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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

A SEMANA A LIMPO

Postado em 2 dEurope/London maio dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O DEM de Gilberto Kassab fechou aliança com o PMDB de Orestes Quércia para as próximas eleições municipais de São Paulo. Este fato inusitado (Quércia, aquele que já foi ligado ao MR-8) colocou mais uma pedra no sapato do ex-governador Geraldo Alckmin, do PSDB. Serra saiu vitorioso e conquistou mais um ponto no seu caminho ao Planalto.

 

Economia

 

A agência de rating Standard&Poor’s concedeu ao Brasil o status de investment grade. Os “mercados” ficaram eufóricos, a Bovespa bateu os 70000 pontos e etc. Enfim, tudo se parece com uma grande festa. Falta ver como isso se reverterá concretamente em termos de desenvolvimento, crescimento econômico e geração de empregos.

 

Internacional

 

A economia dos EUA eliminou no último trimestre 20 mil postos de trabalho. Parece que a crise financeira internacional não está próxima do fim. Enquanto o FED adota posições pragmáticas, a nossa autoridade monetária insiste no fracassado receituário ortodoxo.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

 

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O fim de um ciclo político

Postado em 1 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O modelo e as lideranças nascidas da Nova República e da Constituição de 1988 se esgotam com o fim da era Lula. Já se tem diversos movimentos que, em algum lugar do futuro, permitirão a reorganização partidária.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

O Brasil está no fim de um ciclo político. O modelo e as lideranças nascidas da Nova República e da Constituição de 1988 se esgotam com o fim da era Lula. Do bojo do velho MDB nasceu o PSDB e, de certo modo, o PT. Em meados dos anos 80, principalmente depois de Orestes Quércia assumir o comando da legenda, um grupo de políticos, sindicalistas, intelectuais se uniram para lançar as bases de um partido de centro-esquerda.

Nasceram dois: o PSDB e o PT, ambos primos, não irmãos, com algumas diferenças claras. O PSDB nasceu das lideranças cassadas ou que resistiram ao AI-5. O PT nasceu das organizações de base, do sindicalismo do ABC e da militância dos grupos que, nos anos de chumbo, enveredaram pela luta armada.

O PT cresceu como partido de massa, de mobilização; o PSDB como partido de quadros. À frente deles, dois políticos que, compreensivelmente, colocaram a governabilidade acima de tudo: FHC e Lula. Leia o resto do artigo »

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A reforma trabalhista

Postado em 1 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Roberto Mangabeira Unger deu início, em setembro do ano passado, a reuniões com as principais centrais sindicais com o objetivo de um projeto de reforma da legislação trabalhista, esta reforma tem três objetivos: reduzir a informalidade no mercado de trabalho, reverter à queda da participação dos salários na renda nacional e reformar o regime sindical.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

Em setembro do ano passado, recém-empossado no cargo de Secretário Especial de Ações de Longo Prazo, Roberto Mangabeira Unger deu início a reuniões com as principais centrais sindicais, visando um projeto de reforma da legislação trabalhista.

Ontem, anunciou oficialmente sua proposta.

As mudanças têm três objetivos básicos: reduzir a informalidade no mercado de trabalho, reverter à queda da participação dos salários na renda nacional e reformar o regime sindical.

Para avançar em direção da formalização do trabalho, Mangabeira Unger e os líderes sindicais apontam três caminhos: Leia o resto do artigo »

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A volta da política dos governadores, o fim do dilema PT x PSDB e o resurgimento do Desenvolvimentismo

Postado em 1 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos * e Rodrigo L. Medeiros **


José Murilo de Carvalho descreve em um belo livro, ‘A formação das almas: o imagiário da república no Brasil’ (Companhia das Letras, 1990), ser uma tarefa complexa a substituição de um regime. Entre as suas diversas e preciosas observações sobre a formação republicana brasileira, merece destaque a seguinte: “O instrumento clássico de legitimação de regimes políticos no mundo moderno é, naturalmente, a ideologia, a justificação racional da organização do poder” (p.9).

