Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Veja no artigo a seguir: não é a primeira vez que o senador Álvaro Dias é acusado de ter infringido o regimento interno do Senado ao divulgar documentos de natureza sigilosa…
Publicado originalmente no: Adital
Sobre o comportamento recente do senador Álvaro Dias, suspeito de vazamento de informações sigilosas da Casa Civil, trata-se de uma repetição do ocorrido com o mesmo senador, em 10/2004, quando foi presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Terra e vazou informações sigilosas daquela Comissão e foi denunciado.
Leia, a seguir, notícias relacionadas:
20.10.2004 BRASIL
Política Parlamentares denunciam presidente da CPI da Terra à Câmara e ao Senado
Em repercussão ao vazamento de informações sigilosas da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Terra, da Câmara Federal, que investiga a questão agrária brasileira, foi entregue, na manhã de hoje, aos presidentes da Câmara e do Senado, representação contra o presidente da Comissão, senador Álvaro Dias (PSDB), acusado de ter infringido o regimento interno do Senado ao divulgar documentos de natureza sigilosa encaminhados para investigação na CPMI. A representação, assinada por seis deputados e cinco senadores, será protocolada ainda hoje no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado Federal. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Ceci Juruá*
Durante os anos 1990 muitas decisões determinantes da repartição da renda nacional foram transferidas aos mercados, como resultado de privatizações de estatais e da mercantilização crescente de bens e serviços outrora orientados para o interesse público e social (transporte público, luz e gás, telefonia, educação, saúde, entre outros).
O setor elétrico, exposto à desnacionalização, à centralização/concentração de capital e aos padrões anglo-saxões de governança corporativa [1] [2], constitui hoje bom exemplo das preferências dos mercados em matéria de distribuição perversa dos frutos do progresso, conforme explicamos neste artigo com base em dados retirados dos demonstrativos financeiros de 2007. Agregando os resultados de três dos maiores conglomerados do setor elétrico, podemos observar a seguinte distribuição do Valor Adicionado (VA) a custo de fatores :
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39% são canalizados para o pagamento de dividendos,
37% destinam-se ao pagamento de juros e de aluguéis,
8% é a parcela poupada (lucros retidos e reservas)
16% é a parte dos trabalhadores
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Os conglomerados selecionados realizaram, em conjunto, valor adicionado superior a R$ 5 bilhões, dos quais 84%, isto é R$ 4,2 bilhões, constituiram remuneração do capital. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008
As propostas de Vaccarezza sofrem duras criticas, veja o artigo a seguir.
CUT e juristas atacam projeto de reformulação da CLT; deputado admite retirá-lo
Por: CUT
Depois de ser duramente criticado por lideranças de diversas entidades, durante seminário realizado ontem na Câmara dos Deputados, o parlamentar Cândido Vaccarezza (PT-SP) admitiu publicamente que pode retirar seu projeto de “reforma” da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), que ele já denominou “consolidação da CLT”.
A CUT e a Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho) foram as duas primeiras entidades a intervir durante o seminário, após palestra de abertura do ministro Gilmar Mendes (STF), que ponderou não existir “insegurança jurídica” que justifique o projeto do deputado. Carlos Henrique de Oliveira, diretor executivo e um dos coordenadores do Escritório de Brasília da CUT, destacou que o projeto vai gerar “disputa de interpretações dentro da consolidação num congresso que engavetou a reforma sindical, conta com 219 deputados empresários e desde a década de 1990 vem precarizando as relações de emprego no país”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008
A oposição deve melhorar seu discurso…
Publicado originalmente na Carta Maior
A oposição deve ouvir o bispo?
A tentativa da oposição de criar novas “denúncias” em torno do suposto dossiê sobre os gastos presidenciais de Fernando Henrique Cardoso é a confissão pública do campo conservador de que seus partidos não têm qualquer projeto alternativo para apresentar ao país. O que a oposição propõe se esgotou no passado. A análise é de Gilson Caroni Filho.
Gilson Caroni Filho
Há algum tempo escrevi que “se a oposição quer se afirmar dentro de regras democráticas, não deve confundir o poder que lhe foi delegado por votação com sabotagem ao governo em exercício. Deve, sim, estabelecer uma estratégia de competição de políticas públicas. Tentar suprir a falta de perspectiva de longo prazo estabelecendo pontos reformistas em seu discurso. O pressuposto é o reconhecimento de que o atual governo, gostem ou não, trouxe ganhos incrementais ao Brasil”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Enquanto Marta sobe… Alckmin desce…
Publicado no bemparana
Caiu como uma bomba no tucanato, ontem, a nova pesquisa Ibope para prefeito de São Paulo, a ser divulgada neste final de semana. Números preliminares, mostram que Marta Suplicy (PT) disparou, saltando para 31% das intenções de voto. Geraldo Alckmin (PSDB) caiu de 25 para cerca de 23% e o prefeito Gilberto Kassab (DEM) está situado em torno dos 15%.
