prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Assuntos':

Regiões ricas pagam tarifa menor de energia

Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Folha de S. Paulo

Com a 2ª pior renda per capita do país, Maranhão tem o maior custo; em Brasília, que lidera em rendimentos, conta é mais barata

Aneel, que regula as tarifas, afirma que diferença não é “tolerável” e afeta até o poder de atração de novos investimentos nos Estados

Por PEDRO SOARES e HUMBERTO MEDINA


Um paradoxo rege o modelo brasileiro de tarifas de energia elétrica: enquanto as mais baixas taxas são cobradas em áreas mais ricas, as regiões mais pobres convivem com os maiores preços do serviço.
O Maranhão, por exemplo, tem a segunda menor renda per capita do Brasil, mas sua população paga a maior tarifa de energia dentre as 64 distribuidoras instaladas no país.
A tarifa da Cemar, distribuidora local, é 72% maior do que a da CEB em Brasília, que tem o maior PIB per capita do país e onde a energia é a mais barata (o preço só é menor no Amapá por razões atípicas, pois a Aneel não autoriza reajustes da distribuidora porque ela está inadimplente com geradoras).
Na comparação com os consumidores residenciais da Eletropaulo, maior distribuidora do país, a tarifa no Maranhão é 43% mais cara. Todas essas concessionárias figuram entre as com menores tarifas do país.
Os cálculos foram feitos com base em dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e consideram a tarifa básica, ou seja, apenas o custo da energia. Não estão embutidos encargos (como a taxa de iluminação pública de alguns Estados) e o ICMS, diferenciado em cada Estado -que pode variar de 12% a 30%, dependendo do Estado e da faixa de consumo de energia. Em alguns Estados, a baixa renda é isenta do tributo. Leia o resto do artigo »

Postado em Energia, Política Econômica | Sem Comentários »

Conferencia sobre Realismo Crítico na UFF

Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Programa*

23 de julho (quinta-feira)
 
09:00
Inscrições e distribuição de material
 
10:00
Abertura
Alan Norrie (IACR)
João Leonardo Medeiros (UFF)

 
10:30 – 12:30
Conferência I (Realismo e Emancipação Humana)
Roy Bhaskar
(Universidade de Londres, Instituto de Educação)
Mario Duayer
(UFF, Departamento de Economia)
Moishe Postone (Universidade de Chicago, Departamento de História)
 
14:00 – 15:45
Mesas Paralelas I
 
16:15 – 17:30
Mesas Paralelas II
 
18:15 – 20:15
Conferência II (Realismo, Educação e Emancipação Humana)
Mediadora: Patricia Laura Torriglia (UFSC, Faculdade de Educação)
Newton Duarte (UNESP, Departamento de Psicologia da Educação)
Marcos Barbosa de Oliveira (USP, Departamento de Filosofia da Educação e Ciências da Educação)
Tone Skinningsrud (Universidade de Tromsø, Departamento de Educação)
 
 
24 de julho (sexta-feira)
 
9:00 – 11:00
Conferência III (Realismo, Teoria Social e Emancipação Humana)
Mediador: Hugh Lacey (Swarthmore College, EUA)
Ricardo Antunes (UNICAMP, Departamento de Sociologia)
Margaret Archer (Universidade de Warwick, Departamento de Sociologia)
Maria Orlanda Pinassi (UNESP, Departamento de Sociologia)
 
11:00 – 12:00
Reunião Anual de Trabalho da IACR
 
14:00 – 15:45
Mesas Paralelas III
 
16:15 – 17:30
Mesas Paralelas IV
 
18:15 – 20:15
Conferência IV (Realismo, Economia e Emancipação Humana)
Mediador: Marcelo Carcanholo (UFF, Departamento de Economia)
Andrew Brown (Universidade de Leeds, Business School)
Tony Lawson (Universidade de Cambridge, Departamento de Economia)
Leda Paulani (USP, Departamento de Economia)
 
 
25 de julho (sábado)

 
10:00 – 12:00
Conferência V (Realismo, História e Emancipação Humana)
Mediador: Marcelo Badaró (UFF, Departamento de História)
Alex Callinicos
(Universidade de Londres, King’s College)
Virgínia Fontes
(UFF, Pós-graduação em História; Fiocruz, EPSJV)
Alan Norrie (Universidade de Londres, King’s College e Presidente da IACR)
 
14:00 – 15:45
Mesas Paralelas V
 
16:15 – 18:15
Conferência de Encerramento (Realismo, Ontologia e Emancipação Humana)
Mediadora: Ester Vaisman (UFMG, Departamento de Filosofia)
Roy Bhaskar (Universidade de Londres, Instituto de Educação)
Nicolas Tertulian (EHESS – Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais)
Miguel Vedda (Universidade de Buenos Aires, Faculdade de Filosofia e Letras) 

* O programa pode sofrer alterações

Clique aqui para ver a programação na íntegra

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

Entrevista com Bresser-Pereira: Arauto do Estado republicano

Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009

À frente do Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado, durante o primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, o economista e cientista social Luiz Carlos Bresser-Pereira ajudou não só a inscrever a palavra “eficiência” como principio fundamental em nossa Carta, como definiu as diretrizes de uma das mais bem sucedidas reformas gerenciais já realizadas no mundo – cujo modelo é apresentado em minúcias no livro Construindo o Estado Republicano: Democracia e Reforma da Gestão Pública, recém-publicado pela Editora FGV. Dono de uma fecunda produção acadêmica, professor Bresser e também um comentarista arguto de nossa realidade, como fica evidente nesta entrevista exclusiva. Com argumentos cristalinos, ele aponta a emergência dos “direitos republicanos” como um novo capitulo da luta cidadã; critica com veemência a ideologia neoliberal e afirma que o SUS e um dos grandes êxitos da democracia brasileira.

Clique aqui para ler a entrevista

Postado em Política Brasileira, Política Econômica | 1 Comentário »

O “accountibility” de conveniência

Postado em 19 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Da Folha

Por Clóvis Rossi

(…) De quebra, Sarney refugia-se na velhíssima e fajutíssima tese de perseguição da mídia. Não, senador, é perseguição dos fatos, e enquanto eles não forem total e definitivamente explicados, continuarão a persegui-lo, no Maranhão, em Brasília, onde for.

É essa fuga à “accountability” que explica os parlamentares que se lixam para a opinião pública. Ela paga os salários de todo esse “band of brothers”, mas eles não se sentem compelidos a dizer ao púbico o que fazem, o que só aumenta a suspeita de que o que fazem só cabe mesmo em BOs.

O caso de Sarney é mais grave porque tem um espaço semanal, aqui ao lado, em que poderia dar todas as explicações sem ser interrompido por perguntas. Prefere mudar de assunto. Sempre.

Comentário de Luís Nassif

Por que o “accountibility” demorou vinte anos para ser praticado em relação à Sarney e só se manifestou agora? E por que a Folha deu vinte anos de espaço a Sarney sem jamais tê-lo cobrado por seus atos? E por que a cobrança é apenas sobre Sarney, se todos os senadores participaram de uma lambança que tem no mínimo 14 anos?<-->

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

Crise e trabalho no Brasil

Postado em 19 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Marcio Pochmann

Fonte: Revista Fórum, Edição 76, julho de 2009.

A contaminação do Brasil pela crise internacional a partir do mês de outubro de 2008 fez com que o Produto Interno Bruto (PIB) acumulasse queda de mais de 4% entre o último trimestre do ano passado e o primeiro semestre de 2009. O setor industrial, com redução de 11,6% neste mesmo período, foi o principal responsável pela inflexão na evolução do PIB, uma vez que o setor agropecuário registrou leve expansão de 0,6% e o setor terciário cresceu 4,2%.

Apesar dos importantes sinais da recessão industrial instalada na economia brasileira, há situações distintas entre os setores de atividade, com dimensões diferenciadas no total da produção e da ocupação nacional. Enquanto a queda da produção atingiu fundamentalmente o setor industrial, que representa quase 31% da produção e 22% da ocupação do país, o setor de serviços, que responde por mais de 2/3 da produção e quase 60% da ocupação nacional, apresenta importante expansão. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Social | 2 Comentários »

The Joy of Sach

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2009

By PAUL KRUGMAN

The American economy remains in dire straits, with one worker in six unemployed or underemployed. Yet Goldman Sachs just reported record quarterly profits – and it’s preparing to hand out huge bonuses, comparable to what it was paying before the crisis. What does this contrast tell us?

First, it tells us that Goldman is very good at what it does. Unfortunately, what it does is bad for America.

Second, it shows that Wall Street’s bad habits – above all, the system of compensation that helped cause the financial crisis – have not gone away.

Third, it shows that by rescuing the financial system without reforming it, Washington has done nothing to protect us from a new crisis, and, in fact, has made another crisis more likely.

Let’s start by talking about how Goldman makes money.

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

No alvo, finalmente

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Leandro Fortes

Fonte: Carta Capital

Ao tomar conhecimento, na segunda-feira 6, da denúncia do Ministério Público Federal contra o banqueiro Daniel Valente Dantas e mais 14 pessoas, Protógenes Queiroz comemorou o fim de um longo, interminável, ano. Em 8 de julho de 2008, após quatro anos de investigação, o delegado deflagrou a Operação Satiagraha. Prendeu, então, além de Dantas, dono do Grupo Opportunity, o especulador Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta. Mas, para o delegado da Polícia Federal, foi como abrir as portas de um inferno particular. Um mês depois, estava afastado da investigação. A partir de então, teve a casa invadida por colegas da PF, computadores e documentos pessoais apreendidos, foi processado, sofreu sindicância interna e, finalmente, foi afastado das funções de delegado, em abril de 2009, acusado de atividade político-partidária.

Em meio a tudo isso, perdeu vantagens salariais, sofreu ameaças de morte e foi obrigado a submeter um dos filhos, de apenas 8 anos de idade, a tratamento psicológico. O garoto estava presente, em novembro do ano passado, quando agentes da PF entraram na casa de Protógenes Queiroz, com um mandado judicial, atrás de provas que o ligassem a vazamentos de informação durante a Satiagraha. Desde então, o menino passou a ter pesadelos, insônia, pavor de ficar sozinho e problemas de aprendizado. Enquanto isso, Daniel Dantas flanava em liberdade graças a dois habeas corpus concedidos, em menos de 48 horas, pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes.

Para piorar a situação, o nome “Satiagraha” passou a ser uma expressão maldita dentro da Polícia Federal comandada pelo diretor-geral Luiz Fernando Corrêa. O inquérito, assumido pelo delegado Ricardo Saadi, depois do afastamento de Queiroz, caminhou lentamente e sem novidades. Deixou de levar em conta uma série de informações, por exemplo, sobre as movimentações fraudulentas de Dantas em torno da unificação das telefônicas Brasil Telecom e Telemar/Oi – a chamada “BrOi”. Também ignorou a participação do ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, do PT, no esquema de tráfico de influência do dono do Opportunity dentro do Palácio do Planalto. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

Quem é a Norma que ia travar a investigação sobre Dantas? O que faz a CVM?

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2009

O Conversa Afiada recebeu o seguiunte e-mail de amigo navegante:

Na matéria do Estadão de hoje (página A9, “Operação Satiagraha – Novo inquérito mira investidor em fundos – de acordo com relatório da PF, Opportunity Fund possibilitava lavagem de recursos a cotistas brasileiros”), a coisa mais importante está no fim, para variar.

O Estadão trata de conversas e e-mails entre Daniel Dantas e o operador Roberto Amaral, denunciado com Dantas pelo Ministério Público.

Quem é a tal Norma que deveria – segundo instrução de Dantas a Amaral – “criar algum entrave no protocolo do pedido e o que faria ser negado”?

Sugiro olhar a composição da CVM na época. Estava lá a Norma Parente, irmã do Pedro Parente e ex-advogada do Opportunity. Diretora da CVM em um mesmo colegiado que contava com a presidência de Luis Leonardo Cantidiano, outro ex-advogado de Dantas.

Ou será que o Roberto Amaral e o Dantas falavam da Norma Bengel?

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »