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Blog do Desemprego Zero

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“Minha Casa, Minha Vida” ignora o que PT e movimentos já fizeram

Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania                                          

 POR PEDRO FIORI ARANTES    

Não é verdade que a esquerda apenas critica e não sabe o que propor. A história da luta por moradia no Brasil já produziu diversos exemplos do que poderia ser uma política habitacional diferente da que está sendo promovida pelo programa “Minha Casa, Minha Vida” (MCMV). Isto é, intervenções realizadas com a participação dos movimentos populares, que promoveram ações de reforma urbana, espaços com qualidade arquitetônica e a progressiva desmercantilização da moradia. O próprio PT, em inúmeras administrações municipais na década de 1990, colaborou para que políticas habitacionais fossem parte da transformação urbana e social e não apenas um balcão de negócios para os empresários da construção civil. 

A experiência mais importante, sem dúvida, foi a da administração Luiza Erundina em São Paulo, entre 1989 e 1992. Erundina, assistente social que atuava em favelas apoiando os movimentos de luta por moradia, foi especialmente dedicada ao assunto, junto com a nova equipe da Secretaria de Habitação, coordenada por Ermínia Maricato, uma professora da USP e militante nas periferias da zona sul da cidade. Pela primeira vez em São Paulo, a política habitacional não estava nas mãos do capital da construção e do setor imobiliário.  Leia o resto do artigo »

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A Ruptura Necessária

Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Paulo Passarinho 

Estive recentemente em uma conhecida universidade carioca, integrando uma mesa de discussão sobre o Brasil e a nossa reconhecida desigualdade.

O tema está na ordem do dia. A partir dos dados divulgados anualmente pelo IBGE, de acordo com a PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, já há alguns anos ganham intenso destaque as informações que atestam que estamos em um acelerado processo de desconcentração de renda.

De fato, e de acordo com as informações captadas nessa pesquisa do IBGE – que sabidamente não incorpora a participação dos ganhos típicos do mundo do capital (juros, lucros e aluguéis) – desde os anos 1990 é identificado um processo lento, mas contínuo, de melhor distribuição dos rendimentos entre os que vivem do trabalho assalariado, autônomo ou informal. Leia o resto do artigo »

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Desigualdade crescente assusta a China

Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Shai Oster, The Wall Street Journal, de Hangzhou, China

Fonte: Valor Econômico (30/09/09)

Quando um jovem rico atropelou e matou outro de origem modesta num racha, em maio, o incidente detonou um inflamado conflito de classe nesta próspera cidade do leste da China.

O motorista de 20 anos, Hu Bin, foi criado como o mimado filho de uma família de comerciantes rica o suficiente para comprar vários carros e apartamentos ao longo das avenidas arborizadas de Hangzhou. A vítima, Tan Zhuo, um engenheiro de telecomunicações de 25 anos, veio de um vilarejo no interior onde seus pais desempregados lutaram para arrumar dinheiro e realizar o sonho do filho de fazer faculdade em Hangzhou, uma das cidades mais ricas da China.

“Garotos ricos em carros de luxo transformam as ruas da cidade em pista de F1″, gritava a manchete de um tablóide da cidade no dia seguinte ao do acidente, detonando uma onda de indignação. Fotos do motorista em seu Mitsubishi vermelho perto do corpo da vítima foram distribuídas de forma viral na internet, transformando mais uma das 70 mil mortes ao ano por acidentes de trânsito na China numa parábola sobre injustiça social que ganhou eco entre milhões de chineses. Leia o resto do artigo »

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Taxa de câmbio e projeto de desenvolvimento

Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por João Sicsú

Fonte: Valor Econômico (30/09/2009)

A taxa de câmbio é um elemento-chave de um projeto de desenvolvimento. Essa constatação é fundamental: além de ser essencial para auxiliar o esforço de crescimento econômico, a administração cambial deve ser compreendida como um instrumento nevrálgico que deve fazer parte de um projeto de desenvolvimento. A macroeconomia e seus preços básicos, isto é, juros e câmbio, podem definir os rumos de uma sociedade, se esta está caminhando em direção ao progresso ou ao atraso.

