Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Conversa Afiada
1 – Porque perdem o “monopólio da informação” e, com isso, autoridade sobre o público;
2 – Porque os leitores agora podem saber quais são TODAS AS PERGUNTAS feitas pelos jornais à Petrobras;
3 – Porque comparando todas as perguntas feitas pelos jornais e todas as respostas dadas pela Petrobras com o que é efetivamente publicado os leitores podem descobrir as manipulações feitas com as respostas no processo de edição;
4 – Porque essa comparação permite ao público descobrir quais as respostas da Petrobras serão simplesmente omitidas do jornal impresso para não “atrapalhar” a pauta;
5 – Porque comparando as perguntas feitas pelos diferentes jornais, o público pode entender que há gente alimentando simultaneamente os jornais com informações em busca de levantar a bola para a CPI;
6 – Porque as perguntas fornecem pistas sobre quem está alimentando os jornais com o objetivo de criar o “escândalo” necessário ao sucesso do palanque eleitoral da CPI;
7 – Porque essas pistas poderão levar o público a descobrir que os jornais são usados em campanhas eleitorais ou com objetivos inconfessáveis, como o de entregar o pré-sal a empresas estrangeiras;
8 – Porque o blog da Petrobras desloca público do jornal impresso para a internet, onde o público poderá receber informações, por exemplo, sobre como a grande imprensa brasileira atacou Getúlio Vargas quando ele criou a Petrobras;
9 – Porque todo esse processo pode deixar claro que a grande imprensa não é isenta, nem imparcial, nem honesta; que diz não ter lado, mas tem; que está a serviço de “uma causa”, assim como esteve quando fez campanha contra a criação da Petrobras ou em favor do golpe militar de 1964;
10 – Porque eles ainda não sairam do século 20.
Vá ao blog da Petrobras e contribua com a investigação dos jornais.
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Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Waldemar Rossi
Tramita no Congresso Nacional projeto de iniciativa do governo Lula para mais uma reforma da nossa já combalida Constituição – tamanhos são os remendos pelos quais tem sido alterada. Trata-se de proposta de nova Reforma Tributária (*) que visa desvincular os deveres do Estado dos direitos sociais garantidos pela Constituição de 1988, direitos constantes no princípio da Seguridade Social.
Por este princípio (e lei) o Estado tem o dever de garantir bons serviços nas áreas da previdência, saúde e bem estar, seguro-desemprego a todos os cidadãos: mulheres e homens, crianças, jovens, adultos e idosos, garantindo-lhes padrão de vida em conformidade com suas necessidades básicas e sua dignidade de seres humanos. Esses deveres estão garantidos pelo Orçamento da Seguridade Social. Essa obrigação deriva também do fato que todos e todas, direta ou indiretamente, contribuímos compulsoriamente com os cofres da Receita Federal e das receitas estaduais e municipais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Gabriel Brito e Valéria Nader
Mais uma vez, o país se depara com um projeto de lei de claro caráter privatista, com o enfraquecimento do Estado em suas áreas de atuação essencial. No caso, o projeto de Lei Complementar 92, que tramita na Câmara, com o apoio dos próprios quadros governamentais. Prova emblemática de seus perigos é a confluência com os partidos de oposição de direita na aprovação do projeto.
Com vistas a analisar mais essa proposta de desmonte do Estado, que de uma tacada só abriria a porteira para as fundações estatais de direito privado em todas as áreas de importância social – de educação e saúde, passando pela cultura, ciência e tecnologia -, o Correio da Cidadania conversou com o deputado federal do PSOL Ivan Valente, que em linhas gerais conclama a mobilização popular como maneira de barrar outro projeto de alta influência na promoção dos direitos constitucionais brasileiros.
Para o deputado, o projeto nada mais é que uma busca de privatização dos mais essenciais e rentáveis serviços públicos, de modo a aplicar o projeto de reforma do Estado iniciado por Luiz Carlos Bresser Pereira, ex-ministro de FHC. Também diz que o projeto apenas contempla a conhecida lógica de apoio incondicional aos setores mais poderosos de cada área, passando por cima da consulta popular e esfacelando ainda mais os direitos dos trabalhadores que serão atingidos.
A entrevista completa pode ser conferida a seguir. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Léo de Almeida Neves
Na segunda metade do século 19, o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos e do Brasil eram praticamente equivalentes. Os Estados Unidos avançaram celeremente e o Brasil estagnou ou retrocedeu. Por quê?
Porque os norte-americanos fizeram a reforma agrária e nós até agora não a completamos. A América do Norte incrementou a indústria de base, a navegação marítima, explorou minério, tirou de suas entranhas o petróleo e, principalmente, praticou a democracia, estimulou a iniciativa individual e o desejo de crescer na vida ensinados pela religião protestante.
De sua parte, o Brasil mantinha o regime escravocrata, sendo a derradeira nação do mundo a abolir a escravidão. Os anos finais de império e a primeira República marcaram-se por equívocos e inépcia generalizada. Nos pleitos escolhiam-se candidatos a bico de pena, isto é, escrevendo o nome ditado pelos chefetes políticos e por famigerados coronéis dos currais eleitorais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Valor
Por Cristiane Perini Lucchesi e Vera Saavedra Durão
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) poderá manter no exterior os recursos captados ontem no mercado internacional no valor de US$ 1 bilhão, com prazo de vencimento em 10 anos. O empréstimo para empresas brasileiras no mercado internacional seria uma das soluções em estudo no banco para evitar que a incidência do Imposto de Renda sobre a remessa do dinheiro do Brasil para o exterior encareça em 17,65% o custo do juro e das comissões de captação externa, segundo apurou o Valor.
