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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

Transpor água em forma de energia de Tucuruí para o Semi-árido. Qual o motivo da irracionalidade anti- Tranposição do São Francisco?

Postado em 6 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Blog do Alê (clique aqui)

Agencia Estado – O reservatório de Tucuruí, no Pará, verteu ontem 12.387 metros cúbicos de água por segundo, conforme dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o que corresponde a quase metade da água que está chegando à hidrelétrica, que somou 27.925 metros cúbicos por segundo.

O volume vertido, ou seja, a água liberada pela hidrelétrica sem passar pelas turbinas e sem gerar energia elétrica, supera o volume registrado pela hidrelétrica de Itaipu, a maior usina do mundo, e que responde por cerca de 20% de toda a energia elétrica consumida no Brasil. Ontem, ainda segundo o ONS, o volume de água que chegou em Itaipu somou 10.293 metros cúbicos por segundo, com a liberação de 11.061 metros cúbicos por segundo. A diferença resulta de água que estava armazenada previamente no reservatório.

O desperdício da água em Tucuruí “sempre ocorre” nessa época do ano, já que o reservatório não tem como armazenar o volume de água que chega à usina, segundo um técnico do setor. “A diferença este ano é que está ocorrendo mais tarde, já que houve atraso no início das chuvas. Mas infelizmente isso vai se repetir enquanto não forem construídos novos reservatórios na região, que possam regularizar o fluxo de água, como ocorre nas bacias da região Sudeste”, explicou um técnico do setor.

O reservatório de Tucuruí já está em 94,55% da capacidade máxima de armazenamento, mesmo com o ONS tentando aproveitar o maior volume de água, fazendo transferências maciças de energia elétrica para outras regiões, especialmente o Nordeste. Ontem, por exemplo, foram transferidos o equivalente a 3.408 megawatts (MW) médios, dos quais 2.573 MW médios para o Nordeste e 835 MW médios para o Sudeste. “Se fosse possível aproveitar melhor essa água, poderíamos reduzir a geração das térmicas”, lamentou o técnico.

Eu queria destacar um outro ponto relacionado à essa matéria. Como destacado, a represa de Tucuruí verteu ontem 12.387 metros cúbicos de água por segundo. Essa quantidade de água representa o que a Transposição do Rio São Francisco vai tirar (vazão segura de 26m3/s) do rio São Francisco em 476 dias (12.387/26). Ou seja, em um dia Tucuruí verteu o suficiente para transferir, em forma de energia, mais de um ano de Integração das Bacias. Sem precisar tirar uma gota sequer de outros usos no rio São Francisco.

Isso significa que as águas transpostas para o Nordeste Setentrional podem ser, mesmo em períodos críticos, facilmente substituídas pela energia transposta de Tucuruí.

Clique na figura para aumentá-la

A CHESF, operadora das usinas do rio São Francisco, pode sem nenhum prejuízo, deixar de produzir o equivalente a 26m/3 de energia para importá-la de Tucuruí. Isso representa em torno de 75 MW. E como vimos na matéria acima, o sistema integrado enviou 2.573 MW médios para o Nordeste.

Qual é a lógica dessa resistência em ceder 26m3/s?

Tem chovido muito no Nordeste esses dias. Uma medida clara do volume, é que ontem (3/4) o rio São Francisco recebeu somente no trecho entre Sobradinho e Luiz Gonzaga (Itaparica), 3.263m3/s. Hoje na foz no rio, estariam jorrando 7.230m3/s de água, mas na prática devem estar jorrando uns 1.100m3/s, a diferença está sendo armazenada nas represas a montante.

Postado em Desenvolvimento, Desenvolvimento Regional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | 5 Comentários »

Demissão do ombusdman da Folha de São Paulo Mario Magalhães: A gota d’água , por Eduardo Guimarães

Postado em 6 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Cidadania.com, Blog do Eduardo Guimarães

Escrevo no momento em que acabo de ser surpreendido pela notícia indigesta, divulgada no blog de Luis Nassif, de que o ombudsman da Folha de São Paulo, Mario Magalhães, deixou o cargo porque não aceitou parar de publicar sua “crítica interna” diária na internet. Pelo que pude entender, o jornal deveria estar pretendendo que o jornalista só se manifestasse na coluna do ombudsman na edição impressa de domingo.

