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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

Governador comilão

Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008

José Roberto Arruda, governador do Distrito Federal, consumiu nada menos que “(…) 2,1 toneladas de camarão, 1,5 tonelada de filé mignon e 165 quilos de lagosta. De queijo, foram 4,2 toneladas (…)” Leia mais abaixo.

Por Katia Alves

Por Lendro fortes

Publicado na: Carta Capital

No Congresso, parlamentares da oposição e da base governista continuam a gincana para saber quem fez maiores e mais supérfluos gastos com as verbas do Palácio, se o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ou se o atual, Luiz Inácio Lula da Silva. É uma disputa nonsense, útil para alimentar a indignação de uma meia dúzia e justificar o adiamento de discussões relevantes ao País. E que fica sem sentido quando se percebe que sempre é possível extrair um “escândalo” da análise de dados do tipo, sejam federais ou estaduais.

Basta ver os dados oficiais sobre o consumo do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, filiado ao ex-PFL. Em 2007, a residência oficial de Águas Claras registrou compras de alimentos de fazer inveja a qualquer batalhão. Foram consumidos 2,1 toneladas de camarão, 1,5 tonelada de filé mignon e 165 quilos de lagosta. De queijo, foram 4,2 toneladas, sendo mil quilos do tipo Minas, certamente uma homenagem às origens do governador, natural da cidade de Itajubá. Há, em Águas Claras, uma forte preferência por pescados. Além dos camarões e das lagostas, 765 quilos de bacalhau e 114 quilos de carne de siri também fizeram parte do cardápio oficial. Os gastos somam cerca de 700 mil reais.

No papel de oposição no Distrito Federal, coube ao PT levantar as informações sobre os gastos da residência oficial. O responsável pelo levantamento foi Cabo Patrício, líder do partido na Câmara Legislativa do DF. As notas de empenho das despesas foram acessadas por meio do Sistema Integrado de Gestão Governamental (Siggo), de registro de movimentação orçamentária e financeira do governo local, disponível apenas aos deputados distritais. É um expediente semelhante ao Siaf, acessado por deputados federais e senadores, no qual ficam registradas as despesas da administração direta federal. Leia o resto do artigo »

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Novo Capítulo do Dossiê do Nassif x Veja: As relações incestuosas na mídia

Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Blog do Nassif

O modelo de assassinato de reputações, como arma de disputas comerciais, alcançou seu auge na recente fase da revista Veja, especialmente através do colunista Diogo Mainardi.

O último capítulo dessa novela foram colunas e podcasts de Mainardi, a respeito de um dossiê que continha trechos de um inquérito sigiloso do Ministério Público Italiano.

Conforme demonstrado em dois capítulos da série (O post-it de Mainardi e Lula é meu álibi), ao contráriodo que Mainardi afirmava em sua coluna, o dossiê foi escaneado no Brasil, rearrumando papéis do inquérito original da Itália. E a prova maior é que seu conteúdo foi divulgado no mesmo dia em que o arquivo foi gravado, no site de uma ex-jornalista da “Folha”, Janaína Leite.

Tempos depois, a revista Carta Capital entrevistou Angelo Jannone, ex-chefe de Segurança da Telecom Italia, nos tempos de Tronchetti Provera. A entrevista de Jannone foi aproveitada por ambos para tentar demonstrar que os inocentava.

Sobre o caso italiano dedicarei um capítulo especial, dada à sua aparente complexidade e por demonstrar o jogo complicado do qual Mainardi tornou-se participante, sabe-se lá com que propósitos.

O que interessa, neste capítulo, é a explicitação das relações de Mainardi com Janaína, e de ambos com Daniel Dantas.

Vamos entender melhor quem é a parceira de Mainardi nesse jogo.

No seu blog, Janaína Leite se apresenta como “consultora”. Não há nenhuma indicação sobre quem são seus clientes. No seu período na “Folha” atuou em uma série de matérias francamente suspeitas, conforme se demonstrará a seguir. Todas elas seguiam a mesma linha de denúncias utilizada por Mainardi quando trata do tema telefonia.

Vamos à análise de quatro casos.

