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Blog do Desemprego Zero

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PMDB corteja Aécio para voltar à legenda

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Aécio relembra momentos no PMDB…

*Postado por Kátia Alves

Publicado originalmente no: Valor

Por Paulo de Tarso Lyra

O governador de Minas, Aécio Neves, filiado ao PSDB mas flertando com o PMDB, esteve ontem no Congresso para prestigiar o painel de fotos históricas montado na liderança pemedebista da Câmara, em comemoração aos 42 anos da legenda. Ouviu pedidos de “Volta, Aécio”!. Mais de uma vez, o tucano lembrou que o PMDB foi seu primeiro partido político -, riu com as brincadeiras do líder da bancada na Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) – “Eu estou me segurando, poderia colocar uma ficha de filiação em seu bolso, discretamente, mas não o fiz” – e seguiu o roteiro de sempre, definido por um pemedebista mineiro: não fechou nenhuma porta. “Não vejo como, num futuro muito próximo, não estarmos juntos novamente em um projeto de país, independente de filiações partidárias”, ressaltou o neto de Tancredo Neves.

Para não ferir suscetibilidades, antes de comparecer à festa pemedebista, Aécio fez questão de visitar a liderança do PSDB na Câmara, salinha que ocupou no período de 1997 a 2001, antes de ser eleito presidente da Casa. “Minha trajetória política começou aqui, com a ajuda de muitas pessoas que aqui estão”. Pouco depois, o governador declarou que, apesar de ser tucano, e sentir-se muito à vontade na legenda, não escondia que tinha amigos no PMDB. “O resto, é especulação”, insinuou. Leia o resto do artigo »

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EUA: Abusos no uso de cartões corporativos

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Uma matéria da jornalista Patrícia Campos, do Estado de São Paulo, sobre abusos na utilização dos cartões corporativos no governo americano. Enquanto aqui no Brasil os desvios foram pontuais, pois não foram identificados desvios sistemáticos, nos EUA a incidência de desvios parece ser bem maior. Mas a grande diferença mesmo é que lá a mídia não transforma um problema de gestão e de transparência pública numa batalha partidária pequena, uma tentativa incessante de fabricar crises virtuais.

Investigação aponta ainda despesas com iPods, lingerie, namoro on line e jantar no valor de US$ 13 mil

Patricia Campos Mello, do Estado de São Paulo

A farra dos cartões corporativos também atinge o governo dos Estados Unidos. Enquanto no Brasil os cartões foram usados para compra de tapioca e produtos em free shop, nos Estados Unidos os funcionários do governo usaram os cartões para comprar iPods e lingerie e para pagar por serviços amorosos online, manicures e um jantar de US$ 13 mil.

Uma investigação do Escritório de Responsabilidade do Governo dos EUA, divulgada ontem, revela que 41% das transações efetuadas com cartões corporativos do governo são irregulares. Segundo o relatório do escritório, a incidência de irregularidades com os cartões é “muito alta, inaceitável”. Leia o resto do artigo »

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Dossiê FHC-Dilma: Digitais tucanas nas crises do governo petista

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Um traço marcante das crises do governo Lula é a presença marcante das digitais tucanas. A primeira, a “Máfia dos Hemoderivados ou dos Vampiros” surgiu de uma investigação da Polícia Federal a pedido do ministro da Saúde da época, Humberto Costa (PT). O esquema teve início no governo Collor, em 1990, mas só foi desmantelada em 2004. Eram desviados anualmente cerca de R$ 120 milhões dos cofres públicos por meio de licitações fraudulentas. A oposição e a mídia caíram de pau no governo, mesmo não tendo realizado sequer uma licitação de compra de hemoderivados. É o governo sendo atacado justamente por fazer o seu dever: investigar e prender fraudadores de dinheiro público. A mídia na época definiu seu padrão de cobertura com relação ao governo, numa completa e incrível inversão dos fatos. 