Venho acompanhando o trabalho dos ombudsmans da Folha desde 1998. Li, creio, uns 80% das críticas diárias dos quatro últimos ombudsmans, Renata Lo Prete, Bernardo Ajzemberg, Marcelo Beraba e Mário Magalhães. Com exceção de Lo Prete, que hoje assina a coluna Painel, nenhum dos outros ombudsmans, com a óbvia exceção de Magalhães, escreveu mais no jornal.

Isso se explica porque Ajzemberg, Beraba e Magalhães, à diferença de Lo Prete, que se “comportou bem” e foi mantida, foram críticos duros do jornal. E um dos pontos em que todos eles bateram reiteradamente, durante seus mandatos, foi na diferença com que a Folha sempre tratou petistas e tucanos. Estando o PT na oposição ou no governo ou o PSDB na oposição ou no governo, ambos recebiam o mesmo tratamento diametralmente diferente do jornal em relação a cada um, no dizer desses três jornalistas: mão pesada contra petistas e mão leve (com trocadilho) para os tucanos.

Quero testemunhar, no entanto, que nunca, jamais algum dos ombudsmans da Folha, além de Magalhães, teve a coragem que ele teve de escrever aquela coluna que publiquei aqui no dia 31 de março e que ainda pode ser encontrada nesta página, intitulada “Um dossiê e muitas incertezas”. Aquela foi a gota d’água de um trabalho íntegro, irremediavelmente independente, cirurgicamente preciso, impassivelmente sereno e equilibrado desse jornalista com jota maiúsculo que desponta nesta época de tanta escassez desse tipo de jornalista.

Magalhães escreveu, por exemplo, um dos mais importantes textos jornalísticos que juntei à representação do Movimento dos Sem Mídia entregue ao Ministério Público Federal em 17 de março passado, que pede que meios de comunicação, dentre eles a Folha, sejam responsabilizados por promoverem alarma social na questão da febre amarela.

No texto do agora ex-ombudsman da Folha, para que se tenha uma idéia ele chega a comentar, depois de cobrar a conduta alarmista da redação do jornal, que não lhe foi explicado por ela a diferença entre a cobertura serena que o veículo produziu em 2000, quando José Serra era ministro da Saúde e morreram 85 pessoas de febre amarela, e a cobertura histérica deste ano, quando o número de mortes está sendo muito menor.

Magalhães ousou demais. Fez o que nunca outro ombudsman da Folha fez. E o jornal, ao fazer o que fez com ele, desmoralizou o cargo de ombudsman do qual sempre se gabou de ter criado, comunicando aos seus leitores que aquele cargo não é para valer. “Excesso” de transparência e de independência nas críticas, não. Muito democrático. É a cara do PIG. Opaco, autocrático, truculento. E covarde.

*

Leiam, abaixo, a última crítica interna do ombudsman, publicada no dia 3 de abril, no dia seguinte à já antológica coluna “Um dossiê e muitas incertezas”. Considerem essa minha homenagem a esse grande jornalista que acaba de despontar no cenário nacional e que alentou minha fé nesse tão nobre ofício que é o jornalismo, que eu só abraçaria se fosse para exercê-lo como faz Mário Magalhães.

03/04/2008

“Risco de cair”

MÁRIO MAGALHÃES
ombudsman@uol.com.br

Título da Folha na sexta feira passada (alto da pág. A7, edição São Paulo): “Para governo, caso é grave e exige resposta rápida da ministra”.

Abertura: “A cúpula do governo avalia que a situação política da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, se agravou e que ela precisa dar uma resposta rápida. Do contrário, corre risco de cair. Segundo apurou a Folha, essa resposta seria a demissão dos servidores da Casa Civil que elaboraram um dossiê sobre gastos secretos do governo Fernando Henrique Cardoso”. Mais: “Um ministro de Lula classificou a informação [sobre o 'documento vazado para a imprensa'] de gravíssima”.

