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Blog do Desemprego Zero

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A tendência das pesquisas

Postado em 14 dEurope/London março dEurope/London 2010

POR MARCOS COIMBRA

Dentro das pesquisas

Para as oposições, o grave é que aqueles que não sabem (que Dilma é a candidata de Lula) são diferentes dos que já estão informados. São mais pobres, menos educados, residem em regiões menos desenvolvidas. Por isso, recebem em maior proporção o Bolsa-Família e outros programas sociais

Quem, como muitas pessoas na oposição, se assustou com os resultados da recente pesquisa do Datafolha cometeu, provavelmente, dois equívocos. De um lado, pode ter superestimado a gravidade da situação que descrevia para Serra naquele momento. De outro, no entanto, pode ter subestimado os problemas que ele deve enfrentar nos próximos meses. Clique aqui para ler mais.

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Universo deselegante

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2010

Livro do cientista Marcelo Gleiser diz que a física foi iludida pela estética da simetria e tomou o caminho errado

A tentativa da física de explicar toda a natureza com um único conjunto de regras é a encarnação científica do monoteísmo. Essa é a tese que o físico Marcelo Gleiser -professor do Dartmouth College, de New Hampshire (EUA), e colunista da Folha de SP- defende agora.

Em seu novo livro, “A Criação Imperfeita” (Ed. Record), ele explica por que acredita que fenômenos físicos em desequilíbrio revelam mais coisas sobre a origem do Universo do que as leis simétricas que sábios constroem para descrever o mundo desde a Grécia Antiga. Invertendo a máxima do poeta Vinicius de Moraes, Gleiser diz que “beleza não é fundamental” e que a elegante matemática que vem sendo usada para unificar a física não consegue ser mais do que metafísica. Clique aqui para ler mais.

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FECOAPÁ

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2010

Roberto Pereira d’Araujo

Os mais velhos com certeza irão se lembrar do saudoso Stanislaw Ponte Preta, que, colhendo diversas pérolas de falta de inteligência, criou o FEBEAPÁ, Festival de Besteiras que Assola o País. Estávamos sob o período da ditadura e o festival era uma bem humorada reação da sociedade expondo o ridículo de alguns personagens defensores da “revolução”. Não que esse certame tenha terminado, muito pelo contrário. Entretanto, hoje esse festival tem sério concorrente. Guardadas as devidas diferenças entre as épocas, ouso dizer que também estamos sob o FECOAPÁ, Festival de Complacência que Assola o País. O pior é que, nesse caso, o festival não se faz com exemplos pontuais, mas sim como uma espécie de epidemia.

É bom que se diga que o termo complacência, com sinônimos de tolerância ou benevolência, pode até ser confundido como uma qualidade. Não é o caso aqui. Estou me referindo á estranha, misteriosa e preocupante característica da sociedade brasileira ao não esboçar reação aos repetidos e cada vez mais generalizados desrespeitos aos direitos da cidadania.

É verdade que Sergio Buarque de Holanda, no livro Raízes do Brasil, escrito em 1936, já nos explicava que certas características do povo brasileiro têm origens na nossa colonização. Os portugueses, querendo fortuna rápida para “tornarem-se nobres” como seus dirigentes, implantaram cidades não planejadas e através de estrutura patriarcal, sempre confundida com Estado, tomavam diversas escalas de poder. Vejam como a frase abaixo ainda continua atual.

“O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particularistas, de que a família é o melhor exemplo. (…) Há nesse fato um triunfo do geral sobre o particular, do intelectual sobre o material, do abstrato sobre o corpóreo e não uma depuração sucessiva”

Assim, num torvelinho de conflitos, por não separar o público do privado e por estar crivado de grupos de interesse, o estado deixa de representar adequadamente os direitos do cidadão e do consumidor. Ao mesmo tempo, o “homem cordial” de Sergio Buarque, sendo uma característica forte do brasileiro, produz um ser passivo. Ao invés de exigir seus direitos, a tendência é buscar um elo qualquer na imensa cadeia de interesses para que, por outros meios, compensações sejam atingidas. O brasileiro “aceitaria” que seus direitos sejam feridos porque, em compensação, ele também “fere” o interesse público em outras ocasiões. O “pistolão” e o “jeitinho” são os maiores resumos dessa complexa situação. Parece que esse comportamento também está atingindo nossas instituições. Leia o resto do artigo »