A carga tributária eleva em quase dois pontos percentuais o custo do papel que tem que ser repassado para a cesta de moedas do BNDES e seria cobrada em algumas operações de crédito com os clientes do banco. A preocupação da instituição de fomento é de não encarecer demais o custo médio da cesta, que estava em 5,347% antes da nova captação.
O mercado externo estressado ontem não prejudicou a emissão do BNDES, que teve uma demanda total de mais de US$ 4 bilhões, segundo Alexei Remizov, executivo do HSBC, que liderou a transação junto com o Goldman Sachs. O Banco do Brasil e o Itaú Unibanco foram co-líderes. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: O Globo
Por Cristovam Buarque
Diversos recursos econômicos do Brasil foram apresentados, cada um à sua época, como o caminho para o progresso nacional e a emancipação pessoal dos brasileiros: o açúcar, o ouro, o café, a borracha, a indústria. Em todos esses momentos, o futuro do país foi prometido como o resultado de uma atividade econômica central. Agora surgiu o pré-sal.
O açúcar gerou riqueza, mas não emancipou o povo do Nordeste, nem deixou o país mais civilizado. O ouro serviu mais para embelezar Portugal e enriquecer a Inglaterra do que para desenvolver o Brasil. A industrialização fez do Brasil uma potência econômica, mas ao custo de uma sociedade campeã em violência e desigualdade.
Com o pré-sal não será diferente. Depois de gastar centenas de bilhões, aproveitando toda a reserva a um preço satisfatório do petróleo, o resultado final será igual ao dos anteriores. Terá apenas duas diferenças: o custo financeiro será muito maior, sacrificando o presente; e os impactos ecológicos muito maiores, sacrificando o futuro. Como o ouro acabou, o petróleo do pré-sal acabará. Ou será substituído, como foi a borracha.
Outra vez, prisioneiro da economia baseada em recursos naturais, o Brasil não percebe que a saída está em se transformar em produtor de conhecimento: ciência, tecnologia, cultura. O único recurso capaz de superar dificuldades, substituir obsolescências e dinamizar a economia é o conhecimento: capaz de explorar o pré-sal, e mais – de inventar substitutos para o petróleo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Investigação sobre empresa no Senado e definição das regras de exploração do petróleo na Câmara mobilizam grupos de pressão
Para se defender na CPI, Petrobras terá empresa de comunicação para avaliar as notícias e escritório de lobby que acompanhe a comissão
Fonte: Folha de S. Paulo
Por VALDO CRUZ e ANDRÉA MICHAEL
Antes mesmo de começar, a CPI da Petrobras já agita a comunidade de lobistas da capital. Entre eles, a avaliação é que a comissão, se de fato funcionar, pode se transformar na maior guerra de lobby vivida pelo governo Lula dentro do Congresso Nacional.
A atenção dos lobistas não estará focada só no Senado, onde a estatal estará sob investigação. Eles atuarão também na Câmara, na guerra pela definição de regras de exploração das reservas de petróleo do pré-sal.
Na semana passada, esse cenário começou a se desenhar. Enquanto governo e oposição disputavam o comando da CPI, a Comissão de Minas e Energia da Câmara reunia empresários e especialistas para debater o novo modelo do setor.
Um lobista definiu a situação da seguinte forma: no Senado, a ordem será proteger a Petrobras e seus fornecedores. Na Câmara, aprovar um texto que atenda ao interesse dos principais atores -Petrobras e petroleiras internacionais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London junho dEurope/London 2009
O Brasil e o petróleo do pré-sal
A Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP) acaba de realizar em Brasília (27/5), no Congresso Nacional, um seminário sobre a importância para o Brasil das megajazidas de petróleo recém-descobertas na camada de pré-sal da plataforma continental. Discutiu também a urgente necessidade de mudar a lei de petróleo em vigor para que essa riqueza – que pela Constituição pertence aos brasileiros – seja usufruída pelo povo brasileiro e usada no desenvolvimento sustentável do Brasil.
O motivo deste email é a necessidade de multiplicarmos por todo o país essa discussão que não interessa as petrolíferas internacionais. Elas vieram para cá no final da década de 90 depois que Fernando Henrique Cardoso sancionou a lei 9.748/97, que quebrou o monopólio instituído em 1953 por Getúlio Vargas, vulnerabilizando a Petrobrás; criou a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e autorizou a mesma ANP a promover, como ela vem fazendo, leilões entreguistas de “blocos exploratórios”.
Hoje a Shell já produz e exporta – pagando tributo vil – o petróleo de Campos.
Os nacionalistas precisam se mobilizar como aconteceu na campanha “O Petróleo é Nosso” que criou a Petrobrás, porque os interesses envolvidos são imensos e mais do que nunca é necessário que os cidadãos de bem sejam esclarecidos sobre os reais interesses do Brasil na questão – papel que a grande mídia não faz.
Daí a idéia de multiplicarmos por estados e municípios o debate sobre esses assuntos promovendo seminários voltados para a questão do petróleo e do marco regulatório. Leia o resto do artigo »
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