prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

O filósofo da improvisação

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Matéria da Revista Época, publicada em 1º de abril deste ano, trata sobre a vida política e a respeitável trajetória acadêmica do ministro Mangabeira Unger, assim como de suas idéias para a Pasta de Longo Prazo.

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente na Revista Época, em 01/04/2008

Mangabeira Unger, o ministro do Longo Prazo, tenta ganhar influência no governo semeando, a curto prazo,  suas idéias polêmicas

Por Ricardo Amaral

O filósofo Roberto Mangabeira Unger, um brasileiro de 60 anos de idade e invejáveis títulos acadêmicos, passou metade da vida esperando a chance de trabalhar com um presidente da República que prestasse atenção em suas idéias para mudar o país. Tentou com Ulysses Guimarães, no PMDB do começo dos anos 1980; com Leonel Brizola, do PDT, na década seguinte; e com Ciro Gomes, de quem foi uma espécie de guru na campanha presidencial de 2002. Todos o ouviram, mas nenhum deles chegou ao Planalto.

A cada fracasso, Mangabeira retornava à Universidade Harvard, nos Estados Unidos, onde é professor de Direito desde os 24 anos de idade (um recorde numa das mais prestigiadas instituições do mundo). Mas nunca desistiu de seu projeto brasileiro. A chance de influir chegou no ano passado, quando o presidente Lula superou as críticas (em 2005, Mangabeira escreveu que este governo era o mais corrupto da História) e o nomeou ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos. O professor agora precisa provar que suas idéias cabem no mundo real. E quer fazer isso depressa.

“Precisamos tratar do longo prazo a curto prazo”, diz o ministro, um trocadilho com o nome original de sua pasta. Ela nasceu como Secretaria Especial de Assuntos de Longo Prazo, mas foi fulminada com um apelido jocoso (Sealopra) pela oposição no Senado. Lula teve de rebatizá-la para manter Mangabeira no governo. Sua missão deveria ser planejar o futuro do país – mantendo distância das polêmicas do cotidiano. Mas Mangabeira tem sua própria noção de tempo na política. Decidiu semear idéias entre ministros que cuidam do presente.

“É importante começar já ações que apontem o rumo, como se fossem as primeiras prestações de um novo futuro, pois é dessa forma que as sociedades se mobilizam para um projeto nacional”, afirma. Filho de mãe baiana e pai americano, Mangabeira Unger diz rejeitar modelos e considerar falso o conflito entre Estado e mercado. Prega a radicalização da democracia e a universalização das oportunidades econômicas e educacionais. “O povo brasileiro, com sua indisciplina construtiva, o seu pendor para o improviso, não deve ter medo de ser vanguarda”, diz o ministro. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

O Jornalista da TV Brasil

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O editor da TV Brasil foi demitido e alega que foi pressionado em duas matérias, a primeira ao falar dos problemas de saúde sem mencionar a extinção da CPMF, e já a segunda ao mencionar “dossiê” para o episódio do vazamento de dados da casa Civil.”

Postado por Luciana Sergeiro.

Publicado em:  Blog Nassif

Por: Luis Nassif

O editor da TV Brasil foi demitido. Alegou coerção no trabalho.

Fatos divulgados até agora:

1. A chefia diz que ele não queria entrar no serviço antes das 16 horas.

2. Ele alega que foi pressionando em duas matérias. Na primeira, ao falar dos problemas da saúde sem mencionar a extinção da CPMF. A segunda ao mencionar “dossiê” para o episódio do vazamento de dados da Casa Civil.

Dá uma boa discussão. É relevante mencionar a CPMF quando se fala em redução das verbas para saúde? É correto falar em “dossiê” (que implica juízo de valor, já que a palavra tem conotação de algo clandestino e sigiloso) ao se referir ao vazamento de dados.

Lembro que nos jornais já se padronizou o uso da palavra “dossiê”. E se minimizaram as perdas com a CPMF. Trata-se, também, de orientação editorial.

Ao incluir esses temas na pauta, a editora da TV Brasil afrontou princípios jornalísticos? Ou seguiu padrões jornalísticos mais objetivos?

Finalmente: procedem as afirmações de que ele só queria entrar no trabalho às 16 horas? Nesse caso, até que ponto que houve pressão ou ele tratou orientações comuns como pressão para criar um álibi para sua saída?

