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Blog do Desemprego Zero

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Carta IEDI n. 376 – Resultados Contrários da Produção e do Emprego na Indústria

Postado em 17 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Dois fatos concernentes à indústria chamaram a atenção no mês de junho. Um relacionado à produção e outro, ao emprego. O crescimento bastante fraco, de 0,2%, da produção industrial no mês de junho com relação a maio (dados dessazonalizados) decorreu, sobretudo, da queda de 2,0% da produção industrial no estado de São Paulo. Após cinco resultados positivos no ano (2,3%, 0,7%, 1,0%, 0,9% e 2,3%, de janeiro a maio, nessa ordem), esse recuo de 2,0% pode ser um fato isolado, mas causa alguma preocupação, pois poderá comprometer o segundo semestre se, de fato, a indústria paulista não reagir de modo mais consistente. Como se sabe, a indústria de São Paulo tem participação relevante no parque industrial brasileiro e é um grande demandante de bens e serviços de outras regiões, ou seja, ela “puxa” fortemente outras atividades econômicas que não estão no seu próprio estado.

De modo geral, ainda na passagem de maio para junho, observa-se que, das catorze regiões contempladas pela pesquisa do IBGE, oito apresentaram elevação da produção. Com taxas de variação positivas, aparecem: Pará (10,2%), Goiás (7,4%), Bahia (7,2%), Minas Gerais (3,3%), região Nordeste (2,9%), Santa Catarina (1,4%), Rio Grande do Sul (1,1%) e Rio de Janeiro (0,5%). Entre as regiões que registraram variação negativa, destaca-se, além de São Paulo, o Paraná, cuja produção recuou 9,0%. O que se pode notar é, por um lado, um sinal positivo mais robusto em alguns estados e, por outro lado, certa estabilidade ou mesmo um recuo em outras regiões. O fato é que, devido às suas características industriais, os ajustes dos níveis de produção nas diferentes regiões do País vêm se apresentando de modos distintos. Aliás, essa é a marca encontrada no fechamento do primeiro semestre deste ano. Leia mais…

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Os ensaios de política industrial

Postado em 17 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

O Brasil teve duas experiências relevantes de política industrial. Uma, no período que vai do pós-guerra até o governo JK. Outra, no período de Ernesto Geisel na presidência, com o Plano Nacional do Desenvolvimento montado dentro de um ambiente autoritário – com as decisões e implementações sendo feitas centralizadamente. Leia mais em Luís Nassif (blog)…

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Globo se alia aos EUA por bases americanas e contra pré-sal

Postado em 17 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Fonte: Pátria Latina

Por Mário Augusto Jakobskind, no Direto da Redação

A TV Globo mais uma vez deu o ar de sua graça subserviente quando da passagem pelo Brasil do general James Jones, assessor de Segurança Nacional do presidente Barack Obama. O âncora de um dos jornais da emissora, Wiliam Wack, fez uma entrevista do gênero convescote para o militar mostrar que os Estados Unidos estão muito a fim das riquezas petrolíferas do pré-sal e com “toda generosidade” (na visão da Globo, claro) oferecer “armas de última geração” para as desequipadas Forças Armadas brasileiras.

De quebra, o entrevistador levantou a bola para o general justificar as bases militares estadunidenses que estão sendo instaladas na Colômbia, embora Obama um dia depois tenha dito que não assinou autorização nesse sentido. Waack ainda por cima aproveitou a oportunidade para reforçar a cruzada anti-Hugo Chávez que a mídia hegemônica desencadeia diariamente. Leia o resto do artigo »

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Demitam o estagiário

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

O Viomundo observa:

Agaciel Maia era diretor do Senado desde 1995, certo? E agora acabam de descobrir 468 atos secretos iguais àqueles que quase custaram a cabeça do Sarney. Essa nova “safra” cobre os anos 1995-2000.

Perguntinha que qualquer estagiário de Jornalismo deveria fazer — não subestimando os estagiários: Ué, mas só descobriram o caos no Senado agora? Não tinha caos no Senado na época do ACM? Levaram 14 anos para descobrir o caos no Senado?  Ou será que alguem iscou a mídia nesse assunto, conduziu-a pelas narinas como parte da campanha eleitoral de um dos candidatos a presidente? Como diz um amigo meu, levaram mais de uma década para descobrir que o Sarney é o Sarney. E ainda não descobriram que ACM foi ACM.

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Brasil cobra ação de países desenvolvidos sobre o clima

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Falta compromisso com metas maiores e com redução doméstica, diz negociador brasileiro. Leia mais…

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Empresas devem utilizar novos incentivos à inovação

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Em visita ao Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCT), nesta quarta-feira (12/8), o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da C&T, Ronaldo Mota, alertou que as empresas que não têm condições de inovar não sobreviverão. Leia mais…

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Bolhas e depressão: em busca das causas das crises do capitalismo

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Em linguagem envolvente, cheia de metáforas e fabulazinhas, mas apenas em aparência acessível aos não iniciados, o laureado Paul Krugman repassa as últimas décadas da história capitalista em busca de culpados para a crise de hoje e para as anteriores. Sedução literária à parte, a história de Krugman contém lapsos formidáveis. O “lapso” maior é que Krugman dispensa em sua história certos personagens da economia política internacional, a questão do poder e da hegemonia, o caráter hierárquico do sistema monetário mundial. O artigo é de Leda Paulani, publicado no n° 4 do Jornal de Resenhas. Leia mais…

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O racionalista exemplar

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Por Thomaz Wood Jr.

Fonte: Carta Capital

(…) “a racionalidade não vai nos salvar” (…)

Ele foi uma das muitas encarnações exemplares do homem corporativo. Robert S. McNamara nasceu em 9 de junho de 1916, em São Francisco, na Califórnia. Seu pai descendia de irlandeses que imigraram para os Estados Unidos no final do século XIX, fugindo da fome. McNamara destacou-se nos estudos e obteve seu MBA em Harvard, em 1939. Trabalhou um ano como auditor da Price Waterhouse (hoje, PricewaterhouseCoopers – PwC) e retornou a Harvard, como professor assistente. Na renomada instituição, desde sempre uma fábrica de gurus de gestão, McNamara ganhou fama pelo uso da estatística e de ferramentas analíticas. No início de 1943, entrou para as Forças Armadas, aplicando suas habilidades à análise da eficácia e da eficiência dos bombardeios norte-americanos na Ásia. Leia o resto do artigo »

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