Resultados de uma pesquisa Ibope mostra que Marta Suplicy disparou em São Paulo. Sinal de que sua imagem, colada ao do presidente Lula, será um inferno para o tucanato.
A| eleição municipal da cidade de SP responderá a uma grandedúvida eleitoral. Será Lula, além bom de voto, bom de transferir votos, na sua sucessão?
Se Marta vencer lá, então os adversários podem se preparar, pois no palanque que o “homem” subir, vai ser difícil alguém perder.
A vinculação de Marta Suplicy ao presidente Lula e o bom recall de sua administração parecem estar influenciando o desempenho dela nas pesquisas.
Note-se que, há um ano, Geraldo Alckmin vem caindo consistentemente nas pesquisas. Ele chegou a ter 75% das intenções de voto para prefeito
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Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008
E o PMDB tenta…
Publicado em: Jovem PMDB
O PMDB de São Paulo lançou neste sábado (5) o nome do governador do Paraná, Roberto Requião, a presidência da República nas eleições de 2010. O lançamento ocorreu durante a plenária de encerramento do II encontro estadual do partido que reuniu mais de cinco mil iliados na capital paulista.
O presidente nacional do PMDB, deputado federal Michel Temer (SP), disse que a pré-candidatura de Requião é um forte estímulo para que o PMDB, desta vez, tenha um caminho próprio e competitivo nas eleições presidenciais de 2010. “Requião, se você topar, você vai ser o nosso candidato. Hoje, ao contrário das eleições passadas, temos todas as condições de ter o nosso próprio candidato e vencer o pleito”, disse. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Veja que interessante o artigo escrito por Luiz W. Vianna .
Publicado no: Acessa
Escrito por: Luiz Werneck Vianna
Fora de discussão que a experiência de afirmação do capitalismo vive, entre nós, um de seus melhores momentos. Atestam esse processo a diversificação do parque industrial, o comportamento dos indicadores econômicos, a sofisticação do agronegócio, a modernização do vasto mundo agrário, antes percebido como um lastro a empenhá-lo ao tradicionalismo e às relações pré-capitalistas.
Contudo, esse registro de êxitos não se mantém quando o foco da observação abandona o cenário da economia de mercado e se fixa no da política. Com efeito, o confronto entre essas duas dimensões revela a assincronia dos seus movimentos, embora o comando de ambas esteja situado no interior do mesmo governo Lula: enquanto na primeira se cultua e se procura praticar o modelo capitalista de livre mercado, na outra, predomina viés oposto, valorizador do Estado e do seu papel na condução da vida econômica e social. A tensão que naturalmente deriva da disputa entre elas, cada qual presente na máquina do governo, senhora de frações da vida social organizada e com significativa representação na formação da opinião pública, não lhes faculta o exercício de uma ação hegemônica. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Publicado originalmente em: O Globo Online
Por Gilson Caroni Filho*
Ricardo Noblat cobrou de Pedro Simon que fizesse um discurso no Senado denunciando o suposto “dossiê” dos cartões corporativos. O senador gaúcho estava falando de outro assunto. Pediu desculpas ao jornalista e cobrou explicações da ministra Dilma Roussef. Simon sabe qual é o seu exato lugar.
Denunciar irregularidades na efera pública, com o amparo de sólido trabalho investigativo, é tarefa irrenunciável do jornalismo. Deixar de fazê-lo, sob qualquer pretexto, é recusar os princípios que fundamentam a liberdade de imprensa, assegurada em qualquer regime democrático. Sobre isso não cabe qualquer discussão. É ponto pacífico para os que desejam a solidez das instituições políticas.
Mas, como já frisamos inúmeras vezes, quando a informação deixa de se submeter a outro imperativo que não seja o do aprofundamento democrático, a liberdade desejada se apresenta como sua própria contrafação. É servida, como subproduto de uma vulgata do utilitarismo, para satisfazer os interesses de seus leitores e sócios maiores.
Um jornalismo que se presta à instrumentalização partidária, distorcendo a realidade, infamando quem considera adversário político, usurpa uma franquia do Estado de Direito para funcionar como panfleto de ocasião. Deixa de ser instância fiscalizadora dos Poderes para tentar substituí-los como única instância legitimadora, subtraindo-lhe direitos e deveres. Quando a imprensa vira partido, seja de oposição ou de apoio a qualquer governo, renuncia ao seu caráter republicano, passando a ser ferramenta de interesses escusos. Há dúvidas se merece ainda ser mesmo chamada de imprensa. Leia o resto do artigo »
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