É um bom desafio para a estréia do Conselho Consultivo da TV Brasil.

Por Claudio Oliva de Lyra

Meu comentário faz referências ao site do Gabeira.

1) “Lobo contesta. Diz que chegava à TV Brasil às 10h30, saía às 13h30 e retornava às 16h. Apenas nas últimas semanas, quando a “pressão se tornou insuportável”, é que passou a entrar às 16h, diz.
Quero crer que um profissional tarimbado não agiria levianamente quanto à disciplina de trabalho.

2) O jornalista diz que saiu pela perda de autonomia, e os temas citados foram dados como exemplos. Ele diz claramente que “a pressão AUMENTOU nas últimas duas semanas, quando a crise dos cartões corporativos atingiu a ministra Dilma Rousseff”. Ou seja, já havia pressão antes.

3) Quando a notícia “pode ser” “favorável” ao governo, me parece que o tratamento dado aqui é diferenciado. Mais copy and paste e menos batelada de pontos de interrogação.

4) Sugiro uma pergunta para a sua lista, para a discussão do grupo: “Para Lobo, o espaço dado à oposição na TV Brasil é um disfarce” Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

Representação pede ação civil do MPF contra provocações da emissora à Venezuela

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Segundo PCB Globo tem como objetivo indispor mutuamente os governos e os povos de dois países amigos (Brasil e Venezuela), perguntando se: O Brasil está preparado para uma guerra contra a Venezuela?”

*Postado por Luciana Sergeiro

Publicado originalmente no Jornal Hora do Povo

Por: WALTER FÉLIX

PCB denuncia Rede Globo por atentar contra a Constituição

Quadro “Central de Boatos”, veiculado em 16 de dezembro pelo Fantástico, distorceu imagens do presidente Hugo Chávez para tentar gerar cizânia entre venezuelanos e brasileiros

O secretário-geral do Partido Comunista Brasileiro (PCB), Ivan Martins Pinheiro, entrou com representação judicial contra a Rede Globo, denunciando a emissora pela veiculação de uma “sórdida e repugnante matéria, que atiçou o povo brasileiro contra os venezuelanos, insinuando uma suposta invasão militar da Venezuela ao nosso país”. A matéria, exibida no Fantástico de 16 de dezembro, no quadro “Central de Boatos”, insinuava: “O Brasil está preparado para uma guerra contra a Venezuela?”.

Segundo o partido, a forma supostamente humorística com que a emissora apresentou o assunto não consegue esconder grave transgressão aos princípios constitucionais brasileiros, que consagram o convívio pacífico entre os povos e a integração latino-americana. O PCB advertiu que as ilações da Globo têm como objetivo indispor mutuamente os governos e os povos de dois países amigos: “A reportagem assumiu uma forma híbrida, para passar a impressão de que se tratava de humor”.

“Foi uma manipulação grosseira. Não sei se por orientação jurídica, mas o programa finge que é de humor, para que uma vez na Justiça ele digam: `não, é uma brincadeira´. Por isso, estamos pedindo que o Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro entre com uma ação civil pública”, declarou Ivan Pinheiro, que assina a representação, ao HP. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

Direto ao ponto

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Mesmo a mídia conservadora admite irrelevância do caso do dossiê…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Blog Luís Nassif Online

Por Luís Nassif

Já não entendo mais nada. Jogo a toalha nesse exercício insano de entender que o jornalismo é a busca objetiva da notícia.

Em sua coluna de hoje na “Folha”, a Eliane Cantanhêde diz o seguinte (clique aqui):

BRASÍLIA – Quanto mais a imprensa mexe, remexe e junta os “ossinhos de galinha”, mais vai surgindo um “dinossauro” dentro da Casa Civil. A estratégia de comunicação do governo tem enorme responsabilidade nisso. Quando surgiu a história do dossiê, Dilma Rousseff e Franklin Martins deveriam ter ido direto ao ponto: existe, está sendo coletado a partir do dia tal, pela equipe tal, abrangendo o período tal. Não é por nada. Só para a necessidade de a CPI pedir os dados ao Planalto.

A gritaria continuaria um pouco, com a imprensa cobrando e condenando o uso da máquina do Estado para constranger adversários políticos. Mas a novela do dossiê, sem novos capítulos, tenderia a perder audiência até porque o governo tem maioria na CPI da Tapioca, e a oposição late, mas não morde.

Ou seja, assim como a Dora Kramer, ontem, admite que o levantamento nada tem de irregular, e pode ser plenamente justificável. “A gritaria continuaria um pouco” etc. etc. Leia o resto do artigo »

Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

Sobre farsa e um pênis escondido

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Nesta crônica, o blogueiro critica a hipocrisia da grande mídia e de seus métodos golpistas para alcançar o poder…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Blog AbundaCanalha

Por Jurandir Paulo

A tradição golpista brasileira tem bons exemplos de engodos praticados com a cumplicidade da mídia. Dois momentos são exemplares: o Plano Cohen, arquitetado por militares integralistas, que serviu como motivo para a instauração da ditadura do Estado Novo e a Carta Brandi, enganação de Carlos Lacerda para interferir nas eleições de 1955. Nos dois casos existiram pinceladas de tragédia. O primeiro levou a forte repressão aos comunistas, que pagaram um alto preço pela mentira a eles imputada. O segundo, mesmo que tenham descoberto a fraude meses depois, ajudou a aglutinar militares golpistas, que passaram a atuar organizadamente e no sonho do poder, concretizado finalmente no golpe em 1964.

Se antes a tragédia, agora a farsa. Basta um par de neurônios para perceber o circo armado pelos herdeiros dos velhos golpistas com a conivência da mídia. O objetivo está claro: interferir nas próximas eleições. O alvo do momento é a ministra Dilma Rousseff, nome que desponta com força para 2010. A acusação sobre um possível dossiê é totalmente farisaica. O método da mídia, um embuste, tenta até esconder a confissão de um senador das hostes golpistas.

A fraude é hipócrita. Dossiês e informações sobre possíveis gastos da presidência há muito circulam, sendo citados por parlamentares e notas em jornais. Não podemos esquecer que pouco antes do início desta mais recente campanha, a mesma mídia registrava a tentativa de acordo entre governo e oposição para evitar a baixaria com a divulgação dos gastos deste governo e do de FHC. Em 19/3/2008, o jornal Estado de S.Paulo publicou que o presidente Lula vetara o uso de informações conhecidas, como a de um pênis de borracha nos gastos do ex-presidente. Isto foi esquecido e perfeitamente escondido pela mídia golpista. Talvez com o temor que as forças aliadas ao governo usassem tal apetrecho com assemelhado simbolismo ao da tal “tapioca”. Uma compra de R$ 8 que virou exemplo no PIG de abuso de dinheiro público, ao ponto de senadores da república distribuírem sorvete de tapioca em sessão plenária, para posar para as filmagens e as fotos.

Como tudo virou uma grande farsa, eu agora discordo de Lula. Não vamos esquecer do pênis de borracha de FHC. Queremos saber detalhes. Custos, quantidade, dimensões, usos e abusos. E quero ver didlos sendo distribuídos no Senado, farão sucesso. Estou enfurecido, dane-se a república.

Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, Conjuntura, Crônicas, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | 3 Comentários »

PF prende 44 pessoas acusadas de fraude no Fundo de Participação dos Municípios

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Mais um caso de corrupção

*Postado por Kátia Alves

Publicado originalmente no Noticias UOL

A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (9), como parte Operação Pasárgada, 44 pessoas acusadas de envolvimento em um esquema de liberação irregular de verbas do Fundo de Participação dos Municípios – FPM com prejuízo para os cofres públicos que pode ultrapassar R$ 200 milhões.

Entre os presos estão os prefeitos das cidades mineiras de Juiz de Fora, Almenara, Conselheiro Lafaiete, Timóteo, Divinópolis, Ervália, Minas Novas, Salto da Divisa, Medina e dos municípios baianos de Sobradinho e Itabela. Além disso, um juiz federal, nove advogados, quatro procuradores, quatro funcionários do Judiciário, um gerente da Caixa um lobista também foram detidos.

Reportagem publicada na Folha revela controvertido negócio imobiliário feito pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Na gestão passada, o tribunal alugou por R$ 36 milhões, pelo prazo de 54 meses, o prédio do antigo Hilton Hotel, mas ainda não ocupou o local. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

A tediosa sucessão de factóides

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Idelber Avelar levanta algumas difíceis questões sobre os porquês da insistência da oposição em tentar pelas vias mais descabidas atingir negativamente o governo, desqualificando a discussão política séria e construtiva. Seguem importantes sugestões do blogueiro sobre leituras acerca do tema, para aqueles que quiserem acompanhar esta novela em seus diversos episódios…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Blog O Biscoito Fino e a Massa

Por Idelber Avelar*

Às vezes, sinceramente, sinto um pouco de compaixão da oposição tucano-pefelê. Idolatram tanto o capitalismo laissez-faire, mas não aprenderam nada com o Tio Sam sobre como construir uma direita verdadeiramente golpista, fria e implacável. Parecem a zaga do Íbis batendo cabeças em cobranças de escanteio. Será que a única coisa que a oposição consegue contra o governo Lula é martelar a possibilidade de que alguém do Planalto tenha elaborado um anódino dossiê de 13 páginas sobre os gastos de FHC? E requentar durante mais de uma semana o escarcéu artificial criado sobre o tema? Será que eles têm alguma esperança de, com isso, produzir algum arranhão na presidência mais popular de todos os tempos? Por que não falam de projetos políticos? Por que não debatem, por exemplo, o projeto de taxação de milionários apresentado pelo deputado Maurício Rands (PT-PE) com argumentos um pouco melhores que os de Dornelles? Por que se recusam a entender que essa história de dossiê não cola mais? Será que têm alguma ilusão de que vão ganhar votos com isso? Será que não perceberam que alguma transformação ocorreu no Brasil nos últimos anos e que a democracia tupinambá se encontra em outra fase, mais madura? Por que a Folha de São Paulo embarcou nessa? Leia o resto do artigo »

Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

O jornalismo aloprado

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Lula Miranda critica, em ácida crônica, os “alopramentos” do jornalismo brasileiro que enfatizam escândalos de ocasião, como o badalado “dossiê”, e sem relevância nacional em detrimento de debates sérios e sólidos…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente na Agência Carta Maior

A divulgação açodada e estrepitosa de suposto “dossiê” sobre gastos sigilosos do governo Fernando Henrique Cardoso expõe a grande imprensa, mais uma vez, ao descrédito e ao ridículo.

Por Lula Miranda*

“Aloprados” e sabujos nunca faltaram no jornalismo brasileiro, cumprindo a função de assumir a responsabilidade por iniciativas infames com as quais os seus patrões, ou mesmo seus superiores imediatos, não desejam sujar suas sujas mãos. O exemplo mais recente desse tipo de jornalismo, uma vez que são variados/diversos os exemplos e estes se acentuaram, curiosamente, a partir do ano de 2003, início da gestão Lula, é a repercussão do episódio do suposto “dossiê” sobre os gastos miúdos do governo FHC. A tapioca do ministro já não rendia um beiju ou cuscuz, quero dizer, uma notícia.

Decerto que o alopramento da nossa imprensa já fez coisas piores que dar repercussão, com o devido estardalhaço e forçada gravidade, a um papelucho de 13 páginas contendo registros de gastos miúdos de um ex-presidente da República e batizado de “dossiê”. Nesse alentado “dossiê” constam coisas como o custo de codornas desossadas que abastecem a cozinha do planalto, de lixas de unha, passagens aéreas internacionais, de garrafas de champanhe etc. Teve até gente que se apressou (e se alegrou) em divulgar, numa outra ocasião, a aquisição de um pênis de borracha, como se esse artefato pudesse ter sido utilizado para fins outros que não aulas sobre reprodução humana ou ensinamentos correlatos. É enfim de uma baixaria atroz, indigna do grande país que pretende ser o Brasil e de suas respeitáveis instituições.

Assim como o presidente Lula e a primeira-dama Marisa Letícia merecem todo o respeito dos cidadãos desse país (o que deveria incluir aí também os jornalistas), Fernando Henrique, apesar de seu governo sabidamente deletério ao país, e Ruth Cardoso merecem igual respeito, sigilo e privacidade em seus pretéritos (ou atuais) gastos com miudezas no exercício do poder. A quem interessa, a essa altura do campeonato, inverter e apequenar a pauta do país? Ao governo Lula? A grande imprensa, ao que parece, se apraz e se regozija com essa infame e indesejável inversão – não só da pauta como de valores. Leia o resto do artigo »

Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, Crônicas, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »