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Blog do Desemprego Zero

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Bolsa Família tem portas de saída

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

2 milhões de famílias fora da pobreza

Fonte: Jornal do Brasil

Por Gabriel Costa e Natalia Pacheco

Pessoas saem do programa por alcançarem renda superior à estabelecida para participantes

Alvo de críticas, elogios e polêmica no governo, na mídia e em meio à própria população, o Bolsa Família já possibilitou que até 2 milhões de famílias saíssem das condições de pobreza e extrema pobreza que caracterizam os beneficiários do programa.

De acordo com dados fornecidos ao Jornal do Brasil pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), desde o início do programa de transferência direta de renda com condicionalidades, em 2003, até julho deste ano, 1,96 milhão de famílias saíram do Bolsa Família por alcançarem um nível de renda per capita superior à estabelecida para o recebimento dos benefícios, de até R$ 140,00 por pessoa – ou porque já tinham renda acima desse patamar, por fraude ou equívoco.

Outras 50.643 pediram voluntariamente o desligamento do programa desde 2003, muitos também por não precisarem mais do benefício.

Essa debandada tem proporcionado a entrada de milhares de novos beneficiários, numa rotatividade silenciosa.

- O processo de transferência de renda tem proporcionado mudanças tanto do ponto de vista individual das famílias, mas também nas comunidades – destaca a secretária nacional de Renda e Cidadania do MDS, Lúcia Modesto, responsável pelo programa. Leia o resto do artigo »

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Prestação “que cabe no bolso” faz mercado imobiliário reagir à crise

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Demanda da população de baixa renda leva ao crescimento das vendas, que pode chegar a 100% no 2.º trimestre

Por Raquel Landim

O mercado imobiliário brasileiro está se recuperando da crise, impulsionado pela demanda da população de baixa renda. As grandes incorporadoras relatam aumentos significativos nas vendas de casas e apartamentos no segundo trimestre do ano em relação ao primeiro. As taxas de crescimento variam de 10% a quase 100%, conforme os resultados prévios dos balanços das empresas.

Uma conjunção de fatores colabora para a retomada. Com a queda da taxa de juros e a volta do crédito, as incorporadoras recobram o fôlego financeiro para tocar as obras. Os clientes ficaram mais confiantes, ao perceberem que não vão perder o emprego e sua renda foi preservada, apesar da crise. As vantagens oferecidas pelo programa “Minha Casa, Minha Vida” também aquecem as vendas.

“O que oferecem hoje para a classe baixa não é o preço do imóvel, mas da prestação”, disse Marcos Levy, sócio da consultoria Sapiens. O fenômeno é similar ao que ocorreu nos eletrodomésticos e carros. Nos imóveis, os prazos eram longos, mas os preços continuavam salgados. A queda dos juros e os subsídios do programa do governo permitiram às empresas fixarem prestações que cabem no bolso da população pobre. Leia o resto do artigo »

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Os dez estragos de FHC na Petrobras

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Fonte: Blog do OniPresente

Para refrescar a memória do senador tucano Sérgio Guerra (PSDB-PE) e demais entusiastas da CPI da Petrobrás, o presidente da AEPET (Associação dos Engenheiros da Petrobras), Fernando Leite Siqueira, selecionou dez estragos produzidos pelo Governo FHC no Sistema Petrobrás, que seguem:

1993 – Como ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso fez um corte de 52% no orçamento da Petrobrás previsto para o ano de 1994, sem nenhuma fundamentação ou justificativa técnica. Ele teria inviabilizado a empresa se não tivesse estourado o escândalo do orçamento, envolvendo vários parlamentares apelidados de `anões do orçamento`, no Congresso Nacional, assunto que desviou a atenção do País, fazendo com que se esquecessem da Petrobrás. Todavia, isto causou um atraso de cerca de 6 meses na programação da empresa, que teve de mobilizar as suas melhores equipes para rever e repriorizar os projetos integrantes daquele orçamento; Leia o resto do artigo »

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Convite: filme “O Petróleo tem que ser nosso – a última fronteira”

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

O Movimento em Defesa da Economia Nacional – MODECON, fundado pelo jornalista Barbosa Lima Sobrinho, convida V.Sa. para assistir ao filme documentário “O petróleo tem que ser nosso – a última fronteira” no dia 10 de agosto, segunda-feira, começando às 18 horas, no auditório do 7º andar do prédio da ABI, na rua Araújo Porto Alegre esquina com a rua México. 

O filme é composto do depoimento de 34 pessoas, com duração total de uma hora. Entre os depoentes estão Carlos Lessa, Roberto Requião, Luiz Pinguelli Rosa, Sergio Ferolla, Cezar Britto, Maria Augusta Tibiriça, João Pedro Stédile, Fernando Siqueira, Paulo Betti, Cesar Benjamin, Ildo Sauer, João Victor Campos, Marcos Arruda, Manoel Cancella, Francisco Soriano, João Moraes, Abílio Tozini, Andre Bucaresky, Adriano Pires, Valério Queiroz, Hênio Barreto, Ivan Pinheiro, Paulo Metri e outros. O Diretor é Peter Cordenonsi. Foi patrocinado pelo Sindicato dos Petroleiros do RJ – SINDIPETRO-RJ e pela Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET. 

A pré-estreia foi no Cinema Odeon, no dia 30 de julho, tendo o cinema de 600 lugares ficado lotado. Ao término, a audiência aplaudiu de pé o filme. 

A entrada é gratuita. A médica Maria Augusta Tibiriça, uma das líderes do movimento “O Petróleo é nosso” das décadas de 40 e 50, com seus atuais 94 anos de idade, irá coordenar um debate, logo após a apresentação do filme, sobre o momento atual com relação à área de petróleo.

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Por que o câmbio é importante?

Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Há uma discussão retórica em torno do câmbio. No pano de fundo, estão dois modelos de desenvolvimento, beneficiando grupos distintos. O que importa para a discussão é saber qual modelo é mais adequado para o país como um todo.

No modelo livre-cambista, deixa-se a porteira aberta para a entrada e saída de capitais. Beneficia os detentores desses capitais internacionais – a maior parte dos quais capital brasileiro que saiu do país por diversas vias, inclusive por doleiros.

O principal argumento dos defensores desse modelo é que o Brasil não teria poupança interna suficiente para investir, necessitando assim de recursos externos.

É argumento capcioso por diversos motivos. O primeiro deles é que o capital de investimento, de fato, aquele que traz indústrias, moderniza a economia, não é de curto prazo. É um capital que aposta no longo prazo e não gosta de variações constantes do câmbio – como ocorre com economias expostas a esses fluxos de curto prazo. Portanto, os fluxos de curto prazo prejudicam a entrada de capitais de longo prazo. Leia mais…

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Política econômica e democracia política no Brasil

Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Por Rodrigo L. Medeiros e Manuel S. Jaufe

Fonte: Monitor Mercantil (07/08/2009)

Causa certo espanto a defasagem da condução da política monetária brasileira em relação aos desdobramentos da crise financeira iniciada em Wall Street. Todos devem se recordar de que, no início de outubro passado, a partir de uma ação coordenada, seis dos principais bancos centrais do mundo realizaram cortes simultâneos nas taxas básicas de juros.

Posteriormente, foram realizados novos cortes individuais pelos bancos centrais das economias industrializadas. Para a grande maioria dos casos, as taxas básicas de juros foram reduzidas ao patamar próximo de zero. Estímulos fiscais foram introduzidos no final de 2008 para conter a contração violenta das atividades econômicas inclusive no Brasil. Keynes foi redescoberto pela prática política.

Remando em sentido contrário, o Banco Central do Brasil (BCB) elevou a taxa básica de juros da economia no primeiro momento da crise, seguindo as expectativas pessimistas do mercado financeiro expressas no relatório de mercado Focus. Efeitos se fizeram sentir no câmbio e no balanço de pagamentos. Ao invés de influenciar positivamente as expectativas do mercado, o BCB replicou na prática as expectativas do mesmo. O mercado financeiro falava “em pressões de demanda” no início da crise financeira. Leia o resto do artigo »

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Capacidade de gasto, democracia e financeirização

Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Fonte: Valor

Por Marcio Pochmann

No início dos anos 80, a crise da dívida externa no Brasil não interrompeu apenas o mais bem-sucedido ciclo de expansão industrial da periferia do capitalismo mundial. Representou também o fim de uma maioria política consagrada desde a Revolução de 30 em torno da construção do projeto nacional de desenvolvimento.

Essa maioria política não foi necessariamente democrática, tendo permanecido somente 22 anos sob o regime de eleições gerais e diretas em 50 anos de forte expansão econômica. Tampouco se mostrou engajada com a redistribuição da renda e riqueza geradas, tendo descartado, sempre que possível, a realização das chamadas reformas civilizatórias (agrária, tributária e social) do século 20.

Na convergência de “fugir para frente” por meio do avanço das forças produtivas, a maioria política garantiu as condições necessárias para transformar o país da condição primário-exportadora para uma economia urbana e industrial quase que completa. Não fosse o desmanche da crise da dívida externa, o Brasil despontaria nos dias de hoje como a terceira maior economia do mundo. Leia o resto do artigo »

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Pré-sal e os brasileiros

Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por   Henrique Sotoma   

O Brasil é um país de dimensões continentais e detém as maiores reservas de recursos naturais, ou seja, possui uma das maiores reservas florestais e uma das maiores reservas de água doce e também uma das maiores reservas de minérios de ferro. Sim, mas e daí? E nós brasileiros que nela habitamos e executamos um trabalho árduo para sobreviver? Nós temos os maiores problemas sociais: temos as maiores favelas, um dos maiores índices de analfabetismo, uma das maiores cargas tributárias etc. Enfim, temos as maiores desigualdades sociais: um dos menores índices de saneamento básico e de distribuição de água potável, faltam hospitais públicos com equipamentos para dar uma assistência médica aos mais necessitados, faltam moradias decentes para os mais pobres, faltam escolas decentemente equipadas e professores suficientemente preparados e remunerados para suprir uma boa educação aos jovens. Leia o resto do artigo »

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