Postado em 7 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
A esquerda não se beneficia da crise porque, quando esteve no poder, fez muitas concessões ao neoliberalismo.
Meu diagnóstico é o de que a esquerda não está se beneficiando da crise porque nos momentos em que esteve no poder nestes últimos 30 anos ela fez tantas concessões ao fundamentalismo de mercado neoliberal que, afinal, sua política muitas vezes se aproximava daquelas propostas pela direita. No plano social, isso não aconteceu porque os partidos de esquerda se mantiveram fiéis à ideia de que cabe ao Estado aumentar a despesa social em educação, cuidados de saúde, previdência e assistência social e, dessa forma, diminuir a desigualdade. Enquanto o neoliberalismo defendia um individualismo competitivo extremo baseado em princípios meritocráticos, a centro-esquerda rejeitava o pressuposto do caráter inerentemente egoísta do ser humano e, a partir do pressuposto alternativo de que o comportamento humano é fruto de uma dialética entre dois instintos fundamentais -o da sobrevivência e o da convivência-, afirmava a possibilidade e a necessidade da solidariedade ou das virtudes cívicas e defendia um papel ativo para o Estado na redução das desigualdades. Essa foi sua força.
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Postado em 7 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Aqui na França, pegou mal as autoridades brasileiras apresentarem pedaços de madeira como peças possíveis do Airbus. Trata-se de um avião e, não, de uma jangada!
Leia mais: Conversa Afiada
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Postado em 7 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Monitor Mercantil
Em palestra na UFRJ, o delegado da Política Federal Protógenes Queiroz, acusou o então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, e o então presidente do Banco Central (BC), Armínio Fraga, de fraudarem a dívida pública:
“Como policial federal, tive acesso a investigações sobre a dívida externa. Houve muita fraude, ninguém foi punido. Houve até quem virasse presidente do BC”, disse, referindo-se a Fraga.
Segundo Queiroz – afastado de seus funções após investigar o Banco Opportunity – o esquema contou com articulações internacionais, em paraísos fiscais e até na França.
“Quando esteve exilado na França, FH se envolveu na falsificação de títulos da dívida externa”, acusou.
O delegado, no entanto, se recusou a entrar em maiores detalhes naquele momento. “Isso daria uma outra palestra específica”, argumentou.
Queiroz creditou ao atual ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, a coordenação da Operação Guarda-chuva, de 1992, que, segundo ele, teria resultado nos programas de privatizações da década de 90: “A Operação Satiagraha descobriu esse acordo. Daniel Dantas foi irrigado por dinheiro de fundos de pensão. Chegou a administrar US$ 1 trilhão no governo FH. Participam também grupos internacionais, como o Citygroup.”
O delegado acusou Daniel Dantas de ter 1.400 concessões do subsolo brasileiro, que estaria revendendo a estrangeiros e parte da imprensa de estar “a mercê de uma justiça elitista”.
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Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Agência FAPESP
Por Jussara Mangini
O abacateiro pode ser uma nova alternativa para a produção de biodiesel, de acordo com estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Segundo eles, o abacate apresenta vantagem em relação a outras oleaginosas estudadas ou usadas para a produção de biocombustível, como a soja. O motivo é que do mesmo fruto é possível extrair as duas principais matérias-primas do biodiesel: óleo (da polpa) e álcool etílico (do caroço).
“O objetivo principal da pesquisa era a extração do óleo para produção de biodiesel. Mas, ao tratarmos o resíduo, que é o caroço, conseguimos obter álcool etílico. Isso, por si só, é uma grande vantagem, já que da soja é extraído somente o óleo e a ele é adicionado o álcool anidro”, explicou Manoel Lima de Menezes, professor do Departamento de Química da Faculdade de Ciências da Unesp, em Bauru, e coordenador da pesquisa que teve apoio da FAPESP na modalidade Auxílio a Pesquisa – Regular.
