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Blog do Desemprego Zero

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Banco Central – sitiado ou estrela-guia?

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Paulo Passarinho*

Com a adesão de Lula e de seu governo à política macroeconômica de interesse do capital financeiro – entenda-se, como tal, principalmente os bancos e as grandes corporações empresariais, com atuação transnacional -, convencionou-se rotular o governo atual, especialmente em seu primeiro mandato, como um governo “em disputa”.

Essa rotulagem interessava aos setores de esquerda que apoiavam, e ainda o fazem, o governo. Esses setores atribuíam as opções de Lula, em favor de uma política econômica ortodoxa, como uma contingência da situação deixada por FHC, onde o endividamento público era explosivo e a pressão inflacionária poderia comprometer a almejada estabilidade de preços.

Para esses setores, os grandes vilões contra políticas de desenvolvimento e geração de empregos eram o Banco Central e a taxa de juros. Porém, tudo seria uma questão de tempo. Quando a situação viesse a melhorar, o governo poderia alterar a sua política econômica.

Nesse primeiro mandato de Lula, esses setores chegavam até mesmo a personalizar essa suposta disputa, colocando Antônio Palloci (e Henrique Meireles) como representante maior da “direita”, da ortodoxia, enquanto José Dirceu, chefe da Casa Civil, seria o expoente maior de uma ala desenvolvimentista, dentro do governo.

O tempo passou, Palloci e Dirceu acabaram caindo. Esse último é hoje um saltitante lobista confesso de interesses de multinacionais, e, apesar da política econômica não ter se alterado, os efeitos da mesma começaram a apresentar resultados aparentemente animadores. As contas externas começaram a apresentar saldos comerciais expressivos – puxados pela demanda asiática e seus efeitos nos preços das commodities agrícolas e minerais; taxas de crescimento da economia melhoraram um pouco em relação aos anos de governo FHC, elevando a oferta de emprego; e, particularmente desde o início do segundo mandato, o lançamento e propaganda massiva do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento – fez com que muitos daqueles que acreditavam na suposta disputa, passassem a crer que já havíamos ingressado em uma hegemonia “desenvolvimentista”. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Paulo Passarinho, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 1 Comentário »

LE MONDE DESTACA DECLARAÇÃO DE LULA A FAVOR DOS BIOCOMBUSTÍVEIS

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris – O diário francês Le Monde destaca, na primeira página de seu sítio na internet, a declaração feita pelo presidente Lula de que os biocombustíveis não são os vilões do aumento substancial no preço dos alimentos (clique aqui para ler a matéria).

 

Segundo Lula, não há nenhuma relação direta entre a produção de biocombustíveis e a crise do preço dos alimentos. Talvez o presidente desconheça o problema de escassez de terras. Além de impactar no preço dos alimentos, o projeto dos biocombustíveis reproduz a lógica do latifúndio, inimiga do desenvolvimento nacional, e da precarização das condições de trabalho. Ah, se Celso Furtado estivesse vivo….

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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Tesouro perde com alta dos juros

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O Tesouro não é o único que perde com as altas taxas de juros…

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Valor Online – Conteúdo restrito

Por: Alex Ribeiro

O Tesouro Nacional vai perder cerca de R$ 10 bilhões nos próximos dois anos caso o Banco Central leve adiante um aperto monetário na duração e magnitude esperados pelo mercado financeiro. Mas, ao contrário do que costumava acontecer, os bancos desta vez não têm nada a ganhar com uma taxa básica mais alta. Hoje, eles estão aplicados em juros prefixados e apostam as suas fichas na expansão do crédito.

O Tesouro sai perdendo porque um bom pedaço de sua dívida é vinculada à taxa Selic – justamente aquela que, nas contas dos analistas do mercado financeiro, será elevada pelo BC dos atuais 11,25% ao ano para 12,75% ao ano até o fim do ano.

