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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

DILMA ARRASA A OPOSIÇÃO

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi convocada a falar do PAC no Senado e “oposição pretendia questioná-la o máximo possível sobre a elaboração do dossiê com gastos sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique”.  Portanto, como disse Paulo Henrique Amorim: a oposição deu um tiro no pé…

Por Katia Alves

Por Paulo Henrique Amorim

Publicado no Conversa Afiada

 A oposição deu um tiro no pé ao convocar Dilma Rousseff para se afogar nos cartões corporativos.

 O senador Agripino Maia, do PFL-RN, voltou aos bons tempos de provocador e deu a entender que tudo o que Rousseff dissesse ali poderia ser uma mentira.

O senador lembrou que, numa entrevista recente, Rousseff confessou que mentiu quando esteve presa no regime militar.

Uma mentira que Rousseff contou quando tinha 19 anos.

Ela foi torturada e ficou três anos presa.

Diante da provocação do senador pefelista, Rousseff subiu.

Rousseff atingiu o ponto certo da resposta, com firmeza e serenidade, e colocou o senador na posição histórica que ocupam os que acionavam a maquininha do choque elétrico.

Rousseff falou:

Não há dialogo com o pescoço na forca.

Não há verdade na ditadura.

O que se trava aqui no Senado, agora, é o dialogo democrático, entre iguais, entre cidadãos em igualdades de condição.

Eu me orgulho de ter mentido para salvar companheiros da tortura e da morte.

No pau de arara e com choque elétrico não há possibilidade de dialogo civilizado.

Tenho imenso orgulho do que fiz: mentir aos torturadores.

A oposição errou: deu a possibilidade de se conhecer essa Rousseff, que parecia adormecida sob o sucesso do PAC.

Em tempo: um amigo meu, especialista em construir e analisar cenários políticos, me telefonou assim que viu Rousseff arrasar Maia: “além da competência técnica, você tem que ter sorte. Você pode fazer tudo certo. Mas, se não tiver sorte, não adianta nada. A sorte da Dilma foi pegar o Maia”.

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ATAQUES AO BNDES, INVESTMENT GRADE E A POSSÍVEL RELAÇÃO COM A BLINDAGEM DE MEIRELLES

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris – A grande mídia vem divulgando nos últimos dias a existência de um possível esquema de corrupção que partiria de dentro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Alguns pontos desta questão merecem uma reflexão mais acurada.

Em primeiro lugar, denúncias publicadas na imprensa dizem respeito a uma suposta conivência de funcionários do banco na utilização de notas frias concernentes a um projeto de investimento feito junto a uma prefeitura tucana (frise-se bem, tucana). Segundo funcionários do BNDES, um projeto deste porte envolve mais de 1000 notas fiscais. Ademais, a comprovação das notas é feita combinando a análise das notas fiscais com a realização do investimento, que é feito dentro do cronograma.

Esta comprovação, por sua vez, é feita por amostragem e em geral envolve um rigor considerável. A este respeito, vale lembrar que os funcionários do banco não são auditores. A auditoria é da competência do Tribunal de Contas do respectivo estado, e não dos funcionários do BNDES. Deve-se também salientar que a auditoria deve analisar a relação da prefeitura tucana com as notas frias. Sobre isso a grande mídia silencia.

De fato, soa estranho o aparecimento destas denúncias num momento em que o BNDES aumenta consideravelmente seu volume de empréstimos, ampliando a concorrência com os bancos privados. Tudo sob a tutela do economista Luciano Coutinho, rejeitado por parte significativa do setor rentista.

Coincidentemente (ou não!), as denúncias relativas ao BNDES, assim como a atribuição do “investment grade” pela agência de classificação de riscos Standard&Poor’s, foram veiculadas na mesma semana em que o Copom aumentou em 0,5% a taxa básica de juros a economia brasileira (Selic).

No que concerne a esta questão, funcionários do Banco Central afirmaram que pela primeira vez o presidente Lula teria cogitado concretamente a hipótese de demitir o mandachuva do Bacen. Quanto ao “grau de investimento”, nem mesmo os agentes financeiros em Nova Iorque entenderam muito bem a decisão da S&P, que é uma das agências de classificação de risco mais conservadoras.

