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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Política Brasileira':

José Dirceu e o “Dossiê” – cheiro de chantagem

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Um vazamento com essa dimensão política, em conluio com um senador da oposição não é coisa de funcionário subalterno. Qual é o papel de José Dirceu nesse contexto?”

*Por Luciana Sergeiro.

Publicado em: Conversa Afiada

Por: Paulo Henrique Amorim

Aparecido Nunes Pires, secretário de controle interno da Casa Civil, era uma espécie de arquivista, de amanuense de José Dirceu na Casa Civil. Álvaro Dias queria derrubar o Presidente Lula

Um amarra-cachorro.

(Clique aqui para ler o que a Polícia Federal já descobriu sobre o “dossiê”. Ou seja, a Ministra Dilma Rousseff tinha razão: ela foi traida (*) clique aqui para ler)

Um vazamento com essa dimensão política, em conluio com um senador da oposição – Álvaro Dias, do PSDB do Paraná – não é coisa de funcionário subalterno.

Isso é coisa para um profissional.

Como José Dirceu.

A resposta à pergunta cui prodest, a quem beneficia, no caso de Álvaro Dias, é óbvia: Álvaro Dias queria derrubar o Presidente Lula, com o apoio do PiG. Leia o resto do artigo »

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Lula se diz ‘abismado’ com classificação dos EUA por agências

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou a classificação de grau de investimento concedida pela Standard & Poor’s ao país, ele falou também sobre a classificação do risco americano, que o país está vivendo num período conturbado e o risco desse país continua zero. E comemorou a nova estimativa de safra agrícola brasileira, defendendo o aumento da produção de alimentos, e disse que não considera grave a elevação dos preços dos alimentos.

Por Katia Alves

Por Tânia Monteiro

Publicado originalmente no Estadão

‘Eu fico abismado de ver que o risco americano é zero. Estão numa crise desgraçada e não têm risco’, afirma

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou mais uma vez a classificação de grau de investimento concedida ao País pela agência de classificação de risco. Ele disse, porém, que fica “abismado” com os cálculos feitos por essas agências, na avaliação dos riscos de outros países, como os Estados Unidos.

 ”Eu fico abismado de ver que o risco americano é zero. Estão numa crise desgraçada e não têm risco. Aumenta o risco no Brasil, aumenta o risco na Rússia e os americanos estão entupidos de dívida até aqui – sinalizando o pescoço – e o risco é zero. É uma inversão das empresas que medem esse risco, na minha opinião”, disse, no discurso de improviso, de cerca de 30 minutos, na cerimônia simbólica de lançamento das obras do gasoduto Cacimbas-Catu.

 Lula voltou a dizer que o Brasil vive hoje um momento de magia e afirmou que “nunca trabalhou com a idéia de que o Brasil poderia crescer 10 ou 15% ao ano. Segundo ele o país já cresceu isso na década de 70 e que a idéia, agora, é de que possa crescer “5%, 5,5%, 6% e 4,5%”. “Mas que cresça por longo período , porque nós vamos construir uma base sólida de um país industrializado para que não retroceda quando acontecer uma crise asiática”, afirmou. Leia o resto do artigo »

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O dossiê e o exercício da lógica

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

No artigo abaixo, Luis Nassif faz uma observação a respeito do dossiê, que do ponto de vista do Nassif, o suposto dossiê não passa de uma armação e faz uma série de indagações para comprovar seu argumento.

Por Katia Alves

Por Luis Nassif

Publicado no Blog do Nassif

Deixe-me explicar a lógica que me leva a acreditar em armação, no caso do suposto “dossiê”. Sei que, hoje em dia, é trabalho quase impossível tentar conduzir uma discussão pelos caminhos da lógica, mas vamos lá.

A lógica pressupõe uma certa hierarquia de argumentos, a identificação dos aspectos mais relevantes para se entender uma situação, a análise da consistência das evidências. No vale-tudo atual, para embolar a discussão basta priorizar temas secundários ou avançar em suposições sobre intenções de pessoas, sem a preocupação de se basear em evidências. Vira sessão espírita.

Mesmo assim, vamos tentar, desdobrando o assunto por etapas, separando informações objetivas de hipóteses. E, no caso das hipóteses, submetê-las às evidências apresentadas até agora.

Há uma informação objetiva, duas hipóteses em jogo.

A informação: dados sobre gastos de governo anteriores estavam sendo organizados na Casa Civil.