O Brasil é o terceiro produtor mundial de abacate, com cerca de 500 milhões de unidades produzidas por ano. Cultivado em quase todos os estados, mesmo em terrenos acidentados, a produção se dá o ano todo, com 24 espécies que frutificam a cada três meses. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Pouco importa o que virá depois, porque nenhum homem, nenhum povo, tem em suas mãos as rédeas da História. A rota do homem na Eternidade é semelhante às estradas nos mapas antigos, nos quais as cidades eram marcadas sucessivamente em uma linha reta, com os dias de jornada entre uma e outra. Não podemos retificar o caminho da civilização, fazendo-o derivar para mais ao Norte ou mais ao Sul do tempo transcorrido. Só podemos nos situar no ponto em que nos encontramos, neste dia, nesta hora, neste minuto. O discurso de Obama, no Cairo, foi para este dia, esta hora, este minuto. Mas este dia é a soma dos milhões de dias passados. Em razão disso, o presidente foi lá, nas marcas da rota do mapa antigo, para explicar que somos caminhantes de inúteis e ilusórias intolerâncias.
Obama falou aos muçulmanos, na Universidade do Cairo, que segue a tradição de um dos centros de cultura mais antigos do mundo, a universidade islâmica de Al Azhar, criada no século 10. O discurso de Obama foi importante para mostrar o que tem sido a banalidade da insensatez na história dos povos, e o seu interesse político legítimo se situou no falso confronto entre o islã e a cultura judaico-cristã. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2009
O Desemprego Zero agradece a opinião e concorda que a atividade agrícola, especialmente de pequenos produtores precisa de subsídios em todos os países, por motivos sociais e até ambientais, pois com o subsídio o governo pode induzir o melhor zoneamento econômico ecológico, como faz a União Européia. Gustavo Antônio Galvão dos Santos
Por ROBERTO IVAN ROVAGNELLI*
MAIS RESPEITO AO PRODUTOR RURAL Previsões, Estimativas, Perspectivas, etc…., a agricultura sempre responsável pelo equilíbrio da balança comercial, porém a renda e a qualidade de vida do produtor rural vem caindo vertiginosamente a cada ano que passa, o que para muitos é uma MAROLINHA, para nós produtores rurais, principalmente os que produzem alimentos, enfrentamos TORNADOS, FURACÕES, TSUNAMES, TERREMOTOS etc…., dificilmente conseguimos uma aposentadoria, muitos aposentam com apenas um salário mínimo ou até mesmo através do LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social). Será que existe hoje no país uma classe mais desprezada que esta, o gerente do banco evita atender, o comercio não o vê com bons olhos, o atravessador fica com o lucro e o governo explora e ainda o faz de idiota. O produtor brasileiro necessita urgente de respeito em primeiro lugar e uma política agrícola séria, assim como é feita nos paises desenvolvidos, se quisermos exportar muito e termos ainda alimento barato dentro do País é preciso de SUBSIDIOS JÁ! Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: O Globo
Por Eduardo Rodrigues e Martha Beck
Resultado foi o maior em 13 meses e foi influenciado por investimentos
A entrada líquida de dólares no país em maio foi a maior registrada nos últimos 13 meses e responde pela forte desvalorização da moeda americana frente ao real no período. Segundo dados divulgados ontem pelo Banco Central (BC), o superávit cambial no mês alcançou US$ 3,134 bilhões, o melhor desempenho desde os US$ 6,723 bilhões de abril do ano passado. Além do saldo comercial de US$ 1,551 bilhão no mês, o resultado foi inflado pela entrada em massa de investimentos de portfólio, que levaram a conta financeira a ficar positiva em US$ 1,583 bilhão, após 13 rombos consecutivos.
O presidente do BC, Henrique Meirelles, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afinaram o discurso e disseram que a enxurrada de moeda estrangeira é positiva, pois está voltada a investimentos em ações e no setor produtivo. Apesar de o real forte prejudicar as exportações, eles garantiram que o governo não deve voltar a cobrar Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre capital externo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Agência Brasil, de Brasília
Ao optarem por queimar estoques em vez de aumentar a produção, para dar conta da crescente demanda do mercado consumidor varejista, as indústrias brasileiras contribuem para que o Produto Interno Bruto (PIB) seja menor do que o esperado. A afirmação é do diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsú, feita ontem durante o lançamento da publicação “Conjuntura em Foco”, que aborda o tema Flutuação de Estoques e Produto Industrial. Leia o resto do artigo »
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