Por fim, talvez as denúncias ao BNDES possam ter servido para tirar o foco da inconcebível decisão do Banco Central. Já a atribuição do “grau de investimento” pode ter sido uma forma de criar um fato positivo para a gestão monetária, frente ao aumento dos juros, o que significa uma decisão deliberada do setor financeiro para blindar Henrique Meirelles.

ARTIGO MAIS COMPLETO SOBRE O ASSUNTO

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica, Rive Gauche | 6 Comentários »

Dilma depõe em comissão do Senado. Oposição quer que ela fale sobre dossiê

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no O Globo online

Por Gerson Camarotti

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, está na manhã desta quarta-feira (7) na Comissão de Infra-Estrutura (CI) do Senado para prestar depoimento. Oficialmente, ela foi convocada para falar sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mas a oposição pretende questioná-la o máximo possível sobre a elaboração do dossiê com gastos sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique.

” A legitimidade desta sessão passa pela senhora começar a reunião abrindo seu coração e dizendo o que sabe sobre o dossiê ”

Antes de a ministra iniciar sua exposição, dois líderes da oposição, os senadores Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Agripino Maia (DEM-RN) pediram que Dilma faça declarações sobre o caso do dossiê.

Virgílio afirmou que a palavra de Dilma sobre o dossiê será relevante e prometeu tratar a ministra com “urbanidade e cavalheirismo”. Leia o resto do artigo »

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Tucanos trocam insultos, e Alckmin é lançado em São Paulo

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A indicação de Geraldo Alckmin para prefeito de São Paulo causou confusão entre os tucanos que defendem a reeleição de Gilberto Kassab para prefeito.

Por Katia Alves.

Publicado originalmente no Vermelho

Após uma reunião tensa, marcada por bate-bocas e troca de insultos, o ex-governador Geraldo Alckmin foi indicado ontem (5) à noite pré-candidato do PSDB a prefeito de São Paulo  pelo presidente do diretório paulistano do partido, José Henrique Reis Lobo.

A indicação terá de ser referendada na convenção do partido que deve ocorrer, segundo a lei eleitoral, até o final de junho. A candidatura não chegou a ser submetida aos 71 membros do diretório, como estava programado e era a expectativa de Alckmin e de seu grupo, que planejavam transformar o encontro em uma festa.

Mas tucanos que defendem o apoio à reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM) devem recorrer da decisão, enfrentar Alckmin na convenção e aprofundar a divisão do partido. Serão 1.228 delegados aptos a votar. Uma contraproposta terá de reunir 30% desse total. Leia o resto do artigo »

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E O PETRÓLEO BATE NOVO RECORDE….

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris – O barril de petróleo atingiu hoje novo recorde, chegando a US$ 122. Sem dúvida, a desvalorização da moeda ianque contribui, e muito, para tal feito. Tal fenômeno torna mais evidente a necessidade de se desenvolver uma tecnologia alternativa de energia. Por conseguinte, deve-se aumentar a pressão para a produção de biocombustíveis. Se levada a cabo a alternativa da cana, poderemos ter mais pressões sobre o preço dos alimento, o que pode acarretar ainda mais problemas. De fato, a humanidade pode estar vivendo um dilema.

Leonardo Nunes: Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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PROGRAMA CIDADE CIDADÃ

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Esse é um esboço de um grande programa de articulação da política do pleno emprego com o ataque direto aos grandes problemas sociais e urbanísticos da periferia.

José carlos de Assis*

Leitores, vocês poderiam, por favor, nos ajudar oferecendo sugestões e opiniões? Podem colocá-las nos comentários abaixo. Agradecemos pela participação.