Durante todo o governo tucano a máfia dos vampiros agiu impunemente, a despeito de relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) apontando irregularidades nas compras. Os quatros anos da gestão de José Serra na Saúde conviveram com a máfia do sangue. Com a descoberta do esquema criminoso, a mídia e os tucanos partiram pra cima do ministro Humberto Costa (PT). A justificativa era que um dos presos na operação foi trazido para o ministério por ele. O que houve na verdade foi proteção de um grão tucano, José Serra, que corria risco de ser arrastado no escândalo. O PSDB e os aliados do ex-ministro José Serra nunca explicaram porque pagavam 41 centavos de dólares, enquanto o mesmo medicamento foi comprado por 12 centavos de dólares. E trata-se de uma despesa relevante do Ministério da Saúde. É o início de uma série em que o governo é vítima de seu sucesso investigativo no combate às fraudes. Leia o resto do artigo »

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“Podemos trocar petróleo por ferrovias e portos”

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Haroldo Lima, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP) defende uma proposta ousada, ou seja, ele quer mudar o tipo de parceria entre o governo e as empresas de exploração e defende a criação de uma nova estatal para o setor. A seguir a entrevista na integra concedida a Revista Isto É.

*Postado por Luciana Sergeiro.

Publicado originalmente em: Isto É

Presidente da ANP quer recriar o monopólio do Estado na extração e defende a criação de uma nova estatal para o setor.

O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, defende uma proposta ousada: ele quer mudar o tipo de parceria entre o governo e as empresas de exploração. Seja a médio ou longo prazo, Lima sugere a adoção da partilha de produção, em que todo o óleo produzido passa a ser propriedade do Estado e as empresas ganham um percentual em dinheiro. Para tanto, acredita, seria necessário criar uma nova estatal do petróleo. “Não temos condições de propor que na partilha de produção uma empresa brasileira fique com todo o petróleo sem ser totalmente estatal.” Isso exclui a Petrobras, que tem capital aberto. Como mudança de curto prazo, Lima propõe que as alíquotas pagas pelas empresas exploradoras sejam reajustadas para os níveis vigentes em outras partes do mundo. No comando da ANP, Lima, um engenheiro baiano de 67 anos, está vendo tornar- se realidade sua meta de aumentar a participação das pequenas e médias empresas no mercado petrolífero. “Elas podem ser milhares”, sonha. Comunista histórico, ele atuou na Ação Popular (movimento armado de oposição à ditadura militar) e foi preso e torturado. Depois da abertura política, cumpriu cinco mandatos como deputado federal pelo PCdoB. Ironicamente, é hoje o maestro das mudanças num mercado em que os capitalistas brasileiros e estrangeiros investem muitos milhões. Acabou de lançar o livro Petróleo no Brasil (Synergia Editora), no qual faz uma radiografia desse segmento e conta histórias de bastidores. Nesta entrevista à ISTOÉ, ele defende ainda a mudança no pagamento dos royalties do petróleo e a criação de um fundo petrolífero, nos moldes do da Noruega.

ISTOÉ – Por que o sr. defende mudanças na parceria entre o governo e empresas privadas para exploração do petróleo?

Haroldo Lima – Veja o caso dos 41 blocos do campo de Tupi. É muito pequeno o risco de a exploração dar errado e a possibilidade de lucro é muito grande. A quantidade esperada é enorme. Com uma situação assim, com pouco risco e muito lucro à vista, não seria uma licitação do tipo comum. A partir daí, começamos a discutir mudanças.

ISTOÉ – Foi o próprio presidente Lula que tomou a decisão de não licitar esses 41 blocos?

Lima – O Conselho Nacional do Petróleo examinou o assunto, no Rio de Janeiro, numa reunião coordenada pelo presidente Lula. Ele convocou a reunião e, depois de examinar as informações fornecidas pela ANP, disse que não passaria à história como o presidente que tomou conhecimento disso e deixou tudo continuar como antes. Resolveu retirar os 41 blocos e foi apoiado por todos na reunião. O edital da ANP prevê essa medida até o início da apresentação das ofertas. Leia o resto do artigo »

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Para proteger Serra, ‘IstoÉ’ manipula foto de manifestação

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

A imprensa deve ser imparcial, não é mesmo? Mas às vezes isso acaba sendo deixado de lado… veja o artigo abaixo…

*Postado por Kátia Melissa

Publicado originalmente no: Vermelho

A revista IstoÉ desta semana mostra – para poucos – que a campanha eleitoral já começou e de que lado está. Para proteger o PSDB e o governador de São Paulo, José Serra, a publicação, contrariando todas as regras do jornalismo, apagou a inscrição ”Fora Serra” de uma foto feita durante um protesto do MST e do MAB contra a privatização da Cesp.