Ou a ministra é forte demais e dá de ombros à “cúpula do governo”, ou a história, integralmente baseada em fontes não nomeadas, parece não estar bem amarrada. Mais que isso, sugere que adversários de Dilma no governo aproveitaram o anonimato para alvejá-la. Leia o resto do artigo »

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** DEBATE VI ** Os juros são um péssimo instrumento de combate à inflação. Um ótimo instrumento é o câmbio estável, porém competitivo

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Os juros são um péssimo instrumento contra a inflação. E em um país subdesenvolvido, então, são um instrumento completamente equivocado.

Continuação do Debate anterior (clique aqui para ler)

Que começou com o seguinte artigo (clique aqui para ler)

Explicação:

Como efeito direto, os juros aumentam os custos e os preços. Como efeito indireto podem reduzi-los. Esse efeito indireto é decorrente principalmente da valorização cambial e secundariamente da redução da renda, do emprego e dos salários. Existe ainda um efeito colateral não desejado de piora na distribuição de renda, pois a riqueza financeira, que se beneficia dos juros altos, é muito mal distribuída, como você deve estar careca de saber. Outro efeito colateral indesejado é o aumento expressivo da dívida pública.

Os juros possuem como efeito DIRETO inevitável o aumento dos preços. Isso decorre do aumento dos custos financeiros e dos custos de oportunidade, que são a própria materialidade do aumento dos juros. Isso é direto, inevitável e inquestionável.

Há também efeitos dos juros que levam indiretamente à redução dos preços. Mas esses efeitos são muito indiretos e até incertos e tênues. E mais, SÃO SEMPRE PREJUDICIAIS À SOCIEDADE. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica | 11 Comentários »

Verborragia de Virgílio lembra bêbado de botequim, diz relator

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Portal Vermelho

Arthur Virgílio: alopragem verbal

  O relator da CPI Cartão Corporativo, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), descartou nesta sexta-feira (28) a convocação da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para se explicar na comissão sobre a denúncia de que uma assessora direta da pasta teria sido responsável pela montagem do suposto dossiê sobre gastos do governo FHC. Luiz Sergio também criticou o discurso do líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), que chamou Dilma de “aloprada”. Para o deputado petista, a atitude Virgílio “parece mais coisa de bêbado em porta de botequim”.

”Não vejo motivos de convocar. Qual a razão para isso a não ser o processo da disputa política? A oposição, ao longo do processo, tem uma estratégia em curso de atacar todos os nomes de figuras públicas do PT que ganham notoriedade nacional. A ministra Dilma está sendo atacada porque ela, no Gabinete Civil, deu uma demonstração clara de que é a gerente que o Lula estava precisando. Ganhou credibilidade interna no governo, externa da população”, disse. Leia o resto do artigo »

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Politicagem ou racionalidade. A quem interessa a bagunça do governo FHC?

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

  Publicado no Blog do Chicão  

Vejam a que ponto chegamos no Brasil. Para termos acesso a uma ÓTIMA NOTÍCIA é preciso que exista mais uma “crise política”. Estou me referindo ao SUPRIM (Sistema de controle de suprimentos de fundos), banco de dados que o governo Lula vem organizando desde 2004. No Suprim são registrados eletronicamente as despesas feitas com os cartões de crédito corporativos e com as verbas destinadas a suprir pequenos gastos da presidência da República.

Antes do Lula, na era FHC, os gastos eram uma bagunça, milhares de papéis, colocados juntos em pastas com pouquíssima organização. Para entender o quanto ele é importante vamos ler o que o Tribunal de Contas da União diz sobre este sistema (em seguida eu comento): “Houve um nítido aprimoramento dos controles internos sobre a gestão dos cartões de pagamento”. Ou seja, foi um ótimo avanço para a administração pública, um trabalho longo que infelizmente não tem sido devidamente valorizado pelos brasileiros. “A alimentação do sistema é descentralizada, iniciando-se pelo próprio portador do cartão e complementado com informações específicas pelos setores competentes da Secretaria de Administração”. Ou seja, quem gastou insere os dados e depois quem tem a responsabilidade de conferir descreve o gasto, motivo e dá o Ok.