OBJETIVO

REGENERAÇÃO DAS COMUNIDADES PERIFÉRICAS DO BRASIL

VIA POLÍTICAS DE INCLUSÃO ATRAVÉS DO PLENO EMPREGO

Antecedentes Versão em PDF para impressão

A situação de degradação das comunidades periféricas do Rio, a exemplo do que acontece ao redor e nos nichos favelizados de todas as metrópoles brasileiras, tem desafiado as administrações públicas em todos os níveis ao longo das últimas décadas. Soluções têm sido tentadas mas com resultados extremamente modestos. Quando visto em perspectiva, esse problema urbano brasileiro transcende qualquer outro em dimensão e profundidade, pela aparência de que, simplesmente, não tem solução.

Não obstante, a ele se liga, intimamente, a questão da segurança pública e do bem-estar social em todas as metrópoles, inclusive nos bairros de classes média e alta, já que não existe nem existirá, enquanto perdurar a democracia, algum expediente ou “muro da vergonha” que impeça a livre circulação nas “duas” cidades dos moradores em periferias – o que implica a livre circulação também da criminalidade que nelas se refugia, para insegurança externa e também dos moradores locais. Leia o resto do artigo »

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PHA – Paulo Henrique Amorim entrevista coordenador do grupo de apóio a AÉCIO NEVES, PSDB: AGORA É A VEZ DE MINAS

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Do Conversa Afiada

Um grupo de parlamentares que formam a base de apoio ao Governador de Minas Gerais Aécio Neves lançou, em Belo Horizonte, o “Núcleo Informal, Estratégico de Apoio à Candidatura de Aécio Neves à Presidência”. O grupo é suprapartidário e tem o objetivo de ajudar a candidatura de Aécio Neves à Presidência da República em 2010.

O 1º vice-presidente da Câmara Nárcio Rodrigues (PSDB-MG) é o coordenador do grupo de apoio a Aécio Neves. Ele disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta terça-feira, dia 11, que São Paulo já deu suas contribuições ao PSDB e agora é a vez de Minas Gerais (clique aqui para ouvir o áudio).

“O PSDB de São Paulo já nos ofereceu a candidatura de Covas, Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Geraldo Alckmin. E tenho para mim que chegou a hora de Minas Gerais, chegou a hora de uma candidatura de Minas. É a candidatura de Aécio. E eu tenho certeza que nós vamos ter São Paulo solidário a nós como nós fomos solidários a São Paulo no passado, quando os paulistas se apresentaram com candidaturas consistentes”, disse Rodrigues.

O deputado Nárcio Rodrigues disse que o candidato do PSDB deve ser alguém que tenha capacidade de dialogar com os partidos aliados. “Temos consciência de que a candidatura do PSDB não será escolhida apenas internamente pelo partido. Ela terá como fator de influência na sua escolha a grande aliança que se possa fazer em torno de uma candidatura. Como o Governador (Aécio Neves) vem trabalhando vários partidos na possibilidade de construção de um leque de alianças, é importante que a gente exercite isso, de modo que o PSDB tenha que escolher também o candidato que tenha, que seja capaz de aglutinar forças políticas externas que permitam construir uma maior aliança e garantir uma vitória nas eleições presidenciais”, disse Rodrigues.

Segundo Nárcio Rodrigues, o candidato do PSDB à Presidência da República em 2010 será escolhido por meio de prévias. “A experiência que nós estamos vivendo hoje nos Estados Unidos mostra que o exercício da prévia interna do partido pode ser extremamente salutar, para permitir o amplo debate e o conhecimento das propostas e das candidaturas. E eu imagino que seria salutar se nós pudéssemos discutir estado a estado as propostas dos candidatos à Presidência do PSDB, para sair dessa discussão com uma escolha que seja democrática”, disse Rodrigues.

Leia a íntegra da entrevista com Nárcio Rodrigues:

Paulo Henrique Amorim - Deputado, eu gostaria de entender quais são as atribuições desse núcleo que se auto define como, pelo menos é o que diz a Folha, como informal?

Nárcio Rodrigues - Na verdade é um grupo de parlamentares, de dirigentes partidários e especialmente parlamentares de todos os partidos da base de sustentação do governador Aécio Neves na Assembléia Legislativa e na Câmara dos Deputados que tem como objetivo ajudar a construir um ambiente para que a candidatura à Presidência da República do governador possa prosperar em outras áreas do país. Nós temos para nós que o governador está fazendo ações extremamente positivas para colocar o seu nome na disputa nacional e é importante que os diversos partidos que formam a sua base de sustentação possam se organizar e dar uma contribuição para construir um ambiente, para que o seu o seu nome seja cotado como alternativa.