Hipótese 1: A intenção, segundo a Casa Civil, seria se preparar para futuros pedidos da CPI dos Cartões. Teria havido vazamento dos dados para a oposição, dando margem à exploração política. É possível. Por aí, não se pode falar em dossiê. Leia o resto do artigo »

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O monarca de toga

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Crítica de Carlos Lopes, do Jornal A Hora do Povo, à entrevista concedida pelo Ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Ayres de Britto, ao Jornal Folha de São Paulo. Lopes aponta as intenções reacionárias das citações do ministro e condena sua postura diante de temas que não pertencem à alçada jurídica…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Jornal Hora do Povo

Por Carlos Lopes*

O ministro Ayres de Britto forneceu ao público mais alguns exemplos de sua afamada escola jurídica, segundo a qual “o Judiciário não governa, mas ele governa quem governa”, agora revista e ampliada para “o Judiciário não governa nem legisla, mas o Ayres de Britto quer governar o governo e legislar o Legislativo”. Pode não haver nisso muita lógica nem fazer muito sentido, se é que faz algum, mas é esse o conteúdo de sua entrevista à “Folha de S. Paulo”, na véspera de assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral.

Diz o ministro que é contra a reeleição do presidente porque “a república é uma forma de governo contraposta da monarquia”. Não pense o leitor que o Conselheiro Acácio ressuscitou e emigrou para o Brasil. Não. Tem mais: “enquanto a monarquia é hereditária, a república é eletiva”. Essa nem o Pedro Bó é capaz de discordar. O interessante é a conclusão que o douto ministro extrai dessas duas obviedades: “… se você possibilita a renovação de mandatos, você golpeia a república nesse seu elemento da renovação dos quadros dirigentes. Quanto mais você prorroga um mandato, mais se aproxima da monarquia e se distancia da república”.

Que nos perdoe o ilustre ministro, mas a isso chama-se, em uma palavra, charlatanice. Desde quando uma reeleição é uma “prorrogação” de mandato? E desde quando o que afasta a república da monarquia é a proibição da reeleição, se na monarquia nem eleição existe para chefe de Estado?

O princípio básico da república é que o povo deve escolher o chefe de Estado. Porém, segundo o ministro Ayres de Britto, impedir o povo de escolher quem ele quiser – inclusive reeleger quem ele acha que merece – é o que caracteriza a república, e não a monarquia. Evidentemente, do ponto de vista do conteúdo político – a restrição à vontade popular -, que é o que importa, a proibição à reeleição está mais próxima da monarquia do que a liberdade republicana do eleitor eleger e reeleger quem ele quiser. No entanto, nesse samba do jurista doido, há ainda o emprego caviloso da palavra “renovação” – ele é contra a “renovação de mandatos” porque é a favor da “renovação dos quadros dirigentes”. Como o personagem de “O Leopardo”, o ministro parece ser a favor de que tudo mude para que tudo continue a mesma coisa. Pois a renovação da cara do presidente não tem relação necessária com a renovação do país. Aliás, freqüentemente substitui-se um presidente por outro para que não haja renovação alguma.

Por outro lado, uma reeleição muitas vezes é a garantia de que a renovação prosseguirá – como foram, por exemplo, as três reeleições de Franklin Delano Roosevelt. O que veio nos EUA depois que a direita impôs a limitação da reeleição a um mandato é suficiente para que não haja muita dúvida a esse respeito. Porém, há exemplo mais próximo – basta imaginar o que aconteceria se Lula não pudesse ser reeleito em 2006.

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

A grande mídia divulgou nos últimos dias acusações sobre a existência de um suposto esquema de desvio de verbas no BNDES. Entretanto, a cobertura da oligarquia midiática não lembrou que a prefeitura envolvida na suspeita é tucana. Ademais, nada se falou sobre o papel do Tribunal de Contas do Estado, órgão responsável pela auditoria das notas fiscais. Também é necessário lembrar que a auditória não é da competência dos funcionários do BNDES (clique aqui para ler mais).

 

Economia

 

No campo econômico, o aumento dos alimentos puxou os índices de inflação internos para cima. Frente a tal questão, a autoridade monetária só enxerga soluções recessivas e ortodoxas, substantivadas no aumento de 0,5% da Selic.

 

Internacional

 

A indicação do nome do Partido Democrata para a disputa das eleições presidenciais de novembro, nos EUA, permanece incerta. A senadora Hillary Clintou não jogou a toalha. Entretanto, já é dada como certa a vitória do Barack Obama considerando os votos diretos. Se o impasse não for resolvido, os Democratas podem ter problemas nas eleições de novembro.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

 

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O dia que o PSDB perdeu a elegância

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Valor Econômico – 8 de maio de 2008 – Quinta-feira

 Maria Inês Nassif

 O PSDB perdeu a elegância. A reunião do diretório municipal que decidiu na segunda-feira à noite, sob troca de insultos, levar à convenção o nome do ex-governador Geraldo Alckmin para disputar a Prefeitura de São Paulo, não ficou a dever aos episódios que culminaram, no passado, com o fim da hegemonia do grupo de Ulysses Guimarães no PMDB.

 O PMDB mantinha uma frágil coesão, dada pela ascendência de alguns líderes sobre a massa partidária e pela habilidade deles de trocar acordos regionais por apoio político nacional. O equilíbrio pressupunha a ação de um mediador, um líder capaz de neutralizar tanto a direita como a esquerda partidárias. Ulysses Guimarães cumpria esse papel, ora estimulando um lado, ora reforçando outro – e, por meio das lideranças de grupos ideológicos que rivalizavam e se compunham sob a sua batuta, mantinha controle relativo sobre lideranças regionais e colocava o partido em movimento. Era o suficiente para não abalar a composição nacional.

