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Blog do Desemprego Zero

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Novo Nordeste, novas esperanças

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Emiliano José

Fonte: CartaCapital

A descoberta de um novo Nordeste. A ressurreição da questão regional no Brasil. O crescimento econômico da região em ritmo maior do que a média brasileira. O aumento do consumo numa proporção bem maior do que no resto do País. A impressionante transformação política, com a autonomia da cidadania e o reflexo disso na eleição de governadores afinados com as teses reformistas e progressistas. Esses foram alguns dos temas que afloraram com intensidade no seminário O novo Nordeste e o Brasil, realizado em Teresina, no Piauí, nos dias 15, 16 e 17 deste mês de maio, promovido pela Fundação Perseu Abramo. Temas que animaram os participantes, abrindo perspectivas para o enfrentamento dos enormes desafios que a região enfrenta desde tempos imemoriais.

Participaram do seminário, entre outros, o governador Wellington Dias; os ministros da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, e da Cultura, Gilberto Gil; o coordenador da bancada do Nordeste, deputado federal Zezéu Ribeiro, do PT, José Machado, diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (Ana), além do presidente e do vice-presidente da Fundação Perseu Abramo, Ricardo Azevedo e Nilmário Miranda, respectivamente.

A economista Tânia Bacelar, que fez a conferência central do seminário – Um projeto para o Nordeste brasileiro – não deixou de ressaltar, no entanto, o quanto a região ainda se encontra distante dos níveis da média nacional, do Sudeste e do Sul quanto, por exemplo, à escolaridade. Enquanto a média nordestina da população ocupada com 10 anos e mais é de 6 anos de estudos, a nacional é de 7,6 anos, a do Sudeste de 8,5 anos e a do Sul de 8 anos.

Além disso, se o olhar se volta para a relação entre a população e o valor do PIB, a discrepância também não é pequena. O Nordeste tem 28% da população e participa com apenas 13,1% do PIB. O Sul tem 14,5% da população e participa com 16,6% do PIB. O Sudeste tem 42,5% da população e contribui com 56,5% do PIB. Esses dados evidenciam que há, inegavelmente, ainda, uma questão regional a ser enfrentada e não entendida apenas como a questão nordestina. O Norte, por exemplo, enfrenta problemas semelhantes. Essa questão, no entanto, só voltou a ter alguma importância nos anos recentes, sob o governo Lula. Havia sido praticamente esquecida durante a gestão Fernando Henrique Cardoso e durante todos os anos 90.

Antes de tratar do Nordeste, no entanto, Tânia Bacelar optou por fazer uma breve análise das macro-tendências mundiais. Na demografia, localiza uma diminuição do ritmo de envelhecimento e o crescimento da importância das cidades médias. Um novo padrão de uso dos recursos naturais e um novo olhar sobre o meio ambiente. O avanço da ciência e da tecnologia apontando para a convergência tecnológica. Leia o resto do artigo »

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Tributos em fúria

Postado em 24 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Thomaz Wood Jr.

Fonte: CartaCapital

O mundo corporativo é cheio de palavras-fetiche, às quais se costumam creditar poderes sobrenaturais. É o caso do conceito de competitividade. Se uma empresa for competitiva, investidores disputarão suas ações, clientes procurarão seus serviços e executivos lhe oferecerão seus préstimos. Em suma, a vida lhe sorrirá. Porém, se uma empresa não for competitiva, poderá ser tragada para o lado escuro do mercado, declinar e desaparecer nas trevas.

De onde vem esse conceito mágico? Segundo os bons manuais do ramo, a competitividade é fruto de três conjuntos de fatores. Primeiro, os fatores internos à empresa, tais como a estratégia, a gestão, a capacidade de produção, a tecnologia e os quadros profissionais. Segundo, os fatores estruturais, tais como a existência de concorrência e o nível de maturidade do mercado. E, terceiro, os fatores sistêmicos, tais como o contexto econômico e a infra-estrutura do país. Conclusão número 1: para que uma empresa seja competitiva, não basta ser excelente nos fatores internos. É preciso contar com os bons ventos do ambiente empresarial e econômico. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

A base governista planeja criar um novo tributo para a pasta da Saúde. Neste ínterim, integrantes da oposição já começam a esbravejar. A antiga CPMF tinha várias virtudes. O fato é que o governo perdeu, do dia para a noite, uma receita de quase R$ 40 bilhões. Mais uma vez transparece a luta entre os interesses da elite e da classe média, maiores beneficiárias da extinção do imposto, e o interesse dos menos favorecidos, beneficiados pelos recursos da contribuição.

 

Economia

 

O presidente Lula adiou a decisão de criar um fundo soberano. Os recursos seriam oriundos do superávit primário e serviriam para dar rentabilidade aos recursos e para financiar empresas brasileiras no exterior. De fato, não parece ser a melhor idéia utilizar dinheiro de impostos para este fundo. O ideal seria a utilização de parte das reservas internacionais. Entretanto, o Rei Meirelles não quer e parece que o governo não tem apitado muito nas decisões do Banco Central.