Desde 1873, havia em São Paulo o partido republicano mais organizado do país. A respectiva província encontrava-se asfixiada politicamente pela centralização monárquica e experimentava um surto de expansão cafeeira. Para os grandes proprietários que compunham o Partido Republicano Paulista (PRP), uma república ideal deveria basear-se no federalismo norte-americano. A esses era conveniente uma constituição individualista do pacto social, pois a mesma evitaria a ampliação da participação popular. Não se pode olvidar que a postura liberal do PRP baseava-se no darwinismo social, inspirado em Spencer, a grande influência do principal teórico paulista da República, Alberto Sales. No Brasil, o liberalismo adquiria progressivamente um caráter de acomodação e naturalização das desigualdades.

O que a Nova República teria a ver com isso? Tratar-se-ia do passado que se repete como tragédia e farsa? Luis Nassif, por exemplo, disse o que muitos cientistas políticos estão demorando para perceber: o presidencialismo brasileiro torna os governos reféns da “governabilidade” e que a realidade está esfacelando tudo o que se imagina ser partido político no Brasil. Leiam aqui

Onde então estariam efetivamente os partidos de base popular e das demais classes sociais? A professora Maria da Conceição Tavares, por sua vez, disse que eles não existem nas Américas. De fato, Conceição Tavares tem alguma razão, pois os partidos de classe no Brasil não resistem à realidade nacional. Em São Paulo, por exemplo, essa concepção pôde fazer um pouco mais de sentido, dado que na grande ABC havia um grande operariado. Leia o resto do artigo »

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O fim de um ciclo político

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

No artigo abaixo Luis Nassif escreve sobre a fragilidade do presidencialismo no Brasil, que é devido à existência de aliança política e essa aliança acaba sendo um obstáculo para a implementação da política econômica, além do mais, em qualquer escândalo consegue ameaçar o Presidente. Mas mesmo assim, as alianças estão sendo feitas e é hora dos desenvolvimentistas realmente se unirem e conseguir criar uma massa crítica capaz de transformar o país.

Por Katia Alves

Publicado originalmente na Coluna Econômica

Por Luis Nassif

O Brasil está no fim de um ciclo político. O modelo e as lideranças nascidas da Nova República e da Constituição de 1988 se esgotam com o fim da era Lula. Do bojo do velho MDB nasceu o PSDB e, de certo modo, o PT. Em meados dos anos 80, principalmente depois de Orestes Quércia assumir o comando da legenda, um grupo de políticos, sindicalistas, intelectuais se uniram para lançar as bases de um partido de centro-esquerda.

Nasceram dois: o PSDB e o PT, ambos primos, não irmãos, com algumas diferenças claras. O PSDB nasceu das lideranças cassadas ou que resistiram ao AI-5. O PT nasceu das organizações de base, do sindicalismo do ABC e da militância dos grupos que, nos anos de chumbo, enveredaram pela luta armada.

O PT cresceu como partido de massa, de mobilização; o PSDB como partido de quadros. À frente deles, dois políticos que, compreensivelmente, colocaram a governabilidade acima de tudo: FHC e Lula.

Digo compreensivelmente porque o modelo político brasileiro produziu um presidencialismo fraco, que depende continuamente do fisiologismo de alianças episódicas, de formas de financiar as campanhas eleitorais e que está permanentemente exposto a golpes brancos. Basta um enfraquecimento qualquer, um escândalo, a repercussão na mídia insuflando a opinião pública e uma CPI ou procedimento similar garantindo a derrubada do governante sem a necessidade de passar pelo voto. Foi assim com Fernando Collor, quase foi assim com FHC pós-99 e com Lula pós-mensalão. Leia o resto do artigo »

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As serpentes de ouro de Medusa

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

No Brasil, o neoliberalismo é um fenômeno principalmente ideológico, sem base na realidade social, esta ainda fortemente dependente de ações do Estado. É uma ideologia artificial, importada, descolada do processo sociológico. Como toda ideologia, funciona como instrumento de manipulação e de dominação.

José Carlos de Assis*

Fonte: Correio da Cidadania, 13 de Dezembro de 2007.

Creio ter sido um dos primeiros economistas políticos brasileiros a se dar conta, ainda nos anos 1980, de que o neoliberalismo não era um fenômeno puramente ideológico, mas o produto de uma realidade sociológica profunda que se exprimiu em maiorias eleitorais efetivas, sobretudo européias. É o que explica o deslizamento para a ala neoliberal mesmo de partidos tradicionalmente de esquerda, como trabalhistas ingleses (Terceira Via), socialistas franceses e social-democratas alemães.

Acredito que quem originalmente levantou a cortina sobre esse processo de fundo foi William Greider, em seu monumental The secrets of the temple, sobre a história do Banco Central estadunidense. Ele “sacou” que a maioria eleitoral que apoiou Reagan em 1979 era formada em grande parte de classes médias afluentes, indignadas com a perda de renda financeira oriunda da combinação entre inflação alta e juros baixos, prevalecente ao longo dos anos 1970, sobretudo depois da débâcle do sistema de Bretton Woods. Leia o resto do artigo »

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Mudanças estruturais

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Se a expectativa do pré-sal for confirmada o Brasil será um ator, no cenário internacional, muito cortejado. Com os níveis dos preços do barril hoje, ser exportador de porte médio impulsionaria a economia do país, e favoreceria uma melhoria na distribuição de renda.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Folha Online

Por: Rubens Ricupero

Virar exportador de porte médio de petróleo resolveria o balanço de pagamentos, mas fortaleceria doença holandesa.

A extraordinária velocidade da deterioração do déficit em conta corrente traz de volta o fantasma do estrangulamento externo e demonstra como era prematuro falar em mudança estrutural do comércio exterior e da balança de pagamentos. Isso não quer dizer que não estejam em curso mudanças que poderão merecer o adjetivo, caso se mantenham na longa duração dos ciclos de Fernand Braudel. Entre as tendências desse tipo, destaco: 1ª) o impacto das recentes descobertas de petróleo e gás no pré-sal e, em grau menor, da valorização das commodities; 2ª) os efeitos da transição demográfica na economia e distribuição da renda; 3ª) a maneira como o aquecimento do clima afetará a vantagem comparativa brasileira em agricultura.

Mais de dois anos atrás, no artigo “O que há de novo?” (Folha, 19/2/ 06), eu afirmava que apenas dois fatos novos me impressionavam em termos de mudança estrutural das perspectivas do desenvolvimento brasileiro: o país tornar-se não só auto-suficiente mas exportador líquido e crescente de petróleo e o bônus demográfico, que favorecerá por muitas décadas a equação população/potencial produtivo da economia.

As mudanças podem ser fruto de fatores internacionais, apenas internos ou da interação de ambos. Ainda que sejam de signo positivo, elas não garantem por si sós o desenvolvimento. Como prova o destino maldito de quase todos os grandes produtores de petróleo, dos árabes à Venezuela, passando pela Nigéria e Angola. Leia o resto do artigo »

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Novas descobertas de petróleo, se confirmadas, enriquecerão concessionárias externas

Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Se confirmadas as projeções para o total de petróleo na Bacia de Campos, o Carioca, será imprescindível uma revisão da Lei 9478/97, sancionada por FHC, a qual a União deixa de ter o monopólio do petróleo. Caso contrário as concessionárias externas ganharão uma enorme riqueza em detrimento de toda a nação.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Correio da Cidadania 

Por Valéria Nader  

Para comentar as especulações sobre a descoberta de mais um mega-campo de petróleo na Bacia de Campos, o Carioca, conversamos com o diretor da Aepet (Associação Engenheiros da Petrobrás), Fernando Siqueira.

A partir do alerta de que os valores informados são, além de meramente especulativos, fruto de declarações oportunistas e irresponsáveis, Siqueira afirma que a Petrobrás ainda não chegou ao objetivo final de um poço em perfuração para avaliar o tamanho da província do pré-sal – que engloba os campos de Carioca, Tupi e Júpiter.

No entanto, a se confirmarem verdadeiras as projeções para o total de petróleo dessa província, uma revisão da Lei 9478/97sancionada por FHC – e a partir da qual a União deixou de ter o monopólio do petróleo – tornar-se-á imprescindível. Caso o lobby internacional ganhe e impeça essa revisão, as concessionárias externas ganharão de “mão beijada” uma enorme riqueza, em detrimento de toda a nação, ressalta Siqueira. Leia o resto do artigo »

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