fazem qualquer contestação a irresponsabilidade do Banco Central. Os conservadores dizem que não tem dinheiro para a saúde, para a educação, para a segurança pública, para políticas sociais, para pagar pelo menos um salário mínimo para os aposentados. Mas, então como eles explicam que para bancar o prejuízo de R$ 47 bilhões do Banco Central nunca falta dinheiro? Leia o resto do artigo »
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