 

Internacional

 

A revista Times publicou uma reportagem afirmando que uma chapa Obama/Clinton pode estar próxima de ser concretizada. Segundo a publicação, o comando da campanha do senador por Illinois já dá como certa sua vitória. Já os partidários de Hillary Clinton querem o segundo posto da chapa, para que ela possa voltar em 2016.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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PT explica por que quer nova contribuição para a saúde

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O deputado Maurício Rands, defende contribuição para garantir recursos adicionais para a saúde, esses recursos viriam de duas fontes, do aumento do IPI que incide sobre cigarros e bebidas e da criação de uma contribuição sobre as movimentações financeiras.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Conversa Afiada

Por: Paulo Henrique Amorim

A Emenda 29, aprovada pelo Senado, prevê o aumento dos recursos para a saúde, mas não identifica a fonte desses recursos.

Por isso, o líder do PT na Câmara, deputado Maurício Rands (PT-PE), em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta quarta-feira, dia 21, defendeu contribuição para garantir recursos adicionais para a saúde.

Segundo Rands, os recursos viriam de duas fontes. Do aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que incide sobre cigarros e bebidas e da criação de uma contribuição de 0,08% ou de 0,1% sobre as movimentações financeiras, nos moldes da antiga CPMF. Leia o resto do artigo »

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Governo e oposição fecham acordo para encerrar CPI sem acareação

Postado em 22 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Por Gabriela Guerreiro

Publicado originalmente na Folha

Em um acordo costurado entre a base aliada do governo e a oposição, a CPI dos Cartões Corporativos encerrou extra-oficialmente suas atividades nesta quarta-feira sem conseguir esclarecer detalhes sobre o dossiê com gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O governo esvaziou a sessão para evitar a votação do requerimento de acareação de José Aparecido Nunes Pires, ex-secretário de Controle Interno da Casa Civil, com André Fernandes, assessor do senador Álvaro Dias (PSDB-PR).

A oposição, por outro lado, também não compareceu à CPI para forçar a votação do requerimento. A sessão acabou encerrada por falta de quórum. Como os governistas têm ampla maioria na comissão, já se mobilizaram para impedir a aprovação da acareação na próxima terça-feira ou de qualquer outro pedido para a convocação de suspeitos de envolvimento no dossiê –o que abre caminho para a apresentação do relatório final do deputado Luiz Sérgio (PT-RJ).

A presidente da CPI, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), disse que só poderá dar continuidade aos trabalhos da comissão se os requerimentos forem aprovados. Do contrário, vai permitir a leitura do relatório final de Sérgio na semana que vem. Leia o resto do artigo »

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Novo ministro não quer interferência para montar equipe

Postado em 22 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Carlos Minc afirmou ter recebido “carta verde” do presidente Lula para montar a sua equipe no Ministério do Meio Ambiente, o novo ministro deverá manter parte dos nomes que acompanhavam Marina Silva.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Maurício Thuswohl

A posse está oficialmente marcada para o dia 27 de maio, mas o novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, já começa a montar sua equipe e a mover algumas peças no comando da política ambiental do governo. Com bom trânsito entre ambientalistas de diversas correntes do PT, o ex-deputado dialoga com o partido para alterar ao mínimo a condução da política estruturada na gestão de sua antecessora, a também petista Marina Silva. Alguns nomes da atual equipe devem continuar no Ministério do Meio Ambiente (MMA) ao lado de Minc, enquanto outros acompanharão Marina em seu retorno ao Senado.

Além da ex-ministra, pediram demissão o secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco, e o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Bazileu Margarido. Figura destacada no movimento socioambientalista brasileiro antes de ir para o governo, Capobianco ainda não tem seu futuro definido, podendo tanto voltar para o “outro lado do balcão” quanto se tornar assessor de Marina Silva no Senado. Margarido, por sua vez, já recebeu da ex-ministra, de quem é homem de confiança, o convite para assessorá-la no Congresso.

No lugar de Capobianco, Minc já anunciou que vai colocar Isabela Teixeira, que era subsecretária estadual do Ambiente do Rio de Janeiro na gestão do agora ministro. A confirmação do nome de Isabela, considerada um excelente quadro técnico, foi, segundo uma fonte próxima a Minc, uma maneira de o novo ministro sinalizar que não pretende lotear os cargos do ministério a partir de indicações meramente políticas. Leia o resto do artigo »

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Desemprego cai e renda cresce em abril, segundo o IBGE

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O número de trabalhadores com carteira assinada, em abril, cresceu 9,9% em relação ao mesmo mês de 2007 e 1,5% na comparação com março deste ano, somando atualmente 9,5 milhões de pessoas. Desde 2002, o menor índice da taxa de desemprego registrado foi em abril de 2008, 8,5%da população economicamente ativa encontra-se desempregada.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Vermelho Online

A taxa de desemprego em abril foi de 8,5% da população economicamente ativa, menor percentual já registrado para o quarto mês do ano desde o início da série de cálculos, em 2002. O número é praticamente o mesmo de março último (8,6%), mas ficou abaixo dos 10,1% de abril do ano passado.