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Indústria Regional

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2010

Os dados divulgados hoje pelo IBGE permitem traçar um perfil dos setores industriais regionais do País no que diz respeito à distância que cada um deles guarda com relação aos níveis de produção do período pré-crise. Ao se considerar a série dessazonalizada do índice de produção industrial, observa-se que a indústria brasileira como um todo ainda apresenta, em janeiro de 2010, um nível de produção 4,9% abaixo do registrado em setembro de 2008 – mês em que ocorreu o agravamento da crise internacional. Pode-se afirmar que esse resultado reflete muito mais particularidades regionais do que a dinâmica da indústria nacional propriamente dita. Um indicador disso é o que vem ocorrendo com a indústria mais estruturada, diversificada e encadeada do Brasil, qual seja, a indústria de São Paulo, cujo nível de produção superou, em janeiro último, o patamar pré-crise: a produção paulista é 0,6% maior do que a produção correspondente a setembro de 2008. Nesse sentido, uma análise apoiada no centro industrial do país permite afirmar que a indústria brasileira superou a crise internacional. Clique aqui para ler mais.

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Oferta, demanda e desemprego

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2010

Por Paul Krugman

Fonte: Estadão

Chegaram a mim boatos de que o Wall Street Journal teria publicado algo mais ou menos no seguinte sentido: “Krugman diz que os benefícios contra o desemprego não levam a um aumento no desemprego, mas em seu livro ele diz o contrário, nhé nhé nhé.” Será que eles são mesmo tão estúpidos assim? Provavelmente não – mas parecem pensar que você, leitor, é.

De todo modo, talvez agora seja um bom momento para explicar a diferença entre os fatores determinantes para a NAIRU – a taxa mínima de desemprego condizente com uma inflação estável – e os fatores determinantes para o desemprego num outro momento qualquer. Leia o resto do artigo »

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Incubadoras aliam descobertas à indústria

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2010

Spin-offs nascem para fazer a intermediação entre estudos acadêmicos e as empresas

As empresas farmacêuticas brasileiras já se encontram em estágio de desenvolvimento suficiente para a fabricação de produtos farmacêuticos. E a pesquisa acadêmica na área é considerada igualmente avançada. Mas as duas não se entendem muito bem.

Pelo menos é o que afirmam especialistas, chamando a atenção para a cadeia intermediária do processo de descoberta de fármacos, que só agora começa a se desenvolver no país. Clique aqui para ler mais.

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A inflação e a má distribuição de renda

Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2010

Por Carlos Lessa

Li com atenção, na semana passada, o diálogo do presidente Henrique Meirelles com Wall Street. Segundo o jornalista Alex Ribeiro, a pergunta recorrente foi “porque o mercado financeiro doméstico anda tão nervoso com câmbio e juros?”.

Aparentemente, a delegação do Banco Central viajou para garantir a imagem de um processo sucessório bem tranquilo. Certamente, a presença de Henrique Meirelles e sua palavra quanto ao processo sucessório foi absolutamente tranquilizadora. Afinal de contas, há pouco tempo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou que o dólar brasileiro deveria ficar a R$ 2,70. Segundo o ministro, com essa cotação o Brasil seria industrialmente competitivo com a China e com a Índia. Como nada aconteceu no mercado de câmbio, a dedução nossa e de Wall Street é que o presidente Meirelles tem controle total e completo sobre os juros e o dólar e sua presença em New York reitera a total confiança de Wall Street. Tanto é assim que banqueiros americanos afirmaram que decisões imediatas do BC sobre câmbio e juros já não afetam mais as decisões de investimentos estrangeiros no Brasil. A presença do presidente Meirelles foi a garantia de que “tudo continua como antes no Quartel de Abrantes” ou, como os ingleses em Gibraltar, o presidente Meirelles é inamovível. Clique aqui para ler mais.

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Coordenação de expectativas ou profecia auto-realizadora?

Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2010

Por José Paulo Kupfer

Quem lê alguns dos meus textos recentes – “a inflação ainda não definiu o rumo”, “melhorar o Focus”, “você tem certeza de que já é hora de puxar o freio na economia”, “compulsório: por que voltou?” – pode ficar com a impressão de que estou entre os que acredita na hipótese de o Copom não ser obrigado, se de fato observar o rumo da conjuntura, a reiniciar tão cedo um ciclo de alta nos juros básicos. A esses, gostaria de dizer que, se dei essa impressão, ela é falsa. Clique aqui para ler mais.

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