Tudo em meio eletrônico, fácil de conferir e ter acesso. “Relativamente a 2003 os processos estavam sendo primeiramente desmembrados por portador, para que, então, pudessem ser lançados segundo o padrão adotado pelo sistema.” O governo federal, já em 2005 estava retroagindo os dados do SUPRIM. Iniciou em 2004 e a idéia era retroagir para outros anos. 2003, 2002, 2001, etc. Em 2003 os controles ainda funcionavam do modo herdado do governo FHC. Ou seja, uma bagunça. Os processos nem eram desmembrados por portador. Traduzindo: juntavam as despesas de várias pessoas, misturavam tudo e depois deixavam a pasta em algum arquivo empoeirado. BAGUNÇA PURA. A quem interessava esta bagunça? Era pura incompetência ou uma forma PLANEJADA de dificultar qualquer controle?

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Vamos fazer a sucessão para continuar governando, diz Lula

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no  Valor

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem, ao assinar ordens de serviço para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Recife, que irá continuar governando o país após o término de seu mandato, por meio do seu sucessor. “A oposição pensa que vai eleger o sucessor. Podem tirar o cavalinho da chuva, porque nós vamos fazer a sucessão para continuar governando este País ” , afirmou. Leia o resto do artigo »

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Sobre neoliberais, psiquiatras e Estado

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Ricardo Amorim

VALOR – 04/04/2008

Os problemas do Brasil? Ora, os problemas do Brasil já foram diagnosticados. As soluções estão aí: reformas modernizadoras que ponham o mercado no centro de tudo. Mas se é assim, então todos precisamos de psiquiatras. Há quase dois séculos, mas principalmente depois de 1930, todos os brasileiros afirmam querer o progresso e o crescimento econômico. São gerações de insanos que não perceberam ainda que as reformas necessárias para isso são simples, exatas e mundialmente conhecidas. Ou seja, somos uma nação de loucos que briga, ano após ano, contra a própria felicidade.

É isso que parecem afirmar muitos pesquisadores ligados ou próximos ao pensamento neoliberal quando insistem em apontar que os problemas estão na insegurança microeconômica, no tamanho descabido do Estado e na regulação excessiva da atividade econômica. Suas abordagens os fazem ignorar a história sobre e com a qual se construiu o país até o presente. Em outras palavras, desprezam que as instituições não são mero acidente ou fruto de mentes despreparadas, mas sim resultado de séculos de convívio e lutas sociais em que os vencedores, e isso é importante, foram moldando a face do país, limitados pela força social das oposições.

No Brasil, esses autores sofrem e se martirizam com a aparência dual da nossa sociedade. Não compreendem o descompasso de fibras óticas e supercomputadores conviverem lado a lado com escolas sem energia elétrica. Nas suas “idéias fora do lugar” não cabe um país como o Brasil, pois eles têm fé cega no dogma da generalidade geográfica e atemporal das suas explicações e modelos matemáticos. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

Brasil

A Comissão de Serviços e Infra-Estrutura do Senado Federal aprovou nesta semana, num ato de descuido de integrantes da base aliada, um requerimento para a convocação da ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. A ministra tem até 30 dias para atender a convocação. A justificativa formal para o requerimento é a necessidade de explicações em relação ao andamento das obras do PAC. No entanto, sabe-se que a oposição utilizará o depoimento para discutir o caso do dossiê preparado por sua assessora, com informações de gastos sigilosos no governo FHC. Dilma é o nome preferido do presidente Lula para sua sucessão.

Economia

O presidente do Federal Reserve Bank (o FED, ou Banco Central dos EUA), Ben Bernanke, admitiu pela primeira vez nesta semana a possibilidade de recessão na maior economia do mundo. A declaração de Bernanke trouxe apreensão ao mercado financeiro internacional. Conforme declaração dada pelo diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, a crise iniciada no mercado de crédito subprime norte-americano tornou-se uma crise de insolvência. A extensão da crise será percebida assim que os principais agentes do mercado financeiro anunciem suas reais perdas.

Internacional

No plano internacional, o principal assunto dos jornais brasileiros e europeus é a possível libertação da refém franco-colombiana Ingrid Betancourt, em poder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). O presidente francês trata o assunto como prioridade de sua política externa. O presidente Hugo tenta colaborar, mas o maior entrave às negociações parece ser mesmo o presidente colombiano Álvaro Uribe. A morte de Raul Reyes, número dois da guerrilha, foi possível graças à interceptação de um telefonema nas negociações para a libertação dos últimos reféns. Certamente, a guerrilha teme que algo parecido possa ocorrer novamente.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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