 O ocaso de Ulysses veio pelas mãos do ex-governador Orestes Quércia, que alterou a lógica interna de poder. Saía o acordo de cúpula, entrava em cena o compadrio. Quércia conquistou a hegemonia baseando-se nos votos de convencionais – seduzidos, um a um, por trocas, pequenos favores e até simples atenção – e em alianças inusuais para o partido, como com o ex-revolucionário MR-8, que introduziu nas convenções os apupos, as vaias e até a agressão física. Acabou a elegância e as articulações nos bastidores. Quando Quércia disputou a presidência com Ulysses, era difícil acreditar que um político sem pedigree e sobre o qual se insinuavam suspeitas variadas iria dar um nó no velho dirigente. Deu. Quando já tinham se ido os dedos, Ulysses compôs com Quércia e perdeu, por isso, a banda paulista liderada por Mário Covas.

 O PMDB sob o comando de Quércia não teve mais volta: a partir de então, grudaram na folha corrida do partido uma sucessão de deselegâncias, normalmente expostas em disputas nacionais de poder. O ex-presidente da República Itamar Franco, por exemplo, em 1998, foi humilhado na convenção, quando tentava obter o apoio da maioria para disputar um novo mandato presidencial. O PMDB governista de então, que apoiava a reeleição de FHC, submeteu-o a humilhações. No vídeos e nas fotos, era possível ver parlamentares e políticos pemedebistas se despojarem de imagens públicas de altivez e dignidade e assumirem o papel de torcidas de futebol nos plenários da convenção nacional, até que não sobrasse outra alternativa a um ex-presidente da República senão calar a boca. Esse é apenas um exemplo. Quase todas as convenções nacionais do PMDB depois que Ulysses foi destituído de seu papel de mediador foram assim. Leia o resto do artigo »

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ISTOÉ ofende BNDES e seu corpo funcional com capa que insinua equivocadamente que conversas telefônicas pudessem ter sido gravadas dentro do BNDES ou pudessem envolver funcionários do BNDES. A quem querem atingir com essas falsas insinuações, o PAC e a Ministra Dilma?

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

ISTOÉ ofende BNDES e seu corpo funcional com capa que insinua equivocadamente que conversas telefônicas foram gravadas dentro do BNDES ou pudessem envolver funcionários do BNDES.

 Entretanto, essas insinuações são completamente falsas. Até agora, não há nem mesmo qualquer suspeita contra qualquer funcionário do BNDES.

 A capa da ISTOÉ vai além e coloca uma mulher dentro do prédio do BNDES que só pode fazer referência à prostituição de que trata no artigo.

 Essa capa induz as pessoas a pensarem que ouve corrupção ou prostituição envolvendo o BNDES ou seus funcionários, porém, não há indícios de que isso tenha ocorrido. Até agora, as suspeitas são exclusivamente de corrupção em uma prefeitura do PSDB em São Paulo CLIQUE AQUI PARA ENTENDER ESSA QUESTÃO.

 A revista ISTOÉ não pode acusar diretamente, pois não há nada contra o BNDES. Entretanto, a revista está cheia de insinuações. No texto da reportagem dizem o seguinte:

 “O conteúdo desses diálogos macula a imagem do maior banco de fomento da América Latina, maior indutor do PAC e tido até os últimos dias como um símbolo de eficiência e de rigor técnico na aplicação de seus recursos.”

 O BNDES deixou de ser um símbolo de eficiência e de rigor técnico?

Nada de concreto na reportagem, além das falsas insinuações, mostra que o Banco mudou.

Mas nesse pequeno texto da reportagem, podemos encontrar indícios de onde querem chegar com essas acusações despropositadas. De fato, o BNDES é o maior indutor do PAC, será que essas acusações infundadas são mais uma das tentativas de atacar o PAC e a Ministra Dilma? Ou será que tem relação com o equívoco da última reunião do Copom ? (CLIQUE AQUI PARA ENTENDER ESSA QUESTÃO)

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ATAQUE À DILMA: DEM SAI DO ARMÁRIO

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris - O líder dos Democratas no Senado, Agripino Maia (DEM-RN), fez insinuações em relação à conduta da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, na “áureos” tempos da ditadura. No depoimento da ministra, que deveria falar apenas sobre o PAC, o senador associou o caso do suposto dossiê da Casa Civil sobre contas do governo FHC ao fato da ministra ter mentido sob tortura. Frise-se bem: sob tortura.

De fato, não se pode esperar muito dos Democratas. Afinal, muitos deles não estavam exatamente do lado dos torurados. Dilma, por sua vez, deu uma resposta brilhante, ao afirmar que mentir para se livrar de uma dor física não tem relação nenhuma com a mentira num regime minimamente democrático. Mas temos que entender que os Democratas não combinam muito com a democracia.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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