Por Marcelo Netto Rodrigues e Renato Godoy de Toledo, no Brasil de Fato Versão na IstoÉ (à esq.) omitiu o ”Fora Serra” da foto original Mais que isso, o resultado visual inverte o significado da imagem que traz uma placa de trânsito ”Pare”, como se quem devessem parar fossem os movimentos, e não as privatizações.

A adulteração de uma foto – passível de processo pelo detentor de seus direitos autorais, no caso a Folha de S.Paulo – é plenamente possível hoje em dia com o uso de um programa para tratamento de imagens, como o Photoshop por exemplo, mas é prática condenada no meio jornalístico. O fato escancara o poder de influência camuflada que os meios de comunicação de massa tem para atuar como o que vem sendo chamado de ”Partido da Mídia” (PM). Leia o resto do artigo »

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QUEM VAI ASSINAR O PERDÃO A DANTAS?

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no: Conversa Afiada

Por Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 1058

QUEM VAI ASSINAR O PERDÃO A DANTAS ?

 . O respeitado jornalista Rubens Glasberg, da Teletime, informa – leia abaixo -que pelo menos um diretor da Brasil Telecom se recusa assinar o acordo da “BrOi” que vai perdoar Daniel Dantas.

. Só um ?

. E se Dantas for em cana ?

. E se os Fundos procurarem saber como a Brasil Telecom assinou contrato bilionário com Alcatel, mesmo depois de uma auditoria feita após a saída de Dantas localizar sérias irregularidades nas relações entre a BrT e a Alcatel ?

. Clique aqui para ler “Alcatel BrT: os Fundos e o Citi estão nessa ?”

. Será que os diretores do BNDES vão assinar um empréstimo aos empresários (?) Carlos Jereissati e Sérgio Andrade em que eles não entram com um tusta ?

. Clique aqui para ler sobre a Pegasus, a mãe de todas as “BrOi” .

. Será que a diretoria da Anatel vai assinar uma mudança na lei só para beneficiar um banqueiro que a Polícia Federal, o Citibank (na Corte de Nova York) e a Justiça de Sua Majestade a Rainha da Inglaterra consideram um formador de quadrilha, um criminoso ?  Leia o resto do artigo »

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Senador tucano Alvaro Dias admite que recebeu dossiê anti-FHC

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Petistas cobram nome de “espião”

Publicado originalmente na: Folha on line

Escrito por: Gabriela Guerreiro

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) disse nesta quarta-feira que recebeu o suposto dossiê com informações sobre gastos sigilosos do ex-presidente FHC (PSDB) com cartões corporativos. Dias, entretanto, evitou admitir ser o responsável pelo vazamento do dossiê para a imprensa. Em seguida, argumentou que a Constituição Federal permite que os parlamentares usem dados que chegam às suas mãos como acharem mais conveniente, inclusive para repassá-los para a imprensa. “Os senadores não são obrigados a prestar informações sobre o que recebem. Se um parlamentar vazou informações para a imprensa, o fez dentro das suas atribuições parlamentares”, afirmou.

Questionado pelo senador Tião Viana (PT-AC), Dias afirmou que a Constituição concede liberdade para que os parlamentares usem ou divulguem as informações que recebem. Leia o resto do artigo »

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Discordo de Clóvis Rossi na análise que faço sobre o material publicado hoje pela FSP…

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Veja que interessante o que José Dirceu escreveu sobre o comentário feito por Clóvis Rossi…

Publicado no: Blog do Ze Dirceu

Na análise que faço sobre o material publicado hoje pela FSP a respeito do dossiê apócrifo, permito-me discordar inteiramente do comentário assinado pelo Clóvis Rossi na página 2. Para mim é um modelo de manipulação jornalística, e mera contribuição para manter o “escândalo” e alimentar a oposição ao governo.

Já está claro que foram os tucanos que subtraíram as informações do “dossiê” ilegalmente dos documentos sigilosos da Casa Civil. Se fosse um petista a própria Folha já teria revelado quem é a fonte. Mais do que isso, teria feito com as piores acusações, mesmo sem provas, como aliás já faz o jornalista em sua coluna hoje, publicada com o título “Tudo sempre igual”. Título perfeitamente aplicável ao artigo dele! Leia o resto do artigo »

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