O caso Cecília Melo

Conforme explicado no capítulo “O post-it de Mainardi”, há dois inquéritos em andamento, um no Brasil, outro na Itália.

O do Brasil é conduzido pela Polícia Federal e Ministério Público Federal em São Paulo, sobre grampos, quebras de sigilo, a partir do dossiê Kroll, divulgado pela “Folha” anos atrás. O da Italia pelo MP italiano, originalmente era sobre as estripulias da Parmalat italiana. Depois, graças a uma manobra engenhosa, foram incluídas as as operações da Telecom Italia no Brasil. No inquérito italiano há grampos ilegais e outras particularidades que poderiam provocar a anulação do inquérito brasileiro – caso fossem juntadas as peças.

Há uma tentativa de misturar os dois inquéritos. Por isso mesmo, toda a luta da PF e do MP é para impedir essa contaminação.

Essa tentativa ficou clara em matéria de Janaína Leite de 24 de julho de 2007 (clique aqui) com o próprio Daniel Dantas, preocupado com a possibilidade dos fundos de pensão fecharem um acordo com o Citigroup que estreitaria sua margem de manobra na Brasil Telecom.

Dois trechos merecem destaque. O primeiro, demonstrando que Dantas atuou pessoalmente para que a atuação da Telecom Italia no Brasil fosse incluída no inquérito italiano.

O banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity, enviou à Procuradoria Geral da República um pedido para que o Ministério Público investigue supostos atos ilegais praticados no âmbito da disputa entre os sócios da Brasil Telecom, operadora de telefonia fixa que atende três regiões do país.

A segunda, ao mencionar uma testemunha-chave importante:

A principal testemunha dos procuradores italianos, Marco Bernardini, confirmou à Folha ilegalidades no Brasil.

Guarde essas duas informações, ambas obtidas da mesma fonte: a atuação de Dantas e o nome da tal testemunha-chave. Facilitará bastante para entender o próximo capítulo, especialmente quando Mainardi menciona suas misteriosas “fontes italianas”.

O jogo jornalístico em torno do processo italiano consistiu dos seguintes lances.

Lance 1 – no dia 21 de setembro de 2006, matéria da Janaina Leite na Folha: “Polícia italiana prende 20 ligados à Telecom Itália” (clique aqui), a primeira matéria que saiu por aqui, da operação dos promotores italianos, e tentando mostrar correlação entre o escândalo da Parmalat e o dossiê Kroll, divulgado no Brasil.

Três grandes dúvidas ficam em aberto sobre as implicações da ação do Ministério Público italiano, que teria encontrado ligações de organizações que serviram a pagamentos de propinas no “Laziogate” –escândalo de compra de políticos envolvendo empresas privadas– com os implicados na suposta rede de espionagem italiana.

No dia 22 de setembro de 2006, nova matéria: “Crise com tele leva Prodi a depor no Senado” (clique aqui). Nela, Janaína afirma o seguinte:

Anteontem, 20 pessoas foram presas na Itália acusadas de fazer parte do esquema de arapongagem. Segundo a Folha apurou, é possível que o escândalo respingue no Brasil. Isso porque o encarregado da segurança da Telecom Italia na América Latina, Angelo Janonne, está sendo investigado na esteira de seu chefe, Giuliano Tavaroli, tido como braço direito de Tronchetti Provera.

Em 2004, Janonne veio ao Brasil para entregar à Polícia Federal documentos mostrando que a Telecom Italia e integrantes do governo brasileiro vinham sendo espionada pela Kroll, contratada pela Brasil Telecom, então administrada pelo grupo Opportunity, do empresário Daniel Dantas.

À época, Janonne disse que as informações que repassava tinham sido entregues anonimamente à Telecom Italia. Mas a desconfiança dos promotores italianos, que têm poder de polícia em seu país, é a de que os dados foram obtidos a partir da atuação de espiões que atuavam, supostamente, com anuência da operadora de telefonia italiana.

Não informava como obteve informações dos promotores italianos.

Lance 2 – a desembargadora Cecília Melo dá sentença ordenando a anexação de um inquérito no outro. O argumento da desembargadora é justamente a reportagem de Janaína.