Em relação à taxa de câmbio, já foi percebido que existe uma tendência forte à sua valorização nos países em desenvolvimento, devido às possibilidades econômicas que caracterizam esses países. Tais economias podem ser exportadoras de itens básicos, podem ser atrativas para o investimento direto estrangeiro ou podem ainda ter ativos financeiros atraentes. Portanto, essas economias podem sofrer de doença holandesa ou de outras enfermidades cambiais valorizativas. Leia o resto do artigo »

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Os cidadãos e a ética política

Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Mauro Santayana

Fonte: JB Política

Foi com constrangimento que o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, recebeu a proposta legislativa popular contra o registro de candidaturas de pessoas condenadas em primeira instância pela Justiça. Sendo assim, ele se incumbiu de declarar que dificilmente a iniciativa terá curso, tal como se pretende. Desde que existem estados, há o problema de buscar os cidadãos mais honrados para cuidar da coisa pública. Nos regimes absolutistas, o problema não se coloca. A palavra do soberano faz, de canalhas, santos, e de santos, execráveis traidores, como ocorreu na Inglaterra de Henrique II, com o assassinato em pleno altar do arcebispo de Canterbury, Thomas a Becket, em 1170, e a condenação à morte de Thomas More, por Henrique VIII, em 1535. Ambos, pelo seu martírio, foram reconhecidos como santos pela Igreja. Nas repúblicas quem faz a honra e a desonra dos homens de Estado é a opinião nacional – também nem sempre justa. Houve acusações pesadas contra César, entre elas as de enriquecer-se nos cargos que ocupou. Seu grande opositor, Catão, o jovem, quando a vitória sobre Pompeu se consolidou, para não viver sob o domínio de seu adversário, preferiu matar-se, depois de salvar seus soldados, em Útica, na África romana, onde nascera. César, como sabemos, durou pouco no poder, que ele queria ditatorial e vitalício: os punhais dos conspiradores cortaram-lhe a ambição. Leia o resto do artigo »

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How Did Economists Get It So Wrong?

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

By PAUL KRUGMAN

I. MISTAKING BEAUTY FOR TRUTH

It’s hard to believe now, but not long ago economists were congratulating themselves over the success of their field. Those successes – or so they believed – were both theoretical and practical, leading to a golden era for the profession. On the theoretical side, they thought that they had resolved their internal disputes. Thus, in a 2008 paper titled “The State of Macro” (that is, macroeconomics, the study of big-picture issues like recessions), Olivier Blanchard of M.I.T., now the chief economist at the International Monetary Fund, declared that “the state of macro is good.” The battles of yesteryear, he said, were over, and there had been a “broad convergence of vision.” And in the real world, economists believed they had things under control: the “central problem of depression-prevention has been solved,” declared Robert Lucas of the University of Chicago in his 2003 presidential address to the American Economic Association. Read more…

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Denúncia: Jungmann vai a Honduras pela Globo. É isso? O PiG(Partido da Imprensa Golpista) já chegou a esse ponto?

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

O Conversa Afiada recebeu a seguinte denúncia de amigo navegante:

Meu caro, uma informação passada de dentro da TV Globo: Raul Jungmann teve e tem relação muito estreita com a redação da Globo em Brasília.

Durante a CPI dos Grampos, alguns jornalistas da Globo chegaram a reclamar da obrigatoriedade de se ouvir Jungmann e colocá-lo no ar em todas as matérias nas quais o alvo era o delegado Protógenes Queiroz (estratégia, aliás, para lá de idiota).

Hoje, soltaram fogos na TV Globo de Brasília, para qual Jungmann vai trabalhar, informalmente, em Tegucigalpa, ao passar  informações internas da Embaixada do Brasil para desmoralizar a diplomacia brasileira.

Ele já avisou que vai obrigar os diplomatas brasileiros a abrirem  todas as informações internas, inclusive troca de e-mails, para determinar qual foi a participação brasileira na operação que levou Manuel Zelaya de volta à capital hondurenha.

Um produtor e um repórter do Jornal Nacional ficarão à disposição, com exclusividade, para produzir matérias especificamente com Jungmann em Honduras.

Esse é o estado a que chegamos: a terceirização jornalística por meio de um deputado federal que priva da intimidade da TV Globo na capital do país.

Clique aqui para ler “Jungmann vai a Honduras para tumultuar“.

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Pré-sal será destinado principalmente à exportação, diz Dilma

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Fonte: Folha de São Paulo

Por SOFIA FERNANDES

A produção do pré-sal será destinada principalmente à exportação e não ao consumo interno, o que garantirá a manutenção da atual configuração da matriz energética brasileira, disse hoje a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, durante reunião do CDES (Conselho de Desenvolvimento Social e Econômico).

“O Brasil não pode abandonar seu compromisso com a energia renovável que caracteriza a nossa matriz, seja a matriz de combustível, seja a elétrica”, afirmou a ministra, que classificou a questão da matriz renovável como “estratégica” para o país. Leia o resto do artigo »

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