Postado em 21 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa
A popularidade do presidente dos EUA, Barack Obama, está em queda. Segundo a média de várias pesquisas calculada pelo site RealClearPolitics, em 10 de fevereiro Obama tinha a aprovação de 65,4% e era desaprovado por apenas 22,6%. Em 10 de agosto, a aprovação estava em 53,5% e a desaprovação, em 41%. Claro que há causas para desapontamentos, mas é provável que a maior parte da insatisfação seja pelos motivos errados.
Grande parte da desaprovação está ligada à condução da economia e da saúde, enquanto sob outros aspectos, notadamente a política externa e relações raciais, o governo tem mais aprovação. À parte conservadores e libertarians dogmáticos e inamovíveis, para os quais a política de Obama, independentemente dos resultados, é ruim por ser intervencionista, a parcela relevante da insatisfação em relação à economia vem da continuação das demissões e dos altos índices de desemprego, após sete meses de governo, socorros trilionários ao setor financeiro e pacotes de estímulo multibilionários. Leia mais na Carta Capital…
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Postado em 20 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
E sindicatos já falam em aumento
Por Marcelo Rehder
A recuperação do nível de atividade na construção civil acelerou a contratação de trabalhadores e trouxe de volta o problema da falta de profissionais qualificados, como pedreiro, carpinteiro. “Falta pessoal qualificado de todos os níveis, mas principalmente o chamado operário imediato, aquele que inicia o canteiro de obra, como pedreiro, carpinteiro e armador”, diz o vice-presidente de Relações Capital Trabalho do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Haruo Ishikawa. “A saída tem sido contratar profissionais não especializados para serem qualificados no próprio canteiro de obra.”
Sob o efeito da pressão de demanda, o trabalhador qualificado da construção civil passa por um momento de valorização que abre espaço para aumento de salários e melhoria das condições trabalhistas. Os sindicalistas estão atentos e não pretendem deixar passar em branco essa oportunidade. “Vamos pedir contrapartidas das construtoras, nada mais justo”, afirma o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), Antônio de Sousa Ramalho. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Valor
Por Marta Watanabe
De janeiro a julho de 2009, o Brasil importou da China um volume de vestuário e confecções 9,7% maior do que o total desembarcado no mesmo período de 2008. Esse aumento de volume em um contexto de retração de consumo no mercado mundial poderia ser explicado por um assédio maior dos fornecedores chineses, com preços mais baixos que os cobrados anteriormente. Não foi exatamente isso, porém, o que aconteceu. Nem no vestuário, nem no total das importações de bens de consumo.
Dados levantados pela Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) revelam elevação dos preços médios de bens de consumo duráveis e não duráveis importados da China no segundo trimestre de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado e até mesmo na comparação com o terceiro trimestre de 2008, quando os termos de troca atingiram o patamar mais elevado dos últimos anos. Os preços médios de importação de bens não duráveis da China ficaram 7,8% acima daqueles praticados no segundo trimestre de 2008 e 2% acima dos valores do terceiro trimestre. No total dos não duráveis importados pelo país (todas as origens), o preço andou na direção oposta e caiu 1,1% em relação ao segundo trimestre do ano passado. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Revista Custo Brasil
Por Maria Hetilene Gomes Tostes
A crise financeira global deflagrada nos Estados Unidos em setembro de 2008 e que se alastrou para o resto do mundo, causou uma queda expressiva no fluxo de investimentos estrangeiros no Brasil, e com isto o aumento de aversão ao risco e a natural retração no movimento dos investimentos. O arrefecimento do ímpeto dos investidores, num ambiente de forte concorrência pelos investimentos produtivos, impõe a necessidade de os países receptores adotarem uma política mais agressiva de atração de negócios. Estudos do Banco Mundial indicam que o nível e a duração da contração dos fluxos de capital privado para os países em desenvolvimento, bem como o seu impacto em geral, vão depender da rapidez com que a confiança dos investidores for restaurada, e do grau em que a cooperação internacional conseguir reduzir os estragos.
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Postado em 20 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por José Luís Fiori
Se as utopias de esquerda levaram – em muitos casos – ao totalitarismo, a utopia liberal e sua permanente negação do papel do poder e da preparação para a guerra, na história do capitalismo e das relações internacionais, leva, com freqüência, os intelectuais e dirigentes destes países mais fracos, à uma posição de servilismo internacional.
“…a geopolítica do equilibro de poderes e a prática do imperialismo explícito deixaram de fazer sentido devido a uma série de novos fatos históricos [...], esta abordagem das relações internacionais não tem mais espaço no mundo em que vivemos, do pós-colonialismo, da globalização, do sistema político global, e da democracia [...] com a globalização, todos os mercados estão abertos e é inimaginável que um país recuse vender a outro, por exemplo, petróleo a preço de mercado..[...] Resulta ainda daqueles fatos que a guerra entre grandes países tambem não faz mais sentido [...] No século XX, as guerras entre as grandes potências não faziam sentido porque todas as fronteiras já estavam definidas?”, LUIZ CARLOS BRESSER PEREIRA, “O mundo menos sombrio”, Jornal de Resenhas, nº 1, 2009, USP, p:7.
Na segunda metade do Século XX, em particular depois de 1968, tornou-se lugar comum a crítica dos “novos filósofos” europeus, que associavam a utopia socialista ao totalitarismo. Mas não se ouviu o mesmo tipo de reflexão, depois da década de 80, quando a utopia liberal se tornou hegemônica e suas idéias tomaram conta do mundo acadêmico e político. Logo depois da Guerra Fria, Francis Fukuyama popularizou a utopia do “fim da história” e da vitória da “democracia, do mercado e da paz”. E apesar dos acontecimentos que seguiram, suas idéias seguem influenciando intelectuais e governantes, sobretudo na periferia do sistema mundial. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Associação dos Engenheiros da Petrobras
A diretoria da AEPET vem a público apresentar a seguir suas análises a respeito do estágio atual das propostas do governo federal para a criação de um novo marco regulatório do setor petróleo, em decorrência da descoberta da região do Pré-Sal pela Petrobrás.
A AEPET levou em consideração as informações divulgadas pela imprensa sobre os trabalhos da comissão interministerial, que apresentou as propostas ao presidente Lula. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Folha de S. Paulo
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) deve encerrar o ano de 2009 com lucro de, pelo menos, R$ 3 bilhões. A estimativa foi feita ontem pelo diretor financeiro e de Operações Indiretas do banco, Maurício Borges. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Revista Custo Brasil
Por Gustavo dos Santos e Rodrigo Medeiros
O Brasil está diante de uma oportunidade única: a criação de uma indústria automobilística nacional. Não exatamente de uma montadora convencional. O País deve aproveitar seu potencial para a produção de um veículo híbrido ou elétrico. A vocação natural do Brasil aponta para a produção de veículos movidos a células a combustível. Elas substituem as baterias nos carros elétricos e podem ser abastecidas com combustíveis líquidos, em particular metanol e etanol. O espelho a ser seguido é o da montadora chinesa Byd, que pretende produzir oito milhões de carros elétricos até 2025.
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