A dívida líquida do setor público somava R$ 1,157 trilhão em fevereiro, dos quais 52,4% são indexados à Selic. Os encargos dessa dívida serão tanto maiores quando maior for a taxa Selic média. Nas últimas quatro semanas, depois da sinalização feita pelo BC de que irá elevar os juros, a Selic média projetada pelo mercado para 2008 subiu de 11,25% ao ano para 12,09% ao ano. Caso se confirme essa alta na Selic, o gasto com encargos da dívida em 2008 será R$ 5,1 bilhão maior. Para 2009, os analistas do mercado subiram sua projeção para a Selic média de 10,69% ao ano para 11,52% ao ano, o que tende a ampliar os encargos com juros em R$ 5 bilhões.

Para ter uma idéia das magnitudes envolvidas, o custo anual do aperto monetário equivale à metade da despesa com o Bolsa Família, que tem um orçamento de R$ 10,37 bilhões para atender a 11 milhões de famílias em 2008. Representa ainda 34% dos R$ 14,6 bilhões que o governo planeja investir neste ano com recursos fiscais no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). É também uma pressão adicional nos já alentados gastos com juros da dívida, que somaram R$ 163,172 bilhões nos 12 meses terminados em fevereiro.

Ao contrário do que acontecia no passado recente, o Tesouro já não é o único que perde com altas no juro básico. Hoje, uma parte representativa da dívida pública é em títulos prefixados, nos quais o Tesouro paga juros fixos independentemente do que o BC faz com a Selic. Em fevereiro, os títulos prefixados representavam 39,2% da dívida, bem acima dos 1,5% de dezembro de 2002.

Na parcela da dívida prefixada, quem perde são os detentores dos títulos – na maioria, bancos e cotistas de fundos de investimentos. Essa perda já vem sendo sentida nos últimos meses, quando os juros futuros passaram a embutir a possibilidade de alta na taxa básica de juros. Leia o resto do artigo »

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A crise do setor elétrico brasileiro de 2007-2008

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Este artigo tem o objetivo central de analisar a situação de desequilíbrio que o setor elétrico atravessou entre novembro e fevereiro de 2007-2008, buscanso demonstrar que em nenhum momento se chegou frente a uma situação análoga à crise do apagão de 2001.”

Por Luciana Sergeiro

O predomínio da hidroeletricidade na matriz elétrica e significativo potencial hidroelétrico do Brasil, estimado em 160 GW, determinam vantagens comparativas singulares em termos internacionais: produção de energia elétrica a menores custos, menos poluidora, interligação de bacias e diferentes regimes de chuva em espaço continental. Contudo, a hidroeletricidade traz, em si, um componente de risco, na medida em que a energia assegurada e a energia natural afluente dependem da intensidade e localização das chuvas no período úmido, que vai de dezembro a março. Esta aleatoriedade é assimilada pela operação do sistema elétrico como risco hidrológico. Este artigo tem o objetivo central de analisar a situação de desequilíbrio que o setor elétrico atravessou entre novembro e fevereiro de 2007-2008, buscando demonstrar que em nenhum momento se chegou frente a uma situação análoga à crise do “apagão” de 2001. O trabalho conclui que novas características estruturais da matriz de energia elétrica estão aumentando o risco hidrológico. Esta tendência irá impor a necessidade de despachar usinas termoelétricas na base para mitigar o risco hidrológico. Como as diretrizes atuais de despacho do sistema elétrico evitam o uso das termoelétricas por razões tarifárias, há um componente de risco não dimensionado. A introdução do leilão de energia de reserva é uma ação no sentido de evitar as termoelétricas, colocando-as como backup do sistema e reduzindo o risco hidrológico.

Entre novembro de 2007 e meados de janeiro de 2008, o volume de chuvas ficou bem abaixo da média histórica brasileira (ONS, 2007, a), série que tem como limite temporal inferior o início da década de 1930. A redução no nível dos reservatórios provocou um forte estresse no SEB e na sociedade brasileira, em razão da ampla cobertura e divulgação pela mídia de opiniões e análises de representantes dos agentes do setor e de especialistas. Como sempre, certo alarmismo apoiado em paralelos e analogias com o “apagão” de 2001. A base deste posicionamento fundamentou-se, grosso modo, na impossibilidade de serem construídos novos empreendimentos no curto prazo que pudessem aumentar a capacidade de geração e, principalmente, devido à indisponibilidade pontual e conjuntural da oferta de gás natural para acionamento de parte do bloco gerador térmico. Outro fator em que se apoiaram as análises comparativas entre 2001 e 2008 foi a alta expressiva do preço da energia elétrica no mercado spot, de curto prazo, que “bateu” no teto dos quase R$ 600 por MW.

De imediato deve-se assinalar, e esta é a posição dos autores, que a possibilidade de ocorrer no início de 2008, situação análoga à crise do “apagão”, só poderia ser concretamente definida através da análise comparativa dos reservatórios das hidroelétricas no término do “período úmido”. Antes desta data limite, a afirmativa de que o “apagão” estaria na eminência de ocorrer foi posição muito prematura e especulativa.

Clique aqui para ler na íntegra o artigo

A crise do setor elétrico brasileiro de 2007-2008.

Por: Nivalde José de Castro2

       Roberto Brandão3

       Felipe Botelho4

       Paula Goldenberg4

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A economia brasileira e a dinâmica do setor elétrico em 2007.

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O artigo descreve a dinâmica da expansão e a evolução macroeconômica da economia brasileira.”

Por: Luciana Sergeiro

No ano de 2007, a economia brasileira apresentou resultado bastante favorável na dinâmica de expansão e evolução dos seus fundamentos macroeconômicos. Superando todas as previsões formuladas no inicio do ano, o PIB apresentou crescimento de 5,4%.

Com este resultado em 2007, a economia brasileira firma um período de crescimento do PIB de cinco anos, fato que não ocorria desde fins da década de 1970. Desta forma, verifica-se uma maior capacidade de sustentabilidade assentada em duas variaves: aumento do consumo interno e da taxa de investimento. Conforme dados divulgados pelo IBGE (2008), o consumo das famílias (que responde por 60% do PIB) e o investimento, cresceram 6,5% e 13,4%, respectivamente. O forte avanço do consumo das famílias foi impulsionado pelas altas taxas de ampliação da massa salarial que atingiu 3,6%, na ampliação de crédito para pessoa física, que cresceu 28,8%, e no aumento das importações, que aumentaram em 20,3%. Segundo Travalglini (2008), ao contrário de outros períodos, a expansão verificada no crédito em 2007 não foi acompanhada pelo aumento percentual da inadimplência, indicando assim maior consistência desta variável. O saldo das operações de empréstimos cresceu 27,9%, nos últimos doze meses. No mesmo período, a taxa de crédito em atraso há mais de 90 dias ficou em 3,2% em janeiro, em relação aos 3,8% no mesmo mês do ano passado. Entre as empresas, caiu de 2,8% para 2%. Entre as pessoas físicas, grande termômetro do mercado para medir o comportamento futuro do crédito, essa relação caiu de 7,5% para 7,1%. Leia o resto do artigo »

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Petróleo de Carioca: o que dizem Haroldo Lima e a World Oil

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Se os especialistas dos Estados Unidos já tinham acesso às informações, não havia por que os brasileiros não saberem.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: VERMELHO

O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, teve um dia cheio em Brasília nesta terça-feira (15). À noite, depois de uma entrevista para a TV Globo, ele falou ao Vermelho sobre as perspectivas da prospecção de petróleo no Brasil e a leitura que a imprensa fez de sua menção ao campo de Carioca-Pão de Açúcar. Para Haroldo Lima, se os especialistas dos Estados Unidos já tinham acesso às informações, “não havia por que os brasileiros não saberem”.

