Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Na política, o mercado de opinião é vasto. Em certos momentos, a convergência de idéias e opiniões torna-se a regra. Mas é preciso tomar cuidado com os reducionismos. Atualmente virou moda entre os analistas políticos dizerem que não há qualquer diferença significativa entre PT e PSDB. Os dois partidos adotaram políticas de responsabilidade fiscal e avanços no campo social. Seriam irmãos gêmeos, separados no nascimento, mas pronto para se juntarem em algum momento. A política monetária bastante rígida dos governos Lula e FHC seria a simbologia da submissão deles ao capital financeiro, o que seria prova da convergência de idéias dos dois partidos. Também tenho divergências fortes com relação à política monetária praticada nos dois governos, porém o mundo é um pouco mais complexo. Nada é tão simples.
A maneira com que os partidos disputam espaços de poder relaciona-se com o chamado “mercado político”. A teoria do mercado político nos leva a questionar as teses reducionistas que classificam os partidos políticos. O sonho do PSDB é jogar o PT para bem à esquerda do espectro político, porque o partido sabe que a maioria do eleitorado está um pouco mais ao centro. O PT também acalenta o sonho de levar o PSDB para bem à direita, disputando espaços de poder com o DEM, por que assim pode formar um governo de maioria de centro esquerda e reinar sozinho. Nem o PT quer ir mais para a esquerda (embora alguns partidários desejam), nem o PSDB quer ser apenas um partido de direita (embora seja o desejo de alguns filiados). Os dois partidos resistem bravamente na disputa do centro do espectro político. É assim mesmo, na tentativa e erro que se consegue chegar ao famoso (e desejado) “eleitor mediano”, vencedor de todas as eleições. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente em: Blog do Nassif, em 16/03/2008
Por Cida Medeiros
Multipolaridade. Mais contemporâneo impossível. E aí a gente vê pelas respostas algo não algo datado, nem partidário, mas uma consistência ligada à cultura profunda brasileira, nossa vocação para a mediação de conflitos por meios pacíficos inerente em nosso DNA cultural. Não tenho dúvida que estas questões vêm revelando a fortaleza do que somos e como podemos contribuir como povo, como agentes culturais no planeta. Aos poucos nossa baixa auto-estima vai cedendo para a autonomia e liberdade. Somente obtidas pelo exercício do diálogo. É por isto que respeito muito este espaço deste blog, assim como Azenha e muitos outros. Intelectualidade e seu exercício. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente em: Blog do Nassif, em 16/03/2008
Entrevista de Fred Melo Paiva com o Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim
Clique aqui para ler a entrevista
É curiosa essa mania de enfiar FARCs em tudo, em não se entender o papel da diplomacia, o tecido delicado que costura as relações internacionais.
A bola da vez, agora, são as FARCs, como se o país tivesse alguma responsabilidade a mais – que não a de atuar como grande mediador de conflitos.
A síndrome do Foro de São Paulo virou algo pavloviano, a critica do momento, que pega de pensadores de direita a cronistas do mundano. Os pensadores, menos, porque pensam. Mas os cronistas deitam e rolam em cima de qualquer lenda de Internet.
A entrevista envereda direto pelas lendas da Internet, pelas picuinhas, mas permite, também, bons momentos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008
MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo
Política
Folha Online: Aliança PT-PMDB prevê vice na chapa de Marta e apoio a Quércia para o Senado em 2010
JB Online: Lula eleva tom das críticas e prepara terreno para sucessor
O Globo Online: Com pauta trancada por MPs e obstrução, dias de pouco trabalho e discussão no Congresso
Reuters Brasil: O estilo sem papas na língua do presidente Lula
Último Segundo: Para oposição, “CPI que não quebra sigilo se desmoraliza”
Economia
Folha Online: Sob efeito de crise nos EUA, Bovespa fecha com queda de 3,19%
JB Online: Mercados da Ásia têm pior queda desde agosto de 2007
O Globo Online: Balança comercial teve superávit de US$ 527 milhões na segunda semana do mês
Reuters Brasil: Dow Jones sobe, S&P e Nasdaq caem após compra do Bear Stearns
Último Segundo: Segundo o Dieese, 96% conseguiram repor inflação nos salários
Internacional
Folha Online: Após fim de prazo, China diz que irá lutar por direito territorial
JB Online: Equador diz que só reata relações se Bogotá retirar acusações
Reuters Brasil: Opositor lidera pesquisa eleitoral no Paraguai
Último Segundo: Equador diz que homem em foto com “Reyes” é líder comunista argentino
El País: Strauss-Khan: “La crisis en los mercados provoca riesgos cada vez más serios”
Desenvolvimento
Folha Online: BNDES financia R$ 48,5 milhões para modernização da Petroquímica União
JB Online: Setor industrial descarta risco de pressão inflacionária
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): No 10º ano, Ethos premia sustentabilidade
Reuters Brasil: Vale, Xstrata e Glencore revisam proposta de aquisição–fonte
Último Segundo: Petrobrás é a maior poluidora de águas do Brasil, diz ONG
Elizabeth Cardoso: editora
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Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2008
Do Grupo Tribuna da Internet, de 14/03/2008
Ao entrevistar a secretária de Estado dos EUA, o colonista Willian Waack, da platinada, perguntou o que quis e ouviu o que não queria…
Condoleezza Rice afirmou, reafirmou e destacou que o Brasil e o presidente Lula são líderes na América do Sul e, também, no mundo. Elogiou a liderança do país na região e as ações do governo brasileiro na recente crise diplomática entre Colômbia e Equador. Para ela, o governo do Brasil tem sido efetivo em “ajudar a melhorar a vida do seu povo”.
A secretária de Estado lembrou, com entusiasmo, a cooperação entre Brasil e Estados Unidos em projetos na África do Sul e nos projetos do biocombustível. Condoleezza voltou a fazer elogios ao presidente Lula ao ressaltar o empenho brasileiro em trazer ao foco o biocombustível. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008
Nilton Monteiro diz que acordo entre petistas e tucanos em BH faz parte do esquema corrupto montado em Furnas, em 2002.
Fonte: Novo Jornal, 14/03/2008.
Nome bastante temido por integrantes do PSDB e do DEM, que tentam desesperadamente desqualificá-lo, o consultor de empresas Nilton Monteiro agora parte para cima do PT.
Monteiro declarou que vai impedir a aliança entre PT e PSDB na sucessão municipal em Belo Horizonte.
“Mando um recado para o prefeito Fernando Pimentel e para o governador de Minas Gerais: em breve vou revelar fatos gravíssimos envolvendo nomes importantes que atualmente articulam esta vergonhosa aliança entre petistas e tucanos. Portanto, abandonem essa idéia. Essa parceria é o trunfo que eu tenho nas mãos. Ela começou no final de 2002, em Furnas. Isto é resultado do esquema sujo que funcionou em Furnas”, afirmou.
O consultor de empresas disse que vai expor parte da gigantesca gama de informações e documentos que acumulou nos últimos anos da prática de atos ilícitos ocorridos a partir do final de 2002, em Furnas, a fim de provar que a inusitada aliança eleitoral na capital está ligada com a corrupção na estatal. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008
Geraldo Serathiuk, advogado, especialista pelo IBEJ-Pr.
Assistimos a crises políticas no período democrático. Alguns atribuem à questão moral – a exemplo de outras vezes, quando se pensava que a simples aprovação de um Código de Ética resolveria o problema.
Para sair da crise, é proposta, de forma simplista, a punição de alguns e fala-se também da necessidade de se estabelecer à fidelidade partidária, o financiamento público de campanha, o fim das coligações proporcionais, o sistema de listas partidárias, a cláusula de exclusão para os partidos políticos e um sistema eleitoral misto. Porém, não se fala num dos temas mais importantes para a reforma política, que é a distorção do sistema representativo pela falta da adoção do coeficiente eleitoral nacional, para a eleição dos deputados federais e a necessidade de tirar o papel do Senado Federal de segunda Câmara revisora, que agride o Estado de direito democrático.
Ora vejamos, o sistema mantido pela nossa Constituição Federal foi o estruturado na ditadura. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicada originalmente na Revista Desafios do Desenvolvimento, na Edição 39, janeiro/2008
Por Jorge Luiz de Souza
“Governo faz discurso, quem faz o desenvolvimento é o empresário, o espírito animal do empresário. Foi isso que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acordou. Estava dormindo. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) teve esse mérito. O PAC na verdade pôs na mesa de volta o problema do crescimento.”
Desafios – O que o aproxima do atual governo?
Delfim – Eu admiro a política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Lula teve uma intuição correta quando deu ênfase para melhorar a igualdade de oportunidade no Brasil.Para o mercado funcionar, ele tem que ter um mínimo de moralidade. E a moralidade no mercado vem da igualdade de oportunidade. É como uma corrida, e para que as coisas funcionem é preciso que todo mundo parta mais ou menos do mesmo ponto.Talvez seja o papel fundamental do Estado: igualizar as oportunidades. O governo Lula é a intuição do Lula. Só isso. Na verdade, é o único sujeito no Brasil que quando fala em pobre está falando seriamente. Todos nós somos cínicos…
Desafios – O senhor faz críticas à política econômica?
Delfim – A economia é uma ciência moral e está longe de ser uma ciência exata. Ser constituída de escolas já mostra que existem múltiplas visões no mundo. Uns crêem que o mercado seja capaz de produzir por si mesmo o equilíbrio, e outras, como é o meu caso – nem sei o que eu sou, certamente eu diria que talvez seja um keynesiano de pé quebrado. O certo é que o funcionamento da economia depende de um Estado. O mercado exige algumas coisas importantes, a primeira delas é a propriedade privada. Ora, quem garante a propriedade privada? É o Estado. Quando eu vejo um sujeito dizer que “nunca houve uma interferência do Estado nos programas de industrialização bem-sucedidos do mundo”, acho isto uma tolice monumental, de uma ignorância histórica gigantesca. Nunca houve nenhum processo de desenvolvimento no mundo em que o Estado não estivesse atrás, até hoje. Só que de vez em quando está bem escondido. Leia o resto do artigo »
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