Paulo Henrique Amorim - Agora, deputado, é do conhecimento público que o governador Aécio Neves tem que enfrentar, teoricamente, dois outros obstáculos. Um é a candidatura já anunciada do senador Arthur Virgílio e o outro é da candidatura implícita, ainda que não tenha sido anunciada, mas faz parte do ambiente político brasileiro já há muitos anos que é a do governador José Serra de São Paulo. Eu pergunto, dentro do PSDB qual é a função desse núcleo que o senhor coordena? Como se articular diante dessas duas candidaturas que estão na praça?

Nárcio Rodrigues - Bom, eu acho que o PSDB vai viver uma experiência nova nessas eleições, que é a de exercitar as prévias pelo país agora. Eu acho que isso pode ser um processo que vai oxigenar o partido, vai abrir oportunidade para um outro debate interno no partido. E nós temos consciência de que temos esses obstáculos a vencer. O Governador José Serra é um forte candidato à Presidência da República. A candidatura do senador Arthur Virgilio ajuda a oxigenar o processo, a colocar mais alternativas. E naturalmente nós sabemos que essas barreiras terão que ser vencidas. Mas temos consciência também de que a candidatura do PSDB não será escolhida apenas internamente pelo partido. Ela terá como fator de influência na sua escolha a grande aliança que se possa fazer em torno de uma candidatura. Como o Governador vem trabalhando vários partidos na possibilidade de construção de um leque de alianças, é importante que a gente exercite isso, de modo que o PSDB tenha que escolher também o candidato que tenha, que seja capaz de aglutinar forças políticas externas que permitam construir uma maior aliança e garantir uma vitória nas eleições presidenciais.

Paulo Henrique Amorim - O senhor se refere, por acaso, ao PMDB? Leia o resto do artigo »

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Helio Costa crê que investir em novas tecnologias é dar acesso ao conhecimento

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A atual política nacional de telecomunicações deve investir em um novo ciclo de desenvolvimento, mais virtuoso que o anterior, que é o acesso ao conhecimento.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Projeto Brasil

Por: Lilian Milena

Em 1996 o governo Fernando Henrique Cardoso privatizou o sistema Telebrás obtendo R$ 130 bilhões em investimentos privados nos dez anos que se seguiram. A ação promoveu um “ciclo virtuoso” e “bem-sucedido”, na opinião do atual ministro das comunicações, Hélio Costa.

No entanto, apesar do bom momento, Costa acredita que a atual política nacional de telecomunicações deva investir em um “novo ciclo de desenvolvimento, mais virtuoso que o anterior (…), que é o acesso ao conhecimento”, declarou.

O Ministério das Comunicações expediu um documento reconhecendo que “para possibilitar o atendimento da diversidade de demandas nacionais, levando ao desenvolvimento sustentado do país, serão necessárias ações conjuntas dos agentes econômicos e do Estado”.

Essas ações incluem a ampliação dos sistemas de transmissão de dados e investimentos em convergência digital na telefonia, facilitando o acesso da população à telefonia móvel, por exemplo.  

Segundo dados do governo, em todos os municípios do país (cerca de 5,6 mil) há rede de telefonia fixa. Já a telefonia móvel celular alcança perto de 3,7 mil cidades. Por conta disso, Hélio Costa prometeu que até 2010 os outros 1,8 mil municípios receberão atendimento similar, graças à licitação de 3G realizada em dezembro passado.

Para tanto, o modelo de plantas de telefones fixos deverá ser atualizado para atender a realidade atual – a perda da competitividade nos últimos anos desse setor para o móvel se dá, segundo o ministro, pela “comodidade e flexibilidade da voz móvel, além do custo incomparável”.

Nos próximos dez anos o governo espera que o “eixo seja o acesso em banda larga” e a “oferta convergente de serviços de voz, dados e vídeo” esteja acessível em todo o país.

 

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