Tendo em vista o tipo de cobertura que a imprensa fez do tema, este portal prefere transcrever as declarações do responsável pela ANP. Com a palavra Haroldo Lima:

“Hoje (terça-feira, 15) abriu-se a sessão da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida pelo senador Aloísio Mercadante (PT-SP), em que eu falaria, assim como diretores da Petrobras e do IBGE. Antes da audiência, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), depois de fazer elogios à minha trajetória, questionou o meu comportamento conforme o noticiário dos jornais do dia, em especial O Globo. Mercadante passou-me então a palavra.” Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 16/04/2008

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Elizabeth Cardoso

Política

Lula considera que os governos deveriam trabalhar em harmonia, limitando as rivalidades políticas aos períodos de eleição, pois, estender tais rivalidades durante os mandatos só prejudica o povo…

JB Online: Politicagem prejudica o povo, afirma Lula

A CPMI dos cartões rejeitou os requerimentos para o acesso aos dados de gastos com cartões corporativos da Presidência e para a convocação da ministra Dilma Rousseff…

Último Segundo: CPI derruba acesso a gastos da presidência e convoca reitor da Unifesp

Economia

Mesmo com todo o alarme sobre o anúncio da mega reserva petrolífera da Petrobrás, o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, afirma que ainda é cedo para se ter qualquer informação relevante sobre o potencial da reserva…

Reuters Brasil: Petrobras diz que saberá tamanho de Carioca em 3 meses

Possível aumento na Selic pressionaria ainda mais os juros cobrados ao consumidor…

Último Segundo: Taxa de juros ao consumidor sobe mais que a Selic

Internacional

Bento XVI na terra do tio Sam… Papa discursa sobre liberdade e diz que os EUA são “generosos ao irem ao encontro das necessidades humanas imediatas, promovendo o desenvolvimento e oferecendo alívio para as vítimas das catástrofes naturais”… Quão generosos…

JB Online: Papa convida EUA a continuarem solucionando conflitos

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O desastre midiático

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A desinformação é uma das principais ameaças que pairam sobre as democracias na hora da globalização econômica”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por Ignacio Ramonet

O jornalista espanhol Pascual Serrano construiu um “arquivo da vergonha jornalística”, reunindo flagrantes demonstrações da deterioração de uma profissão que ameaça ruir. Hoje, a verdade informativa é quando toda a mídia (imprensa, rádio, televisão e Internet) diz a mesma coisa sobre um tema, diz que uma coisa é verdade… mesmo que seja mentira.

Epílogo do livro “Pérolas 2. Balelas, disparates e trapaças nos meios de comunicação”, de Pascual Serrano.

Indispensável. Este é um livro indispensável para tomar consciência da amplitude do atual desastre midiático. E temos que agradecer Pascual Serrano pelo talento que esbanjou ao constituir o “arquivo da vergonha jornalística” conseguindo arrebanhar tão flagrantes demonstrações da deterioração de uma profissão que ameaça ruir.

O que Pascual Serrano revela com esta nova coleção de “balelas, disparates e trapaças” é que alguma coisa deixou de funcionar nos nossos meios massivos de comunicação. E que, por isso, a informação – ou, melhor dizendo, a desinformação – passou a ser uma das principais ameaças que pairam sobre nossas democracias na hora da globalização econômica.

Uma das razões desta situação mora no fato de que a maioria dos grandes jornais do mundo, se formos falar da imprensa escrita, não são, hoje, dirigidos por jornalistas. Agora são quase sempre dirigidos por egressos das Escolas de Comércio, de Escolas de “Ciências Empresariais”, que são os que, evidentemente, estão com as rédeas da empresa midiática, que irá se comportar como uma empresa que, antes de mais nada, vai pensar em suas relações com os “clientes”, e os clientes são os compradores dos jornais ou os ouvintes do rádio ou os telespectadores da televisão, mas são percebidos principalmente como “clientes”. Leia o resto do artigo »

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