A menor taxa de todas foi de 7,4%, em dezembro de 2007. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (21) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O número de trabalhadores com carteira assinada, em abril, cresceu 9,9% em relação ao mesmo mês de 2007 e 1,5% na comparação com março deste ano, somando atualmente 9,5 milhões de pessoas.

A pesquisa abrange seis regiões metropolitanas do país. Na comparação entre abril de 2008 e igual mês do ano passado, o IBGE registrou queda do desemprego em cinco localidades: Recife (redução de 2,8 pontos percentuais), São Paulo (de 2,2 pontos), Salvador (2,3 pontos) Porto Alegre (1,2 ponto) e Belo Horizonte (1,2 ponto). Em comparação com março, todas as regiões estudadas mantiveram praticamente estáveis os índices de desocupação. Leia o resto do artigo »

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SWAP CAMBIAL REVERSO: mais um sofisticado instrumento derivativo criado pelo bacen para encher o bolso das instituições financeiras, por Léo Nunes

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris - Os chamados instrumentos derivativos têm sido cada vez mais utilizados como armas de política cambial e também como formas não-convencionais de transferência de renda para as instituições financeiras. Os derivativos são conhecidos pela sua obliqüidade e, por tal razão, são inacessíveis à maior parte das pessoas comuns. Neste texto, explicaremos sucintamente o funcionamento do swap cambial reverso, que é o principal instrumento derivativo utilizado pela autoridade monetária para intervenção no mercado de câmbio. Em seguida, mostraremos como este mecanismo tornou-se um importante instrumento para encher os cofres das instituições financeiras.

O swap nada mais é do que uma operação de troca. No mercado de derivativos, por exemplo, dois agentes, que possuem ativos diferentes, podem trocar o rendimento dos mesmos numa data futura previamente acordada. No caso do swap cambial reverso (1), o governo paga, numa data futura, uma taxa de juros (o certificado de depósito interbancário – CDI) e recebe em troca a variação do câmbio, no caso de uma desvalorização do Real. Caso haja valorização, o Banco Central paga o CDI e a apreciação da taxa de câmbio.

Mas por que a autoridade monetária faria tal sandice? A resposta é razoavelmente simples. Ao vender swap cambial reverso, o governo aumenta o preço do dólar futuro, pois é como se “apostasse” na desvalorização do Real. Por arbitragem, o preço do dólar spot seria pressionado para cima e a apreciação da taxa de câmbio seria evitada. Entretanto, a autoridade monetária não tem conseguido sucesso com tal instrumento.

Como é sabido, uma operação de derivativos só ocorre quando há divergência de opiniões, ou seja, um agente só troca seu rendimento por outro ativo se achar o segundo mais atraente. No caso do swap cambial reverso, a operação só ocorre porque alguém, a despeito de toda a expectativa do mercado no sentido da apreciação da taxa de câmbio, devido à absurda política de juros, aposta na depreciação do Real. E este alguém é exatamente o Banco Central. Portanto, enquanto a enorme maioria dos agentes aposta na apreciação da moeda doméstica, apenas a autoridade monetária segue no sentido contrário, sancionando as operações.

Desta forma, as instituições financeiras ganham a taxa de juros, que já é alta, adicionada da apreciação cambial no período. O Banco Central, por sua vez, transfere renda a estes agentes, sem sequer atingir o objetivo de evitar a apreciação do câmbio. Segundo o competente jornalista Rogério Lessa (clique aqui para ler reportagem), o Bacen desembolsou R$ 47 bilhões relativos apenas à apreciação do câmbio em 2007.

Só para se ter uma idéia, apenas esta rubrica representa quase metade dos gastos do governo com Previdência, mais do que três vezes o valor utilizado para programas assistenciais e do valor utilizado nas obras do PAC. Por conseguinte, a luta contra o rentismo atingiu um estágio inimaginável, na medida em que o sistema financeiro tem utilizado sofisticados instrumentos de derivativos, obtusos para a maioria dos cidadãos e sob justificativa “científica”, para criar mais um canal de transferência de renda para a elite rentista.

(1) O nome advém do swap cambial, que era um instrumento utilizado quando havia tendência à desvalorização do Real. Esta operação era o oposto do swap cambial reverso.

Os inocentes do Leblon

TUDO SOBRE SWAP CAMBIAL REVERSO

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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