Lance 3 – outra matéria da Janaína, agora em reforço à decisão da desembargadora. É de 11 de dezembro de 2006: “Justiça pede dados sobre Telecom Italia” (clique aqui).

A 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região decidiu ontem, por unanimidade, requisitar oficialmente da Justiça italiana documentos relativos às investigações de suposta espionagem e supostos pagamentos ilegais feitos pela Telecom Italia no Brasil. Os magistrados, baseados em reportagens da Folha, também determinaram que o Ministério Público Federal tome providências para apurar possíveis ilegalidades promovidas pela tele no Brasil. Procurada, a Telecom Italia preferiu não comentar o assunto.

Lance 4 – Este ano, o Ministério Público e a Polícia Federal convocaram o executivo Rodrigo Bhering Andrade, que trabalha para o Opportunity. Pressionado, Andrade admitiu que Janaína o mantinha informado sobre as fontes que alimentavam o jornal de matérias contrárias ao Opportunity. Essas informações constam do inquérito.

A matéria de Janaína traz duas dicas importantes.

A primeira, a reiteração do nome da testemunha-chave:

Uma das principais testemunhas do Ministério Público italiano é o ex-investigador Mario Bernardini, que concordou em relatar detalhes dos esquemas engendrados dentro da Telecom Italia em troca de não ser preso. Em entrevista à Folha, ele sustentou o que havia dito aos procuradores: no Brasil, o chefe de segurança da tele ordenou a espionagem de ministros, banqueiros, jornalistas, executivos e concorrentes da Pirelli. Disse ainda que a tele italiana mantinha um esquema de pagamentos a políticos e servidores públicos por meio de advogados e consultores.

A segunda, a conexão com o senador Heráclito Fortes, reconhecido publicamente como sendo aliado incondicional de Dantas:

O assunto não deverá ficar restrito ao Judiciário. A Folha apurou que parlamentares brasileiros também pediram a remessa das informações, inclusive a íntegra dos depoimentos, à Italia. Na semana passada, o senador Heráclito Fortes (PFL-PI) viajou ao país para pedir ajuda a parlamentares.

Sobre Bernardini analisaremos no capítulo específico sobre o caso Jannone.

O Caso Márcia Cunha

Dois magistrados foram fundamentais para apear o Opportunity do controle da Brasil Telecom. Um, a desembargadora Márcia Cunha, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que deu a primeira sentença séria desfavorável a Daniel Dantas. O segundo, o Ministro Edson Vidigal, presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Como se recorda, Edson Vidigal foi vítima de um assassinato de reputação praticado pela revista Veja (capítulo O caso Edson Vidigal).

Vamos entender a participação de Janaína Leite no “assassinato de reputação” de Márcia Cunha, aproveitando o bom levantamento feito pelo jornalista Fábio Carvalho, em resposta a uma discussão entre blogs sobre um dos capítulos da série.

É uma série de matérias envolvendo a questão do acordo “guarda-chuva”, que garantia ao Opportunity o controle da Brasil Telecom. Leia o resto do artigo »

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Política industrial tem data, mas Miguel Jorge diz faltar acertos

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A nova Política Industrial deve funcionar como um instrumento de atração de investimentos de produtores mundiais, que venham ao Brasil e se disponham a fabricar componentes eletrônicos de forma competitiva.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: DCI – Comércio, Indústria & Serviços

Por: Luciano Máximo

Mesmo com o lançamento agendado para o próximo dia 12, o governo informa que ainda não concluiu as negociações sobre o tamanho das desonerações tributárias da nova Política Industrial. De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, “o valor da desoneração ainda não está calculado”. A decisão final ocorrerá até a próxima semana, quando Receita Federal e Ministério da Fazenda farão uma reunião definitiva sobre o tema.

Na quarta-feira, a equipe econômica se reuniu no Palácio do Planalto para fechar detalhes da proposta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Participaram os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, e da Fazenda, Guido Mantega, além dos presidentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Nacional (BNDES), Luciano Coutinho, e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Reginaldo Arcuri.

Existem informações, no entanto, que dão conta do real motivo do atraso da apresentação: o processo burocrático. O presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, contou ao DCI que o ministro Miguel Jorge revelou, em conversa na semana passada, que “estava tudo pronto para o lançamento, mas faltava tratar das questões burocráticas relacionadas à redação das diversas portarias e decretos que somos obrigados fazer para que a política entre em vigor”. Segundo Barbato, o ministro havia dito que a equipe incumbida do projeto tratava apenas da fundamentação legal das medidas e que a parte relacionada à desoneração já havia sido acertada entre os diversos Ministérios envolvidos e a Receita. Leia o resto do artigo »

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A educação da mão-de-obra

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O ministro da Educação, Paulo Haddad e o Deputado Federal, Armando Monteiro (PTB-PE), discutem sobre o novo projeto que propõe ampliar a participação federal na oferta de ensino médio profissionalizante.Mas o debate se concentra na esfera do financiamento, ou seja, quem deve financiar o projeto.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Maria Cristina Fernandes

Chega hoje à mesa da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o texto do projeto de lei destinado a trazer para a discussão pública a participação empresarial num dos maiores gargalos ao crescimento: a formação da mão-de-obra. O projeto é ambicioso nos propósitos e na disputa política que pretende travar. Propõe ampliar a participação federal na oferta de ensino médio profissionalizante utilizando-se para isso de recursos do Sistema S, conjunto de 13 entidades financiadas com o desconto de 2,5% sobre a folha de pagamentos e cujas siglas mais conhecidas são o Sesc e o Senai. É uma montanha de dinheiro equivalente a tudo que o governo gasta em suas universidades federais.

A proposta, que tem à frente o ministro da Educação, Fernando Haddad, tem como seu principal adversário o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e deputado federal, Armando Monteiro (PTB-PE).

O primeiro sensibiliza suas platéias com o argumento de que o ensino médio é o elo frágil da educação. A melhora na expectativa de ingresso no ensino superior, com a ampliação de vagas, ao contrário do que o MEC esperava, não surtiu efeito sobre as notas dos adolescentes nem sobre a elevada evasão escolar. Esperar que o investimento que se vem fazendo na educação fundamental surta efeito no ensino médio levaria anos. E relegaria ao abandono um contingente de 2 milhões de adolescentes que não estudam porque não vêem como descolar um emprego decorando a tabela periódica. Leia o resto do artigo »

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O novo mercado de combustíveis

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A Cosan e a Tropical Bioenergia – joint venture selaram definitivamente a entrada do setor no mercado de energia, em sentido amplo.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por Luis Nassif

Há cerca de dez anos, quando houve uma imensa crise no setor sucro-alcooleiro, houve um evento na Usina Santa Elisa, de Ribeirão Preto. Presentes, a diretoria do Bradesco, da usina e usineiros da região. Os Biagi, controladores da Usina, tinham sido escolhidos pelo Bradesco para um trabalho de consolidação, que permitisse recuperar usinas e os empréstimos efetuados.

As usinas se converteriam em verdadeiros centrais alcoolquímicas. Produziriam não apenas açúcar, como energia e, com o tempo, seria uma central alcoolquímica.

O setor ainda não estava preparado para processos de fusão. Imperava ainda a visão patriarcal, de cada empresário tocar seu próprio negócio.

Ontem, dois lances selaram definitivamente a entrada do setor no mercado de energia, em sentido amplo. Leia o resto do artigo »

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Aliança PT-PSDB (Pimentel-Aécio) é vetada pela Executiva Nacional do PT

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

Uma resolução da Comissão Executiva Nacional do PT vetou ontem a aliança envolvendo o PT e PSDB em Belo Horizonte. A aliança costurada pelo prefeito Fernando Pimentel (PT) e o governador mineiro Aécio Neves (PSDB) em torno da candidatura de Márcio Lacerda (PSB), atual Secretário de Desenvolvimento Econômico do governo de Minas. O acordo favorecia as candidaturas de Pimentel para o governo de Minas e de Aécio para Presidência da República em 2010. O inusitado da aliança é justamente colocar um projeto regional do PT (governo de Minas) acima de seu projeto nacional (sucessão de Lula). Pimentel ao privilegiar a aliança com os tucanos criou fissuras na base de sustentação do PT na capital mineira. O PSDB, seu adversário, vinha sofrendo de inanição em Belo Horizonte, pois só elegeu um único vereador na última eleição municipal.

Com a insistência de Pimentel, os partidos da base no município – PMDB, PR, PV, PTB, PC do B e PRB (para citar alguns) – intensificaram as negociações políticas buscando posicionamento na eleição municipal, o que pode comprometer uma futura candidatura petista. O PT tinha a faca e o queijo na mão. Tinha tudo para formar uma ampla aliança em torno dos partidos de sua base em Belo Horizonte. Mas o prefeito e seus aliados preferiram o caminho de privilegiar os partidos de oposição política no município – PSDB e PSB -, em detrimento daqueles partidos que garantem a sustentação do PT no governo municipal. Era a condição para uma futura candidatura de Pimentel ao governo de Minas com a benção de Aécio Neves. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

Um acordo selado entre governo e oposição garantiu o adiamento do depoimento da ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para o dia 7 de maio. Dilma, a preferida do presidente Lula para sua sucessão, respira um pouco. O pretexto para sua convocação é o esclarecimento do andamento das obras do PAC. Entretanto, a oposição quer utilizar a oitiva para fazer questionamentos acerca de um suposto dossiê com informações de gastos sigilosos do governo FHC.

 

Economia

 

O Fundo Monetário Internacional (FMI) pediu para que seus países membros suspendam o controle de exportação de alimentos. Alguns países, como China, Argentina e Vietnã, ampliaram os controles após a disparada dos preços internacionais dos alimentos. Tais medidas têm causado graves problemas para os países pobres. Mesmo assim, há ainda quem defenda a plantação de cana para a produção de biocombustíveis.

 

Internacional

 

O presidente francês Nicolas Sarkozy admitiu que ter cometido erros no seu primeiro ano de mandato. Em entrevista transmitida ao vivo pela televisão, Sarkozy afirmou que, apesar disso, avançará na direção das reformas liberalizantes. O mandatário do Elysée enfrenta o pior índice de popularidade da história da V República num primeiro ano de mandato. Estaria o neoliberalismo em crise?

 Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Biagi: Sucesso do Etanol Provoca Gritaria

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Brasil consegue substituir 50% do consumo de gasolina com 1% das terras agricultáveis.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Conversa Afiada

Por: Paulo Henrique Amorim

Acabei de conversar com Maurílio Biagi, presidente do Conselho da Usina Moema e do Conselho da Única, entidade que reúne os produtores de cana e álcool sobre a acusação de que o etanol brasileiro é responsável pelo aumento do preço dos alimentos no resto do mundo:

Disse Biagi: Essa gritaria é a consagração do modelo brasileiro. Eles não engolem o Brasil conseguir substituir 50% do consumo de gasolina com 1% das terras agriculturáveis.

Então, de quem é a culpa pelo aumento do preço dos alimentos ?

Disse Biagi: O maior responsável é o subsídio à agricultura dos países ricos.

O etanol americano, que usa o milho, também não tem culpa ?

Disse Biagi: Também, mas, há dois anos visitei uma usina na França que produzia etanol a partir de trigo. Trigo ! O engraçado é que eles queimam milho e trigo para fazer etanol e não taxam o petróleo.

Mas é verdade que vocês vão destruir a Amazônia para produzir etanol ?

Disse Biagi: Eu bem que tentei. Nos anos 70, o Governo brasileiro tentou consolidar a ocupação da Amazônia. E eu fui convidado para instalar a usina Abraham Lincoln, no quilômetro 46 da Transamazônica. A usina está lá abandonada, porque a Amazônia não presta para produzir cana. Na Amazônia, chove e faz calor, mas não tem o friozinho que dá a sacarose. Outro dia, na Holanda, me perguntaram a mesma coisa e eu respondi o seguinte: vocês saíram daqui duas vezes para conquistar o Brasil e produzir cana. A distância da Amazônia para São Paulo é menor que a distância da Holanda ao Brasil. Você acha que se desse para produzir cana na Amazônia nós já não teríamos feito isso? Leia o resto do artigo »

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